História Gemini - Capítulo 1


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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Elijah Mikaelson, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Genevieve, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson
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Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Famí­lia, Ficção, Magia
Avisos: Álcool, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A vida está ao seu favor, a luta é constante.

Capítulo 1 - Fevereiro de 1991


Fanfic / Fanfiction Gemini - Capítulo 1 - Fevereiro de 1991

Era uma tarde quente de sábado, o tédio reinava em meu quarto enquanto lia uma revista teen de pernas para o alto na minha cama. 

- telefone toca e após alguns instantes a porta do quarto se abre. - Kenda, Diana na linha.

-pulo da cama e atendo o telefonema de Diana. 

Diana é minha amiga, desde crianças estamos juntas. Às vezes quase sempre estamos brigando mas sempre estamos juntas. 

- mas Diana eu não conheço ninguém como vou? - Retruco após um convite para uma festa na casa de uma família nova que chegava na cidade. 

-Após insistir muito aceitei o convite e às vinte horas estaria pronta para ir ao cinema com a minha amiga. Bom, pelo menos era o que a minha mãe acharia. 

Diana e eu nos produzimos e fomos para festa, eu usava uma blusa branca com estampa de uma constelação e uma calça confortável pois estaria indo ao cinema. Diana estava com muitos adereços e um vestido desnecessário até para entrega de um prêmio. Mas tudo bem...

Minha mãe nos deixou na porta do cimema. De lá eu dormiria na casa de Diana. Após alguns minutos estacionou um carro preto muito bonito e aparentemente muito caro também, com um moço com sorriso encantador. 

-Vamos meu amigo chegou. - disse Diana caminhando para o carro. 

Mesmo com medo entrei e sorri. Eu não o conhecia ele parecia ser mais velho e já tinha um carro, seu relógio era muito brilhante. Acho que teria que vender a minha casa para ter um desses. 

Sentada no banco de trás coberta de arrependimento ele me observava pelo retrovisor. E eu longe, longe o suficiente para não sair correndo. 

-Qual o seu nome minha cara? -perguntou ele. 

-Kenda, Kendall Mont. 

-Ele sorrio e se apresentou.- Kol Mikaelson. 

- sorri  e olhei para fora. Enquanto Diana não calava a boca. 

Chegamos em uma casa bonita em próspera. A música dava pra ouvir a quilômetros de distância, as luzes eram intensas e os vitrais estonteantes de tanta beleza. 

- chegamos, ele me auxiliou ao sair do carro e fomos caminhando para o interior da casa. Todos estavam se divertindo, dançando, bebendo, comendo e alguns estavam em uma sala reservada. 

Meio perdida em meio ao povo esbarrei em uma moça alta, loira e muito elegante. - Desculpas. Disse olhando para seu cabelo tão perfeito e incrível. -Não foi nada, querida. Qual seu nome? - antes de responder fomos interrompidas com um outro rapaz a chamando. 

- Rebekah venha, preciso da sua ajuda. - disse um homem alto, esbelto com olhos incríveis e um tom firme e ao mesmo tempo sentimental. Não sabia quem era mas ele tinha algo que me despertou interesse. 

Me perdi de Diana e fui procurar o que fazer, tomei alguns drinks e não sabia quem eu era mais. Quando dei por mim estava dançando sobre a mesa de centro da sala de estar e com todos se divertindo junto de mim. Então percebi que de longe o mesmo rapaz que chamava Rebekah estava a me observavar. 

Desci, peguei um copo qualquer e fui ao seu encontro. 

- Boa noite! -Faço uma reverência meio tonta e sorrindo. 

- Boa noite... Disse ele de braços cruzados e sorrindo. - em que devo a honra de sua proximidade? 

- observei você mais cedo, e agora. Seus olhos são lindos. São bravos mas lindos. Alguém já disse que você tem cara de bravo?  - me apoio no balcão e bagunça meu cabelo é sorrio.

-Ele me segura e me ajuda. - você não tá legal, vem cá. Vou cuidar de você. 

Subimos a escada e ele.me levou para uma sala tranquila, me deu água e uma mistura com ervas amargas, mais amargas que o chá de cura tudo da minha avó. 

- o que é isso?  -resmunguei 

- verbena. -Sorrio ele. 

- ah, você é muito ruim dona verbena. Disse bêbada, porém Feliz. 

- e você?  Como Se chama? 

- Niklaus, Klaus. Sorrio. 

-olhei nos seus olhos e pedi licença é o beijei.

Ele era forte e intenso seu olhar era penetrante, tivemos nosso momento à sós e logo desci. Procurei por Diana e não a encontrei, decidi procurar no jardim e encontro Kol, parei. 

- Kol, viu a Diana?

Sem muitas expressões ele me responde. -Não. 

Ao passar pela porta principal dei a volta pela varanda e encontrei Diana jogada ao chão, sangrando e pedindo ajuda, eu gritava por socorro. E não estavam me ouvindo, tentei levanta - lá mas não consegui. Então apareceu um jovem. 

- Ele mordeu o próprio pulso e deu a ela seu próprio sangue. O ferimento de seu pescoço fechou como mágica, e ela estava se recuperando de forma rápida. 

- quem é você? -gritei por socorro.

- Finn! Saia daqui. 

Ele A encarou e disse as palavras 

-saia daqui,  esqueça o dia de hoje e volte para sua vida e tudo vai ficar bem. 

-Ele veio em minha direção e disse as mesmas palavras, eu fiquei em choque mas o medo me tomou. Segundos depois eu estava na estava sarada,  suja de sangue, com uma amiga com amnésia e bêbada. 

Chegamos em casa, meus pais já estavam dormindo. Nos limpamos e dormimos. 

Eu acordei com uma ressaca daquelas. Ela queria saber qual filme vimos no cinema que ela não se lembrava. 

4 semanas depois 

Nos já tínhamos terminado a escola, eu me preparava para a faculdade, meu sonho era ser médica, para poder ser uma boa profissional eu precisava me preparar. Diana tomou a frente do comércio de seus pais e se especializou em botânica. Como de costume,  fui até a floricultura de sua família para comprar as flores da semana. 

- Diana, querida. Vim encomendar as fores semanais da minha querida e amada mãe. 

Aquele cheio de flores e plantas estavam me enjoando. Logo fui embora pois precisava comparecer ao curso preparatório para a faculdade. 

Cheguei atrasada como de costume. Ao subir a escada tive uma leve tontura. Me segurei e segui a diante. 

Os dias se passaram, os enjoos e tonturas eram mais frequentes. Eu estava com a menstruação atrasada, então bateu o desespero. 

- liguei para diana. - amiga, preciso da sua ajuda. Contei para ela do meu momento na festa com Niklaus e o dela com Finn, ela me teve como louca. 

- ok, você está com dúvidas. Faça xixi nesse palito logo. - disse Diana sem paciência. 

Segundos depois estava completamente rosa. Desesperada leio as instruções da embalagem que dizia: rosa positivo, sem cor  negativo. 

Desesperada, sem chão e sem referência. Eu estava grávida de um cara que eu não sabia nem o paradeiro. 

- Diana. Vamos voltar lá. Você sabe o caminho. Ligue para o Kol e peça ajuda. Se eu aparecer grávida em casa minha mãe me mata.

- Kenda, você não pode me envolver nos seus problemas, eu não lembro de festa nem de Finn e Kol, por favor. 

Fui Para casa, conversei com a minha mãe e levei diversas broncas. Embora todo Problema minha mãe esteve do meu lado. Me auxiliou mês a mês, e foi minha amiga.



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