História Get free - Capítulo 38


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Castiel, Lynn, Lysandre, Rosalya
Tags Amor, Amor Doce, Amor Doce University Life, Castiel, Drama, Harem, Hentai, Lysandre, Romance, Yaoi
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Palavras 2.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 38 - Castiel - Despedida à altura



"She was brave
and strong
and broken
all at once."

                           Anna Funder



 

 

          POV Sophie


Segunda-feira 24/06/2019

 

O despertador me acorda às sete da manhã. Saio da cama me sentindo melhor do que no dia anterior... Foi o fim de semana mais longo da minha vida, mas estou quase recuperada. Rosa ficou aqui até domingo à tarde e, sinceramente, tê-la do meu lado me deixou muito mais leve. 

Tomo um banho longo e quente para começar o dia. Desligo o chuveiro e, ainda no box, fecho os olhos e respiro fundo, juntando coragem para encarar a vida hoje. Saio do banheiro para me vestir e, enquanto coloco uma calça jeans, fito o meu reflexo no espelho. Minha cara está péssima. Dou um sorriso largo e convincente - mas que não chega aos olhos.

— Isto vai servir.

 

Chego na universidade e, para minha surpresa, Castiel está parado em frente ao portão de entrada. Nossos olhos se encontram e ele sorri, se aproximando de mim. Sem dizer nada, me jogo em seus braços. Ele me aperta contra seu corpo e eu fecho os olhos, respirando profundamente o seu cheiro reconfortante. 

Me afasto devagar e fico na ponta dos pés para beijar seus lábios. Cass se abaixa um pouco e eu coloco seu rosto entre as mãos, acariciando suas bochechas com o polegar. Ele me beija com ternura enquanto desliza as mãos por toda a extensão das minhas costas. Nos separamos aos poucos, mas eu permaneço de olhos fechados. Escuto seu riso divertido e ele diz:

— Já pode abrir os olhos, baby. — Abro os olhos devagar e dou um sorriso fraco.

— Eu realmente precisava disso...

Ele passa o braço pela minha cintura e começamos a andar até o campus.

— Você está melhor? — Pergunta. Dou um sorriso - que julgo ser convincente o suficiente - e assinto. Ele se vira e beija minha testa enquanto caminhamos.

Sinto um aperto no peito por esconder as coisas, mas na próxima semana a banda vai viajar e a última coisa que o rockstar precisa é de mais uma preocupação... 

Nos sentamos em um banco afastado da entrada; Castiel passa o braço por cima dos meus ombros, me puxando para perto. Me deito em seu peito e acaricio sua coxa lentamente.

— Depois dessa semana, a gente só vai se ver em um mês... — Digo, em um tom baixo.

— É só um mês, Soph... — Consigo detectar o pesar em sua voz. — Minha oferta ainda está de pé, sabe. Você pode vir comigo.

— Eu sei. Mas meus avós me matariam se eu não passasse as férias lá... É nossa tradição. 

— Eu entendo, baby. Então nós vamos ter uma despedida à altura. E, pelo amor de Deus, eu não aguento mais essa porra de celibato, a gente precisa transar antes que eu tenha um derrame ou algo assim.

Não consigo segurar a risada. Desencosto de seu corpo e encaro-o, com a sobrancelha arqueada.

— Acho que é errado usar "Deus" e "porra" na mesma frase... — Vejo-o sorrindo, mostrando os dentes - meu corpo inteiro amolece com essa imagem. —  Você está querendo dizer que eu venci sua aposta, ruivo?

— Sim, Sophie Lynn, você venceu. — Ele rola os olhos de um jeito divertido. — Eu te devo um desejo. 

— Admite que estava errado e que me subestimou?

— Você realmente quer ouvir da minha boca e esfregar na minha cara, hum? — Eu lanço um olhar vitorioso e Castiel respira fundo antes de continuar com uma voz irônica: — Eu estava errado em achar que você não aguentaria e te subestimei, baby. 

Ele aproxima o rosto do meu, me beijando demoradamente - consigo sentir o sorriso em seus lábios. Estar com ele é como um analgésico para este caos dentro de mim.

— Minha aula está começando... Você me atrasou, rockstar. — Digo, ficando em pé. Ele se levanta também e entrelaça nossos dedos. Caminhamos até o prédio - sob os olhares curiosos de algumas meninas - e Castiel para na porta do auditório. Ergue nossas mãos e beija suavemente a minha antes de soltá-la.

— Boa aula, gatinha. Agora vou para casa dormir um pouco.

— Você não tem aula?

— Não... Na verdade, vim te ver. A Rosa praticamente me expulsou aquele dia, não achei seguro voltar... Te pego na sexta à noite pra gente fazer alguma coisa, ok? — Eu assinto e ele me dá um selinho rápido antes de ir embora.

Entro para a aula tentando conter o sorriso bobo que insiste em brotar no meu rosto. 

 




                       POV Castiel​

 


Sexta-Feira 28/06/2019

 

— Vamos encerrar por hoje. O Cassy precisa de uma última foda com a patroa para aguentar o mês inteiro sem nenhuma boceta. — Mike se levanta da bateria e me olha com malícia. Por que ele tem que ser assim?

Eu o ignoro e saio pela porta. 

No caminho para casa, pego o celular e ligo para Sophie. Não nos falamos muito essa semana, mas percebi que algo não está certo. Vi Rosa e ela conversando várias vezes no campus e o rosto de Sophie parecia triste, não havia nada de sua alegria habitual. Não posso exatamente obrigá-la a falar comigo... 

Você realmente gosta de me acordar. — Sua voz sonolenta me faz sorrir imediatamente.

— São quatro da tarde, baby.

Oh... Nesse caso, obrigada. Não posso me atrasar para o meu encontro. — Ia começar a falar, mas escuto o barulho de água no fundo.

— Sophie, você está mijando e falando comigo? 

Ela fica em silêncio por alguns segundos, em seguida sua risada preenche meu ouvido.

Não achei que daria pra escutar... Por favor, você quer comer meu cu. Me ouvir fazendo xixi não é nada de mais. — O som da descarga abafa sua voz.

Dou uma gargalhada e digo:

— Claro que não, baby... Falando em te comer, passo na sua casa em uma hora.

— Delicado feito um chute no saco. Te vejo daqui a pouco, rockstar.


 

Dirijo de carro até o seu prédio depois de tomar um banho e descansar por alguns minutos. Toco a campainha e sou surpreendido por uma Sophie absolutamente perfeita. Ela está usando um vestido branco fino e delicado - que eu arrancaria com os dentes - e os cabelos estão presos, deixando seu rosto inteiro à mostra. Puxo-a pela cintura para um beijo demorado - sinto um gosto viciante de framboesa. Se afasta, ofegante, e sorri enquanto lambe os lábios. 

— Quer entrar? 

— Baby, se eu entrar a gente não vai sair... — Ela fica na ponta dos pés e morde meu queixo de leve. Fecho os olhos e dou um gemido baixo. — Você é uma maldita tentação…

Sophie sorri e sai do apartamento, trancando a porta atrás de si. Vamos até o elevador e ela pressiona o botão enquanto abraço-a por trás, inspirando profundamente o cheiro dos seus cabelos.

— Para onde você está me levando?

— Paciência, gatinha... — Beijo a curva do seu pescoço, fazendo-a rir. — É uma virtude, sabia?
 

Dirijo por alguns minutos até chegarmos em uma área afastada da cidade. Há uma fábrica abandonada aqui, o prédio está aberto e costumam ir pichar os muros ou fumar maconha no lugar há anos. Ainda é cedo, então provavelmente não vai ter ninguém  - a maior parte das pessoas vêm à noite.

 Desço do carro e pego a sacola de papel no banco de trás - com os hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes que comprei no caminho. Sophie me segue, olhando ao redor.

— É exatamente assim que o thrillers começam... As mocinhas sempre são mortas no final em um lugar macabro como este.

— Tenho certeza que a mocinha em questão vai se surpreender com o lugar.

Pego em sua mão, rindo, e a arrasto para dentro, entrando pelo portão alambrado aberto. Subimos pelas escadas estreitas, passando pelo corredor estreito repleto de pichações. Nove lances de escada depois, saímos no terraço do prédio. 

O lugar é grande e vazio, exceto pela casa do gerador antigo, com os muros todos cheios de pinturas coloridas e assinaturas de artistas de rua. Sophie solta meus dedos e caminha até a beirada, observando a vista panorâmica da cidade. Ela se debruça na pequena parede e vira a cabeça para me olhar.

Me aproximo e me sento no parapeito do prédio, com as pernas penduradas. Estendo a mão para ajudá-la e Sophie faz o mesmo. 

— O pôr do sol daqui fica incrível. — Digo, desembrulhando os papéis da nossa comida. Entrego-a um hambúrguer e vejo seu sorriso largo.

— Você sabe o caminho para o coração de uma garota, rockstar, tenho que admitir.

— Você está se referindo ao hambúrguer ou à vista?

— Os dois. 

 Rio, mordendo uma batata frita.

O céu começa a adquirir um tom alaranjado que, refletido no rosto de Sophie, a deixa ainda mais perfeita. Fito o seu rosto, tentando guardar essa imagem com detalhes na memória. Ela se vira e fita meus olhos por um longo tempo. 

— Como você achou esse lugar? — Ela pergunta, voltando o olhar para o céu.

— Eu vinha aqui quando matava aula na época do colégio... Escrevi boa parte das minhas músicas nesse lugar. — Ela sorri, balançando a cabeça.

— Acho que o John tinha razão. Essa sua pose de bad boy é só uma fachada... — Dou uma gargalhada alta, que ecoa no silêncio do lugar.

— Eu tenho uma reputação a zelar, baby. — Tomo um gole longo de refrigerante antes de continuar. — Só preferia ficar sozinho... Sem ninguém me dizendo o que fazer ou como fazer.

— Você não está sozinho agora. 

— Eu disse preferia. — Sophie me olha, estreitando os olhos. — Agora, se pudesse, passaria cada segundo do seu lado. Não preciso me esconder ou fingir quando estamos juntos, você me deixa confortável e me faz sorrir. Além disso, faz meu pau ficar duro pra caralho, mas este não é o ponto. — Dá uma risada alta, quase se engasgando com a bebida. — Não quero que isso termine... Eu e você. — Ela fica em silêncio, fitando o horizonte, até terminarmos de comer.

Sophie se vira, descendo do parapeito e eu faço o mesmo. Me encosto na parede e ela fica em minha frente, com as mãos em meus ombros. Entrelaço minhas mãos em suas costas, rodeando-a pela cintura.

— Nós vamos fazer dar certo, rockstar. — Ela beija meu peito e abraça meu corpo com força. Ficamos assim por alguns instantes, até Sophie ficar de costas, olhando para o céu - agora em um tom escuro, sem a luz do sol. — Vai chover.

— Uhum... — Beijo seu ombro e ela se encosta em meu peito. Quase imediatamente sinto alguns pingos de chuva em meu braço. Começo a me desencostar do muro, mas ela se vira e, na ponta dos pés, beija meus lábios lentamente.

— Vamos ficar. — Sorrio, apertando-a contra mim e passando as mãos por suas costas.

Em poucos minutos a chuva vira uma tempestade, caindo forte sobre nós. Sophie tem um sorriso largo, com os cabelos ensopados caindo sobre o rosto - isso vai compensar o possível resfriado dois dias antes de uma turnê. O vestido branco ficou quase transparente e está inteiro grudado em seu corpo, revelando suas curvas que me deixam louco. 

Beijo seus lábios lentamente, sentindo a água se misturando com nossa saliva. Ela passa as mãos por dentro da minha camiseta, cravando as unhas de leve em minhas costas enquanto eu aperto sua bunda, pressionando minha ereção contra sua barriga.

— Devíamos ir baby, tenho uma surpresa enorme te esperando. — Ladeio um sorriso. Ela me olha maliciosamente e diz:

— Seu ego? 

— E meu pau. 

Puxo-a em direção à saída, rindo. Vamos até o carro de mãos dadas, os dois encharcados. No caminho de volta, Sophie olha pela janela com uma expressão distante e vazia. Quando paramos em frente ao seu prédio, antes de sairmos, pergunto:

— Tudo bem? — Ela dá um sorriso fraco e balança a cabeça, fazendo que sim.

Subimos até o apartamento e, ao fechar a porta, Sophie se pendura em meu pescoço e beija minha boca com violência. Passo a mão por baixo de seu vestido e pego-a no colo, com as duas mãos em sua bunda. Prendo-a contra a parede enquanto suas pernas apertam meu corpo. Ela afunda os dedos em meus cabelos e geme contra minha boca - sinto cada pelo do meu corpo arrepiado com este som.

 Levo Sophie até o quarto, parando nos pés da cama. Coloco-a no chão e arranco seu vestido depressa, me ajoelhando em sua frente. Passo as mãos por suas pernas lentamente - elas estão frias e arrepiadas com meu toque. Beijo o final da sua barriga enquanto puxo a calcinha branca para baixo. Olho para cima e vejo-a mordendo o lábio - ela não tem ideia de como isso me enlouquece. Passo a língua lentamente por sua boceta, sentindo-a molhada.

— Quero que você se sente, baby. — Ela se afasta, se sentando na cama. Fico de pé e começo a tirar minhas roupas molhadas, largando-as no chão de qualquer jeito. — Não aí… — Me aproximo, beijando seus lábios rapidamente. Me afasto, apontando para minha boca.

— Aqui.

— Pervertido… — Sorrio, me deitando no meio da cama. Sophie engatinha pelo meu corpo e para, ajoelhada com minha cabeça entre suas pernas. Ela se segura na cabeceira da cama e começa a mover os quadris. 

Aperto suas coxas com força, sugando seu clitóris inchado. Seus gemidos enchem o quarto e deixam meu pau ainda mais duro. Ela rebola mais, lambuzando minha cara, quando começo a foder sua boceta com a língua da forma mais depravada possível. Ergo a cabeça, sem parar de chupá-la, e vejo-a jogando o pescoço para trás - quase gozando. Aperto sua bunda, cravando minhas unhas em sua pele, empurrando-a ainda mais em minha boca, até que Sophie goza em um grito.

Ela se senta em meu colo e eu me encosto à cabeceira, acariciando seu corpo. Encaixa meu membro em sua entrada e começa a subir e descer, lentamente. Eu sorrio, mordendo os lábios e enchendo minhas mãos com seus seios.

— Esse seu sorriso cafajeste me deixa molhada… — Diz, ofegante em cima do meu pau. Dou uma gargalhada e me aproximo, beijando sua boca com violência. Ela aumenta a velocidade e eu fodo sua boceta de volta, chocando nossos corpos com força. Puxo-a para perto, pressionando seus seios contra mim. Ela geme em minha orelha e sinto meu pau prestes a gozar.

— Se deita na cama, amor. — Digo, em um tom baixo. Sophie obedece, me deixando por cima. Ela abraça minhas costas enquanto a penetro devagar, me forçando contra sua entrada apertada. Começo a me mover, olhando em seu rosto vermelho e suado. Seus olhos rolam e ela abre a boca, sufocando um gemido, enquanto sinto sua boceta se contraindo em meu pau. 

— Cass… — Sua voz é quase uma súplica. Movo meus quadris com mais velocidade, até não conseguir mais me segurar. Beijo sua boca, inspirando sua respiração quente e gozamos juntos em um gemido abafado. 

Nos deitamos de lado, com as pernas entrelaçadas, olhando nos olhos um do outro até nossas respirações normalizarem. Puxo-a para perto, até nossas testas se tocarem. Sophie sorri, acaricia meu rosto devagar e dá um beijo no meu nariz. Rio, torcendo o nariz.

— Ele é lindo. — Sua voz é fina e infantil. 

— Humm… Obrigado? — Nós dois rimos. Continuamos assim, até que seu semblante se torna mais triste e percebo seus olhos cheios de lágrimas. — Ei… — Sussurro. Ela fecha os olhos e se aconchega em meu peito, me abraçando com força. — Você sabe que pode falar comigo, hum?

— Eu sei... Vou ficar bem, não se preocupa. — Diz, em um fio de voz. Aperto seu corpo contra o meu, beijando o topo de sua cabeça. Não tenho a mínima ideia do que está acontecendo, mas vê-la assim está me fodendo, porque não sei como ajudar. 

 

 

 

Sábado 29/06/2019

 

— Ei, acorda rockstar. 

Abro os olhos devagar e dou de cara com Sophie sentada em meu colo, com uma xícara de café na mão. A luz do sol entra pela janela do quarto e bate em seu rosto, fazendo seus cabelos e os olhos brilharem. Ela está vestindo apenas uma calcinha preta minúscula e uma blusa fina grudada, marcando seus mamilos levemente enrijecidos.  

Sorrio, me sentando na cama. Tomo um gole do café e ela me observa, desconfiada.

— O quê?

— Você ronca. — Dou uma risada alta e ela ergue a sobrancelha, irritada. — Agora são oito da manhã e eu estou acordada desde às seis por causa do seu maldito ronco. 

—  Porra, você é linda brava, sabia? — Acaricio sua coxa ao lado do meu corpo. Termino a xícara de café e coloco no chão, ao lado da cama. 

— Acho bom você me foder muito bem pra compensar.

Me levanto da cama, com ela no colo, e caminho até o banheiro.

— Nós temos o fim de semana inteiro, amor. Eu planejo te foder pra caralho. — Sophie sorri, enlaçando meu pescoço com os braços.

Puta que pariu, eu sou completamente louco por essa mulher.
 



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