História Get Away With Murder - Capítulo 17


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Get Away With Murder, Sans X Frisk, Tiacherry, Tiacherry66, Undertale
Visualizações 115
Palavras 2.678
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Leitor X: "Ancestrais de Undertale, ouçam nossa prece. Protejam os personagens bonzinhos dessa história." - O leitor falava enquanto lagrimas brotavam de seus olhos, enquanto que em outro canto em um templo um homem com cara engraçada aparecia como um espirito sentando em seu grande tumulo. No outro lado uma imagem de pedra de uma pessoa segurando cereja sorria.

Toby Fox: TiaCherry, desperte. - Falou enquanto via um fogo brotar da pequena imagem de pedra e sair caindo no chão fazendo barulho contra o chão. E da fumaça surgiu em uma posição de zumbi uma garota de cabelos rosas.
TiaCherry: Tô viva gente! - A garota falou animada despertando completamente.
TiaCherry: Diz ai qual é o personagem que precisa da minha proteção grande ancestral Toby Fox, comigo ninguém pode!
Toby Fox: TiaCherry...
TiaCherry: Olha só, se algum engraçadinho tentar ameaçar os fofoletes de Undertale, MINHA VINGANÇA SERÁ MALEGNA! grrr ~
Toby Fox: TIACHERRY!

Para quem entendeu nada aqui o video: h t t p s ://www.youtube.com/watch?v=-BdlbBoqRNM

Capítulo 17 - A maldição de Ondina


Frisk era a única pessoa capaz de me pedir aquilo e realmente quando ela falou, com uma expressão  envergonhada dizendo que aquilo era algo realmente muito importante para ela e pedir para outra pessoa estava fora de cogitação fez meu corpo se agitar.

“Você não vai fazer como os outros…” Frisk falava essas palavras doces para mim o que me fizeram aceitar.

— Você gosta assim?

— Acho… - Frisk falou corada e suspirando enquanto se segurava na pia do banheiro e sentia Sans atrás de si, bem próximo na verdade. O ar parecia impregnado com o cheiro de ambos e aquilo só deixava a garota mais nervosa. As pernas tremendo usando apenas uma blusa azul de mangas longas com um desenho de ketchup escrito: “eat me” e Sans sem camisa suando também, tudo contribuía demais para os sentimentos que iam a garota.

— Eu posso… Fazer mais por você sabe. - Sans falou devagar também corado, vendo a garota engolir rapidamente sua própria saliva e olhar de soslaio para Sans, ele também parecia bem nervoso. Os olhos trêmulos e suando.

— Faz logo… E vai rápido.

— Está bem… Mais rápido do que espera. - Sans falou perto da orelha dela a fazendo tremer um pouco por aqueles palavras de Sans. Não era a primeira vez fazendo aquilo mas estava tão nervosa por ser ele fazendo aquilo, Sans era Sans.

— Fica parada se não dói mais… E me deixa mais agitado.

— Está bem… Só vai logo.

— Está bem… Lá vai… - Sans falou inspirando pesado se preparando para a ação, ele ficava cada vez mais nervoso por se tratar de uma garota tão especial quanto Frisk. Chegar até aquele ponto para ele era um estágio muito importante e quando Sans quase estava finalizando a ação…

— VOCÊS ESTÃO TRANSANDO NO MEU BANHEIRO? - Boboneco gritou abrindo a porta do banheiro totalmente corado com uma batida o que fez a garota suspirar quando Sans finalmente cortou o cabelo dela. Sans caiu sentado na tampa da privada soltando a tesoura e suspirando.

— Que nervoso… Senti uma prOSSÃO. - Sans falava olhando para o alto suando e Frisk ficava se olhando no espelho com o novo corte de cabelo.

— Ficou lindo Sans! - Boboneco só ficou vendo os dois rindo e conversando naturalmente, mas Boboneco ficou se perguntando porque raios Frisk ainda estava com a blusa de manga e Sans estava sem camisa usando apenas a calça jeans.

— VOCÊS ESTAVAM TRANSANDO, MAS FINGIRAM QUANDO ENTREI.

— Hey amigo, a Frisk só pediu para eu cortar o cabelo do dela, absurdo. - Sans falou, Frisk concordou e Boboneco só se irritava cada vez mais, chegando a ficar vermelho e apertando os punhos.

— Ih Kiddo ele vai explodir.

— EU NÃO SOU BOBO!? - O mesmo gritou e os dois se assustaram com a reação dele, Sans apenas soltou um “heh” vendo Boboneco resmungando e explodindo e Frisk ficou encarando ele.

— DEIXA EU IR TRABALHAR! - Boboneco continuou irritado saindo do banheiro e Frisk então prendeu o cabelo saindo do banheiro, ela foi andando até o Boboneco apressada e ela segurou no braço dele puxando e abraçando.

— Desculpe não atender suas expectativas Boboneco.

— QUE EXPECTATIVAS GAROTA?! - Quando Boboneco viu ela fazer uma expressão chorosa ele ficou sem graça desviando o olhar. Sans via de longe Frisk cochichando algo com ele enquanto Boboneco reagia ficando coradinho e rindo, até que ele gritou um: “NÃO EXPLODE A MINHA CASA!” e saiu em direção a saída com Frisk acenando.

— Vou fazer alguma coisa para jantar. - Frisk falou sorrindo e saindo andando dali animada em direção a cozinha. Sans começou a pensar se ela sabia cozinhar ou algo parecido ou se ela realmente queimaria a casa do Boboneco.

— Vê se não queima a casa Frisk, se não boto na sua conta.

— Eu boto na sua primeiro. - Frisk gritou longe e Sans saiu andando em direção ao porão, ia procurar um mapa e montar caminho.

Mesmo parecendo despreocupado, só de pensar e tentar imaginar como estaria Papyrus o coração de Sans parava parecendo que ele iria morrer. A preocupação com seu irmão era alta, ainda mais quando ele tentava ligar para a casa e ninguém atendia.

A preocupação também se estendeu para Gaster, imaginar ele encarcerado por ter sido cúmplice de sua fuga.

— Todos estão sendo prejudicados por minha causa… - Sans pensava soltando um risinho enquanto estava encostado a uma enorme mesa de madeira com o mapa em cima, sentia que mesmo que cruzasse caminhos pelo mapa ou fizesse planos e mais planos sua situação não melhoraria e tudo parecia um beco sem saída escuro.

Mas rapidamente ele sentiu uma mão passar pelo ombro dele que o fizeram despertar dos pensamentos profundos. Eram mãos pequenas e delicadas que logo entregaram uma caneca com café para ele.

A garota era a única luz que ele tinha naquele momento, e ele sabia de algum modo que ela não pararia de brilhar para ele.

— Sans você está bem?

— Acho que estou melhor agora.

— Ah para! - Frisk resmungou rindo e ouvindo Sans, ela então se sentou do lado de Sans.

— É... Eu queria saber sobre a minha irmã, como ela está e como vocês se conheceram e... Ah! Você sabe. – Sans sentiu novamente a sensação que deveria fazer duas escolhas, contar sobre Chara era algo complicado e nem ele entendia tanto assim a gravidade do “problema” que ela era. Se é que “problema” era uma palavra para descrevê-la.

 

1) Contar para Frisk

2) Não contar para Frisk

 

— “Não acho que seja justo eu esconder isso dela, ainda mais que eu acho que os problemas vem dela...” – Sans pensou escolhendo contar para Frisk, bebendo um gole começou então a falar.

A Maldição de Ondina.

— Asriel bom dia. - Chara chamou balançando Asriel, o mesmo dormia profundamente na cama e sentindo um enorme cansaço que não sabia de onde tinha vindo. Abriu os olhos e virou seu olhar para a garota de cabelos castanhos que olhava sorrindo em sua direção.

— Que bom que acordou, estava preocupada.

— O que…?

— Você dormiu bastante, fiquei assustada. - Ao Chara falar aquelas palavras Asriel se levantou rapidamente e ficou olhando ao redor. Eles estavam no quarto de uma casa de madeira reconhecível por Asriel.

Eles estavam em Waterfall.

— Chara… Por que estamos em Waterfall?

— Asriel não começa com as perguntas. Vamos curtir nossas férias, você se esqueceu? - Chara falou se virando para Asriel usando um vestido rodado verde e sorrindo.

— O dia está ensolarado, as flores estão desabrochando e os pássaros estão cantando. Não é maravilhoso para sairmos ?

— Chara, a gente estava em Snowdin e… Ai! - Asriel sentiu de repente uma pontada na cabeça ao tentar se lembrar do que tinha acontecido, só se lembrava que estava em Snowdin e de repente acordar em Waterfall era estranho.

— Vamos. - Chara falou com um sorriso nos lábios e os olhos centrados nele sem piscar. Asriel poderia dizer que aquele era um sorriso qualquer mas não era, e ele tremeu internamente por conta daquele sorriso.

— T-Tudo bem… Eu vou me arrumar. - Respondeu concordando com a cabeça, vendo que Chara tinha saído do quarto para ele se arrumar. Ela parecia bem animada.

Asriel vestiu uma blusa verde com amarelo e uma calça jeans preto com os cabelos bagunçados e amarrou um casaco preto na cintura caso fizesse frio, mas a probabilidade era baixa.

Foi então que ele viu algo cair de seu casaco.

E era uma pequena carta. Quando ele ia pegar de repente ele viu as mãos pequenas de Chara em seu ombro.

— Eu fiz torta de caramelo com canela para você, e sei que adora chá. Vai ajudar na dor de cabeça.

— Obrigada. - Asriel falou se levantando com a carta na mão, que foi retirado rapidamente pela Chara.

— Não vamos deixar nada atrapalhar a gente.

— Mas… Ah, okay. Deve ser mais uma carta da faculdade. - O mesmo respondeu com um sorriso nos lábios vendo Chara sorrir também e os dois então saíram andando.

Os dias estavam ótimos, tudo parecia estranhamente agradável e todos os dias eu ficava feliz em ver como Chara parecia diferente, era como se ela estivesse com um alivio na consciência.

Mas então eu acabei encontrando a carta no armário, e não era da faculdade.

Era uma carta do Flowey.

— Flowey? Será que ele me mandou uma carta de novo me cobrando dinheiro? - Resmungou Asriel abrindo a carta, mas então ele ouviu o barulho da porta.

— Ai meu Deus… Asriel! - Chara falava entrando no local e ele rapidamente escondeu a carta no bolso da frente da calça e fechou o armário, por sorte tinha um espelho. Quando se virou ele sentiu seu coração parar.

Mas não era no bom sentido, era no mal sentido.

Asriel tremeu vendo o sorriso da garota e como os olhos estavam tão vermelhos.

Ela não tinha olhos castanhos?

— Asriel o que está fazendo?

— Eu… Eu estava me olhando no espelho. - Asriel disse desviando o olhar de Chara que olhava para ele com um sorriso, percebeu que ela não insistira muito e mudou rapidamente o olhar que estava em seu rosto. Talvez ela não quisesse me passar medo mas…

Mesmo assim o medo estava me dominando.

E alguns dias se passaram, ou pareceu que foram alguns, e ficamos com a mesma rotina, sentia como se não pudesse ler aquela carta cada vez mais que Chara me encarava de um jeito estranho. Até que teve um dia, ao qual eu li a carta na sala e escondido dela.

E infelizmente, não era uma carta de fatura atrasada da faculdade ou Flowey me cobrando dinheiro.

Era um pedido de socorro e vindo do Flowey. As mãos tremiam a cada palavra lida e as lagrimas desciam por seus olhos pingando na carta.

— Asriel eu tenho que contar uma coisa que você vai se… - Novamente a sensação de tremor subiu ao corpo de Asriel, entretanto dessa vez estava misturado com raiva e fúria, ainda mais que ela que aparentava antes estar feliz por algo novo e ao ver seu amado fez uma expressão de horror por conta da carta que estava nas mãos dele.

— Asriel nada! Você sabia que minha mãe foi morta por Asgore e escondeu isso de mim o tempo todo? SENDO QUE EU PODIA TER MATADO AQUELE DESGRAÇADO?

— Asriel eu posso explicar… - Chara falou se aproximando a passos lentos, o coração de Asriel que estava despedaçado reagiu se afastando a cada passo que a garota dava tentando se aproximar dele, se negava da garota que sempre amou fazer aquilo com ele.

— Você sabia, sempre soube que eu tinha um carinho especial por minha mãe e ATÉ VOCÊ! ATÉ VOCÊ CHARA! MINHA MÃE FOI A UNICA QUE ACEITOU TE ACOLHER E… MEU DEUS, VOCÊ SE FINGIU DE FRISK PARA QUE? e…

— Essa carta é do Flowey? Ele é um menti...

— CALA A BOCA! - Asriel gritou impedindo Chara de falar, ela começou a chorar enquanto o olhava e segurou na blusa dele. Era estranho ela estar tão instável com os nervos a flor da pele, ainda mais quando ela era uma pessoa tão estável.

— Você mentiu para mim, acusou o Sans sendo que ele fez nada… O mínimo que posso fazer é ajuda-lo e ajudar a tal Frisk.

— VOCÊ VAI SER BURRO E ACREDITAR NO FLOWEY? - Chara gritou vendo Asriel bater na mão dela e se afastar dela.

— Asriel eu faço tudo pensando em você, tudo é para o seu bem! Confia em mim!

— COMO POSSO CONFIAR NA MULHER QUE FOI CÚMPLICE DA MORTE DA MINHA MÃE? ME SOLTA! - Asriel gritou e se surpreendeu vendo ela tirando uma arma de debaixo da saia dela, apontando em direção a cabeça dele. Mas de algum modo sentiu que mesmo que parecesse que ela não estava exitando em atirar em sua cabeça. Então foi andando em direção a porta.

— Se der mais um passo você vai morrer... - Chara falou mirando a arma sentindo a vontade enorme de atirar nele, para ficarem juntos para sempre, contanto sua mão e nem seu corpo parecia responder aos seus comandos. E a cada passo dele se aproximando da porta mais um sentimento estranho dominava a garota. Desespero.

— Para Asriel! Eu vou atirar! - Chara falou vendo ele andando naturalmente, e quando ele passou por ela a garota deixou a arma cair no chão.

— VOCÊ SEMPRE FOI BURRO, NÃO PERCEBE QUE SE SAIR DAQUI ME TERÁ DE INIMIGA? E ISSO É A PIOR COISA QUE VAI ACONTECER NA SUA VIDA ASRIEL. EU JURO.

— É verdade… Eu sempre deixei você estar no controle da minha vida Chara, e sabe de uma coisa? Eu devia ter continuado na prisão porque um burro como eu só merece isso, e eu fiz algo ruim a você. - Asriel falou se virando para Chara sorrindo e continuou, vendo que ela estava de costas para ele.

— O pior de tudo é que eu ainda te amo Chara, mesmo que faça essas coisas horríveis comigo eu olho para você como o amor da minha vida. Mas é impossível eu te perdoar… Já ouviu falar da Maldição de Ondina?

Essa é uma lenda germânica que meu pai me contou quando era mais novo. Uma ninfa chamada Ondina havia se apaixonado perdidamente por um humano. Ela fazia de tudo por ele chegando até aos extremos de brigar com todos que a conheciam pois sempre falavam que esse humano era perigoso.

Ele sempre fez juras de amor muito românticas e entre elas era que suas respirações seriam sempre declarações de amor.

Mas um dia Ondina descobriu o que muitos se seus amigos já sabiam e avisavam. Ele era um cafajeste e a traia com uma humana.

E assim ela mandou uma maldição, durante as noites e toda vez que se encontrasse com outra mulher ele não conseguiria respirar, todavia não morreria. Mas sim teria eternamente momentos dolorosos de desespero.

Mas nem a ninfa foi capaz de amar novamente, e assim ela também foi infeliz para sempre.

— Você entendeu Chara? Nem todos podem ter tudo o que quer e as vezes acabamos até mesmo infelizes quando fazemos o mal a outras pessoas. Flowey me contou nessa carta o que você fez a sua própria irmã. Você acha que o mundo nunca iria te julgar?

— … O que ela tem haver com isso? - Asriel riu com a pergunta de Chara que estava olhando furiosa para ele.

— Você ainda pergunta? Sabe o que é engraçado? Você aparenta odiar muito sua irmã, mas para você chegar até onde chegou você sempre precisou dela demais não é? Deve ser humilhante necessitar da ajuda sempre da pessoa que você mais odeia. - Asriel falou sorrindo e saindo da sala, Chara caiu sentada no chão enquanto gritava e batia com as mãos no chão.

Normalmente ela faria alguma coisa. Chara tinha completa noção disso, mas sentia raiva de si mesma por conseguir fazer nada.

Afinal aquele era Asriel, não era uma das pessoas que odeia, do contrário.

— É sempre culpa sua não é Frisk? Eu sempre sou passada de malvada e vilã por sua causa. – Chara falava se levantando aos poucos se apoiando no chão, com um olhar cabisbaixo ela ficou olhando as pernas e logo tocou no ventre.

— Não se preocupe pequeno, não é como se seu pai conseguisse ir muito longe e de sua tia não sei nem se ela vai te ver nascer. – Chara falou rindo e tocando em seguida o próprio rosto.

— É sempre tudo culpa dela afinal de contas, acho que se ela não tivesse nascido eu nunca teria que passar por essas coisas.

— Sua irmã... Bem, ela fez isso. – Sans terminando de falar olhou em direção a Frisk, ela estava olhando paralisada em direção ao grisalho. Com os olhos em lágrimas Sans sentia como se pudesse fazer nada, talvez nem um abraço a confortasse. Talvez um soco até doesse menos.

— Desculpe esses dias todos eu tenho chorado tanto... Mas é que....

(como não tem como upar a imagem, vocês vão ter que acessar o link para ver, se não verem a imagem, não vão entender o final do capítulo! `w´)


Notas Finais


Eu queria focar esse capítulo no Asriel. Eu gosto muito dele como personagem dessa história, porque talvez *dando spoiler e falando baixinho* ele seja o que dê reset na história.
OI QUE?! Ah sei lá né? -q

Imagem para abrir aqui:
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