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História Ghostly Kisses (Ereri) - Capítulo 1


Escrita por: killerymoon

Notas do Autor


oi oi, tudo bom com vocês? ♡
minha primeira estreia no site, logo com uma ereri (e com levi ativo sim, então se você não gosta desse shipp, nem vem chiar aqui, sério). para quem gosta, espero que curta muito e me perdoem os erros de português. fiquei tão animada para postar que nem tirei um tempo para revisar, e faz um tempinho que eu não escrevo, então talvez tenha bastante repetição, sorry ;u;
enfim, boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Ghostly Kisses (Ereri) - Capítulo 1 - Capítulo Único

Fazia um certo tempo que estavam deitados na cama, de frente para o outro, trocando beijos demorados e carícias que davam indícios que poderiam deixar de serem castas a qualquer momento, pois quando se tratava deles, era quase impossível de existir qualquer tipo de controle. Não que Levi quisesse, de fato, se conter com o namorado. E tampouco Eren queria que isso acontecesse, mas em breve chegaria o maldito horário que impossibilitaria qualquer contato mais íntimo entre eles. 

Eren simplesmente odiava quando se aproximava das 15 horas. Era justo a parte do dia no qual Levi precisaria parar tudo que estivesse fazendo para começar a se preparar para a reunião de seu trabalho. Normalmente, era feita através de vídeo conferências e dependendo dos dias, tomava boa parte da tarde do Ackerman.

Levi trabalhava como vendedor para uma certa empresa de Tóquio. Em seu setor, costumava realizar projetos com outros funcionários para apresentá-los a clientes interessados em tais áreas nas quais as mais buscadas no mercado, eram voltadas para o comércio e turismo. E como a procura era intensa por conta do bom status que a empresa mantinha, Levi possuía reuniões quase todo o dia. Era raro ter o período vespertino completamente livre para si e aquilo enlouquecia Eren. 

No mais, o que o tornava mais ensandecido diante de toda a situação era que o seu namorado sabia muito bem como atiçá-lo para o deixar clamando por mais, sem poder de fato, entregar tudo o que tinha no exato momento em que o fazia. 

E naquela tarde de terça-feira não foi diferente. 

Depois de intensos minutos deitados na cama, Levi finalmente buscou forças para interromper a brincadeira com o Yeager. Tratava o que tiveram daquela maneira, pois a pegação que tiveram logo nesse início de tarde nada era comparada ao que realmente faziam. E se não colocasse um ponto final, antes que Eren começasse a usar os seus métodos sujos para mantê-lo entre os lençóis, acabaria se rendendo pelas orbes esmeraldas que o enfeitiçavam. 

Muitas vezes, Levi precisava desviar o olhar para não cair nos desejos sombrios do namorado. Parecia que Eren sabia muito bem que o Ackerman estava na palma da mão dele e bastava estalar os dedos que o mais velho viria a fazer tudo que ele pedisse. E ele gostava de ter esse poder todo. Seu peito se enchia de orgulho por essa razão, à medida que outro sentimento se expandia ao mesmo tempo. Sentimento tal que fazia com que os dois acabassem com várias marcas roxas e arranhões. Mas, ele sabia ser paciente e esperar pelo melhor momento para provocar o namorado. Aliás, em todo esse tempo em que estiveram juntos, descobriu que Levi Ackerman não era um homem tão ponderado, como parecia. Bastava gemer bem rouco em seu ouvido, ou, até mesmo se despir em frente a ele que o namorado se tornaria uma fera louca para atá-lo. 

Eren conhecia tais lados de Levi como ninguém, e tal fato assustava um pouco o Ackerman. Como conseguiu encontrar alguém que o fazia recordar-se de lados que nem ele próprio fazia ideia que existiam? E não tinham tanto tempo de relacionamento. Eram apenas meses comparado ao que teve com Erwin Smith, uma das suas grandes paixões. Mas, o loiro não o fazia se sentir da mesma forma que o Yeager. E por isso, não teve nenhum remorso em deixá-lo para trás e seguir a sua vida com Eren. O amor que nutria pelo namorado era fogo de tão intenso, porém suave como uma noite na praia. Amá-lo era muito fácil e o acalmava consideravelmente. Não havia cobranças, nem segredos… Apenas, promessas que viriam a cumprir mais tarde e sonhos sujos, carregados de desejo que sentiam um pelo o outro. 

E se Levi não fosse determinado o suficiente, passaria o dia na cama com o Eren. Tendo noção disso, o moreno lançou um sorriso safado e se aconchegou melhor nos lençóis finos que não cobriam quase nada do seu corpo completamente nu. Uma das mãos pousou atrás da cabeça, para lhe servir como suporte, e a outra ficou jogada ao lado do tronco. Mesmo naquela posição totalmente inofensiva, o Ackerman precisou abaixar o olhar para não cair na hipnose do namorado. 

Eren estava com algumas marcas feitas recentemente pelas mãos do outro, e alguns chupões ao longo do torso e do abdômen, enfeitando aquele corpo esbelto e definido que possuía. Os lábios estavam inchados pelos ósculos quentes que foram trocados há minutos atrás, e as suas longas madeixas estavam espalhadas pelo travesseiro, dando um ar mais encantador e sensual ao ver de Levi. 

Para ele, bastava o namorado existir, como estava fazendo naquele exato momento, que já era suficiente para desalinhar os seus chakras. Eren era um rapaz muito sensual e sabia bem como abusar da beleza que fora lhe concedida. 

Maldito seja o DNA desse pirralho, foi o que Levi pensou ao olhar de relance para o namorado. 

Mesmo que não tivessem idades tão distantes, ainda sim, o mais velho possuía essa mania de chamá-lo assim. E o Yeager nem se incomodava. Para falar a verdade, achava aquela ideia um tanto tentadora. 

— Amor, tem certeza… — Antes que Eren ousasse a terminar, Levi imediatamente o cortou. 

— Nem termine, pirralho. — Retrucou, sabendo que as condições em que se encontrava eram muito propícias a ceder os desejos internos do namorado. E, não podia fazer aquilo, por mais que quisesse muito. 

Levantou-se com certa preguiça de cima da cama e caminhou em direção ao banheiro que ficava logo à frente, unindo-se ao cômodo em uma suíte. Procurou lavar o rosto para tirar aquela expressão de quem não teve muitas horas de sono do rosto e, em seguida, marchou para dentro do chuveiro. Tomou um banho consideravelmente rápido, devido ao horário estar completamente apertado. Em breve, o seu superior o ligaria para realizar a chamada de vídeo. 

O que o tranquilizava e o fazia relaxar minimamente, era que ao menos, o quarto estava arrumado e não tinha muitos indícios do que houve na noite passada. Então, o que lhe restou foi vestir-se com uma roupa apropriada para a ocasião e, caminhar até os seus aposentos. Basicamente, era um espaço do quarto que era reservado para o seu home office. A sua escrivaninha ficava logo na horizontal da cama, o que possibilitava apenas a vista da janela que havia atrás para os empresários. 

Assim que encontrou-se devidamente pronto e organizado, Levi sentou-se de frente para o computador e aguardou pacientemente para a reunião ser iniciada. E não demorou muito para a chamada com os funcionários ser realizada. O Ackerman já estava com os seus óculos que mal tinha um grau muito aguçado à postos e conversava diante do monitor. 

Eren observou atentamente o namorado da cama. A maneira que Levi se portava o deixava completamente sem fôlego. Se ele soubesse o quanto ficava sexy com aquele maldito óculos preto, pararia de usá-lo imediatamente. Ou, continuaria o fazendo para provocá-lo, como sempre. 

Mordeu os lábios, deixando um sorriso escapar quando a voz relaxada do outro preencheu o cômodo. Eren era apaixonado por aquele som. Mesclava entre o grave e o pacato, o que o deixava totalmente excitado por saber bem a natureza daquele homem que estava diante dele. Principalmente, quando estavam livres para fazerem o que bem queriam. E, não tardou para que as suas vontades tomassem um rumo mais erótico. Afinal, Levi o deixou de pau duro na cama, depois de maltratar o seu torso com beijos e mordidas. O maldito sabia muito bem que o pescoço era o local que o deixava mais louco e mesmo assim, fez questão de provar de sua pele bem naquela região. 

As mãos desceram até o seu membro, mas não o tocaram de imediato. Levi gostava de fazê-lo pedir pelo o que queria e, mesmo que Eren não tivesse paciência para aqueles joguinhos, acabava cedendo ao desejo do namorado. E quando se enxergava, já estava totalmente arrebitado na cama, sendo manipulado por Levi. Mas, ele sabia que aquilo não se passava de um aquecimento que o mais velho preparava ou, era apenas ele sendo torturado e amando aquilo. 

Com as lembranças vívidas daquela pequena diversão que tiveram, Eren acabou ficando mais duro. A mão que estava jogada ao lado do corpo, passou a explorá-lo delicadamente, sem qualquer pressa em tomar o membro que já implorava por alívio. Os dedos brincaram com cada extremidade de pele, até se aproximar dos botões rosas que já estavam enrijecidos. Posicionou o indicador e o médio entre o mamilo, e começou a beliscá-lo com o mesmo sorriso safado para Levi. 

Suspiros foram soltados no ar, enquanto Eren se esfregava no colchão. Era como se procurasse a melhor posição para realizar aquele pequeno show, ao mesmo tempo que fingia que o Ackerman estava ali embaixo dele. Em um dado momento, Levi cometeu a estupidez de olhar para o lado e quando o fez, seu monólogo sem erros de dicção foi interrompido pelo engasgo que sofreu. 

Sua face ficou completamente quente e precisou respirar fundo, afim de se recompor. Principalmente, quando avistou Eren chupar dois de seus dedos com tanta vontade que escapava uma fina camada de saliva no canto da boca, ao mesmo tempo que a outra mão tocava no próprio pau ereto. Alguns gemidos manhosos saíam, sendo abafados pela sucção que fazia nos dedos. Porém, ainda eram audíveis para o Ackerman e aquela cena na cama fez uma brasa incendiar em seu interior. 

Sua mão nervosa segurava com certa força a tela do monitor. Estava testando o próprio limite para ver quantos segundos levaria para fechar o laptop e pular no colchão. Mas, uma chamada fez com que despertasse daquele devaneio por breves minutos.

— Levi, o que você estava dizendo sobre o projeto? — Uma das funcionárias da empresa perguntou, ao constar que o Ackerman havia se distraído.

— Eu… — Levi piscou desnorteadamente algumas vezes, procurando alguma racionalidade naquele momento. Buscou desesperadamente não olhar para Eren, mas acabava o fazendo de relance e se deparando mais uma vez, com o namorado se tocando na cama. Mordeu os lábios com brutalidade, a ponto de ferir a pele. Fechou os olhos com força e, mais uma vez, tentou se manter concentrado na reunião. — Perdão… Então, o que eu estava dizendo. 

Procurou as melhores palavras para manter o seu discurso à postos, ainda que a sua mente viajasse pela imagem que obteve do Eren. E, os sons que escapavam da boca do moreno não contribuíam muito para o seu controle mental. Mas, deu o melhor de si para encerrar logo a sua parte da reunião. Ainda precisaria continuar presente, porém ao menos, conseguiria dar atenção à cena maravilhosa que acontecia do seu lado. 

Eren continuou se masturbando de maneira lenta, soltando ruídos de satisfação. Quando constatou que seus dedos estavam bastante lambuzados, os direcionou até a sua própria entrada e a deixou bem exposta para Levi ver. Brincou com a região, ameaçando a entrar a qualquer momento. Percebeu que o namorado parecia ansioso para ver aquilo acontecendo, e por isso, parou tudo que estava fazendo. 

Levi arqueou uma das sobrancelhas quando assistiu o namorado se levantando do colchão, cobrindo o corpo com o lençol e caminhando até um dos armários, por fim. Vezes ou outra, procurava assentir com a cabeça para fingir que estava prestando atenção no que o seu superior dizia do outro lado da tela. Mas, a realidade é que a sua cabeça só conseguia pensar em uma única coisa. 

O que esse pirralho tá aprontando?, se questionou ao ver que Eren carregava nos braços uma espécie de tecido. 

Não conseguiu ver muito além, pois o namorado parecia querer ocultar o que estava segurando. E, antes que pudesse perguntar, Eren se encontrou de pé, logo atrás da escrivaninha e largou o lençol, fazendo o deslizar pelo o seu corpo até o chão. Ficou completamente nu na frente do namorado, porém aquela situação durou poucos segundos. Eren começou a vestir a roupa que buscou no armário há minutos atrás. Basicamente, constituía-se em uma fantasia erótica de colegial. A saia era totalmente curta, e a parte de cima remetia até os uniformes de marinheiro, porém deixava o abdômen totalmente exposto. 

Para completar, vestiu meias pretas que acolheram até os joelhos. Os cabelos continuavam soltos e aquele maldito sorriso alargou-se quando viu a reação de Levi. 

O Ackerman estava totalmente vermelho e com a boca aberta. Seu olhar se impregnou no Eren e não queria desvencilhar para nenhum outro lugar. Passou bons minutos admirando o namorado usando a fantasia que ele mais gostava, porém logo teve a sua concentração interrompida quando recebeu um chamado de seu superior. 

— Levi, está prestando atenção?

— Estou. — Respondeu, segurando a vontade que teve de resmungar. 

Ouviu Mike Zacharias balbuciando palavras que se tornaram desconexas para ele, e voltou a prestar atenção no homem a sua frente. Cruzou os braços, aconchegando-se melhor na cadeira, ficando com as pernas completamente afastadas. O rosto estava contraído em uma careta mortal e a pose indicava o que Eren já presumia: iria sofrer uma punição mais tarde por tê-lo atrapalhado com a sua reunião. E, a ideia de obter o lado obsessivo de Levi na cama, o deixava totalmente instigado a piorar um pouco a situação do namorado. Quando ele assumia aquela camada, ficava do jeitinho que Eren gostava. 

O Yeager gostava de ser punido e de ser chamado por nomes sujos. A sua excitação crescia à medida que se imaginava naquela situação, e a vontade deu lugar ao ímpeto que necessitou naquele momento. O olhar ainda era totalmente penetrante e encontrava-se com as orbes acinzentadas de Levi que parecia se questionar o que ele viria a fazer a seguir. E logo obteve uma certa noção quando observou Eren de quatro no chão, engatinhando em sua direção com uma expressão confiante no rosto. 

Conforme se aproximava do seu destino, a visão de Eren no chão sumia. Mas, sabia bem aonde ele estava. Principalmente, quando sentiu as mãos grandes agarrando as suas coxas. Um sorrisinho malicioso se formou ao ver o namorado entre as suas pernas, com aquelas orbes esverdeadas tão intensas que poderia fazê-lo esquecer-se facilmente do que estava ao seu redor. 

Desceu uma das mãos até os fios longos e embrenhou os dedos ali, puxando com certa força e fazendo a cabeça de Eren pender para trás. A face bronzeada ganhou uma coloração mais carmesim e os lábios enfeitaram um dos sorrisos de canto mais lindo que o Ackerman poderia ver na vida. Sabia que Eren gostava daqueles puxões, e era o mínimo que conseguia lhe conceder por agora, enquanto precisasse fingir entusiasmo naquela reunião sem sentido. 

A boca do moreno passeou pelas coxas grossas do namorado, distribuindo beijos por cima do shorts que o mesmo usava. Na região desnuda, passou a língua fazendo os pelinhos se arrepiarem pelo contato do músculo molhado com a pele. Eren se sentiu satisfeito ao ver aquilo e prosseguiu com os beijos, não parando de olhar um minuto sequer para Levi. Aquela altura do campeonato, o Ackerman já estava rendido. Completamente, entregue na palma de mão de Eren e, o mesmo sabia disso. 

As mãos subiram até a barra do tecido que Levi usava e puxou para baixo, fazendo com que o mais velho se remexesse minimamente na cadeira para fazer o short descer. Eren livrou-se da peça de qualquer jeito, deixando jogada no chão. Logo, voltou a atenção para a região que mais queria, não tardando para encostar a boca no pau de Levi, ainda coberto pela boxer. 

Conseguiu sentir aquela dureza que o fez salivar ainda mais e passou a lambê-la, deixando a peça íntima molhada pela saliva. Levi arquejou, lançando um olhar fixo para Eren. Ao mesmo tempo que estava louco para sentir a boca dele em seu pau, sentia que não viria a se controlar na frente dos telespectadores que menos desejava que estivessem ali. Mas, aquilo tornou-se uma de suas menores preocupações, quando Eren tirou os seus dedos das madeixas negras e os capturou com a língua. 

Levi só pôde xingar mentalmente e amaldiçoá-lo, pois Eren sabia muito bem que aquele era o ponto fraco dele. E o maldito os chupou com tanta vontade que parecia até o seu próprio pau na boca de Eren. E aquela ideia o fez latejar mais ainda. Mordeu os lábios para conter qualquer gemido que viesse a escapar, mas precisou fechar os seus olhos com força quando sentiu a língua brincando com a ponta dos dedos. 

— Filho da puta… — Murmurou quase em um sussurro inaudível para Eren, porém o mesmo conseguiu entender o que ele quis dizer e acabou por sorrir. 

Assim que os dedos de Levi estavam completamente lambuzados, Eren os tirou da boca e decidiu dar atenção ao que realmente o interessava. Aproximou-se do abdômen definido do namorado e começou a depositar beijos lentos e molhados pela região, até finalmente descer para a barra da boxer. Mordeu a abertura do tecido e passou a deslizá-lo para baixo, com os dentes. Seu olhar impenetrável continuava à postos, e Levi não sabia o que o deixava mais ensandecido naquela situação toda: o fato de Eren estar prestes a mamá-lo, literalmente em meio a uma reunião e ele estar gostando disso ou, aquela expressão que o moreno lançava, como se tivesse fazendo a coisa mais inocente do mundo naquele momento. E para piorar, de quatro no chão, com o traje que o fazia parecer uma puta. 

Talvez, os dois o levassem para o inferno ao mesmo tempo. Não tinha solução para ele. Estava completamente perdido na mão daquele pirralho e o pior, não queria parar com aquilo. Tudo que conseguia fazer, era se afundar cada vez mais naquele oceano que Eren era. E teve mais certeza disso, quando a ponta da língua passeou pelo comprimento do seu pau com vontade. Eren o lambia como se fosse o doce mais gostoso que estava provando, e conforme sentia a aspereza daquele músculo, mais excitado ficava. 

Propositalmente, Eren deixou saliva por onde a língua passava, fazendo o pênis brilhar com aquele rastro. Sorriu quando o pau do namorado latejou, pela falta de contato e voltou a se aconchegar entre as pernas do mesmo, chupando cada uma das bolas. Sentiu o remexer de Levi na cadeira e aquilo o deixou mais duro do que já estava, antes de começar toda aquela situação. O desespero de Levi o tornava daquele jeito. Queria ouvir os gemidos gostosos que saíam daquela boca, quando estava o dando prazer. Queria assistir às reações do namorado, enquanto estivesse engolindo o pau dele. E por essa necessidade que tomou conta de si, Eren tomou o membro ereto de uma vez só, sentindo a ponta da glande bater na sua garganta. 

Levi precisou buscar ar e quase se desequilibrou da cadeira. Segurou-se fortemente na mesa e com a outra mão, agarrou com certa violência os fios rebeldes de Eren. Olhou para baixo e encontrou aquelas orbes exalando desejo puro na íris verde, como se quisesse fodê-lo ali mesmo e aquilo o deixou totalmente em chamas. Poderia jurar que latejou mais uma vez e aquela foi a deixa para que Eren iniciasse o boquete da maneira que só ele conseguia. Não era apressado, nem lento. Tudo no ritmo certo, o deixando cada vez mais duro em sua boca. Eren fazia o pau bater no fundo, como se estivesse sendo fodido por ele, de fato. E o chupava com tanta vontade que tudo que restava para o Ackerman era de se contorcer na cadeira, ao mesmo tempo que procurava arrumar a postura para que não ficasse comprometedora para a sua imagem. 

Afinal, ainda estava em uma reunião. 

Porém, foi difícil não gemer quando sentiu a boca do namorado acobertando ainda mais o seu pênis, tornando a sucção apertada e gostosa. Eren amava sentir o gosto do pau do Levi e poderia ficar o tempo que fosse o chupando, sem se preocupar com mais nada. De combo, recebia os sons que queria ouvir e as reações necessárias para que acelerasse minimamente o boquete. O barulho do pau batendo contra a sua garganta tornava o ambiente mais quente e erótico, fazendo ambos ficarem mais excitados. A língua continuava percorrendo pelo comprimento e as mãos apertavam as coxas, deixando marcas de unhas na pele pálida. 

Levi podia sentir o seu fim chegando facilmente naquela situação. Gozaria na boca do Eren, e procuraria ao máximo não demonstrar que sofreu um ápice no meio da reunião. Mas, quando o Yeager sentiu que estava próximo de gozar, parou o boquete, apenas para ouvir um resmungo irritado do namorado. E, ele nem podia reclamar. Tudo o que lhe restava era ver o que ele planejava a seguir. 

Eren lambeu os beiços, dando beijos pelo comprimento do pênis até chegar na glande, onde passeou com a língua algumas vezes. Levi se remexeu na cadeira, afim de fazê-lo reatar ao boquete, porém Eren travou as suas coxas e o impossibilitou de mover-se. Sabia que se não o prendesse, Levi acabaria tomando as rédeas da situação e não se controlaria. E, naquele momento, ele queria brincar com o Ackerman e com a sua sanidade. 

Então, afastou mais ainda as pernas do namorado e o instigou a abaixar-se um pouco mais na cadeira. Levi arqueou uma das sobrancelhas sem entender o que Eren queria com aquilo. A sua paciência estava curta e estava prestes a agarrá-lo pelos cabelos novamente, mas o Yeager antecipou-se e passou a lamber a entrada do mais velho, com certa veracidade. Mais uma vez naquela tarde, Levi precisou tomar um tempo para si e não render-se aos gemidos que queria deixar escapar. 

Soltou um suspiro alto quando Eren o chupou ali, deixando o som soar pelo ambiente. Levi sabia que estava pagando todos os pecados naquele momento, pois o seu controle estava ameaçando a fraquejar. A cada nova chupada, era difícil de não tremer ou simplesmente, arquear as costas contra a cadeira. E o que o deixava mais desnorteado: ele sabia que o namorado estava se divertindo às custas do seu sofrimento. 

E o pior, ele também gostava de ser torturado daquele jeito. 

Sentiu que qualquer resquício do seu controle poderia ser jogado para o alto, quando sentiu Eren meter a língua dentro da sua entrada. Ele começou a fodê-lo ali mesmo, movimentando a cabeça para trás e para frente, conseguindo traçar um caminho mais fundo à medida que o músculo molhado percorria pelo seu interior. Tremeu fortemente na cadeira, e ousou despejar toda a sua vontade de gritar nos cabelos do rapaz, os pegando de jeito e o forçando a acelerar aquela carícia. 

Eren sorriu em meio ao ato e assim o fez, separando mais ainda as pernas do namorado para ter mais espaço. Mais uma vez, Levi sentiu que poderia vir a gozar e aquilo foi perceptível para o outro. Ele estava de cabeça baixa, suando e sua outra mão buscava qualquer controle que pudesse assegurá-lo de que estava atuando diante daquela situação, em frente aos funcionários. Mas, na verdade, seu corpo estava sofrendo espasmos. 

E novamente, Eren decidiu parar com que estava fazendo. Porém, não arrumou brecha para que Levi fizesse algo, pois logo em seguida, voltou a chupar o membro que estava mais duro que anteriormente, enquanto enfiou dois dedos de um vez no namorado. Levi sempre gostou de ser fodido daquele jeito, então o Yeager fez conforme o mais velho gostava. O indicador e o médio saíam com tanta facilidade da entrada, fazendo as batidas ficarem rápidas e fortes. 

Aquele som era como se fosse música para os ouvidos de Levi que passou a soltar grunhidos de satisfação que mais remetiam a rosnados do que outra coisa. Seu olhar não conseguia focar-se em mais nada, então apenas se deixou perder diante de qualquer ponto do quarto e aproveitou as sensações que estava sentindo. Eren o mamava com mais rapidez, sugando o membro com força e os dedos acompanhavam a mesma velocidade, acertando até um certo ponto no qual fazia Levi rebolar na cadeira. 

Ele não ia aguentar e tampouco, sabia se conseguiria segurar o grito preso na garganta. Mas, tacou o foda-se para tudo, quando sentiu o seu ápice chegar. Aquele líquido quente preencheu a boca de Eren, o fazendo engolir tudo com satisfação. Os dedos saíram do interior do namorado com a mesma facilidade que estavam há minutos atrás, totalmente lambuzados pela saliva e pela excitação que escorria. Levi sentia que o seu coração ia sair pela boca a qualquer momento. Estava ofegante e mais suado que o normal. Seu corpo tremia tanto que precisou de uns minutos para se recuperar daquele orgasmo.

Ouviu alguns chamados vindo do monitor, e só decidiu dar atenção a eles quando percebeu que era a voz do seu chefe no meio.

— Levi? 

Mike Zacharias, filho da puta mal amado, ponderou, mordendo os lábios com força antes de erguer a cabeça. 

— Sim? — Indagou com a voz mais alterada do que o normal.

— Já pode desligar, a reunião terminou. 

Levi arqueou as sobrancelhas, dando uma boa olhada para a tela. Percebeu que só haviam ele e o chefe na vídeo conferência. O restante já havia saído da call em grupo. Ficou um pouco atônito com aquele fato, questionando-se havia perdido alguma coisa importante durante aquela chamada. Mas, deixou tais preocupações supérfluas de lado, ao se deparar com o namorado de quatro na cama, pendendo a cabeça para o lado para observá-lo. 

O maldito sorriso presunçoso estava ali. Aquele de quem sabia que havia feito uma bagunça daquelas na cabeça do Ackerman, mas estava pouco se importando. Levi sorriu também e Eren sentiu um arrepio na espinha com o olhar que recebeu. Estava perdido, mas mal podia esperar para ser punido pelo homem que tanto desejava.

— Tudo bem, Mike. — Foi tudo o que o mais velho disse, antes de desligar o monitor e fechar a tela do laptop, por fim. 

Levantou-se da cadeira e varou até a cama, com passos lentos e precisos. Tirou o óculos com um charme sem igual, e o depositou com cuidado, em cima do armário que havia perto da cama. Eren até ficou impressionado com aquele auto controle que ele insistia em manter, mas sabia que era só questão de tempo. Quando Levi aproximou-se da beirada da cama, com aquele olhar predador, Eren não conseguiu se conter e deixou um gemido ansioso escapar. Aquela foi a cerejinha do bolo para o Ackerman, mas os dois tinham noção de que o outro poderia tornar a situação pior com um simples pedido. 

— Você vai me foder? Vai fazer eu esquecer o meu nome, como faz em todas as vezes? — Indagou de maneira inocente. 

Levi tremeu quando sentiu seus dedos serem chupados novamente, ao mesmo tempo que Eren aguardava pacientemente por uma resposta. O namorado chegava a fechar os olhos com prazer, para abri-los novamente, exalando um desejo ardente cada vez mais imponente. Poderia observar aquela cena por um bom tempo, mas seus instintos de castigá-lo estavam mais fortes. 

E pioraram consideravelmente, quando Eren ousou a repetir o mesmo pedido, quase soando como uma ordem manhosa. 

— Me fode, Levi. 

Eren esqueceu os dedos do namorado para devorar aquela boca que estava sentindo tanta falta, mas o mais velho fora mais rápido. Seu corpo fora jogado com força contra a cama, e aquela atitude o deixou mais sedento do que o normal. Levi subiu no colchão calmamente e se posicionou entre as pernas do moreno, marcando as coxas conforme as mãos iam subindo. Colou a boca no torso desnudo, passando a beijar e a chupar a região, fazendo Eren soltar suspiros dengosos. 

— Se vestindo que nem uma vadia e me chupando no meio da reunião… — Sussurrou contra o ouvido do outro, mordendo o lóbulo da orelha. — Você realmente me enlouquece, Eren. 

O Yeager soltou um risinho, como se estivesse orgulhoso de seus feitos a tarde. E era por ouvi-lo e amar aquele som, que Levi sabia o quão fodido estava. Mas, não se importava. Só queria se jogar mais ainda de cabeça contra aquilo e tomar o que era seu, apenas seu. Passou as unhas pelo abdômen desnudo do namorado, arranhando levemente a pele bronzeada. A mão firme enfiou-se por debaixo da blusa de marinheiro e alcançou um dos mamilos duros, beliscando-o e pressionando com o indicador. A leve carícia fez Eren arfar, jogando a cabeça para trás, o que concedeu mais espaço para que Levi o marcasse à vontade. Mesmo que não tivesse sido tocado diretamente, o mais velho conseguia deixá-lo totalmente rendido só o instigando em suas zonas erógenas. 

O calor já tomava conta de ambos os corpos, como se tivessem aproveitado rodadas de sexo juntos. Eren suspirava e se contorcia na cama, conforme sentia o mastro duro de Levi batendo contra a sua coxa. A mão subiu até os fios negros do namorado e os puxou para trás, descolando a boca do mais velho de seu torso. Os olhares se encontraram, com aquele brilho apaixonado e fogoso que encurtou o contato entre as íris por poucos segundos. Logo as bocas se deleitaram uma na outra, iniciando um beijo sensual e demorado. 

Levi parecia fazer amor com a língua de Eren, incitando a se enroscar na sua e tornando o ósculo mais convidativo e quente. Parecia uma batalha sem vencedor, ainda que o Ackerman apostasse veemente a vitória para o mais novo abaixo de si. Eren conseguia levá-lo a loucura com um simples beijo. Às vezes, ele apenas o apartava para lamber os lábios de Levi. E como resposta, recebia uma chupada deliciosa vindo do mesmo, o que causava um som totalmente erótico no ambiente. 

Sua língua era capturada com gosto pela boca de Levi, que iniciava uma sucção deleitosa antes de voltar a devorar os lábios carnudos do namorado. Totalmente inchados pela pressão dos beijos que eram trocados. As mãos de Levi desceram até a bunda de Eren, apertando com extremo desejo a carne fofa, o que foi suficiente para o moreno interromper o beijo e gemer baixo. 

— Você gosta quando eu te aperto aqui? — Levi o questionou perto do ouvido, o fazendo estremecer por completo quando sentiu suas nádegas serem apalpadas pelas mãos firmes. 

— Por favor… — Eren pediu baixinho, afastando as pernas para dar abertura aquele ponto no qual queria ser acariciado. 

Levi sabia o que o namorado queria, mas queria torturá-lo um pouquinho.

— Fala o que você quer, Eren. — A voz grave soou quase como um rosnado, quando sentiu a boca do namorado colar em seu ouvido. 

Eren agarrou o pescoço do mais velho, o puxando para baixo, enquanto lambia o lóbulo da orelha do mesmo. Enlaçou as pernas na cintura do Ackerman, fazendo os corpos se colarem de modo que as ereções se friccionaram. Aproveitou aquela deixa para incitar ondulações contra o baixo ventre do namorado, o deixando mais excitado por sentir o pau do mais novo roçando contra o seu. 

— Caralho, Eren… — Praguejou baixo, agarrando com força as coxas bronzeadas. 

— Você sabe o que eu quero… — Eren murmurou contra o ouvido do mesmo, dando uma última chupada naquela região, antes de se jogar contra o travesseiro novamente. — Me fode, amor… Lembre-se que eu não me comportei muito bem hoje, então mereço ser punido. 

— De fato. — Levi disse, subindo uma das mãos até o pescoço do moreno. Apertou firmemente a garganta, causando uma leve sufocação no outro. Porém, além de Eren se incomodar com aquilo, ele sorriu. — Vou te punir como a bela vadia que é. 

Antes que Eren pudesse refutá-lo, Levi o girou com rapidez no colchão, o deixando de bruços na cama. Ergueu o tronco bronzeado, o fazendo ficar de quatro sobre os lençóis. Eren alargou o sorriso no rosto, quando sentiu a saia sendo abaixada do seu corpo. Ficou totalmente exposto, e sem precisar ser ordenado, afastou as pernas e ficou completamente empinado para o namorado que sentiu seu membro latejar com aquela visão. 

Mas, não o foderia, ainda.

Acariciou as duas nádegas, segurando a pele com força e acabando por deixar a marca da mão ali. Um dos dedos percorreram por aquela região, tocando a entrada com o indicador. Apenas, ameaçava de enfiar logo de uma vez, mas na verdade, queria ver Eren alterado e pedindo por aquilo. 

— Me fode logo, Levi… — Eren resmungou, olhando-o por cima do ombro com uma expressão pidona no rosto. 

Por pouco, conseguiu obter êxito no que queria, mas Levi se controlou e procurou se esforçar para manter a sua sanidade à postos. Sua outra mão encontrou com as madeixas longas do namorado novamente, e as puxou com força para trás, fazendo Eren gemer com gosto. 

— Você não se comportou essa tarde, minha vadia. Então, esse é o seu castigo. — Após retrucá-lo, desferiu um tapa forte na nádega que tornou a pele completamente vermelha. 

Eren ganiu em deleite por ser chamado daquela forma. Simplesmente, amava quando Levi assumia aquela pose com ele. Ao mesmo tempo que fazer amor com ele era maravilhoso, também delirava quando o namorado agia assim. Por isso, ousava a torturá-lo sempre, colocando em situações constrangedoras e comprometedoras por conta do desejo intenso que sentia. 

E como sempre, recebia aquele Levi em específico. 

— Me diga, Eren… Como você se sentiu ao me foder no meio da reunião? — Levi questionou com a voz rouca, por estar tentando se controlar ao máximo em não atar o namorado ali e agora. 

Bastava o moreno estar daquele jeitinho, todo empinado e exposto para ele, que a vontade de comê-lo já crescia. 

— Foi bom… — Eren sussurrou, se arrepiando ao sentir mordidas pelas suas costas. Mais um tapa foi desferido contra a carne fofa, como se Levi não estivesse satisfeito com aquela resposta. Então, o moreno prosseguiu, buscando olhar para o namorado. — Eu gosto de te deixar sem controle, amor. Gosto de te deixar assim…

O Yeager sentiu uma movimentação por trás, e compreendeu que Levi estava se deslocando para frente, afim de alcançar o rosto do mais novo. Contudo, os dedos continuavam brincando com a entrada dilatada que piscava toda vez que sentia a pressão de ser invadida a qualquer momento. 

— Assim como? — O Ackerman indagou, dando um selinho rápido na boca do namorado, seguido de uma mordida no lábio inferior. Eren mal teve tempo para retribuir o beijo, o que o deixou levemente irritado. Ao perceber isso, Levi sorriu de maneira presunçosa, impondo mais força no aperto dos fios negros. — Desesperado e louco por você?

Sem deixar que o moreno respondesse, Levi forçou a entrada de um dedo, sentindo aquele interior quente rodeando o seu indicador. Ao mesmo tempo, tomou os lábios do namorado, iniciando um beijo urgente. Totalmente diferente da necessidade de trás, que passou a se movimentar lentamente.  

O gemido de Eren fora abafado pelo beijo, e buscou rebolar no dedo do Ackerman, afim de fazê-lo acelerar. Mas, Levi continuou a fodê-lo com aquele ritmo. Lento, porém fundo. O dedo escorregou com tamanha facilidade, se aproximando daquele ponto cada vez mais. Ponto no qual fazia o mais novo se contorcer na cama e agarrar com força os lençóis. 

— Me fala… Quem é a minha vadia? — O Ackerman questionou, após ter interrompido o ósculo para beijar o rosto franzido do namorado. 

— L-le… — Eren tentou ter fôlego para responder, mas Levi iniciou um ministração veloz com o dedo, acertando em cheio o seu interior. 

Acabou por jogar a cabeça para trás, e esqueceu-se veemente da pergunta feita. O mais velho sorriu com aquilo, e voltou a desacelerar os movimentos, para poder ouvir o namorado. 

— Me responde, Eren. Se não, não vou enfiar o segundo… — Sussurrou com a voz cheia de prazer, perto do ouvido do outro que acabou por gemer diante daquela melodia erótica tão perto de si. Levi puxou os fios mais uma vez, afim de fazer o namorado erguer a cabeça. — Me fala, a quem pertence o seu corpo? 

— V-você… — Eren lamuriou pelo ritmo da dedada ter diminuído consideravelmente. 

Levi sabia como deixá-lo pingando, e era naquele estado que se encontrava. A excitação escorria pela glande, pingando um pouco no lençol da cama. Não aguentava mais, precisava ser fodido agora, mas sabia que aquilo estava longe dos planos do namorado, por ora. E, percebendo a bagunça que estava fazendo, o mais velho se sentiu satisfeito e continuou com a sua pequena brincadeira. 

— Agora, me diga… — Sussurrou mais uma vez, buscando chupar o lábio inferior do moreno. — Quem é a minha vadia?

Eren cerrou os dentes, franzindo o rosto como se estivesse irritado. E talvez, no fundo, se sentisse daquela forma por toda aquela situação que estava sendo submetido. Mas, a amava o suficiente para não querer que parasse.

— Responde. — Levi rosnou, após perceber que a demora do moreno para responder. 

— S-sou e-eu, Levi. 

Um sorriso satisfeito fora contornado no rosto do Ackerman que apenas soltou uma risada baixinha, como resposta. Eren sentiu o aperto em seu cabelo sumir, em seguida da ministração que havia parado. Arqueou uma das sobrancelhas, e antes que questionasse qualquer coisa, Levi meteu dois dedos com força e iniciou um vai e vem rápido e fundo. O som das batidas ecoaram pelo ambiente, mesclado com os gemidos altos de Eren, que acabou empinando mais ainda a bunda para receber as investidas firmes. 

Os outros dedos de Levi percorreram pela face bronzeada e forçaram a entrada até a boca, esfregando o médio no lábio inferior. 

— Chupe. — A ordem saiu baixa, porém com demandando certo controle e dominação. 

Eren sorriu com aquele pedido e assim o fez, capturando três dedos de Levi de uma vez só, os sugando como se a sua vida dependesse disso. O mais velho fazia questão de simular estocadas na boca do namorado, da mesma forma que fazia com a sua entrada. E, para atiçá-lo, Eren costumava apertar os dois dedos bem gostoso no seu interior. O Ackerman ficava ensandecido quando sentia aquele canal contraindo-se entorno de si. 

Tão quente, tão apetitoso.

Por mais que sentisse vontade de continuar judiando do pobre rapaz, sabia que não conseguiria se controlar por muito tempo. Seu pênis já latejava, e ver o Eren naquela posição não facilitava as coisas. A cada ministração certeira, o namorado rebolava cada vez mais, e movimentava a cintura conforme as investidas continuavam. 

Era como se ele estivesse se fodendo também.

Os gemidos que eram abafados, o som das batidas e o corpo do Eren foram a deixa para que Levi metesse mais fundo. Queria vê-lo gozando, para não ser o único a escorrer diante daquela situação. E, Eren sentia que em breve, seu corpo cederia ao primeiro orgasmo de muitos que teria naquele dia. E por saber disso, tratou de se deixar levar. 

— E-eu não vou aguentar… — Gemeu manhoso, liberando os dedos do namorado, apenas para buscar por ar. 

— Seu gostoso do caralho. — Levi rosnou, o fodendo com mais força, conforme sentia os seus dedos serem apertados. 

Ele também não aguentaria. Em breve, estaria se rendendo ao ápice, assim como Eren. E acabar daquele jeito era fácil. Era só entregar prazer ao Eren que, automaticamente, sentia prazer também. Ter aquele homem rebolando em seus dedos, como se fosse uma vadia desesperada para ser comida, era demais para o seu libído. 

Quis atrasar um pouco o orgasmo do moreno. Mas, quando observou as reações corporais do outro, entregando que estava perto de gozar, Levi buscou os seus lábios e o beijou intensamente. As línguas se buscaram e se uniram em uma dança fervorosa. Levi pôde sentir o gemido de Eren reverberando no beijo, o que o deixou mais atiçado ainda. Os dedos continuaram entrando e saindo, mas com uma cadência mais lenta. Parecia que o Ackerman queria explorar até o último recurso ali, e foi o que fez. 

Assim que Eren terminou de gozar, acabou por cair de bruços na cama. Levi sorriu com o estado que o pirralho se encontrava, e concedeu certos minutos à ele. Sabia que ele era uma vadia que aguentava bem mais do que aquilo. E, depois de recuperar o fôlego perdido, Eren se virou de barriga para cima e convidou o namorado para um abraço. 

O mais velho assim o fez, aninhando-se nos braços fortes do moreno. As bocas voltaram se encontrar, em um ósculo doce e apaixonado. Levi tratou de se posicionar entre as pernas do rapaz, e como resposta, teve a sua cintura enlaçada novamente. Suas mãos agarraram o corpo de Eren, e quando sentiu que o mesmo estava acontecendo em torno de seus ombros, ele ergueu-se da cama, ficando sentado sobre o colchão com o mais novo em seu colo. 

O beijo se intensificou, iniciando uma nova disputa entre as línguas e só foi interrompido, quando Levi parou de beijá-lo para remover a última peça do corpo bronzeado. Subiu uma das mãos até o rosto do namorado, acariciando a bochecha e lhe concedendo um olhar extremamente admirador, como se estivesse o vendo pela primeira vez. 

Eren sentiu seu coração aquecer com aquele carinho devoto, e um sorriso bobo formou-se em seus lábios. 

— Por que desse carinho, agora? — Inquiriu com divertimento, após constatar a maneira que a face do namorado se encontrou totalmente vermelha. 

Levi não era muito carinhoso, nem tinha costume de dizer as coisas que sentia. Então, as poucas vezes que isso acontecia, Eren ficava surpreso e acabava por provocá-lo, amando a reação que obtinha como resposta. 

— Tch, fique quieto. 

Eren riu baixinho, percebendo que o mais velho ficara mais envergonhado ainda. E, para não quebrar todo o clima, resolveu provocá-lo mais uma vez. 

— E se eu não quiser, o que você vai fazer comigo? — Indagou com certa malícia no tom de voz que não passou despercebida por Levi. 

E, para incitá-lo ainda mais, passou a rebolar sobre o colo desnudo, fazendo os membros se encontrarem mais uma vez. Soltou uns gemidos baixos, apenas para atiçar ainda mais o namorado, que voltou a olhá-lo de uma outra maneira

— Você realmente não se comporta, não é? — Questionou, recebendo um sorriso safado como resposta. 

Então, Levi desistiu totalmente de retomar o sexo de maneira gentil. Passou os olhos pelo quarto e logo desviou a sua atenção ao pequeno armário que havia ao lado da cama. Levantou-se, fazendo com que Eren voltasse a cair sobre o colchão com certo divertimento palpável. Ele realmente estava querendo que Levi despertasse o seu lado obsessivo novamente. 

Aquele lado que gosta de desferir tapas, marcar o seu corpo inteiro de maneira agressiva, de xingá-lo de inúmeros palavrões e, fodê-lo como ninguém. 

Eren também apreciava a outra versão do namorado, mas estava necessitado demais para receber apenas gentilezas. Aguardou pacientemente quando o Ackerman tirou a última peça que faltava, exibindo aquele tronco forte e definido na medida certa. Sua boca salivou, querendo chupar cada extremidade de pele. Mas, seus desejos foram anulados quando Levi expôs uma corda que estava segurando em uma da mãos. 

Normalmente, reservava aquele armário para os brinquedos deles. Não que precisassem de muitos, já que bastava o Eren estar completamente sem nada e pronto, estavam resolvidos. Porém, às vezes gostava de inovar as ideias. 

Aproximou-se da cama novamente, e ajoelhou-se sobre o colchão, chegando perto do namorado. Juntou as mãos de Eren a cada lado do corpo, e primeiramente, amarrou os pulsos. Formou um nó não tão forte, porém firme o suficiente para o mais novo não se soltar. E logo após, uniu a mesma corda até cada uma das coxas, deixando Eren preso daquele jeitinho. Ainda conseguia se locomover, porém seus movimentos eram limitados. Se movesse os pulsos, automaticamente moveria as pernas também. Parecia até um boneco de ventríloquo, sendo manipulado por Levi. 

E, quando pensou que não poderia melhorar, o Ackerman surgiu com outros dois utensílios. Primeiro, uma venda que usou para cobrir a visão do mais novo. E, em seguida, colocou uma mordaça na boca de Eren. Havia uma estranha bolinha ligada por um círculo no meio do objeto, feito propositalmente para a pessoa babar. 

Eren já estava se rendendo ao intuito do brinquedo, quando sentiu as mãos de Levi se espalharem pelo seu corpo. Parecia uma espécie de massagem erótica, onde os dedos brincavam com cada zona erógena. O Ackerman passou a distribuir beijos pela clavícula do rapaz, e desceu até um dos botões rosados, onde ficou minutos apenas chupando cada um deles. A língua rodeava os mamilos, deixando-os mais enrijecidos, antes de serem tomados pela boca quente. 

Os gemidos sôfregos saíam com certa dificuldade. Eren sentiu o roçar do corpo de Levi em seu pênis e, aquilo o atiçou para que o namorado desse atenção aquela área em específico. Mas, os planos do Ackerman eram outros. Naquele instante, seu objetivo era beijar cada parte daquele corpo que o pertencia. Ver os pelinhos arrepiados subindo, e observá-lo se contorcer na cama, devido ao prazer que estava sentindo. 

Desceu a língua, deixando um rastro de saliva pelo caminho. Quando alcançou a cintura do moreno, ergueu as duas pernas com cuidado, deixando a entrada dilatada totalmente exposta. Eren suspirou ao sentir o toque do músculo ali, e para facilitar, segurou as próprias ancas para Levi ter livre acesso. 

Beijou a entrada com fervor, enfiando a língua vez ou outra dentro do seu interior, o chupando audivelmente. Lambeu toda aquela região, subindo novamente de encontro ao pau ereto que clamava por alívio. Nem parecia que havia gozado há minutos atrás. Na ponta da glande, era possível ver uma fina camada de excitação pingando, o que fez Levi salivar de desejo. Agarrou o comprimento do membro duro com a mão e passou a massageá-lo, espalhando aquele líquido por toda a extensão. 

Aproximou a boca na pequena fenda por onde escorria o pré gozo, e lambeu com vontade a região, fazendo Eren se estremecer na cama. Os gritos esganiçados que eram abafados pela mordaça deixaram Levi em um estado completamente animalesco, por tê-lo tão rendido daquela forma. E, sem aguentar por muito tempo, tomou o membro por inteiro com a boca, o sugando completamente sem sofrer nenhum refluxo. 

Descia e subia lentamente, enquanto batia uma com a mesma intensidade. Buscou aliviar-se um pouco, antes de foder Eren da maneira que queria. Fez questão de acelerar os movimentos com a boca, quando sentiu o gosto particular do namorado, se misturando com a sua saliva. Ele sabia que aquela situação inteira para o mais novo já era muito excitante, e ser chupado daquele jeito não facilitava nada. 

Levi o sugava sem piedade, engolindo-o completamente. Toda vez que sentia seu membro bater fundo naquela cavidade, Eren via estrelas e a vontade de romper o aperto das cordas aumentava ainda mais. Queria agarrar os cabelos do outro e fodê-lo, assim como foi fodido durante a reunião. Porém, sentiu que não aguentaria por muito tempo. 

Seu corpo começou a suar, mais do que o normal. Suas pernas tremiam, o que tornava o trabalho de segura-las impossível aquela altura do campeonato, e seu coração parecia que ia parar a qualquer momento. Bastou mais uma chupada para explodir na boca do Ackerman, uma segunda vez naquela tarde. Mordeu tão forte a bolinha da mordaça que acabou por arrancá-la com os dentes. Ao menos, poderia gemer sem ser interrompido por um objeto daqueles. 

Uma trilha de saliva escorreu pelo canto dos lábios, enquanto sentia os mesmos espasmos de antes em seu corpo. Levi sorriu com aquela cena, e fez questão de lamber os beiços com gosto, afim de não deixar escapar nenhum resquício do prazer do Eren. 

Aproximou-se do rosto do namorado, e beijou cada parte descoberta do rosto, se divertindo com as lamúrias que escapavam. 

— Quer que eu tire isso de você? — Perguntou, observando o moreno assentir que sim com a cabeça. 

Seu sorriso se alargou ainda mais, e decidiu dar aquele crédito à ele. Afinal, queria ouvir os gemidos gostosos de Eren quando fosse comê-lo. Por isso, desabotoou a mordaça do namorado e a deixou em cima do pequeno armário. Em seguida, foi a vez da venda que foi desamarrada com cuidado para não machucar Eren. 

Quando pôde enxergar novamente, rapidamente mirou o olhar em direção ao namorado. A boca estava entreaberta e inchada, por causa do boquete de minutos atrás. Os cabelos levemente bagunçados, e o corpo suado. Sabia que Levi não aguentava mais, tampouco ele. Precisava daquele pau dentro de si, agora mesmo. 

— Levi… — Ganiu manhoso, olhando para o Ackerman com certo sofrimento. 

Porém, diferente da outra vez, Levi apenas assentiu e, o virou de bruços na cama. Com a força das mãos, rompeu a corda que apertava as coxas bronzeadas, deixando-as apenas nos pulsos. Enroscou os dedos nos cabelos de Eren novamente, girando as madeixas e as unindo em um rabo de cavalo desajeitado. Com a outra mão, Levi acariciou as nádegas do namorado, o instigando a separar as duas pernas. 

Com elas bem afastadas, o mais velho se posicionou entre elas, e ergueu minimamente a cintura do moreno para deixá-lo empinado para si novamente. Eren fez questão de olhar para trás, deixando palpável aquele desejo e desespero intenso que sentia. Aquela visão fora o suficiente para que Levi sequer esperasse, ou, o preparasse. Segurou o próprio pau e, o introduziu no ânus dilatado de uma vez. 

Eren gemeu com um sorriso no rosto, contemplando a satisfação por estar tão preenchido daquela maneira. Levi era tão grosso, tão duro. Conseguia atingir em cheio a sua próstata só com uma estocada, o deixando sedento por mais. Levi gostava que Eren rebolasse em seu pau, movimentando-se sozinho. Às vezes, aproveitava com deleite aquela cena, mas naquela tarde em específico, estava bastante necessitado daquele corpo. Assim como o moreno também estava. 

Então, retirou o próprio pau e, o escorregou novamente por aquela entrada quente, metendo fundo como da primeira vez. Os movimentos iniciaram lentos, porém ritmados. Levi agarrava com força os cabelos do namorado, enquanto marcava a cintura com a outra mão. Eren gemia com gosto, lambendo os lábios com vontade, a cada investida certeira em seu ponto mágico. Cada vez que sentia seu interior tomado pelo mais velho, acabava por contrai-lo em torno do pênis que ficava mais duro. 

Ele sabia que aquela era deixa para Levi acelerar os movimentos, e assim foi. As batidas se tornaram rápidas, o pau entrava com força dentro do interior de Eren, e como resposta, era envolvido por aquele canal quente, que o apertava deliciosamente. 

— Porra, Eren… — Levi vosciferou, quando sentiu a entrada se alargar e fechar em seu pau.

Eren fazia de propósito, e ria da cara do Ackerman por ver o desespero tão latente daquela forma. Por conseguir exatamente o que queria: fazer Levi fodê-lo com força, a ponto de esquecer-se até de seu nome. Tudo que conseguia fazer era gemer o seu nome, e se tocar à medida que ia sendo devorado por aquele homem. O seu corpo só conseguia reagir aos toques de Levi, só acendia daquela maneira por ele. Nunca pensou que seria uma pessoa adepta à tantos fetiches sexuais, já que antigamente, não era do seu feitio. Mas, o namorado o fazia repensar sobre tudo isso. Era manipulado como bem quisesse, e estava pouco se importando com esse fato. 

Levi se sentia da mesma forma. E em uma urgência quase crescente, parou os movimentos rapidamente, apenas para trocar de posição. Queria olhar para os olhos de Eren e por isso, o fez sentar sobre o seu colo, e abaixou a cintura bronzeada com força. O membro mais uma vez entrou, e dessa vez, quem comandava as estocadas brutas era Eren. Ele agarrou os ombros do namorado, enquanto cavalgava sobre aquele pau, rebolando vez ou outra, antes de reatar os movimentos novamente. 

As mãos do Ackerman pousaram sobre a cintura, concedendo um suporte mudo e a sua boca voltou a colar nos mamilos de Eren, os chupando com vontade. O moreno revirou os olhos, quando sentiu sua próstata sendo atingida novamente. Seu ápice estava perto, assim como o de Levi, que não aguentaria por muito tempo naquele estado. Estava sendo apertado de maneira tão gostosa, que era quase impossível se segurar e tentar prolongar o prazer que sentiam. 

— Goza comigo, Levi… — Eren pediu manhoso. 

Com uma afirmação muda, o Ackerman segurou as ancas do moreno e, o estocou com uma última investida brusca. Fora o suficiente para que Eren gozasse em seu próprio peito, e contraísse a sua entrada no membro do namorado, causando o segundo orgasmo em Levi. Os nomes escaparam, acompanhados das respirações ofegantes de ambos. 

Tudo foi inundado por um breu e um cansaço terrível. Acabaram por cair juntos na cama, e ficaram um tempo procurando controlar as batidas do coração. Eren foi o primeiro a recuperar as energias, olhando para o namorado que parecia ter entrado em um estado catatônico. Normalmente, Levi demorava bons minutos para ficar normal novamente. E no início do relacionamento deles, aquele fato quase assustou ao Eren, pois pensava que o mais velho havia sofrido algum tipo de queda de pressão ou algo do gênero. 

Hoje em dia, já havia se acostumado e, apenas aguardava pacientemente à “volta” do namorado em si. 

— Pirralho, a qualquer dia desses você vai me matar… — Levi se pronunciou, quase em um sussurro. Sua voz estava tomada pelo cansaço, porém havia um tom de divertimento nela. 

— Você diz isso há meses, e está inteirinho aqui. — Eren regozijou, aninhando-se ao peito do Ackerman logo em seguida. 

Adorava ficar daquele jeitinho com ele, pois assim, conseguia ouvir as batidas do coração da pessoa que mais amava. 

Levi subiu uma das mãos até o topo da cabeça do mais novo, e começou a fazer um cafuné ali mesmo, deixando às vezes, as pontas dos dedos escorregarem até as costas desnudas. Eren adorava aquele tipo de carinho, ainda que o atiçasse e ele nem soubesse o porquê. Talvez, fosse porque o Levi quem estava o fazendo. 

Aquele arrepio gostoso fez-se presente em seu corpo, e não demorou muito para uma segunda rodada tornar-se uma ideia maravilhosa. Eren ainda tinha os seus 22 anos, e o seu pique para sexo estava no auge, comparado à Levi que estava quase trintando e não tinha mais tanto fôlego como quando era mais jovem. 

Porém, Eren era uma exceção à regra. 

— Amor… Eu quero mais… — O Yeager murmurou baixinho e com tamanho dengo, como se tivesse pedindo por algo inocente. 

Levi arregalou os olhos para o mais novo, e resmungou tão baixo como o sussurro de Eren. 

— Vai dormir, pirralho. 

Eren estalou a língua no céu da boca como resposta, mas assim o fez, se rendendo aos poucos ao sono que inundava o seu corpo. Levi demorava um pouco mais para dormir, pois gostava de ver o namorado adormecido em seus braços. E naquela tarde não foi diferente. Eren parecia um anjo daquele jeito… Tão inocente, tão indefeso. Totalmente o oposto do que era quando estava acordado. 

Contudo, ainda sim, Levi amava todos aqueles lados de Eren. Aquele pirralho havia se tornado uma parte essencial de sua vida, na qual não conseguia mais se ver sem. E, faria de tudo para continuar dando felicidade aquele homem que tanto amava. Mesmo que, essa se resumisse à fazer sexo nos momentos mais inapropriados do dia. 


Notas Finais


espero que tenham gostado ♡


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