História Gemeas Winchester - Capítulo 2


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Família, Gemêas, Revelaçoes, Sobrenatural, Spanking
Visualizações 88
Palavras 1.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O primeiro capítulo foi mais para conhecerem seus amiguinhos!

Agora é que vem a história!


Então deite/sente (onde estiver)

Relaxe!

E aprecie mais essa "família" Winchester!

Capítulo 2 - A vida delas


* Valerie*
Me criei em um orfanato, era ótimo enquanto vivia lá, até que uma mulher aparente boazinha me adotou,  Jade era o seu nome, na realidade ela não passava de uma succubus, demônio fêmea que rouba almas durante o "ato de amor", eu fui forçada a atrair vítimas a ela, tinha que usar de tudo, tudo mesmo para vir os pobres coitados. Caso desobedecesse uma ordem dela ou não conseguisse  o que ela queria eu era castigada duramente, de modo fisico, com torturas e de outros modos também, sim, é isso mesmo que estão pensando! Nem é necessário dizer que não sou mais virgem.

Um dos piores castigos que guardo na memória foi um em que  uns vinte seres masculinos me trataram como se eu fosse masoquista e me tiraram a pureza de baixo aos nove anos. Queria tanto poder esquecer!

Val, que bom que chegou!_ saudou Leona, uma colega de "profissão", uma delas aliás a que mais mostrou empatia quando cheguei.
Leona já era uma moçoila quando vim para esse lugar, eu tinha apenas sete anos, ruiva de olhos esverdeados, altinha, devia ter a idade que tenho agora, quatorze anos, me lembro de como a ilusão foi desfeita em questão de segundos. Achei que ia ter uma boa família, uma mãe legal, mas quando eu escutei o que de fato ia acontecer eu tranquei meu orifício anal com tanta força, não passava nem ar alí!
- Você vai trabalhar para mim criança, irá trazer pessoas para mim, de preferência homens, usará de tudo para que isso ocorra, nem que seja, oferecer sua pureza! Se não fizer, serás duramente castigada e não quero nem saber se é criança ou não!
Essa voz dela de taquara rachada ainda ecoa na minha mente, hoje eu já não tenho mais aquela ingenuidade, ou sonhos, ou sentimentos humanos, só me restou indiferença e frieza para sobreviver, eu já tentei fuga mais do que posso contar, sempre falhas. Quando? Quando sairei desse pedaço do inferno?
Trouxe o que a madame "pediu"?_ pergunta a Leona.
E eu podia recusar?! Alí, encaminhe o tarado até ela!_ aponto um homem maduro, devia ter quase trinta, nem queria saber, o cara além de pervertido é um pedófilo. Que nojo dessa vida!

* Violet*
Não sei de onde vim ou para onde vou, do meu passado eu só sabia que havia sido deixada na porta de alguém, e esse alguém era uma poderosa executiva, Elza Fletcher, ricassa, seus investimentos rendiam granas altas, nunca liguei para isso, eu vivi normalmente, ia a escola, tinha aulas particulares, atividades fora como aprendizagem de outros idiomas, músicas, dicção, pois para dona Elza era horrível comer as vogais, era bem rígida no quesito comportamento, disciplina e educação, mas também era gentil, obviamente me tratava como se tivesse saído de sua barriga. 
Porém ser poderosa executiva era só uma capa, a senhora tinha uma outra vida, na espaçosa casa, com vários cômodos, tinha um escritório que eu nunca podia entrar nele, de forma alguma, era uma das principais regras dela.
Lembro que quando tinha sete anos aconteceu um ataque estranho  em nossa casa, acordamos assustadas.
Dona Elza? Mamãe?_ chamava pela senhora que me criou.
Não venha querida!_ ela disparou.
Senti um frio no ar, aquilo não era bom, senti que alguma coisa ruim aconteceria naquela noite.
Escutava ruídos fortes, parecia que uma batalha acontecia ali, não queria ficar só parada, tinha que fazer alguma coisa.
Decidida fui seguindo o ruído, vi um batalhão lutando com a minha mãe. Estava em desvantagem, eram muitos.
Do nada eu levitei no ar e antes que fizessem algo contra a dona Elza, meio que me joguei nela e me transferir para outro lugar, nem sei como eu fiz isso, paramos em uma estrada escura e deserta.
Violet, porque não fez o que eu disse?!_ começando a bronca.
Bem eu.. eu!_ nervosa ao estremo.
Quando eu digo para fazer algo é para ser feito!_ ela disse e me puxou a orelha.
Ai ai ai mamãe! Tá doendo!_ me queixei.
Essa é a ideia! Se fizer isso outra vez vai ganhar bem mais do que um simples puxão de orelha!_ disse ela em tom firme.
Vai continuar reclamando mãe?! Já aconteceu!_ disse em tom ameno.
Em um movimento rápido ela se agaixou em um joelho e me pôs nele.
PASS aaai PASS  calma dona Elza! PASS PASS
Quatro tapas incrivelmente fortes foram deferidos no meu traseiro.
Doeu pra caraca!
Já aconteceu?! Você sabe o que você fez?! Se mostrou a eles!_ ela diz quase gritando e me soltando em seguida, me pus de pé massageando meu traseiro.

Me desculpa, não pude evitar, a senhora estava com problemas e..._ela me cortou.
E agora sabem onde você está!_ disse em tom de irritação misturado com preocupação.
Como assim?_ não entendi nada.
Esqueça criança! Esqueça! Não podemos mais ficar em qualquer lugar!_ ela disse. Começamos a andar lado a lado.
Desculpa dona Elza! Eu não queria que a senhora se machucasse! Eu..._ ela docemente roedou um braço no meu pescoço.
Tudo bem! Eu não devia ter reagido de forma tão brusca!_ disse me abraçando.
Que nada senhora! Eu que agi mal!_ falei.
Eu tive tanto medo de te perder!_ ela falou em tom engarbado como quem queria chorar. Por isso fiz o que fiz!_ disse ela me pondo nas costas se pondo a andar.

 

 

 

 

Para onde vamos?_ eu quis saber.

Vamos ver um amigo dá mamãe!_ informou ela.
Quem?_ perguntei.
Bobby!_ ela disse seu nome. E fomos até esse tal amigo, e ficamos com ele que disse que talvez seja melhor me contar ao menos o básico e me preparar.

Eles são caçadores sobrenaturais, disse que era uma vida difícil, os anos foram passando e eu treinava bastante para me defender das criaturas.

 

Por algum motivo sempre sinto que alguém precisa de ajuda, não sei quem é, algo que mudará completamente a minha vida parece prestes a acontecer.

 

- Bobby meu velho amigo, muito tempo sem nos ver!_ escutei a voz grave de homem.

Apareci e vi um cara de cabelo curto, calça jeans, e camisa normal com jaqueta jeans também, junto dele tinha um outro com o cabelo maior, trajando praticamente o mesmo do outro, só que o casaco era tecido grosso e preto.

 

- Dean, Sam! O que os trás aqui?

Dean e Sam os famosos irmãos Winchester?!

Investigando um caso estranho de desaparecimento de homens. Teve mais de cinquenta_ respondeu o cara de cabelo maior.

 

O que tem esse caso?_ Bobby quis saber.

 

Bem, parece que homens são atraídos até um lugar e não voltam mais, alguns afirmam que tem crianças envolvidas nisso e o lugar onde vão parece um prostíbulo_ relata o cara de cabelo curto.

 

Pelas características do problema, homens indo a uma espécie de prostíbulo, são atraídos e não voltam mais, os corpos são encontrados estranhos também, como que sem alma_ relata o... Sam  eu acho.

 

Isso pode ser obra de..._ Dean é interrompido.

 

Um succubus!_ falei derepente.

 

Os Winchester me olharam de cima a baixo, me avaliando.

 

 

 




 


Notas Finais


E aí? O que acharam? Gostaram das meninas?


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