História Ghost - Imagine Han (Stray Kids) - Capítulo 1


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Palavras 390
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeira fanfic tuts tuts /(-3-)/

Que alguém leia isso, goste, favorite e comente, amém.

Créditos das fotos usadas pra ambas as capas: BtsVmin no deviantart

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Ghost - Imagine Han (Stray Kids) - Capítulo 1 - Prólogo

S/N

Durante toda a minha existência eu fiquei me perguntando o porquê de tudo na minha vida dar tão errado. É bizarro, de verdade. 

Quando eu tinha cinco anos, meu pai começou a ficar cada vez mais viciado em bebida, traía minha mãe com outras mulheres e quando ela descobriu, ele foi embora. Nós não vemos ele desde então.

Não muito tempo depois, acabamos perdendo nossa casa porque minha mãe não conseguiu encontrar outro emprego com salário o bastante pra pagar o aluguel depois que meu pai nos abandonou. Tivemos que nos mudar pra um apartamento minúsculo. A luz cai o tempo inteiro, o chuveiro não funciona direito e tem goteiras pra caralho quando chove. Ao menos minha mãe conseguiu um trabalho extra como faxineira do prédio.

Quando eu comecei a estudar, tinha dificuldade com tudo, e as outras crianças riam de mim por isso. Troquei de escola várias vezes. 

Conforme os anos passavam, minha mãe ficava cada vez mais deprimida. Ela tentava parecer bem na minha frente, sorria sempre, mas eu sabia. Eu conseguia escutar ela chorando baixinho quando pensava que eu estava dormindo. Um dia, antes de eu ir pra escola, ela sentou do meu lado no sofá, disse que tinha muito orgulho de mim e que me amava. Eu abracei ela e sorri, mas não me importei muito, ela dizia isso o tempo inteiro então, o que poderia dar errado, certo? Quando eu voltei, encontrei ela no chão, morta por uma overdose de remédios. 

Minha mãe era uma mulher incrível, ela suportou tudo isso por muito tempo. Eu espero que ela esteja em paz agora.

Depois disso, como eu ainda era menor de idade fui mandada pra morar com a prima da minha mãe, mas ela não se importava muito comigo, só aceitou cuidar de mim porque eu não tinha mais ninguém. Entramos num acordo de emancipação quando eu tinha dezesseis, mas agora que fiz dezoito, preciso começar a me virar sozinha de uma vez por todas. 

Quando saí pra procurar emprego, descobri que o apartamento onde eu morava com a minha mãe ainda estava vago. Agora eu moro nele, estudo e trabalho como garçonete. Eu tinha acabado de aceitar que talvez fosse finalmente ter uma vida comum, quando um fantasma apareceu na minha casa.

 Só que ele não era o Gasparzinho, e também não era nada camarada.


Notas Finais


Até a próxima galerinha do mal🤡


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