História Gentle Master - Capítulo 3


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Categorias Super Junior
Personagens Cho Kyuhyun, Choi Siwon, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk"
Tags Donghae, Eunhae, Eunhyuk, Kyuhyun, Siwon, Super Junior
Visualizações 26
Palavras 1.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quem virou a noite escrevendo???? Sim eu ando muito boazinha u.u
Na verdade eu queria pedir desculpas gente... Eu vou ser sincera, eu ando bem desanimada. Então por isso está demorando. Vira e mexe penso em apenas abandonar, a fase passou e isso desmotiva um pouco.
Eu preparei 4 capítulos dessa, contando com o que estou postando agora. Além de Losing Control que tem mais uns 6 capítulos prontos... Além da Hanchul Cast a Way que está finalizada e será repostada, ela está apenas sendo revisada pela beta Laurinha ok?

Laurinha queria te agradecer por isso viu... Tu me salvou...

Espero apenas terminar tudo logo e quem sabe me animar com algo novo...

Capítulo 3 - Spencer


Há sempre uma energia que corre nas minhas veias na primeira vez que encontro um novo cliente. Hoje à noite não é diferente. Do lado de fora, estou bem e calmo, mas por dentro, estou cheio de expectativa.

Eu nunca trouxe alguém tão perto de minha própria casa. Mas é claro que o meu pequeno leitor ávido não tem nenhuma maneira de saber sobre o clube BDSM subterrâneo, Devil, onde eu possuo uma adesão e que está localizado ao lado do clube de jazz, onde ele deve chegar a qualquer minuto.

A partir de uma poltrona perto da lareira, eu assisto a cena rolando na minha frente, uma mulher amarrada a um banco de couro, enquanto um Dom brinca com ela, arrastando um chicote ao longo das costas e das coxas.

Eu observo as pessoas com leve interesse. Chicotes e algemas não são minha praia. Eu prefiro as minhas próprias mãos. Não há nada tão satisfatório quanto o barulho da minha carne contra a da pessoa, a sensação de calor que irradia a partir da pele aquecida. Enquanto eu assisto-a se contorcer e tentar ficar quieta, eu aprecio a quantidade de coragem que sua submissão pública precisa.

Do outro lado da sala eu vejo Marcus e com base no olhar de satisfação em seu rosto, eu acho que ele está voltando de uma das salas privadas. Ele é o dono do clube, mas é tão tranqüilo, que a maioria das pessoas nunca iriam suspeitar disso.

Visitei vários outros clubes e o de Marcus é de longe o melhor. Os outros pareciam frios e mais parecidos com um ginásio, com equipamentos esterilizados e espaços abertos, mas este lugar parece escuro, arredio e sensual.

Os espaços de jogos são construídos para silenciosas cenas sensuais, deixando as mais ousadas para os quartos privados. Arandelas fornecem iluminações suaves e baixas batidas musicais tocam no fundo, criando um leve zumbido de antecipação. Não é de admirar que este se transformou no maior clube de fetiche em Seoul, em apenas três anos.

Quando Marcus se aproxima, eu balanço minha cabeça numa saudação silenciosa. O grande homem arrasta-se, olhando para mim com curiosidade.

— Spencer Lee, caralho. Eu não vejo você, o que... Há pelo menos um mês, irmão?

— Isso mesmo. — Eu cruzo os braços sobre o peito, sentindo-me estranhamente na defensiva. Este estilo de vida é vivido de forma diferente por cada pessoa, mas Marcus não parece entender isso. Ele não entende por que eu não estou aqui a cada noite, desfrutando de um sub diferente.

Eu realmente não sou um cara de conhecer e foder. Claro, eu já fiz isso antes, quando a necessidade exigiu, mas eu prefiro muito mais a lenta exploração sensual de desejos impróprios de um parceiro e depois ir para a prática. Empurrar alguém ao seu limite é tão gratificante para mim quanto a própria libertação sexual.

Marcus senta-se ao meu lado e examina a sala com o olhar atento de um predador. Ele é um homem de negócios e um Dom em todos os aspectos, qualidades que eu aprecio e posso me relacionar. Eu silenciosamente observo que a cena em frente de nós progrediu para grampos de mamilo e cubos de gelo. Interessante.

— Onde você estava, cara? — Ele pergunta. — Eu senti falta de ver o seu rosto bonito.

Eu dou de ombros.

— Trabalho. Fiquei ocupado. — Ele sabe que como associado sênior do escritório de advocacia, com a intenção de me tornar sócio, eu trabalho por demasiadas horas.

Ele se vira para mim com um sorriso maroto.

— Ainda trabalhando para treinar o incivilizado?

— Eu ainda sou um mentor, sim. Mas confie em mim, eu recebo muitos privilégios desses arranjos.

Seu sorriso diz que ele não tem tanta certeza.

— Sim, você sempre foi assim, um benfeitor. Eu gosto dos bem treinados e prontos para jogar. Mostro-lhes as minhas preferências, quebro quaisquer maus hábitos que seus Dom, anteriormente, lhes ensinaram. Mas, merda, eu não quero começar do zero.

Eu sei o que ele quer dizer; um sub bem treinado é uma coisa linda.

Ainda assim, algo me excita sobre levar alguém para o caminho certo. A viagem é às vezes mais gratificante do que o destino.

— É mais divertido do que você imagina. — Meus pensamentos se dirigem para minha mais recente conquista e minha frequência cardíaca dispara acima do normal. Olhando para o relógio, vejo que já são seis horas.

Meu gatinho nervoso, provavelmente, está entrando no clube ao lado, coração acelerado e olhos arregalados. Imaginar o medo e a incerteza nadando dentro dele me desperta.

— Você está muito ocupado para um almoço na próxima semana? — Marcus pergunta, seus olhos ainda sobre as mulheres na nossa frente. — Há muito tempo não conversamos e desfrutamos de uma refeição juntos.

— Nunca muito ocupado para o almoço. Basta ir até meu escritório.

— Está combinado, cara — Ele me dá um tapinha no ombro. Marcus, apesar de não compreender as minhas preferências e gostos, é a coisa mais próxima que eu tenho de um melhor amigo. Tenho conhecidos no trabalho, amigos e até mesmo um companheiro de quarto, mas nenhum deles sabe sobre o meu estilo de vida. Marcus sabe tudo sobre meu passado e me apoiou ao longo do tempo ferrado que tive na vida. Foi ele que me apresentou essa vida.

— Eu tenho um compromisso. — Falo, ficando de pé. — Mas o verei na próxima semana.

— Conte com isso. Vou querer saber tudo sobre o seu mais novo brinquedinho. — Ele sorri, de forma mal-intencionada.

— Não vai acontecer. Você sabe que eu não beijo e saio contando a todos, como você.

— Ou espancar né? — Ele sorri novamente. — Divirta-se hoje à noite.

— Eu sempre me divirto — Eu respondo, inclinando minha cabeça, antes de caminhar em direção a porta.

Imediatamente após entrar no clube, dito normal, me parabenizo por escolher o Dakota. Ele é perfeito, cheio de uma energia sexualmente carregada. Um melancólico jazz sai dos auto-falantes e pouca iluminação lança sombras tênues a todos os cantos.

Quando o encontro, meu passo vacila. Mas só por um segundo. Porra, Cristo Santo. Qualquer um observando não saberia que todo o meu mundo acabou de balançar. Eu não sou, normalmente, um cara de guardar segredos, mas no momento em que o vejo, eu sei o que deve ser feito.

Fixando uma expressão fria no rosto, caminho em direção a ele, novamente.

Ele não me notou, ainda, então tenho um momento para observá-lo.

Seu cocktail está quase cheio, ele está segurando o copo. Está nervoso. E questionando a si mesmo, não é difícil lê-lo. Ele toma mais um gole e seus ombros relaxam.

Bom garoto.

Eu me aproximo do bar e com os olhos fixos na porta da frente, não é a direção que ele está esperando.

— Mar do Leste? — Eu pergunto, embora eu saiba que é ele. Eu posso sentir o cheiro do nervosismo e do desejo nele.

Ele se vira para mim, sua expressão é um quebra-cabeça.

— Sim. — Ele diz baixinho, depois de vários momentos tensos.

Eu levo mais um minuto para observá-lo. Ele é mediano, assim como eu o imaginava. Moreno. Grandes olhos infantis, cujo olhar vagueia entre o meu e o chão, como se ele não soubesse para onde olhar. Deve haver algum maldito engano, porque não há nenhuma maneira dele precisar de alguma ajuda para atrair um homem. Mas se é a minha ajuda que ele quer, não vou recusar.

— Posso? — Eu pergunto, puxando o banco ao lado dele e me movendo em sua direção. Ele é tímido, e preciso lembrar minhas boas maneiras.

— Por favor — Ele diz. — Eu sou Aiden.

— Sem nomes.

— Todo mundo me chama de Den, no entanto — Ele torce as mãos no colo.

— Querido? — Eu digo, e seu olhar se fixa no meu. — Eu disse que não há nomes.

— Oh. Eu sinto muito. — Ele engole, de forma nervosa. — Mas como devo chamá-lo?

— Você pode me chamar de Dom.

Nossos olhares se conectam e sinto um flash de desejo correr pelo meu corpo. Puta que pariu. Isso vai ser interessante.



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