1. Spirit Fanfics >
  2. Ghost Whisperer >
  3. Despedidas e Olás

História Ghost Whisperer - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, chegando com o segundo capítulo
a foto da capa é pra vcs visualizarem melhor o Taehoon
boa leitura e desculpa caso haja algum erro

Capítulo 2 - Despedidas e Olás


Fanfic / Fanfiction Ghost Whisperer - Capítulo 2 - Despedidas e Olás

Três dias se passaram, Yeri não apareceu em momento algum e Jisoo tentava não surtar, mesmo sabendo que ninguém pode machucar a garota... Quer dizer, ninguém além dela e das “sombras”... Mas as sombras são assunto para outro momento, agora é Park Taehoon.

Como acharam o corpo, conseguiram evidencias que talvez levem ao assassino e agora o corpo foi liberado para que a família possa enfim se despedir do garoto. Como o caso teve grande repercussão na mídia, muita gente queria prestar condolências, mas também havia muitos comentários horríveis por se tratar de uma família lgbt, então decidiram manter o funeral privado e com proteção policial, afinal o momento já é difícil o bastante sem pessoas preconceituosas o tornando ainda pior, então Jisoo teria que tentar se aproximar com o máximo de cuidado possível.

- Jisoo noona, já está na hora? – Taehoon pergunta, despertando a garota de seus devaneios e ela o olha. Agora o garoto já não tem mais uma aparência assustadora, o ferimento está limpo, suas roupas mudaram e é possível ver o garotinho adorável que outrora fora.

- Sim, está, já vamos. – Jisoo responde e se levanta da cama, onde estava sentada pela última meia hora torcendo para que Yeri aparecesse, o que não aconteceu.

Tentando manter a calma, a garota saiu de seu pequeno apartamento, que mantinha com a ajuda dos pais, afinal o salário que recebe na loja de cds não seria o suficiente para bancar a moradia e a faculdade e seus pais vivem no Japão por causa do emprego do pai em uma empresa multinacional poderosa, já que pediu transferência após a tragédia que abalou a família a pouco mais de 1 anos atrás.

Como sempre, assim que entrou no táxi, colocou os fones de ouvido para disfarçar e poder conversar com Taehoon sem que o motorista a achasse uma louca que fala sozinha e assim que se acomodaram, ela pergunta ao garoto:

- O que posso falar para elas que as faça acreditar que eu te conheço?

- Diga para Chaeng noona que eu encontrei a música que ela escreveu para mim e fiquei feliz, ela vai saber porque não contou para ninguém sobre a música, nem mesmo para as mamães... era pra ser uma surpresa no meu aniversário. – ele responde.

- Certo... – Jisoo diz e se cala.

O resto do trajeto foi feito em silencio, nenhum dos dois tinha o que falar e ambos estavam nervosos. A garota tentava pensar em como abordar o assunto sem assustar a família ou faze-las pensar que é louca ou alguma aproveitadora querendo tirar vantagem do sofrimento delas.

Assim que o táxi parou em frente ao local, Jisoo percebeu a quantidade de jornalistas presentes e que teria que ser extremamente cautelosa ao agir para não chamar atenção, não pode correr o risco de se expor, a última coisa que deseja são os holofotes da mídia voltados para si, gosta de sua vida anônima e pacata.

- Noona, vamos? – Taehoon a chama e Jisoo o segue até a entrada, onde um segurança e a garota que viu no dia que encontrou Taehoon estão e respira fundo.

- Você é Park Chaeyoung, certo? – Jisoo pergunta hesitante, embora soubesse muito bem a resposta.

- Sim, e você, quem é? – a garota loira pergunta, a voz meio falhada, claramente desgastada após dias chorando, o rosto pálido, sem maquiagem alguma, transparecendo o peso de sua dor.

- Sou Kim Jisoo, eu... – começou mas Chaeyoung a interrompe.

- Olha, se você é alguma repórter ou algo do tipo querendo uma matéria sobre a “família errada” que foi punida por Deus, veio em hora errada, então sugiro que vá embora e não nos procure mais. – a loira diz secamente e tenta se afastar mas Jisoo a segura.

- Eu não sou repórter nem nada do tipo, sou apenas uma estudante de música e uma mensageira. – Jisoo diz e Chaeyoung a olha desconfiada.

- Mensageira? Vai me dizer que alguém mandou uma mensagem para a família estranha que mereceu perder o filho? – diz com ironia.

- Não, vou dizer que Taehoon tem uma mensagem para vocês. – Jisoo diz séria e Chaeyoung puxa o braço irritada, lágrimas surgindo em seus olhos.

- Uma mensagem de Taehoon? Que tipo de doente você é?! Acha engraçado vor ao funeral do meu irmão e debochar da nossa perda?! – Chaeyoung grita, atraindo a atenção das pessoas e suas mães se aproximam.

- Chaeyoung, o que está acontecendo aqui? Se controle, por favor, não queremos escândalo aqui. – a mulher que Taehoon disse se chamar Chaerin diz, amparando Sandara, que ainda sofria as consequências das agressões sofridas e o peso da perda do filho mais novo.

- Essa... louca! Disse que veio trazer uma mensagem de Taehoon! Ela quer brincar com a gente! – Chaeyoung diz apontando para Jisoo, que tenta explicar.

- Não é nada disso, por favor, me ouçam, eu preciso falar com vocês três em particular.

- Por que deveríamos? Não te conhecemos.

- Mas Taehoon conhecia. – Jisoo diz.

- Pois ele nunca me falou de nenhuma Jisoo e ele me contava tudo. – Chaeyoung diz irredutível.

- Infelizmente ele não teve tempo, mas ele me falou de você, era basicamente a única coisa que ele falava. – Jisoo diz e sorri. – “Chaeng noona é tão bonita! Mas ela não sabe, sempre diz que não é!” ele dizia bravo. E também disse “Chaeng noona é tão talentosa, você precisa ouvi-la cantando e tocando violão! Ela pensa que eu não sei, mas ela escreveu uma música para mim! – Jisoo diz repetindo tudo que o garoto lhe disse durante esses 3 dias e Chaeyoung avança nela, transtornada.

- Como sabe de tudo isso? Além de louca é algum tipo de stalker?! – pergunta chacoalhando Jisoo.

- Chaeyoung, para, se acalma! – Chaerin pede, tentando tirar a filha de perto de Jisoo. – Vamos ouvir o que ela tem a dizer!

- Mãe! Você vai acreditar nessa... estranha?! – Chaeyoung pergunta surpresa.

- Filha, vamos nos acalmar, certo? Não queremos ainda mais atenção sobre nós agora, então vamos para a sala privativa. – Chaerin ordena e novamente vai amparar a esposa, que permanecia calada e Chaeyoung bufa contrariada.

Em silencio, Jisoo segue as mulheres Park e sua filha até uma sala vazia, a mão gelada de Taehoon segurando a sua ele sorri para ela, encorajando-a e ela retribui o sorriso. Assim que entram, Chaerin fecha a porta e ajuda Sandara a se acomodar no pequeno sofá, então cruza os braços e olha séria para Jisoo.

- Certo, agora que temos privacidade, comece a falar! Qual a sua ligação com o meu filho?!

Jisoo respira fundo, se preparando para falar e sentiu mais uma vez o aperto gelado em sua mão.

- Primeiramente, quero dizer que não vou achar ruim se realmente me acharem louca, não será a primeira, nem a última vez que acontecerá, é normal, nem todo mundo reage bem ao diferente. – ela diz e Chaeyoung ri ironicamente.

- Sério que você vai dizer isso logo para nós? Engraçado...

- Park Chaeyoung, já chega! Deixe a garota falar! – Chaerin diz firme. – Aliás, como é seu nome, garota.

- Kim Jisoo, senhora. – Jisoo responde educadamente.

- E como conheceu o pequeno Tae?

- Bem, aí é que vocês vão começar a me achar louca. – Jisoo diz um tanto nervosa. – Antes, vocês precisam saber que eu fiz a denuncia anônima que levou a policia até o local e... – Jisoo começa a explicar mas para ao sentir as mãos de Chaeyoung em sem pescoço, sufocando-a.

- Foi você?! Foi você a doente que fez isso com meu irmão?!

- Chaeyoung! Para, filha! – Chaerin tenta interferir, mas não consegue, Chaeyeoung está fora de controle e Jisoo quase perdendo os sentidos pela falta de ar.

Taehoon observava tudo assustado, nunca tinha visto a irmã assim e ver Jisoo ficando roxa pela falta de oxigênio o fez agir sem pensar: ele pulou nas costas da irmã e sussurrou em seu ouvido como fazia quando brincavam de esconde-esconde em casa.

- Chaeng noona, encontrei você!

Chaeyoung congelou, afrouxando aperto no pescoço de Jisoo e Chaerin aproveitou para socorrer a garota, que estava com os lábios tão roxos quanto seus cabelos e a afastou de Chaeyoung, que permanecia estática, com Taehoon em suas costas, acariciando seu rosto.

- Vamos, Jisoo, respira, com calma, você consegue. – Chaerin instruía a garota. – Isso, calma, inspira e expira. – ela dizia e aos poucos Jisoo foi se recuperando.

Sandara surgiu com um copo d’agua e o entregou a Jisoo, depois se aproximou de Chaeyoung, que parecia ter visto um fantasma (o que é quase verdade, mas ela na verdade o sentiu).

- Chaeng? Filha, o que houve? – Sandara pergunta em voz baixa, mas não tem resposta. – Filha, fala comigo, está me deixando preocupada! – Sandara fala começando a entrar em desespero e chacoalha a garota e Chaeyoung pisca, como se saísse de um transe e lágrimas escorrem por seu rosto.

- Taehoon... – a garota sussurra e Sandara a abraça.

- Eu sei, meu amor, nós o perdemos, mas...

- Ele está aqui! – Chaeyoung interrompe a mãe, que se afasta chorando.

- Está mesmo, naquele caixão, naquela sala, eu sei muito bem onde, infelizmente o meu bebê está!

- Não, mãe! Ele está aqui, eu o senti, eu o ouvi! – a garota insiste.

- Chaeyoung, pare de falar besteira! Não torne tudo pior! – Chaerin briga ao ver a esposa nervosa e corre até ela.

- Fale para elas, Jisoo noona! – Taehoon, que havia descido das costas da irmã, pede.

- Ela está certa, senhora. É por isso que eu estou aqui. – Jisoo diz, a voz rouca pelo enforcamento e Chaerin a olha irritada.

- Eu te defendi e te dei a chance de falar, mas se vai vir com essas loucuras, peço que se retire imediatamente!

- Eu não estou surpresa com a sua reação, é normal, como eu disse antes, nem todos reagem bem ao diferente, ainda mais algo que acreditam ser impossível. – Jisoo diz calma. – Mas estou aqui para dizer que é possível sim. Eu vejo, ouço, falo e até consigo tocar fantasmas e um deles é o Taehoon.

- Não, cala a boca, eu não acredito nisso! – Sandara diz agoniada, cobrindo as orelhas.

Taehoon olha para Jisoo, que acena positivamente e o menino se aproxima da mãe e senta-se no colo dela, acariciando seu rosto e ela estremece levemente.

- Agora ele está sentado em seu colo, senhora Park, e está sorrindo por poder fazer isso novamente, mesmo que seja a última vez. – Jisoo diz. – Ele disse que era algo que adorava fazer, sentar-se em seu colo e ouvir a irmã tocar e cantar, enquanto Chaerin cozinhava.

- Como... como ele está? – Chaeyoung pergunta hesitante.

- Agora você está caindo nessa, Chaeyoung? – Chaerin pergunta incrédula.

- Rin.... – Sandara a chama e a esposa a olha. – Eu... eu o sinto... nosso menino está aqui. – diz com a voz embargada pelas lágrimas e Taehoon sorri, estendendo a mãozinha até sua outra mãe, passando os dedinhos levemente por seu rosto e a expressão dura e cética deu lugar para a surpresa.

Jisoo sorriu ao presenciar a cena e Chaeyoung se aproximou das mães, completando a a bela visão que só Jisoo tinha.

- Ele está bem, sorridente, feliz por poder ver vocês de novo. – Jisoo responde a pergunta de Chaeyoung.

- Mas... como...? – Chaerin pergunta confusa e Jisoo ri, entendendo o que ela queria saber.

- Nem eu mesma sei, é um dom, ou uma maldição, depende de como cada um vê, que faz parte de mim, não sei de onde veio, nem como, nem o porquê, apenas aceitei. – responde dando de ombros.

- E como você o encontrou?

- Na verdade, ele que me encontrou. Eu estava na faculdade quando ele surgiu dizendo que tinha se perdido e me pediu ajuda para encontrar a mamãe Dara. – Jisoo diz e suspira. – Ele nem ao menos entendia o que havia acontecido, mas conversamos e ele me levou até o local, então liguei para a policia e fiquei observando de longe.

- Ele... ele sabe quem fez isso? – Sandara pergunta esperançosa e Jisoo nega.

- Infelizmente não. Conversamos sobre o que ele lembra, mas nada que leve ao desgraçado, só sabe que era um homem. – ela diz e Sandara abaixa a cabeça, sentindo-se impotente por não ter conseguido proteger seu pequeno menino.

- Noona, diga para a mamãe que não foi culpa dela, ela não falhou comigo. – Taehoon pede.

- Senhora Park, Taehoon sabe que você se culpa e pediu para lhe dizer que não foi sua culpa, você não falhou com ele, você foi apenas outra vitima, todas vocês foram, e não podem se prender a uma culpa que não lhes pertence. Ele quer que vocês sejam felizes, que lembrem dele e sorriam, pois vocês o fizeram o menino mais feliz do mundo e ele não poderia ter tido uma família melhor. – Jisoo diz emocionada. – Ele é grato por ter tido a chance de viver com vocês e ser tão amado.

- Como eu posso ser feliz sem ele? Minha vida é incompleta, eu acordo todos os dias esperando ele entrar no meu quarto gritando “mamãe, mamãe, é hora de levantar!”. Vou até o quarto dele todas as noites esperando ver seu corpinho sobre a cama esperando o meu boa noite! Me diz, como eu posso simplesmente esquecer?! – Sandara diz e desaba em um choro intenso, sendo seguido por sua filha.

- Noona, diz que ela não precisa esquecer, eu vou sempre estar com ela, vou sempre ser o anjinho dela, da mamãe Chaerin e da Chaeng noona, elas foram as melhores para mim.

Jisoo repetiu as palavras para elas, tentando conter as próprias lágrimas ao lembrar de seu próprio anjinho.

- Tae, me perdoa por ter gritado com você e te expulsado do meu quarto... Se eu pudesse voltar no tempo... – Chaeyoung diz entre soluços.

- Fala para ela que eu entendo, não fiquei chateado, eu sei que ela estava naqueles dias e que ela me ama.

Jisoo repetiu as palavras, o que provocou pequenos sorrisos nas mulheres.

- Ele sempre foi um menino esperto... – Chaerin diz.

- Noona, diz para omma Chaerin que ela sempre foi incrível, sempre cuidando de nós, sempre foi forte, mas que é bom pensar um pouco nela também. Sei que ela quer cuidar da mamãe e da Chaeng, mas ela pode se permitir chorar também. E diz para a noona que eu sinto muito orgulho dela, um dia ela vai ser uma cantora muito famosa! – Taehoon diz. – E diz que eu sinto muito por não poder cumprir a promessa de ir ao primeiro show dela, mas não é para ela desistir, ela tem um futuro brilhante, mesmo que eu não faça mais parte dele. E diga que eu sempre vou ama-las, que elas me ensinaram a forma mais bonita de amar e não podem se esquecer disso. – ele diz sorrindo e de repente olha para o lado e diz animado: - Noona, olha que luz bonita! – e Jisoo soube que era a hora do adeus...

- Eu não posso ver, pequeno, essa luz é apenas para você. – Jisoo diz sorrindo. – Você cumpriu sua missão, é hora de ir. – ela avisa e o menino dá um beijo em cada mãe e na irmã e corre até Jisoo, abraçando-a.

- Obrigada por me ajudar, noona! Se cuide, e cuide da Chaeng, por favor, ela é meio solitária as vezes... Assim como você. – ele diz e caminha em direção a luz. – E pare de se torturar, não foi sua culpa! Como você mesma me disse uma vez, essas coisas acontecem! Tchau, noona.

No segundo seguinte, o menino já não estava mais ali, tendo deixado apenas uma leve brisa com seu cheiro para trás, assim como a família que chorava sua perda.

- Ele já foi... – Jisoo avisa e repete cada palavra dita por ele, embora sentisse o impacto das palavras que foram destinadas a ela.

- Jisoo, obrigada por nos ajudar a ter uma despedida... E me desculpe por quase ter te estrangulado. – Chaeyoung diz envergonhada, tentando conter as lágrimas.

- Tudo bem, eu entendo, é um choque e, acredite, não foi a primeira vez. – Jisoo diz. – Agora que já cumpri meu dever, preciso ir. – ela avisa. – Por favor, não se esqueçam das palavras de Taehoon, vocês são uma família incrível e merecem ser felizes. – pede e caminha em direção a porta.

- Espera, fica mais um pouco. – Chaeyoung pede, por algum motivo, queria ficar perto da garota, mas Jisoo nega.

- Eu preciso ir, tenho algo para resolver.

- Então me passe seu número, assim posso falar com você outra vez.

Jisoo se surpreendeu com o pedido, era a primeira vez que algo assim acontecia, mas passou e depois saiu apressada, sentia-se sufocada por sua própria dor, sua própria culpa e precisava ficar sozinha.

Mas o destino tem outros planos para ela...

Assim que encontrou um beco afastado, longe da vista das pessoas que passavam, abaixou-se, tentando controlar a respiração e as batidas descontroladas de seu coração. Pensava estar completamente sozinha, até uma voz surgir e mostrar que estava enganada.

- Droga, lá vem outra drogada atrapalhar o meu sossego.

- Eu não sou nenhuma drogada, sua imbecil, estou apenas tendo um dia ruim. – Jisoo diz indignada e levanta a cabeça pronta para brigar, até que notou um pequeno detalhe... “Ah, mal mandei um e já veio outro...” pensou e suspirou, cansada, enquanto a garota (que é muito bonita, aliás) a encarava surpresa.

- Você pode me ouvir? – ela pergunta chocada.

- Te ouvir, te ver e até mesmo te socar se me ofender novamente. – Jisoo diz tranquila.

- Interessante... – a garota diz sorrindo e Jisoo estremece, mas não deixa de notar o quão bonito é o sorriso.

Mas alguma coisa diz a Jisoo que essa fantasma lhe dará mais trabalho do que todos os que vieram antes dela...


Notas Finais


bem, é isso
qualquer dúvida, reclamação ou xingamento @sooyerong é o meu tt
até o próximo o/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...