História Get Away With Murder - Capítulo 16


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Get Away With Murder, Sans X Frisk, Tiacherry, Tiacherry66, Undertale
Visualizações 105
Palavras 4.903
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALA PESSOAL AQUI QUEM FALA É A TIA CHERRY! *Levou uma empurrada do Sans*
Então cheguei aqui com mais um capítulo e como todos sabem, a fanfic está acabando.
E nesse capítulo, temos como musica de trilha sonora, Revival da líndissima Selena Gomez <3

E fiquem com chapter!

Capítulo 16 - Revival


Fanfic / Fanfiction Get Away With Murder - Capítulo 16 - Revival

Sorrisos não valiam mais a pena naquele momento, a chuva daquele dia representava como Sans estava por dentro, mas de algum modo ele não conseguia chorar, tudo o que ele estava sentindo no momento era ódio.

Ódio puro reinava em seu peito, junto com desespero e amargura. Lembrava-se da dica que o deram uma vez quando criança que era para sempre sorrir e passar por cima. Mas perder uma pessoa preciosa de uma forma tão trágica faz esses pensamentos não valerem mais a pena.

Sentia saudades de Frisk e era uma dor muito grande em seu peito misturado com culpa e o ódio dito antes, matava saudades apenas em seus sonhos selvagens. Sonhos em que ela estava sempre o abraçando, como se fosse daquela vez quando estavam na caminhonete e ela o beijava com uma intensidade muito louca, que fazia o corpo de Sans sempre desejar por mais, a garota era como uma droga que somente Sans tinha acesso a ela do jeito que gostava.

O corpo, o cheiro, os lábios, os cabelos… Tinha acesso a tudo, mas somente em seus sonhos. Odiava quando acordava e via que tinha ninguém em sua cama e novamente os sentimentos ruins voltavam e o atormentavam.

E como sempre foi lerdo, não a valorizou a tempo. Não tinha dito algo ao qual se arrependia de não ter falado a tempo.

Sans sentia Frisk o afastando do abraço e o segurando pelo ombro, ela começou então a bagunçar o cabelo do grisalho sorrindo.

O que veio a mente de Sans de repente então foi Toriel. Ela gostava de se sentar no colo dele e ficar bagunçando o cabelo. Será que ele ainda tinha sentimentos pela Toriel mesmo que já tivesse passado bastante tempo? Mas o toque de Frisk era diferente. Tinha algo amais do que a de Toriel que o fazia ficar nervoso da cabeça aos pés.

— Frisk eu… Eu tenho que ser sincero com você. - Sans falou vendo que a atenção dela tinha ido para as palavras dele. Respirou fundo e continuou.

— Eu não estou sendo legal com você… Eu te beijei por impulso naquela hora, mas ainda assim... - Sans falou a vendo olhando surpresa para ele, os olhos arregalados e assustados na verdade não eram para ele e sim para as luzes que ela via e os gritos. Sans se virou ouvindo também se levantando e começando a fugir de onde estavam de mãos dadas.

Revival

E como era esperado por Frisk ela acordava com uma enorme dor de cabeça, sentindo o peso da dor nas costas por conta do tiro. Começou a observar o local que estava. Parecia ser uma cabana feita de… Papelão? E onde ela estava deitada era apenas um lençol com um ursinho velho de travesseiro? Ela tinha sido levada para um cativeiro? A garota fez uma expressão de susto quando viu uma garota de cabelos negros bagunçados e com uma cara engraçada entrar na cabana pequena, ela estava com uma blusa suja e uma calça jeans surrada.

— HOI, FINHALMHENTE ACHORDOU! - Frisk ficou olhando surpresa a garota que saia falando coisa com coisa segurando uma caneca de madeira.

— NHON XEMOS AGOA, XÓ AGOA DE KOKO, IXPERRO QUI NHON SHE HIMPORTE... HÁ XIM! - A garota de cabelos negros se sentou ficando de frente para Frisk que ainda estava deitada.

— MIM SER TEMM, TEMM NEMDHIGA. - Continuou apontando para o próprio rosto  com um sorriso animado, Frisk ficou olhando e tentou se sentar mas sentiu uma pontada nas costas que a fez cambalear para deitar de novo.

— NHON XE MESHA TÃO ISTRONGUE XARROTA! - Gritou a ajudando ficar sentada enquanto que Frisk fazia uma expressão de dor.

— TEMM XI LEVAR PARRA ROSPHITALXIM! - Temm falou assustada enquanto a levantava lento vendo que Frisk ainda resmungava de dor. Desesperou-se mais ainda andando apressada com ela.

— SANS LARGA DE SER PREGUIÇOSO E ME AJUDA NO HOSPITAL. - Boboneco gritava irritado abrindo a porta do banheiro e vendo que Sans estava parado no chuveiro quente encostando as mãos na parede e de cabeça baixa molhando os cabelos.

— ISSO AQUI NÃO É SERIE DA NETFLIX PARA VOCÊ FICAR FAZENDO POSES MANEIRAS! E MINHA CONTA DE LUZ?!

— Mas bem que podia ser né? (Tia Cherry: Compra Undertale e Get Away with Murder netflix!) - Sans falava começando a sair do box e procurando a toalha, boboneco sem querer ficou analisando o corpo do Sans e quando olhou para baixo ficou corado.

— Heh, que foi? Gostou do Sans Junior? - Sans falou finalmente pegando a toalha e se cobrindo com um sorriso sacana nos lábios.

— A garota que ver isso com certeza vai sofrer.

— Vai sofrer de paixão isso sim bobo, que foi? O seu é pequeno?

— CLARO QUE NÃO ESTÚPIDO, IDIOTA, PALHAÇO! NEM PARECE QUE ONTEM ESTAVA SOFRENDO, TA VOLTANDO A TIRAR COM A MINHA CARA. - Boboneco gritava andando pela casa enquanto que Sans ia em direção ao quarto de hospedes para se vestir.

— O que você quer? Que eu ajude no hospital?

— SIM! TO FALANDO ISSO DESDE QUE ENTREI NO BANHEIRO E…

— Não, você estava falando do Sans Junior.

— NÃO ESTAVA FALANDO DO JUNIOR! E O QUE EU TENHO HAVER COM SEU JUNIOR?!?! - Sans saiu do quarto com os cabelos penteados para trás e uma blusa branca escrita: “Formando de Medicina” e a calça jeans e recebeu um jaleco do boboneco.

— Faz um tempinho que não visto jaleco de hospital e nem essa nossa camisa de formando.

— VOCÊ SEMPRE FOI RELAXADO E IDIOTA, PERDE AS COISAS MAIS PRECIOSAS E NEM SE LIGA e… - Boboneco viu de repente a expressão de Sans ficar apagada, era um sorriso, entretanto… que sorriso era aquele? Ignorando isso apenas continuou a falar.

— E Não me interessa. Se quiser ficar aqui na casa vai trabalhar.

— Pensei que só ia ficar hoje, eu tenho que fazer umas coisas em Snowdin mesmo… - Sans falava mudando um pouco a expressão e Boboneco o olhou sério. Odiava quando ele mudava as expressões assim do nada.

Fazia já um dia que Sans tinha chegado a cidade, era uma vila pequena que ficou na infância com seu pai que tratava de alguns doentes de uma epidemia e todos faziam bullyng com ele por ser gordinho e eu? Eu era um dos que mais implicava com Sans, mas o destino é engraçado e nos fez amigos.

Ele sempre esteve ao meu lado quando precisava de algum modo. Mas eu nunca estive ao seu lado quando ele precisava pelo menos eu pensei quando Alphys me ligou e pediu ajuda.

Apesar de arriscado ele é meu amigo.

— FINALMENTE VOCÊ CHEGOU E… Sans? - Boboneco falou surpreso abrindo a porta e ficando assustado, Sans estava molhado dos pés a cabeça e com o rosto inchado e especialmente os olhos. Nunca tinha o visto naquele estado tão deplorável.

— Bota na conta Boboneco, juro depois que te pago mas… Mas só me deixa ficar aqui, por favor. - Sans pediu de cabeça baixa e então desmaiando. Estava febril e machucado.

— Mas vai trabalhar! - Boboneco resmungou se virando e ficando corado.

— P-P-Por que v-v-você é um m-m-médico o-o-otimo, p-pode a-a-ajudar meu irmão… - Continuou de costas com os braços cruzados e Sans sorriu com o elogio.

— Também te acho bacaninha. - Falou seguindo Boboneco, eles foram então até a cozinha e começaram a beber café juntos.

— O-Obrigado e… PERAE, SÓ BACANINHA?

— yep.

— SEU… SEU… - De repente os dois escutaram o barulho do celular do Boboneco, era um toque engraçado até, parecia uma musica bem reconhecível para ele. E logo ele atendeu.

— CALMA TEMM, EXPLICA DEVAGAR. - “ah não, mais uma Temm nas nossas vidas. E ainda enfermeira do Boboneco? Deve sofrer tadinha…” pensava olhando ele gritando no telefone tentando entender o que ela falava até que ele desligou.

— Tem uma emergência, uma menina baleada nas costas e com insuficiência mas disseram que um homem se ofereceu para atende-la e... - Sans deixou a caneca cair de repente a quebrando e Boboneco tomou um susto vendo que a expressão dele de relaxada mudou para uma séria e com os olhos cheios de interesse.

— Mas o que é isso? DORME DE GRAÇA NA MINHA CASA E QUEBRA AS COISAS?!

— BOBONECO QUAL ERA O NOME DO HOMEM, E DA GAROTA?!

— Ué… O nome dele? Ele é conhecido por aqui, Gaster Sans. E eles não sabem o nome da menina, ela parece que não fala.

— … ME LEVA PARA O HOSPITAL AGORA! - Sans gritou puxando o Boboneco meio sem saber o caminho indo até o carro. No hospital Frisk estava sentada em uma cadeira e olhava para os lados. O local estava cercado por Idosos que seriam atendidos ou fariam exames e mães que estavam grávidas e fariam o pré-natal, era esperado que ela fosse umas das ultimas a ser atendida e saberia suportar mais um pouco a dor, se pudesse falar pediria para a Temm mendiga parar de brigar com sua irmã Temm enfermeira de querer que Frisk seja atendida primeiro, não adiantaria de muito afinal a saúde ainda é algo precário e sem qualidade no País. Se surpreendeu então quando viu um homem de cabelos grisalhos usando máscara de operação e usando jaleco. Ela olhou curiosa para o homem até que sentiu um arrepio e o desespero tomou seu corpo quando viu a expressão dele.

— Enfermeira pode me ajudar?

— XIM! - A Temm gritou parando de discutir com sua irmã mendiga mas antes de ir até Frisk se virou e gritou.

— BOLXA ROGO XRA HOUSE TEMM!

— MUMCHA! MUMCHA! MUMCHA E MUMCHA! PEFIRO XER NEMDHIGA! - A Temm mendiga gritou se emburrando com a Temm enfermeira que a ignorou ajudando Frisk a andar, mas ela se recusava empurrando a mão da Temm enfermeira e se encolhendo na cadeira. Alguns pacientes que estavam em espera viam a cena e riam do desespero da menina ou reclamavam.

“Ela parece louca.”

“Qual o problema dela? Por que ela vai ser atendida primeiro?”

“Menina ridícula, vai ser atendida? Com certeza é queridinha do médico.”

“Médico pedófilo, realmente esse país não presta não é?”

“ELE NÃO É UM MÉDICO!”

— DOTOR PARECHE QUI A PAXHIENTHE NON QUI XER AKENDIDA. - Temm falou vendo Frisk encarando o homem de jaleco e com a máscara de operação. Até que a Temm sentiu algo ser mirado em sua cabeça e ela entrou em desespero começando a tremer e os outros pacientes também.

— Todo mundo para o chão agora. - O médico falou vendo a Temm se ajoelhando devagar e com as mãos para o alto, os outros pacientes faziam o mesmo.

— XOR FAVOR TAXIENTHES PIKEM KARMOS. - Temm enfermeira gritou, mas todos viram o médico mirar para o alto e atirar no teto causando um barulho e o grito de todos, Frisk arregalou os olhos mais ainda tentando ir para trás mas ela estava sentada.

“ELE NÃO É UM MÉDICO COM CERTEZA!”

— Oi Frisk… minha garotinha. - O médico falava arrancando a máscara de operação e mostrando um sorriso sádico com os olhos castanhos arregalados cheios de olheiras e com marcas de pé de galo. Ele continuou mirando a arma na cabeça de Temm andando até a Frisk e acariciando o rosto dela.

— Minha menininha… Como você cresceu. Está tão linda quanto antes.

— Gaster Sans... - Frisk pensou sentindo as mãos dele.

— Sim, sou eu mesmo. - G! Falou ainda acariciando o rosto dela até que ficou segurando um tempo na bochecha direita dela.

— Você sabe como eu adoro essa sua expressãozinha de medo. Desde que a vi quando pequena fez o meu corpo todo se excitar. E até hoje não mudou. - G! Falou levantando a mão para o alto e preparando para dar um soco na bochecha direita dela, mas diferente de como Frisk era antes ela desviou caindo no chão e começando a engatinhar pelo chão com dificuldade.

— PENSA QUE PODE FUGIR DE MIM FRISK? PODE FUGIR O QUANTO QUISER, MAS SEMPRE, SEMPRE VOU TE ENCONTRAR, E SABE POR QUE? - G! Gritou andando até Frisk e então pisando forte na coluna dela a fazendo se espremer no chão e fazer uma expressão de dor.

— POR QUE EU SOU SEU DONO. VOCÊ É MINHA. MINHA! - G! Gritava começando a pisotear mais Frisk esfregando o pé onde estava machucado. A garota mesmo assim tentava se levantar e mexer mesmo que a dor aumentasse.

— Cadê a sua tão nomeada determinação? Ah... sumiu? Mas já? Mal cheguei. - Frisk sentiu ele começar a puxa-la pelos cabelos longos enquanto andava pelo hospital. A garota sentia sua visão sendo embaçada por conta da dor e ela sentiu aquele sentimento de medo novamente domina-la.

A garota observou o local ao qual estava sendo colocada, era a sala de operação, foi jogada então de qualquer jeito na sala caindo no chão e encostando-se à parede enquanto que ele trancava a porta.

— Frisk, uma vez uma pessoa me falou que nesse mundo somos os que matamos, ou somos os mortos. “Nesse mundo é matar ou morrer”.

— “E o que eu tenho haver com essa merda?!” - Frisk pensava enquanto observava ele se aproximando lentamente segurando a arma, se surpreendeu então quando viu na perna dele uma pequena faca. Poderia usar ela para fugir, mas logo sentiu ele segurar em seu queixo e levantar em direção a ele.

— E mesmo que o mundo tente me impor que eu seja o que morre, eu aprendi a matar. E eu vou te matar de novo, acabar com tudo assim como antes. Seu amor, esperança, sonhos e então dessa vez… determinação. Mas… - Frisk viu ele fazer uma expressão sorridente, e estranhou. Será que era possivel que Gaster Sans uma vez sentiu o sentimento da paternidade por ela? será que uma vez por dentro ele sentiu pena da garota? Frisk ficou olhando confusa para ele, ouvindo ele.

— Eu posso mudar isso. Eu posso te poupar de todo esse sofrimento que está passando de quem não te valorizou e te fazer feliz. É só você aceitar ficar sempre ao meu lado. Sem questionar assim como você fazia e… - G! De repente sentiu o cuspi de Frisk no seu rosto, ela ficou olhando com ódio em direção a ele. "Você não mudou nada Gaster Sans." pensou começando então a empurrar ele com a mão, todavia sentiu suas mãos serem presas por uma mão dele enquanto que com a outra ele apertava a boca dele.

— Você ficou muito rebelde. Será que vou ter que te domesticar de novo? - G! Falava começando a passar o rosto pelo pescoço dela a lambendo e chupando enquanto que ela tentava mexer as pernas chutando ele.

— PARA. - G! Gritou socando a barriga de Frisk com a mão que estava vazia a fazendo tossir e em seguida segurou Frisk pelo cabelo. Com as mãos vazias rapidamente tentou pegar a faquinha da perna dele e passou pelos cabelos direto os cortando de um jeito radical. Se levantou apressada mas quase tropeçando indo até a porta e segurando na maçaneta tentando sair.

— O QUE VOCÊ FEZ COM SEU CABELO SUA PUTA. - G! gritou com os cabelos na mão, soltou e andando irritado até ela, a puxou pela mão a jogando na mesa de operação, ela ficou encostada respirando rapidamente por conta da dor.

— Que foi? Não consegue gritar? Sabe o que vai acontecer se você…

— FRISK! - Os dois escutaram e Frisk reconheceu a voz olhando para a porta. Ele estava chamando, ele estava ali para salvar ela? Sans estava bem? Muitas perguntas vinham em sua mente, contudo não era hora para pensar nisso. Tinha que dar um jeito do Sans descobrir onde ela estava.

— Não adianta, eu posso fazer o que quiser com você sabe porque? Se você gritar por ajuda nada vai acontecer. Quer ver? Grite. - Frisk começou a tentar gritar chamando Sans, os lábios falavam, mas o som não saia. Nada saia e G! Riu.

— Oh que pena… Parece que ninguém apareceu não é? Está sozinha. Como sempre esteve. - G! Falou vendo Frisk se levantando erguendo o corpo e se virando para o homem, continuando a gritar pelo Sans e vendo as risadas do homem a garota começava a se questionar se seria encontrada, se tivesse esperanças para ela.

Sans estaria em perigo se a encontrasse. Gritar? Do que adiantaria se fazia anos que não conseguia falar? No fim das contas estava sozinha. Sempre esteve.

“Não tenha medo minha criança, sua jornada ainda vai ter muitas coisas para você enfrentar, mas Sans estará sempre ao seu lado, ele é o tipo de pessoa que nunca vai te abandonar.”

 

I feel like I've awakened lately
The chains around me are finally breaking
I've been under self-restoration
I'm becoming my own salvation
Showing up, no more hiding, hiding
The light inside me is bursting, shining
It's my, my, my time to butterfly

 

Ultimamente, eu sinto como se tivesse despertado
As correntes em torno de mim estão finalmente se quebrando
Eu estive sob auto restauração
Eu estou me tornando minha própria salvação
Me mostrando mais, sem me esconder, esconder
A luz dentro de mim está estourando, brilhando
É o meu, meu, meu tempo de ser uma borboleta

 

— FRISK!

— PARA SANS, JÁ CHAMAMOS A POLICIA ESPERA! - Boboneco gritava andando do lado de Sans que revistava as salas daquele local. Abrindo a porta rapidamente assustando alguns pacientes.

— NÃO POSSO ESPERAR! FRISK!

— Eu tenho que falar… fala Frisk! Fala!  - Frisk pensava batendo as mãos na mesa de operação vendo o homem a pressionando no local enquanto rasgava a roupa dela com a faca que tinha na sua mão.

— Você realmente fica linda com esse vestido de Maid...

— Não sinta medo Frisk… É agora! Agora! - Tentava voltar a gritar olhando para o alto com os olhos fechados. A esperança reinava em seu peito junto com a determinação e saia em forma de palavras sem som. Sentiu G! virar ela na mesa de modo brusco.

 

What I've learned is so vital

More than just survival

This is my revival

This is a revival

Tudo que eu aprendi é tão vital
Mais do que apenas sobrevivência
Este é o meu renascimento
Isso é um reavivamento

 

— SAAAAANS! - Frisk gritou com todas as suas forças ouvindo sua própria voz, se surpreendeu junto com G! Que logo mirou a arma dentro da boca de Frisk.

— VOCÊ PODIA FALAR ESSE TEMPO TODO SUA PUTA?!?!

— FRISK! - Sans gritou ouvindo a voz desconhecida e correndo em direção aonde estava. A sala de operação. Ela estava trancada, e ouvia os gritos do homem também.

 

I'll walk through the fire

I'll begin again

I'll burn through my skin

'Cause I, 'cause I wanna feel it

Reaching for the truth

Not afraid to lose

What shattered through me like a rifle

Was a revival, revival

 

Eu vou andar pelo fogo, eu vou começar de novo
Eu vou queimar através da minha pele
Porque eu, porque eu quero sentir isso
Buscando a verdade, sem ter medo de perder
O que me quebrou, como um tiro de rifle, era um renascimento
Eu admito, tem sido doloroso, doloroso
Mas eu vou ser honesta, eu sou grata, grata
É o meu , meu, meu tempo de realizar

 

— PROCURA POR AJUDA, MAS NÃO CHAMA A POLICIA! - Sans gritava para o Boboneco que concordou, começou tentar a arrombar a porta.

— N-Não… Não importa o quanto tente me destruir G! … Ninguém nunca conseguiu destruir minha determinação, isso você não levou e nunca vai levar de mim. - Frisk falava com a arma dentro de sua boca e os dois ouviram então a porta ser aberta por Sans que havia arrombado a porta, ele correu para cima de G! o derrubando.

 

This won't take too long, you'll see

I'm just tryna get to me, ooh

What shattered through me like a rifle

Was a revival, revival

 

Isso não vai demorar muito tempo, você vai ver
Eu só estou tentando chegar em quem eu sou, ooh
O que me quebrou, como um tiro de rifle, era um renascimento

— Sans! - Frisk gritou o vendo brigando com o G! Jogando a arma para longe.

— FOGE DAQUI FRISK! - Sans gritou e a garota começou a sair da mesa com dificuldade, caindo no chão e engatinhando até a porta aberta, Sans sorriu sarcástico para o homem com cicatrizes no rosto e olhar sádico.

— Sabe G! Hoje é um dia ruim… Muito ruim para você. - Sans falou mobilizando os movimentos de G! Que olhava para ele rindo.

— Sabe Sans… Acho que está um dia ruim para você isso sim. Sabe seu irmãozinho e seus amigos?

— … O que tem eles? Você sabe de Chara?

— Chara e Asgore venderam a Frisk para mim. E VOCÊ ROUBOU MINHA MERCADORIA, SÓ ISSO QUE SEI.

— Não roubei e ela não é mercadoria. FALA DOS MEUS AMIGOS AGORA.

— Seus amigos é? Bem… Só posso dizer que eles devem estar ótimos sendo encarcerados. Especialmente o Mettaton e o Papyrus. Eu posso te dizer onde eles estão direitinho. - G! Falou sorrindo.

— Mas só se me der a Frisk e deixar a gente fugir. Mil coisas passavam na mente de Sans pensando no Papyrus e na Frisk. Papyrus ou Frisk? Essa pergunta circulava a sua mente e Sans de repente se viu mais confuso ainda. Escolhas… Escolhas...

 

— Sans… Olá Sans.

— Quem… Quem é você? E eu não estava brigando com o Gaster Sans? - Sans perguntou vendo apenas uma luz ao fundo do túnel.

— Sim mas você está em seu subconsciente, eu sou a 3° pessoa. Eu sou o principio e o fim. Eu sou o Deus do mundo de vocês e seu consciente, mas especialmente a 3° pessoa.

— Então... Eu estar nessa situação toda louca é culpa sua terceira pessoa? - Sans perguntou se aproximando da luz e ele pode ver um sorriso se esboçar.

— Pode ser sabe, mas eu acho que a culpa é mais sua por sua incompetência. - A luz apenas ouviu o silêncio de Sans e ela continuou.

— Ta sem ideia de piada é? - A voz falou soltando um risinho e aparecendo para Sans somente na forma de uma luz.

— Você está em um show, e a plateia sempre anseia que o Show aconteça do jeito que eles querem. Posso dizer que os apelido gentilmente de “leitores” e eles sempre mandam recadinhos ansiando por aquilo que mais querem. Sabia que tinha uma que queria que você beijasse logo Frisk? Acho que todos queriam na verdade.

— … heh, que taradas. - Sans falou soltando um risinho e logo a pessoa luz continuou.

— Então eu só vim te dar um recado. Como Deus e as leitoras como oradoras, demos poderes a você. O poder das escolhas.

— Escolhas…?

— Sim. Você pode escolher o que vai fazer Sans, mas tuas ações acarretarão em consequências. Pode se criar muitos Universos com isso. E eu tenho só a função de contar o que aconteceu para os leitores.

— … Está falando que eu escolher algo vai acarretar em consequências? Boas e ruins?

— Claro. O mundo é feito de consequências Sans. Nunca. Nunca se esqueça disso.

 

Sans despertou de repente e olhou G! que sorria, Frisk estava quase saindo da sala, ele poderia muito bem mobilizar Frisk e deixar ela com o Gaster Sans para saber de seu irmão mais novo.

 

1. Deixar G! fugir com Frisk e saber onde estava Papyrus.

2. Prender G! e ficar sem saber de Papyrus.

 

Sans refletiu um pouco, fez sua escolha quando socou a cara de G! o fazendo desmaiar e ele se levantou.

— Eu confio no meu irmão… Sei que ele ainda está vivo. Sinto no meu peito. - Sans falou se virando vendo que Frisk ainda estava no meio do caminho deitada no chão, respirava rapidamente com o rosto vermelho e suando muito. Rapidamente a pegou no colo saindo correndo com ela chamando pelo Boboneco.

Nunca se esqueça do que falei Sans. Suas escolhas acarretam em consequências, tanto boas quanto ruins. Então… “It’s a wonderful ideia.”

Frisk acordou novamente dessa vez sentindo dor nenhuma, somente um peso leve em suas mãos e um contato quente. Quando foi ver estava em um quarto pequeno com apenas um armário de madeira, uma janela pequena aberta com a cortina se movimentando com a leveza do vento, as paredes cheiravam a mofo mas o local dava uma sensação de casa de vovó. Olhou para onde estava, deitada em uma cama com um lençol simples e travesseiros simples. Se virou para a direita vendo Sans dormindo profundamente encostando a cabeça na cama e com uma das mãos entrelaçadas a de Frisk.

Acabou por rir, mas se surpreendeu novamente quando ouviu sua própria voz.

Tinha voltado a falar. Tentou sair da cama se cobrindo com os lençóis de cama, agindo como uma ladina colocou como se fosse uma capa e se moveu lentamente pela cama, entretanto não adiantou de muito porque logo ela sentiu Sans apertar a mão dela e ela se virou vendo ele acordado.

— Pensou que eu estava dormindo Kiddo? - Frisk riu se virando para o lado de Sans e vendo-o desencostando a cabeça da cama. Ela estava com uma blusa branca larga do Boboneco e os cabelos agora médios mal cortados e o rosto pálido.

— Pensei que podia dar uma fugidinha. Onde estou?

— Na casa do meu amigo. Agora volta a dormir ai que eu…

— Não! Temos que ir até o seu irmão! Gaster Sans falou que ele está em perigo! - Frisk falou saindo da cama e saindo andando em direção a porta do quarto, até que ela sentiu Sans não a puxar tão forte e ele abraçou ela de costas.

— Você não vai! Fica aqui!

— Não vou ficar, eu prometi a Toriel e o Senhor Gaster que ficaria ao seu lado e é vontade minha!

— Toriel? Mas ela morreu Frisk! Ta vendo fantasmas?

— Não! Eu sonhei com ela enquanto estava inconsciente! E nós vamos juntos não importa o quanto você brigue comigo! Vambora! - Frisk falou se virando sentindo uma pontada nas costas e se encostou mais no Sans, ela se afastou rapidamente e desviou o olhar.

— Está vendo? Tem que descansar e eles te machucaram! Eu não ia suportar ver você se machucando de novo Frisk! - Sans falou sentindo ela empurrar ele e sair do abraço, a garota ficou em silêncio desviando o olhar não querendo responde-lo.

— Frisk agora você fala! Me responde!

— Eu te odeio! - Frisk gritou se abraçando e passando a mão pelo pescoço aparentando nervosismo.

— Ótima resposta! isso é algo que já tenho noção Kiddo, todo mundo odeia minhas piadas.

— Não são as piadas! Eu as adoro! É que… - Frisk respirou fundo e continuou olhando para ele.

— Depois de tudo que passamos juntos, depois de você ter me tirado algo você simplesmente quer me largar aqui? Sans você não entendeu que o que eu quero é… é ficar ao seu lado e te proteger? Para mim é suficiente já. Não precisa me amar, não precisa retribuir ao meu amor.

— E você não percebeu… Que eu quero te proteger por que eu… - Sans parou um pouco e respirou, odiava ficar nervoso daquele jeito. Mas a situação pedia para que ele falasse o que precisava.

— Daquela vez, quando falei que não estava sendo honesto com você é verdade, eu não estava, mas eu quero dar uma chance para mim, quero dar uma chance para o Sans. - O mesmo falou andando até Frisk e segurando no ombro dela. Ela ficou olhando para ele por um tempo.

— Eu quero te amar Kiddo, do jeito que me ama. Apesar de que... Sinto que já te amo Frisk.

— Sans… - Frisk falou o vendo abaixando o rosto um pouco sorrindo, a garota se aproximou do rosto dele e então se beijaram dando um selinho. O rapaz se afastou um pouco dos lábios dela e ela ficou olhando sorrindo de leve.

— Eu não quero que você vá, você quase me matou de ataque cardíaco.

— Ataque cardíaco tem nada haver comigo, é o seu café. - Frisk falou vendo Sans se aproximar dos lábios dela de novo a beijando, dessa vez um selinho mais longo.

— Acho que não vai adiantar muito eu insistir não é…?

— Sabe que tenho mais determinação do que cabelo agora. - Frisk respondeu sentindo Sans passar a mão pelo pescoço dela e intensificarem o beijo, sentiu o corpo todo arrepiar com o contato com a garota. Fazia muito tempo que ele não se sentia assim. A pele com pele, calor com calor, lábios com lábios. Sans sentia a necessidade de um contato maior através da ativação do Sans Jr., mas sabia que a garota estava machucada e fazer aquilo poderia abrir mais a ferida.

Mas pensando nisso ele concluiu que Frisk não estava ligando muito para o machucado, afinal ela começou a passar a mão pela barriga dele o que piorou a situação para ele, mas melhorou para o Sans Jr.

— F-Frisk… O que está fazendo?

— Tirando sua roupa. - Frisk respondeu na lata mordendo os lábios inferiores, ela então foi colocada na cama a força pelo Sans para ficar deitada.

— Eu sei que sou uma Sansação, ou Sansdelícia, mas você está machucada.

— Isso não é justificativa! E pare de ser convencido.

— É sim Kiddo, agora licença! - Sans gritou ficando vermelho e saindo do local, a garota ficou olhando para a porta emburrada e Sans foi apressado para o banheiro, ou talvez deveria ir a casa do Boboneco? Não sabia, todavia precisava se aliviar.


Talvez ficar com a Frisk fosse perigoso para sua sanidade.


Notas Finais


SURPRISE! viram que mencionei vocês para o Sans né? Sim, aquela 3° Pessoa it's me! Tia Cherry -q


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