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História Get Cool (Minsung - Knowhan) - Capítulo 1


Escrita por: e mikarawr_


Notas do Autor


Kade: Olaaaaaaaaaaa olha a sumida aparecendo aqui hehehe. Então gente, mais uma ideia que surgiu com as facecans dos shows da turnê do SKZ e que causou altos surtos na gente e ideias hehehe né Mika? Enfim, é uma 3shot ent... Esperem até soltarmos os próximos hehehe

Mika: plena 01:14 da madrugada e os plots brotando na mente, vê se pode ?! Aliás, têm umas pessoas ai que sabem que não podem deixar eu e a Kade conversando de madrugada que só sai desastre disso KSKSKSKS (tipo uma coisa ai que começa com C e termina com Up, né Kade? 👀) By the way... Se quiserem matar alguém depois desse primeiro cap, que seja a Kade, ela quem narrou o Minho HEHEHE Boa leitura pudinzinhos 💕

Kade: limites não existem quando duas taradas por Minsung ficam juntas de madrugada hehehehehe. E comassim minha culpa??? Eu nem fiz nada demais. 😇 Eu sou um anjinho inocente

Capítulo 1 - Step I


A arena estava lotada e não tinha um centímetro de espaço disponível nas laterais esquerda, direita e frontal do palco, cujo chão brilhava com os leds que iam desde o vermelho e amarelo, até o azul e roxo. Era uma verdadeira paleta de cores frias e quentes que iluminava o chão onde aqueles nove garotos pisavam.

Os canhões de luz giravam de um lado para o outro, lançando feixes de luz em uma distância tão grande que atravessava o teto extremamente alto da arena, cujo meio dele estava aberto para o céu estrelado daquele início de noite. 

Serpentinas e confetes prateados eram cronometradamente lançados pelas máquinas que tinham nas laterais do palco principal. Os pequenos pedacinhos brilhantes voavam e planavam com a brisa tranquila que invadia o interior daquela estrutura gigantesca através do teto aberto, aliada aos aparelhos que serviam para resfriar o ambiente e deixá-lo confortável, não só para quem se apresentava, mas também para aqueles que assistiam empolgados.

Lasers de diversas cores eram projetados do fundo do palco, onde gigantes telas de plasma transmitiam o foco das câmeras operadas pelos drones, que migravam de rosto em rosto entre aqueles meninos que cantavam e dançavam freneticamente ao som de District 9. As máquinas de fogo pirotécnico ejetavam faíscas douradas que alcançavam metros de distância para o alto sempre que uma batida mais agitada começava. 

As pessoas que passavam na rua ou na calçada ao lado de fora daquela arena, podiam ouvir o som alto e os gritos abafados pelas paredes de metal e concreto da estrutura, que nem por isso conseguia conter o entusiasmo e o barulho eletrizante que vinha lá de dentro. Enormes faixas, outdoors e cartazes marcavam e registravam o que acontecia por ali: A Turnê Mundial do Stray Kids havia chegado em Phoenix, Arizona, EUA.

Em cima do palco, alguns eram enaltecidos por suas coreografias, outros por suas brincadeiras e interações com o público. Também tinham os vocais incríveis, mas naquele momento o foco se tornou um. 

O trio de rappers conceituado do SKZ impressionava com suas habilidades ao entoar suas faixas bem elaboradas, com tanta rapidez e perfeição que a sua destreza em controlar a respiração e não desafinar era de dar inveja em qualquer um. 

Enquanto Han Jisung se mantinha em pé bem no meio daquela plataforma com o foco de um canhão de luz sobre ele refletindo a claridade sob a pele de seu torso que, naquele momento, estava exposta; Seo Changbin, por sua vez, estava agachado na beirada do palco com o microfone nas mãos, naquela sua típica pose de “badass” e de quem sabe que é muito bom no que faz.

Já Bang Chan, interagia com os outros membros do grupo e também com o mar de Nachimbongs brilhando naquela platéia cativante. 

Desde que a Turnê Mundial teve início, Jisung, quem estava meio para baixo nos últimos dias em decorrência de alguns acontecimentos que não convém comentar sobre eles agora, ficou bem mais animado e agitado; ansioso por cada apresentação; por poder subir no palco e gritar para o mundo as suas ideias. Estava tão empolgado e elétrico, sorrindo sem parar, que em mais de uma oportunidade decidiu divertir e provocar o público, abrindo o zíper da única peça de roupa que usava na parte superior do corpo somente para exibir seu abdômen tanquinho e peitoral levemente malhado. 

Ele ria com aquilo, achava engraçado os gritos que ecoavam pela arena sempre que fazia isso. Os outros membros do grupo riam também, alguns até entravam na brincadeira, como o próprio Seo exibindo os bíceps, ou então Felix com aquela blusa cuja metade dela era transparente e deixava a lateral de seu corpo à mostra. E Bang Chan então? Este gostava de mostrar os gominhos da barriga mais do que qualquer um. Mas não era segredo quem, entre quatro paredes, era o único que podia usar e abusar dele, não é mesmo, Woo?

Enfim. Tinha um certo alguém, um dentre os nove garotos, que não estava muito contente com toda aquela atenção que Han estava chamando para si. Por mais que tentasse manter a expressão serena, seu maxilar trincado ainda era visível, e as expressões emburradas que lançou para Jisung algumas vezes não deixaram de ser notadas pelos outros membros. Ele até mesmo deu leves trombadinhas no loiro assanhado, que passaram despercebidas para o público - porém não para os demais meninos -, contudo, o único que parecia não notar o mal humor do Lee, era o próprio Han, que continuou com aquelas provocações em palco até a primeira parte da apresentação se encerrar e o intervalo de vinte minutos ser anunciado. 

Os meninos precisavam correr logo para o camarim, se hidratar e trocar de roupa antes que o segundo e último round de apresentações tivesse início. Então, assim que a música terminou, a maior parte das luzes do palco foram apagadas e os garotos seguiram o rastro de leds no chão para descer pelos fundos e tomar o corredor dos camarins, onde havia um para cada. 

Não podiam se demorar muito, e por mais que tivessem vinte minutos de intervalo, isto passava tão rápido quanto um relâmpago. Sendo assim, Jisung correu logo para seu próprio camarim, com seu nome gravado em uma plaquinha na porta, e quão antes entrou lá a primeira coisa que fez foi afundar a boca no bico de uma garrafa de água bem gelada, que o aguardava ali antes mesmo de entrar.

Os demais membros seguiram esses mesmos passos - andando apressadamente para suas respectivos salas -, mas nem todos estavam assim. No caso de Minho, o mais velho foi o último a ficar no corredor, andando em passos lentos até que todos entrassem e ficasse somente ele por ali. De primeira mão, o Lee esperou um pouco antes de entrar no seu camarim, e quando o fez foi com um único propósito; pegar sua mochila. O motivo de estar caminhando lentamente? Ele estava pensando. 

Encarava a mochila que agora tinha em mãos, questionando se realmente usaria o que estava dentro dela. Seria um pouco exagerado de sua parte, se não fosse a terceira cidade da Turnê e consequentemente, a terceira vez que Jisung parecia estar testando sua sanidade e sua paciência.

Um sorriso brotou em seus lábios com a possibilidade que surgiu em sua mente, uma ideia bem “maligna”. Assim, sem gastar mais do precioso tempo que tinha para pôr esta ideia em prática, Minho jogou a mochila suspeita no ombro direito e saiu daquela sala. Colocou a cabeça para fora, olhando para ambos os lados do corredor para ter certeza de que não havia nenhum dos Staffs ali. Saiu rapidamente, parando na frente de outra porta - que por sinal ficava ao lado do camarim de Hyunjin - e sequer pensou em bater, apenas virou a maçaneta e entrou, provavelmente dando um pequeno susto em Han por conta do barulho que fez quando fechou a porta e trancou a chave.

Jisung já tinha se livrado daquela jaqueta preta cheia de zíperes e algumas estampas. Até mesmo seus coturnos de plataforma alta estavam agora jogados em um canto qualquer do camarim. Naquele momento, ele havia acabado de desabotoar sua calça e estava pronto para tirá-la quando ouviu a porta se abrindo e, quase que no mesmo instante, se fechando atrás de si em um baque um pouco forte. Claro que o garoto se sobressaltou e virou no mesmo segundo na direção do barulho, com olhos arregalados de surpresa e susto. Porém, quando viu a figura de Minho parada mais a frente, ele suspirou aliviado e revirou os olhos, voltando a se despir. Se importava de o fazê-lo na frente do Lee? Nem um pouco. - Nossa Hyung, você me assustou. Pensei que fosse alguma fã louca que conseguiu passar pelos seguranças, não seria a primeira vez. - Disse ele com certa indiferença, caminhando até o cabide de roupas, agora só de cueca boxer - preta, a propósito -, distraindo-se com os vários modelitos que poderia escolher para vestir.

Um riso nasalado escapou por seus lábios, sem sair de sua posição de braços cruzados e encostado contra a porta daquela sala. Jisung podia não estar vendo, mas a expressão do mais velho não estava das melhores. Tinha um pouco de sarcasmo ali. - Uma fã entrar aqui enquanto você troca de roupa, não seria muito diferente. Já que, pelo que vi, gosta de se mostrar, não é, Hannie? - O sorriso não permaneceu muito tempo, já que, em questão de segundos, a linha reta se formou nos lábios do Lee assim que sua expressão se fechou. Se desencostou da parede e, lentamente como um predador de olho na presa, se aproximou dele até ter o loiro de costas contra a parede da sala. - Sempre que saímos da Coréia, parece que seu cérebro deleta a palavra “limites”, não é? - Um dos braços ficou como apoio na parede, mas o outro, segurou o queixo de Han com um pouco de força, o fazendo erguer os olhos na direção do mais velho. - Quer me dizer alguma coisa?

Ao ouvir aquele primeiro comentário, Jisung apenas balançou a cabeça em deboche e deu de ombros, continuando a vasculhar entre todos aqueles conjuntos de roupa, o que mais lhe agradava. Porém, no instante seguinte, sentiu a respiração do Lee tão próxima que chegou a ficar quente, e quando se deu conta, estava entre ele e a parede, com os dedos do mais velho apertando seu queixo com certa falta de delicadeza. Seu olhar sério e predatório fez com que Han até mesmo engolisse em seco. No entanto, nem isto foi capaz de impedí-lo de retrucar o outro. - Eu não acho que deva lhe dizer qualquer coisa. Só estava me divertindo, o que tem de mais nisso? - Respondeu simplista. - Agora deixa eu terminar de me trocar, a gente tem pouco tempo. - Nisso, tentou afastar o mais velho, contudo sem sucesso.

Minho deveria dizer que apreciava a teimosia do seu Saeng, mesmo que isso o tirasse do sério na maioria das vezes. Quando o menor tentou sair, o Lee foi um pouco mais bruto em suas ações. A mão que estava de apoio na parede desceu para a cintura nua e o aperto no queixo escorregou para a lateral de seu maxilar, passando por baixo de seus fios loiros e na parte inferior da orelha até chegar nos cabelos da nuca, ali ele segurou um pequeno maço de cabelos - picotados graças ao novo corte - e puxou com um pouco de força. - Se divertindo é? Então, quer dizer que se diverte sendo assanhado assim na frente das câmeras? - Inspirou profundamente o perfume de seus cabelos antes de continuar. - Sabe Hannie… Para você pode ter sido divertido… - O aperto na cintura ficou mais forte a ponto de deixar marcas de dedos vermelhos em sua carne, enquanto sua destra puxava os fios da nuca para o lado até a pele macia de seu pescoço estar bem exposta à ele. O mais velho gostava daquela região, era atrativa. 

Desceu o rosto bem próximo e assoprou a pele levemente úmida pelo suor. - ...Mas para mim, não foi nem um pouco divertido. E sabe por quê? - Não afastou o rosto dali, e sim delineou uma linha invisível com a ponta do nariz do ombro até o maxilar do mais novo, nisso, o tempo todo sua mão deslizava um pouco mais pelo corpo de Jisung até chegar nas nádegas macias cobertas pela boxer. - Responde, Hannie. Sabe por que eu não gosto quando você fica se exibindo pelo palco?

Um grunhido abafado brotou do fundo da garganta de Han quando sentiu seus fios loiros serem puxados. Por instinto, levou sua mão sobre aquela de Minho que oferecia o aperto em sua nuca. Seus olhos semicerrados encaravam o mais velho com receio, e seus lábios se entreabriram quando ele aplicou mais pressão contra sua cintura, puxando seus cabelos ainda mais para o lado até deixar seu pescoço completamente vulnerável aos seus toques. A mão que descansava na lateral de seu corpo foi parar na camisa de seda do Lee, apertando o tecido entre os dedos ao sentir a respiração quente de Minho roçar contra sua pele arrepiada e sua mão firme apalpar a carne de sua bunda. Naquele instante, fechou os olhos com força e tentou respirar - inutilmente - antes de lhe responder. - N-Não… Eu não sei, Hyung. - Cerrou o lábio inferior entre os dentes quando o aperto de suas mãos contra seu corpo tornou-se mais intenso.

- Não sabe mesmo, Hannie? Então o Hyung vai te mostrar. - A mão que se ocupava apertando suas bandas, subiu alguns dedos para brincar com a barra da cueca boxer preta do mais novo. Puxava o elástico e soltava, e o estalo contra a pele dele fez Minho sorrir outra vez rente ao seu ombro, local onde seus dentes delineavam de forma provocativa e sincronizada com os toques que se estenderam pelo corpo de Jisung com sua outra mão. 

Soltou os fios da nuca, mas escorregou os dedos pelo pescoço, peitoral e abdômen - parando nele para deixar o peso de sua mão sobre a área que subia e descia com sua respiração acelerada - e adentrou dentro do tecido apertado que cobria seu membro. Ali ele manuseou massagens lentas e de movimentos circulares ao mesmo tempo que seu corpo mantinha o dele preso contra a parede. - Tem certeza de que não sabe o motivo, Hannie? - Sussurrou contra seu ouvido, mordendo sua orelha em seguida. - Então eu vou te explicar o porquê… - Naquele momento, sua outra mão também invadiu a cueca de Jisung, com seus dedos escorregando para dentro do vão entre suas bandas até alcançar a entradinha escondida do garoto. - Porque a única pessoa que pode ver e ter tudo isso aqui, sou eu.

Sentir os dedos de Minho contra seu membro adormecido - e que aos poucos foi ficando cada vez mais desperto - levou Han a gemer baixinho e contra sua vontade. - Uuhm… - Ao perceber aquele deslize, o garoto imediatamente levou ambas as mãos à própria boca e a tapou, olhando surpreso para Minho. Queria dizer para ele parar; para voltar ao seu camarim e se trocar, pois precisavam retornar para o palco; mas então o Lee invadiu o tecido de sua boxer com a outra mão, e assim que tocou suavemente sua entrada escondida entre suas nádegas, Jisung cravou suas unhas nos ombros ainda cobertos de Minho, levantando um pouco o queixo ao inclinar a cabeça para trás contra a parede. - Aah… H-Hyung… - Lhe encarou de soslaio com os olhos um tanto marejados e as bochechas rosadas. - A gente precisa se trocar… O show… - Tentou inutilmente argumentar, mas ele próprio tinha começado a mover bem devagar seu quadril para cima e para baixo, só para sentir um pouco mais do atrito gostoso que os dedos do Lee faziam ao redor de sua entradinha. Sua mente dizia uma coisa, mas seu corpo outra completamente diferente.

As reações do corpo de Jisung motivaram Minho ainda mais, ele não tardou os movimentos e sim deixou eles mais intensos. As massagens por cima do membro continuaram até o momento em que se tornou uma masturbação lenta sobre a extensão, que aos poucos ganhava volume. Sentia as veias tomar saliência entre seus dedos conforme ditava movimentos de vai e vem com sua mão ao redor do pau de seu Saeng. - Ainda temos alguns minutinhos, pequeno… E não é como se não estivesse gostando, estou errado…? 

A canhota afastou as nádegas até os dedos terem passagem livre para o entrada rosada que pulsava contra a pele de seus dígitos. Abriu um sorriso de canto, seu garoto era tão sensível em certas partes do corpo… Sabia disso e se abusou para tornar essa sessão rápida ainda melhor - ou pior - para o pobre Jisung. 

Desceu o rosto um pouco, articulando os joelhos até ficar com os lábios no nível dos peitinhos de Han e mordeu um deles. Abocanhou o mamilo direito e ao mesmo tempo, chupava ele sem misericórdia e sem se importar se os gemidos do mais novo estavam altos demais para aquela parede, já que apenas aquele fino drywall separava eles do camarim de Hyunjin. Circulava com a língua, chupava e mordia; tudo fazendo sons eróticos se espalharem pelo quarto e suas mãos em momento algum pararam seus movimentos.

Aquilo estava ficando bom… Estava gostoso e agora Jisung começava a sentir que queria mais. Aquela sensação de pressa; da possibilidade de serem pegos; o lugar cheio onde estavam e as pessoas nem sequer imaginavam o que os dois estavam fazendo - com exceção de Hyun, talvez -... Ah, tudo aquilo excitava o esquilinho ainda mais.

Han afundou seus dedos nos cabelos sedosos de Minho e os apertou quando sentiu seus dentes cerrarem suavemente contra seu biquinho enrijecido. Aquilo lhe extraiu um murmúrio arrastado e deleitoso, que se manteve contínuo conforme ele chupava, mordia e assoprava aquele pontinho sensível. - Uh-Uuhm... Min… - Abriu pouca coisa de seus olhos somente para ver o relógio digital que tinha em cima da penteadeira. Mesmo com o olhar um pouco nublado, conseguiu ver que ainda faltava um pouco mais de dez minutos para o intervalo acabar.

Daria tempo, teria que dar… Agarrou então o rosto de Minho pelas laterais, fazendo-o largar seu mamilo e levantar a cabeça até alcançar seus lábios. Os atacou sem piedade, sem aviso. Um beijo afoito, sedento e cheio de desejo. Ele queria gozar, e queria que seu Hyung lhe ajudasse nisso. - Hyung, me fode. - Pediu com uma expressão completamente imersa na luxúria assim que seus lábios se separaram, permanecendo unidos apenas por um filete de saliva. - Se eu sou só seu, então me mostra… - Mordeu o lábio inferior de Minho, puxando-o um pouco para frente antes de soltar. - Me fode, aqui e agora, do jeitinho que você sempre faz. - Lhe encarava com olhos provocativos e uma expressão que podia ser considerada no mínimo safada.

O mais velho correspondeu à investida. Não tirou suas mãos de onde estavam, mas retribuiu aquele beijo sedento e breve para o qual o outro lhe arrastou. Agora era ele quem estava se divertindo com isso. Adorava deixar Han mergulhado no prazer e no desejo a ponto de quase implorar para ele com aquelas palavras diretas e sem vergonha alguma. 

No entanto, podia amar os olhos repletos de luxúria que Jisung tinha, podia amar quando seu corpo reagia aos seus toques, mas ele não esqueceu com que objetivo entrou naquela sala. - Te foder pequeno? Tem certeza de que merece? - Perguntou com tom provocativo e brincando com os estímulos que deixavam o ventre de Jisung queimando. Estava sorrindo com isso, podia dar à ele o que queria, ou poderia ser um Hyung um pouco mais malvado.

Em sua cabeça, ele escolheu a segunda opção. Virou Jisung de frente para a parede, fazendo o mais novo ter seu peito contra ela e com as mãos agora fora de sua boxer, puxou seus quadris para trás, deixando-os empinados na sua direção. Segurava sua cintura com firmeza e mãos pesadas. - É isso que quer, Hannie? - Mordeu o lábio inferior quando encaixou seu membro saliente e volumoso dentro da calça de couro apertada entre as bandas do loiro. Soltou um suspiro longo e simulou estocadas lentas diretamente na entrada dele. - Quer isso, hun...?

A bochecha esmagada contra a parede. Suas mãos espalmadas na superfície sólida. Seu peito colado no drywall… Jisung encarava Minho por sobre os ombros, com olhos que praticamente imploravam para ser fodido por ele. Ainda tinha saliva no canto de sua boca, que escorria devagar em uma linha tênue e quase invisível. O pau duro do Lee roçando contra o vão de sua bunda foi o que levou Han a arquear as costas e jogar a cabeça para trás. Nisso, algumas mechas suadas de seu cabelo se desprenderam da sua testa e acompanharam o movimento da cabeça. - Sim… Quero muito Hyung. - Lambeu os lábios em expectativa. - Quero te sentir dentro de mim, por favor… - Rebolou contra a pélvis do outro, lhe provocando. 

As estocadas intensivas continuaram e Minho sentia a pressão em seu ventre, como se seu membro desejasse ser liberado daquele aperto. Seus cabelos castanhos estavam jogados para trás a essa altura. Não estava muito suado, mas sentia o calor subir à medida que seus batimentos ficavam mais fortes e sua respiração ofegante. Aquela visão o deixava mais excitado ainda, os gemidos manhosos, a voz falhada, os olhos que praticamente imploravam… Merda, tudo era um ponto fraco para ele. 

Comprimiu os lábios e soltou as mãos de seus quadris por alguns segundos, mas apenas para desabotoar a calça e descer o zíper da mesma. A boxer azul escura marcava seu membro, ainda contido pelo tecido apertado, porém mais aliviado por agora estar fora da calça. Minho abaixou ambas as peças de roupa até o meio das coxas e segurou seu falo pela base. Com a outra mão desceu também a roupa íntima do mais novo o suficiente para ter sua bunda à mostra, e pincelou o buraquinho de Han com a cabecinha inchada e gotejante. - Olhe o que faz comigo, Hannie… Sofro tanto por você… - Ofegou com um sorriso, passando a glande molhada pela entrada e descendo para o períneo, isso estava sendo uma tortura para ele também.

- Dentro Hyung… Enfia dentro de mim. - Suplicou ele mais uma vez. As mãos que tinha espalmadas contra a parede, levou até as próprias nádegas e as afastou o máximo que pôde, deixando seu buraquinho bem exposto e visível para o mais velho. Provocativamente, arrodeou a auréola rosada com o indicador, ainda encarando Minho por sobre os ombros com olhos estreitos. - Aqui… Eu quero seu pau aqui Hyung. - Inseriu somente a pontinha de seu dedo em sua entrada pulsante, logo o tirando dali para apertar contra a carne de suas bandas afastadas.

Um resmungo misto com gemido escapou pelos lábios do Lee que mesmo comprimidos a ponto de ficar apenas uma linha em seu rosto, ainda assim soltava aqueles barulhos. Sentindo seu ventre fisgar, Minho colou seus quadris com a bunda de Jisung, deixando a extensão de seu membro encaixada entre suas bandas enquanto seu peito se grudava nas costas úmidas do mais novo. 

Seu rosto estava em suas costas, onde o Lee deixou algumas mordidas e traçou linhas do meio delas até a nuca com sua língua, em momento algum sem parar de simular as estocadas contra a entrada de Han. Céus… Ele estava sendo mesmo malvado. - Quer o meu pau, hun…? - Sussurrou de novo, desta vez, com o queixo apoiado no ombro esquerdo do mais novo. 

Dos quadris, suas mãos outra vez desceram para o meio das pernas de Jisung, segurando seu membro e voltando com as masturbações no mesmo ritmo mais rápido que as estocadas tomaram. Puxava e empurrava os quadris para frente e para trás, raspando pela entrada e pelo períneo - às vezes em suas bolas -, sem inserir, apenas provocando ele.

Jisung aproveitou a posição na qual Minho estava, e agarrou-se com a destra nos fios de seu cabelo, o mantendo preso com seu rosto próximo do seu, apoiado em seu ombro. Mordia os lábios, soltava e depois voltava a mordê-los. Seu rosto suava, e seus olhos encaravam ao mais velho com um misto de desejo, raiva e paixão. Minho estava lhe torturando, ele via isso, sentia isso… Mas só conseguia pensar em mais. Queria mais dele, de seu corpo, de seus toques, beijos e palavras sacanas sussurradas ao pé de seu ouvido. Queria gozar com Minho dentro dele lhe surrando bem fundo e marcando o território que ele sabia ser só seu. Porém, Han sabia que o Lee não iria lhe dar o que queria tão fácil, então o mais novo arrastou as unhas da canhota na lateral do quadril do Lee até onde conseguiu alcançar, sussurrando rouco. - Eu paro… Eu paro de me exibir no palco, então… - Fechou os olhos com força ao sentir seu baixo ventre fisgar com a masturbação que o outro fazia em seu membro. - … Então me fode Hyung, eu não aguento mais… - As lágrimas de prazer começaram a trilhar caminho pelas laterais de seus olhos, e Han teve de soltar os cabelos de Minho para se apoiar na parede à sua frente com ambas as mãos.

 - Vai parar é? Por que não consigo acreditar em você…? - Engrossou a voz um pouco, fechou o sorriso e apertou com mais força o membro necessitado do mais novo. - Eu te conheço bem, Jisung… Vamos chegar na próxima cidade e você vai fazer a mesma coisa. Olhe só para você… - Afastou um pouco de seu corpo, vendo o caos que Han estava na sua frente. Cabelos bagunçados, suado, com as pernas bem abertas e com a entrada exposta, apenas esperando para ser preenchida. - Testa minha paciência em palco… Se paga de exibido mostrando o que é meu… E agora, implora para eu foder esse seu buraquinho apertado. - Parou os movimentos no membro de Jisung e com a destra, deu um tapa forte na sua coxa. 

Em seguida; passou o mesmo braço pelo corpo dele para desencostar Han da parede e trazer seu corpo mole para mais perto do seu, colando novamente seu peito em suas costas e forçando o loiro a ficar de pé. - Você quer…? - Movimentou os quadris outra vez, sem a intenção de penetrar seu membro nele. - Desculpe pequeno, mas esse é seu castigo. - Deu um riso baixo. O soltou para que tentasse ficar em pé e mordeu os lábios, antes de ditar em voz alta o bastante para Han ouvir: - De joelhos. Sabe o que fazer.

Jisung grunhiu frente a leve dor que sentiu com o aperto mais forte de Minho sobre seu membro. Não foi o suficiente para machucar, mas na medida certa para mostrar como o Lee podia ser quando estava irritado. E bom, Jisung lhe irritou bastante…

Conforme ele falava, o mais novo colou a testa contra a parede lhe escutando de punhos fechados e tentando controlar a respiração, até que Minho lhe puxou para trás, encostando suas costas contra seu peito, agora em pé. Han mordia os lábios por dentro da boca, assim como a parte interna de suas bochechas, apenas escutando Minho falar naquele tom de voz debochado ao lhe aplicar o castigo que, segundo o mais velho, lhe era muito merecido. Durante esse meio tempo, recobrou as forças para se manter sobre as próprias pernas sem precisar de apoio.

Com a última fala do Lee, Jisung segurou a respiração por alguns segundos, comprimindo os lábios em uma linha fina até se ajoelhar na frente do mais velho. De baixo, o encarou por longos segundos, em silêncio. Raiva, definia o olhar de Jisung naquele momento. O garoto então segurou o pau de Minho pela base com sua canhota, pressionando a região, enquanto sua direita usou para cravar os dedos na carne malhada das coxas do outro. Sem enrolação, e um tanto irritado porque agora sentia uma vontade que não seria aliviada, Jisung já foi logo afundando a cabeça inchada do membro do mais velho dentro da sua cavidade úmida, dando início à sucções meladas e lambidas ao redor de sua extensão, movendo a canhota no mesmo ritmo - rápido - em que chupava.

O mais velho não perdeu tempo e começou a estocar na boca do menor enquanto dividia seu olhar entre Jisung que fazia um trabalho delicioso com a boca em seu pau, e o relógio da sala que indicava que logo teriam que voltar para o palco. Não iria demorar para que Chan ou qualquer um dos meninos viesse bater na porta, pedindo para Han se apressar ou perguntando se Minho estava com ele - já que não estava em seu camarim -, então, o Lee aumentou mais a velocidade das estocadas e se deleitava com as expressões e os sons que Jisung fazia. - Quase lá… Só mais um pouco, Hannie… - Mordeu a parte interna das bochechas, sentindo o êxtase se aproximar. As fisgadas intensas em seu ventre indicavam que chegaria logo ao seu ápice. Então, agarrou os cabelos loiros do mais novo e intencionou um pouco mais. Só foi preciso mais algumas chupadas e provocações por parte da língua habilidosa de Han para que o Lee chegasse ao limite e despejasse tudo em sua boca em meio a um gemido rouco e arrastado.

Jisung quase se engasgou quando Minho lotou sua boca e garganta com sua porra amarga e espessa. Tirou a boca de seu pau na hora quando sentiu os jatos acertarem sua úvula, e se viu obrigado a engolir cada gotinha para não fazer bagunça ali no camarim. Deixou o peso do corpo cair sentado para trás conforme terminava de engolir o gozo que preencheu suas bochechas, limpando os cantos de sua boca com as costas da mão. Seu próprio pau? Ainda estava duro, doendo, e agora lhe irritando.

Levantou-se do chão e olhou para o relógio sobre a penteadeira. 5 minutos, melhor se apressar. Terminou de arrancar a própria cueca, jogando-a em um canto qualquer do camarim sem se preocupar com aquilo por hora. Embora não tivesse uma limpa para usar, aquela estava suja demais para continuar com ela no corpo. 

Com uma expressão emburrada no rosto, tomou rumo até  cabide de roupas, empurrando Minho pelo ombro para que saísse de sua frente. - Feliz com o castigo? - Perguntou debochado e sem se virar para o outro, enquanto selecionava um dos conjuntos para vestir; uma calça de couro preta e apertada - não tinha muita escolha, já que todas as calças ali eram de couro -; uma camisa de seda vermelha e comprida o suficiente para esconder toda sua pélvis e traseira - precisaria disso, considerando as circunstâncias…-; e o calçado? Usaria seus coturnos de plataforma alta mesmo. 

Segurou as peças de roupa entre os braços e virou-se então para o outro, detalhe; o pau de Jisung continuava duro. - Agora dá para sair? Tenho que me trocar e você também. Temos 5 minutos para estar naquele palco.

A expressão despreocupada no rosto de Minho deve ter deixado Han ainda mais irritado. O Lee apenas arrumou o membro dentro da cueca e subiu esta junto com a calça. - Feliz? Sim, mas… - Deu ênfase no “mas”. Pegou a mochila que trouxe consigo e ao abrir os fechos, tirou de dentro dela um objeto bem interessante que ainda estava encaixotado, - sinal de que era novo -, e pela ilustração do objeto no papelão - que aparentava ser mais parecido com um joysticket do que qualquer outra coisa que ele conhecia -, Jisung podia ter certeza de que aquilo não era uma coisa boa. Minho tirou o que quer que fosse da caixa, pegou um tubo de lubrificante que tinha na mochila e umedeceu bem a parte mais duvidosa daquela coisa. - Vem cá, pequeno.

Jisung ignorava o que ele falava, afinal sua pergunta havia sido retórica de qualquer jeito. Assim, durante aquele meio tempo em que o Lee se ocupou com o que quer que estivesse tirando de dentro da sua mochila, Han já tinha virado de costas para ele e vestido ao menos a camisa de seda, e estava em frente ao espelho ajeitando os cabelos desgrenhados. Quando se virou apanhando a calça para vesti-la, viu o que Minho segurava em suas mãos e o garoto congelou na hora. Não só pelo formato que aquilo tinha, mas também pelo sorriso que o Lee ostentava. Chegou até mesmo a derrubar a calça que segurava em mãos. -  Que merda é essa Minho…? - Seus olhos estavam arregalados, e o mais novo engoliu em seco, olhando fixamente para a ponta daquele objeto que tinha um formato muito… “Fálico”. 

- Estava caminhando por aí antes do show, sabe? E então me deparei com isso. O bom de vir para os Estados Unidos, é encontrar coisas diferentes assim. Agora, venha cá e vire de costas. - Foi mais uma ordem do que um pedido. Minho deixou a ponta fálica bem umedecida com lubrificante e se aproximou do mais novo. - Vai usar isso agora na nossa performance. - Estendeu à ele. - Se não colocar por bem, eu coloco por mal.

Jisung não estava confiante quanto aquilo. Mas depois de ter passado pelo que passou agora, ele não era nem louco de provocar o Lee ainda mais - seu pau duro e doendo era um lembrete disso -. Conhecia muito bem o Hyung que tinha, e se fosse necessário esperar a equipe de Staffs inteira ir ali buscar os dois e puxá-los pela orelha até o palco, Minho o faria sem nem se importar. - Você não estava brincando quando disse que ficou irritado comigo… -  Olhou para o lado. 3 minutos. Com medo e sem tempo para questionar, suspirou e apenas se virou de costas para o mais velho, inclinando o corpo um pouco para frente e erguendo a barra da camisa. - Vai… Logo com isso. - Engoliu a saliva presa na garganta e respirou fundo.

- Bom garoto. - Minho sorriu “orgulhoso” ou debochado ou até mesmo rindo do que estaria por vir. Se Seungmin tinha fama de insano no grupo, ele é mero iniciante perto disso que Minho estava prestes a fazer. Com o tempo correndo, o mais velho primeiramente inseriu a parte fálica do brinquedo na entrada de Han, o qual não foi muito fundo, mas o bastante para ficar perto da próstata dele. O restante do objeto ficou em seu períneo e Minho ainda acrescentou uma cordinha de silicone no brinquedo onde amarrou em seu pau para garantir que, o agora nomeado vibrador com tripla estimulação, não caísse dali. O que provavelmente deixou Han mais desconfortável naquilo tudo? A parte do vibrador que roçava contra seu períneo. Esta possuía uma textura diferente do restante, era mais… “Áspera” e tinha pequenos dentes de borracha para deixar a situação dele ainda mais embaraçosa. - Pronto, agora acho melhor você se vestir ou vai se atrasar. - Gargalhou alto e ainda roubou a garrafa de água do mais novo.

- Meninos! - De repente ouviu-se batidas na porta. Era Woojin, chamando por eles. Como sabia que Minho estava ali? Bom, ele não estava no próprio camarim, então ali era o lugar mais óbvio para ele se estar. Os outros membros do grupo já estavam até acostumados à esse tipo de coisa entre aqueles dois.

No susto, Jisung se endireitou de pé e sentiu no mesmo instante a parte mais comprida do brinquedo roçar brevemente contra sua próstata. O gritinho que saiu da sua garganta foi muito, muito, MUITO constrangedor. Ele ruboresceu na hora. Desesperado, agarrou as calças de couro no chão e começou a vesti-las ao mesmo tempo em que empurrava Minho na direção da porta de uma forma toda desajeitada. - Anda, vaza! Sai daqui, vai se trocar! - Woojin aparecer ali do nada certamente fez o membro de Han brochar na hora. Pelo menos conseguiu vestir as calças nisso.

- Toma cuidado para não pegarem seu pau duro na facecam viu? As Stays são bem taradas. - Piscou como se ele não tivesse feito nada ou melhor ainda, como se nem soubesse o que iria acontecer. - Aliás Hannie, melhor esconder a caixa do brinquedo. Não seria legal alguém entrar e ver as coisas que usa. - Riu e saiu da sala com um sorriso maligno e com um objeto um tanto peculiar no bolso. Um controle remoto. Isso ia ser interessante. Se pudesse, Minho com certeza teria chifres de diabinho na cabeça agora.

Jisung ficou ali praguejando e, quando viu Woojin lhe encarando da porta com uma cara feia e os braços cruzados, tratou logo de fechar a braguilha da calça de couro e vestir seus coturnos. Outro incômodo que sentiu, já que ao se agachar o brinquedo roçou de novo naquele lugar. Ficou em pé novamente e respirou fundo. Olhou para o lado, na direção dos cabideiros, e por sorte a jaqueta de couro daquele conjunto estava ali. O que ele fez? Obviamente amarrou em sua cintura. Primeiro, porque teve de se vestir sem cueca, já que a sua Minho teve o prazer de sujar e não “terminar o serviço”; e segundo, ao menos sua traseira queria proteger dos zoom’s das câmeras, se é que entendem o motivo. 

Woojin lhe gritou do corredor de novo, e então Jisung pegou a caixa daquele brinquedo idiota e socou dentro da sua mala junto com a cueca que usava minutos atrás, saindo dali às pressas. Resmungava baixo enquanto prendia as partes do microfone de lapela na roupa rumo ao palco, controlando suas expressões de desconforto conforme aquele objeto roçava dentro de si. As próximas performances? My Pace, Miroh e Double Knot… Jisung sentiu o coração falhar uma batida só de imaginar que teria de dançar tudo aquilo com um vibrador enfiado no… - Lee Minho, eu te mato. 


Notas Finais


Kade: para melhorar a imaginação de vcs, esse treco que o Minho usou se chama *massageador de próstata* e ele parece um Joysticket sim XD próximo cap: Han dançando com esse treco na bunda hehehe

Han: essas duas só me f*dem mesmo viu... (Mika: KSKSKSKSKS TO RINDO)

Kade: fiquem atentos que logo mais tem mais surpresas hehehehe


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