História Ghost - Capítulo 2


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Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Seulgi, Yeri
Tags Redvelvet, Seulgi, Seulri, Yeri, Yuri
Visualizações 16
Palavras 3.042
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só quem voltou com pontualidade kkkk
gente, isso aqui é definitivamente um milagre, não se acostumem, apesar de que eu realmente estou me dedicando diariamente em cada capitulo , mas né, por via das duvidas, da ocupação, falta de criatividade ... é melhor não prometer nada por hora.

Ah, tambem queria pedir desculpas por qualquer erro, eu revisei, porem sou desatenta e posso ter deixado alguns erros para trás, então, qualquer coisa estranha, deixa nos comentários ^^.

espero que gostem do capitulo.

Boa Leitura.

Capítulo 2 - 1.


- para onde as minhas princesas vão? - meu pai perguntou. Ele sorria, mas tinha aquela típica expressão de pai preocupado com suas garotinhas estampada no rosto.

- vou leva-las a uma festa. - o porta voz das garotas indefesas, Junmyeon, namorado/noivo da minha irmã respondeu, tornando a expressão de meu pai mais suave.

Irene e Junmyeon namoravam a quase seis anos e meu pai confiava no Kim de olhos vendados, mesmo que de inicio ele o detestasse tanto quanto os outros garotos, com o tempo a confiança no rapaz foi surgindo, e o noivado foi a cereja no bolo. Depois disso, Junmyeon passou de noivo da minha irmã a babá particular tanto dela quanto minha, ele sempre era convidado a todos os passeios, viagens e qualquer outra coisa que nos incluísse. 

Meu pai era uma boa pessoa, mas infelizmente ele fazia parte da pior espécie de conservadores que se possa imaginar, ele fazia o machista/preconceituoso, que só baixava a guarda com as filhas quando estas se casam e arrumam um homem de bem para vigia-las em seu lugar. Minha era estava quase realizando seu sonho, e ela nem sequer se importava de ter o namorado para cima e para baixo atrás dela, na verdade ela ficava mais do que feliz em poder ficar grudada no Junmyeon sempre que possível, o que eu achava a coisa mais ridícula/ opressiva desse mundo, mas quem era eu para falar nada.

Agora que eu era a suíça, a jóia preciosa e intocada da família, meu pai achava que eu devia ser protegida pela guarda nacional, se fosse necessário. Ninguem me tocaria até que fosse a hora e apenas o cara certo, bom e honesto receberia a benção dele. Tudo uma grande babaquice para estragar os meus roles. O único beneficio nessa historia é que Junmyeon tinha uma irmã, Wendy. Nós não éramos as melhores amigas do mundo, a gente praticamente só se via naquelas ocasiões familiares, mas eu gostava dela pois ela sempre tinha um plano para nos livrar da vigilância e sempre sabia como dobrar o irmão e consecutivamente a cunhada, para que os dois ficassem de bico fechado e não contassem nada sobre nossas fugas para os meus pais.

- Voltem cedo, Ok e, Jumnyeon, fique de olhos bem abertos, eu não confio nesses rapazes ocidentais. - reforçou seu pedido de sempre e o Kim concordou, dando aqueles abraços de tapinha nas costas do sogrão.

- vamos? - perguntou para nós, minha irmã ja pulando animada nos braços dele, enquanto Wendy e eu  levantavamos do sofá, eu com a minha cara de poucos amigos e uma vontade imensa de vomitar com aquela melação toda, e Wendy, que ria da minha cara e me dava tapinhas reconfortantes nas costas.

 

. . .

 

A festa ficava num bairro famoso por ser frequentado por surfistas. Quando minha irmã falou sobre a festa eu imediatamente imaginei um lugar bem zen, com pranchas de surf, pessoas sentadas em volta da fogueira, cantando musicas do jack jonhson enquanto alguém tocava violão, mas obviamente não tinha nada disso. Era uma festa bem comum na verdade, com musica eletrônica, pessoas bêbadas e muita fritação, nada de novo sob o sol.

- eu estou de olho em vocês mocinhas, nem ousem escapar, estão me ouvindo? – Minha irmã avisou, antes de nos infiltrarmos naquele emaranhado de pessoas, e nós nos entreolhamos, com aquele olhar de cumplice e um sorriso travesso antes de concordar, como dois anjinhos que acenavam com a cabeça, mas não iria rolar.

Era muito facil tapear aqueles dois, minha irmã normamente só bebia ponches nas festas e Junmyeon não bebia nada, mas com a vodka que a Wendy rouvaba do pai e sempre carregava no bolso para batizar os ponches da Irene, tudo ficava mais facil. Depois de alguns copos, Irene já ficava alta demais, dançando freneticaneticamnete, esbarrando nas outras pessoas e o namorado, tentava controlar aquele corpo dançante, perseguindo-a com os braços envolta de seu corpo, para que ela não encontasse em ninguem. Era naquele momento de distração que nós duas, cautelosamente, escapuliamos da vista dos dois. Talvez essa fosse a grande vantagem de te-la por perto em viagens, a gente sempre tinha um plano na manga para aproveitar a festa sem aqueles dois por perto.

- Nos encontramos no portão de saida, ta bom? – Ela gritou para mim, devido a musica alta que tocava na festa, e eu sinalizei positivamente com o polegar. – Divirta-se. – desejou-me, antes de se perder no meio daquela multidão de pessoas.

E a gente se divia nas festas, como disse, nós não eramos as melhores amigas do mundo, mas ela sabia que eu era diferente dela e respeitava isso e me dava meu espaço. Acabei indo para o outro lado, me afastando consideravelmente de onde ela ou minha irmã podessem estar, abandonei no lixo mais proximo a soda que bebia na presença dos mais velhos e peguei um shot de vodka. Fiquei sentada por ali, proximo onde os caras distribuiam bebidas, tentando ficar bebada o suficiente para ter coragem de dançar sozinha.

-não é bom para um garota estar bebendo sozinha, sabia?.  - uma voz feminina ao medo lado me disse, e eu a encarei. Ela tinha cabelos longos e negros, uma franjinha curta e roupas escuras, foi tudo que consegui registrar dela antes de ter minha alma sugada por seus olhos dementadores.

 

Eu odeio quando você parte,

mas gosto mesmo assim.

 

- Seulgi, pode se sentar. – o professor pediu, e ela gentiumente curvou-se em respeito e seguiu por entre as cadeiras até o seu lugar escolhido, a ultima cadeira lá no cantinho da sala.

Respirei fundo e desviei o olhar dela  para as minhas proprias mãos suadas sobre a mesa, eu mal podia acreditar naquilo, depois de tanto tempo, depois de tudo que havia acontecido, lá estava ela, na minha escola, na minha turma, e tudo que eu sentia era desespero, eu queria fugir, como havia feito há algum tempos atrás, mas dessa vez eu não poderia, teria de enfrentar tudo de frente.

- Bem, vamos inciar nossa aula de hoje. – O professor avisou, virando-se para o quadro negro, dando inicio a sua aula.

Eu estava estatica, os olhos frizados nas goticulas de suor que escorregavam pelos meus dedos.  E, ainda de cabeça baixa, fechei os olhos com força, “isso não esta acontecendo” pensei comigo mesma, engolindo seco antes de inclinar levemente a cabeça para trás, observando o canto da sala. Queria me certificar de que aquilo era, definitvamnete, uma alucinação, mas não era, ela estava lá, sentada em seu lugar, o rosto inexpressivo por trás da franja curta, meticulasemente alinhada sobre a testa.

Convencida de que não estava em devaneios, voltei a olhar para frente, respirei fundo e retirei meu caderno da mochila, eu iria simplesmente ignorara aquilo e focar na aula, mas quanto mais me esforçava para manter a concentração nas palavras do professor, mais sentia pontadas de dor em minha cabeça.

Os ponteiros do relogio parecia estar cansados demais para seguir em frente, minha mente parecia querer brincar comigo, pensando em tudo, menos na aula e Joy, bom, Joy havia escolhido o pior dia para não enteder nada da aula, me cutucando as costas o tempo todo pedidno por explicaçoes, que eu tentava ignorar, mas a persistencia dela não permitia.

E toda vez que me virava, lá estava ela, me fuzilando com seus olhos felinos, fazendo meu coração pedir socorro, batendo forte no peito como se quisesse fugir de meu corpo.Eu me virava para frente, respirando pelas narinas e expirando pela boca, dizem que ajuda a manter a calma, mas nem a bebida forte resolveria meu problema, meu coração se recusava a ficar calmo com Seulgi por perto, ele se recusava a ser imune ao efeitos que ela causava sobre mim.

 

 

- E-eu, não, não estou sozinha, minha, minha irmã esta aqui. – disse, corando vergonhosamente, tentando fugir de seus olhos misteriosos, falhando miseravelmente, pois eles pareciam imãs, que me puxavam e arrancavam todo o raciocínio de mim, me deixando quase sem ação.

A garota sorriu e bebericou de sua bebida, parecia se divertir com meu estado de gagueira esgueirou-se um pouco sobre o balcão, observando o banco vazio ao meu lado antes de voltar a manter contato visual.

- Sua irmã é invisível. – disse, apontando para o banco.

-É que, eu. – Fechei os olhos com força, tentando arrumar uma boa desculpa, que não veio. Eu não queria falar que estava ali com duas babás de estimação me vigiando, mas acabei falando a verdade. – eu escapei dela, é um saco vir a festa com gente velha de babá.

- entendo. – assentiu, olhando para as mãos que brincavam com o copo vazio. – mas, como dizia, não é bom para uma garota estar bebendo sozinha, ainda mais sendo  estrangeira.

- como sabe que sou estrangeira? - Franzi o cenho, lhe observando de forma curiosa.

- seu inglês, é bem carregado, o meu também era, mas aperfeiçoei. – ela disse, mudando o inglês para o coreano e eu abri a boca, surpresa

- você é coreana? – perguntei o obvio e ela assentiu.

- sou sim. – respondeu, e eu sorri.  Eu detestava falar em inglês, meus pais sempre me perturbavam muito para treinar minha pronuncia todos os dias, mas eu nunca fazia, então sempre viajava com meu velho inglês carregado e enferrujado. Pelo menos agora eu poderia falar na minha língua nativa sem muitas preocupações – então, posso te fazer companhia? Prometo que não vou bancar a babá.

- Claro que pode. – respondi animada, arrancando dela um sorriso ladino.

- já esta aqui a quanto tempo? – perguntou, empurrando o copo para o garoto eu passava, que encheu novamente com o liquido alcoólico.

- uma semana, meus pais vieram para passar o mês. – disse, tomando de uma vez o restante da vodka que ainda restava em meu copo. – eles têm um projeto louco de visitar os cinqüenta estados, este é o quarto.

- Isso é muito bacana. – disse, tomando um gole de seu drink. – eu já fui há alguns estados, mas sempre passo férias aqui, meu pai é americano então temos residência aqui, o que me faz conhecer esse lugar com a palma da minha mão, então, sei lá, se também precisar de companhia ou quem sabe uma guia turística, estou a disposição.

- sério? Tipo, sério mesmo? – ela concordou com a cabeça, rindo da minha euforia exagerada. -nossa, eu adoraria, eu estava mesmo querendo fugir dos meus pais, sempre que a gente viaja, ou eu saio só com ele para aqueles passeios super chatos em família, ou saio para lugares até legais, mas com minha irmã e o namorado de babás.

Eu sorri na hora, mas logo desfiz , eu aceitaria o convite sem pensar duas vezes, mas claro, não havia chance alguma com meu pai empurrando Junmyeon e Irene para ficarem na minha cola, seria um fiasco.

- Quem sabe. – foi tudo o que disse, empurrando o copo vazio no balcão. Porra, nada de interessante acontecia na minha vida monótona  e a primeira coisa legal o primeiro convite que recebia na vida de alguém interessante não tinha nem chance de acontecer.

-qual o seu nome? - perguntou, empurrando também seu copo vazio no balcão.

- Yeri.  – respondi, observando atentamente sua mão mergulhar no bolso da jaqueta de couro.

Ela retirou de lá um papel, e deslizou o braço pelo balcão, com o mesmo preso entre seus dedos indicador e médio. O peguei, e ela sorriu, levantando-se do banco em que estava sentada ao meu lado.

- Você já vai? – consegui perguntar antes que ela se afastasse.

- nos vemos qualquer dia, Yeri. – disse, sorrindo ladino antes de dar as costas, sumindo no meio daquela multidão de pessoas.

Eu olhei para o papel em minha mão e o abri, encontrando seu telefone rabiscado com uma caligrafia bonita.

Guardei o papel no bolso da calça e sorri para mim mesma. Eu estava feliz, eu nem sequer sabia o nome dela, no meio de tudo eu nem sequer havia conseguido perguntar. Eu nem sabia se teria coragem para chamá-la ou se conseguiria encontrá-la novamente e mesmo assim eu estava feliz, absurdamente feliz. Naquele dia eu não sabia, mas ela seria mais que uma conversa de uma noite, ela seria muito mais.

 

 

Quando o sinal do intervalo finalmente tocou, suspirei aliviada só de pensar em passar alguns minutos com os meus amigos, longe daquela sala claustofobica e longe dos olhares de Seulgi,

Ao chegamos no refeitorio, alguns de nossos amigos já estavam, Joy praticamente voou ao ver o namorado Taeyong, acelerando o passo, e ao se aproximar da mesa, jogou-se no colo do garoto, o abraçando fortemente, como se tivessem passado anos distantes um do outro

- Achei que não ia vir hoje, voce não apareceu mais cedo. – Joy disse, foramndo um biquinho triste nos labios

-Foi mal, eu me atrasei, meu relogio biologico ainda não se acostumou com a ideia de voltar a estudar. – sorriu da expressão da namorada, eixando um selinho no bico que ela fazia

Eu me sentei do outro lado da mesa, tentando ficar longe do casal meloso.

- Todo mundo se atrasou hoje – disse luna ao meu lado enquando desenrolava seu sainduiche do plastico filme.

- Eu senti tanta falta de voces, mas senti mais do Tae, obviamente. – Joy disse, dando um beijo no namorado

- Vão para um motel. – disse brincalhona, me juntando a turma na mesa.

- Ata, até parece que voce não faz pior quando o Lee esta por aqui.

- nós não fazemos isso. – disse, dando um tapinha no braço de Joy.

Oi pessoal. -  Amber , surgiu atrás de nós, tentando sentar-se ao meu lado enquanto eqilibrava a bandeja do lanche que destradosamente pendeu para o meu lado, fazendo o copo de suco cair, manchando a blusa do meu uniforme – Meu Deus, Yeri, me desculpa. – pediu desesperada, largando a bandeja de qualquer jeito sobre a mesa para tentar me ajudar a limpar a mancha com um guardanapos.

- Tudo bem, não precisa se preocupar, é apenas suco. – sorri, tentando deixa-la mais tranquila. – eu vou no banheiro limpar isso e já volto. - Todos concordaram e eu me levantei, indo em direção ao banheiro feminino.

Retirei a blusa que sempre usava por dentro da saia do uniforme, esticando bem o tecido para que a agua caisse nela e esfreguei um pouco, conseguindo me livrar parcialmente da mancha. Suspirei frustrada e pergunte a mim mesma se minha volta as aulas poderia ficar ainda pior, e como se alguma divindade tivesse lido minha mente,  a porta de uma das cabines fora destravada, revelando a mim pelo reflexo do espelho o rosto inespressivo de Seulgi.

 Eu pretendia continuar a lavar minha blusa, fingindo não te-la visto ali, ignora-la era o meu plano desde o inico de tudo afinal de contas. Mas eu sumi sem deixar rastros, e claro, qualquer um que tenha passado por tal situação, perder alguem de vista e nunca mais ter noticias, ao ver essa pessoa voce quer saber o que aconteceu, certo? Com Seulgi não foi diferente.

-Olha, parece que nos encontramos novamente. – disse, recostando-se a porta da cabine de onde havia saido. – vai me contar porque desapaeceu?

- O que voce faz aqui? – soltei a pergunta de uma vez, soando um pouco rude, recostando na pia de marmore.

- quer mesmo saber o que vim fazer no banheiro? – perguntou ironicamente, com um sorriso nos brincalhão nos labios.

revirei os olhos e bufei impaciente, cruzando os braços sobre o peito, detestava quando tentavam me tirar de tempo e era justamente o que ela gostava de fazer.

- voce não me respondeu minha pergunta.

- nem voce a minha, então. ..

-  Eu não desapareci, se tivesse voce não estaria me vendo agora.

-  não pague a engraçadinha.

-  não estou pagando nada e voce não me respondeu o que faz aqui, voce não disse que morava em Icheon?–  cruzei os braços, irritada.

- Nossa. – fez uma expressão supresa. - sempre achei que voce nunca havia recebido meu endereço, já que nunca respondeu minhas mensagens, parece que eu estava errada esse tempo todos.

- não muda de assunto.

Ela bufou, trocando o peso de uma perna para a outra.

- minha mãe se mudou a trabalho para Seul  e essa era a unica escola que ainda aceitava novatos, acredite em mim, se eu soubesse que voce estudava aqui, tinha implorado para estudar em outra escola, de preferencia uma bem longe.

- Ainda da tempo, tenho certeza que tem varias escolas com vagas por ai.

- do que voce tem medo hein, Yeri? De que eu fique te perseguindo por ai? – riu soprado. – sinto muito, não vai rolar, eu prefiro pessoas autenticas, sabe? Que assumem quem são ao inves de ficar se escondendo no armario,

- Não tenho nada para assumir, Seulgi, eu não sou lesbica, aquilo que aconteceu nas ferias não foi nada alem de curiosidade, eu só queria saber como era ficar com uma menina, só isso, sinto muito se voce se iludiu comigo.

- Curiosidade.- riu soprado, observando o espaço a nossa volta antes de olhar novamente nos meus olhos – voce é uma pessima mentirosa, sabia? Mas se acha que vai se sentir melhor se eu acreditar, ok, eu finjo que acredito. – inclinou-se mais para frente, aproximando o rosto do meu, tão proximo que podia sentir seu halito contra a minha pele. – mas, voce vai continuar vendo a minha cara todos os dias, porque eu não vou trocar de escola, e se minha presença é tão encomoda para voce, Kim Yeri, mude-se voce.  - Ela se afastou, e a passos firmes retirou-se do lugar, batendo a porta na saida.

Eu permaneci  intacta em meu lugar, recostada na pia de granito, olhando para os proprio pés, respirando todo o ar que havia perdido com a aproximação repentina. Meu olhos ardiam pelas lagrimas que ameaçavam escorrer por meu rosto. Aquilo só podia ser um pesadelo, ter de olhar para Seulgi todos os dias seria um pesadelo e ela tinha razão, eu precisava que ela acreditasse naquilo para me sentir melhor, precisava que ela aceitasse que eu não poderia ser aquela pessoa que ela esperava, aquela pessoa só me trouxe problema. Amar alguem que não podia doía menos que passar por tudo que eu havia passado alguns meses atrás.

 

 


Notas Finais


Duvidas, angustias, traumas ... deixa nos comentários.

aliás, queria explicar que a historia vai se revezando em momento do presente e do passando da Yeri, espero que não esteja confuso e se caso estiver, me avisem que dou um jeito de mudar, ok?

por hoje é isso, fiquem na pas.


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