História Giftword-Nem tudo está acabado - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Turma da Mônica Jovem
Personagens Aninha, Cascão, Cascuda, Cebola, Denise, Franjinha (Franja), Magali, Maria Cebolinha, Marina, Mônica, Penha, Titi, Xaveco
Tags 2 Temporada, Casgali, Cebonica, Drama, Giftword, Marinaxfranja, Tmj, Turma Da Mônica Jovem, Xavenise
Visualizações 83
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meninas! Turo bom? *Voz de bloqueirinha*
No capítulo de hoje vamos aprender...
Queria falar que estou gostando tanto de escrever essa fanfic que fiz uma homenagem a ela. Eu pintei meu cabelo como o da Cláudia, pelo menos como eu imagino ele.
E já estou sendo chamada de Lavagirl, mas isso não importa hahaha!
Boa leitura!

Capítulo 10 - Xícara branca


Fanfic / Fanfiction Giftword-Nem tudo está acabado - Capítulo 10 - Xícara branca

 Cebola acordou com a luz do sol escapando da janela e batendo em seu rosto, abriu os olhos lentamente e esperou suas vistas não estarem mais embasadas para observar a garota ao seu lado, no entanto quando direcionou o olhar para a direita ela não estava lá. 

Sentou na cama e com a cabeça procurou por todo o quarto, começara a ficar desesperado com a falta da namorada. Com um pulo desceu da cama, rapidamente abrindo a porta e descendo as escadas.

Nada na sala, o local estava na perfeita ordem e sem nada de incomum, correu até a cozinha e lá estava ela, bebendo seu café calmamente e olhando ele parado na porta, ofegante e a fitando.

Assim que ele recuperou o fôlego, caminhou até lado da namorada e se sentou no espaço vago e observou o rosto dela, parecia tão frágil e sem vida, sob seus olhos estavam pesadas olheiras como não conseguiu dormir tranquilamente ficara as marcas.

-Fiquei assustado... -Ele confessou vendo ela beber o escuro líquido da xícara de porcelana branca.

Ela afastou o utensílio dos lábios e o olhou, não expressava nenhuma emoção ou sentimento em sua face.

-Não podia continuar naquele quarto... Não depois de receber aquela ligação -Mônica sentiu as mãos tremerem enquanto lembrava da aterrorizante chamada ganhda na noite anterior.

-Mônica esqueça isso -Cebola pousou a mão sobre a dela -Deve ter sido uma brincadeira de mal gosto, feita por algum desocupado! -Cebola tentou a reconfortar acariciando a fina mão dela.

-Não. Era a voz dela, eu ouvi! -Mônica já estava ficando exaltada se levantando e andando de um lado para o outro, mordendo o lábio inferior.

-Ela está morta amor! -Cebola a seguia com o olhar.

-Você a viu ser enterrada? Porque eu não! -Mônica já começava a arrancar os próprios fios de cabelo

-Amor... -Cebola se levantou e foi até ela, enquanto a mesma parecia pensar com uma expressão aflita encarando o chão.

Cebola segurou seus braços e soltou dos fios de cabelo dela, os abaixando em seguida, deslizou a mão no rosto da namorada e a envolveu em um abraço, caloroso e protetor.

-Ela não vai mais voltar, ela se foi... -Suas palavras saiam baixas como um sussurro.

Mônica conteve a vontade de chorar e relaxou nós braços dele. Cebola, para ela, era como uma droga, um calmante... O cheiro que ele possuía e o respeitoso toque dele a fazia esquecer o mundo e pensar o quão sortuda ela era por o ter.

Cebola ficaria naquele abraço pelo resto da manhã, ou pelo menos por mais alguns minutos se o celular do Mônica não tivesse tocado.

Ela se afastou rapidamente do namorado e encarou o aparelho sobre a mesa. Cebola esticou o braço e o pegou o aparelho, leu o nome no visor, estranhamente era Cascão ligando, resolveu atender de uma vez.

-Alô? -Ele perguntou esperando uma resposta do outro lado da linha.

-Porque não atendeu as minhas ligações antes? Te liguei várias vezes! -Cebola logo se lembrou de ter deixado o celular no próprio quarto com a correria para atender o pedido de Mônica -E porque está com ela logo de manhã? -Cebola ouviu o tom de malícia na voz do amigo e revirou os olhos -Pelo visto não foi só eu e a Magali que aproveitamos para... -Cebola resolveu o interromper para não ouvir coisas desnecessárias sobre a vida íntima do outro casal.

-Entendi. O que você quer? -Ele perguntou logo, não querendo prolongar a conversa.

-Queria saber se em plena segunda feira você vai trabalhar! -A voz insatisfeita de Cascão era refletida na mente de Cebola. Porque ele não deixa Cascão com uma chave reserva?

-Não, avisa para os outros! -Cebola disse e encerrou a ligação sem dar chance ao outro protestar.

-Porque fez isso? -Mônica perguntou o vendo colocar o celular no mesmo lugar.

-Seus pais só voltam daqui dois dias, vou ficar aqui com você até eles estarem novamente -Ele acariciou o rosto dela -Não vou te deixar sozinha.

Se inclinou e suavemente os lábios deles se tocaram, ela cedeu a passagem para a língua e logo estavam presos há um beijo calmo.

[...]

Magali sentia sua cabeça doer profundamente, ressaca em plena segunda-feira era uma realidade difícil de superar. Mas mesmo querendo ficar em sua cama teve que se apresentar no trabalho.

Logo cruzando a entrada do estabelecimento vê que Ana está conversando com uma garota ruiva, encostada no balcão, a ruiva estava de costas para ela, mas parecia a conhecer de algum lugar.

Observou que Aninha sorria ao conversar com a outra, mas aquele cabelo vermelho não lhe era estranho.

-Olá! -Magali fingiu chegar sem perceber a ruiva ali, mas ao ver que a mesma a olhava, sentiu sua cabeça doer mais ainda.

Era aquela mesma ruiva, a que no enterro de Carmen estava no carro de Titi. Ela era uma perseguidora?

Cláudia abriu um sorriso ao ver a morena parada em sua frente, Magali simplesmente achava tudo muito estranho, primeiro essa garota aparece no enterro de Carmen, justamente falando com Titi, e agora ela está sorridente falando com sua colega de trabalho.

Sinceramente isso era muito estranho...

-Você deve ser a Magali não é mesmo? -Magali arqueou uma sobrancelha com a pergunta.

-Magali... -Aninha saiu de trás do balcão -Essa é a minha amiga que eu lhe falei, a que trabalha junto com os advogados que estão cuidando do caso "Cassandra" -Magali sentiu a cabeça doer mais ainda, isso era quase impossível de acontecer.

Ela colocou a mão na testa e respirou profundamente.

-Eu me lembro! -Ela forçou um sorriso.

-Certo, as outras garotas que foram atrás da casa de Cassandra, não tinham provas da amizade assim como você -Cláudia explicava para a morena que sentia a cada palavra a cabeça doer ainda mais -A chave está guardada até terem provas concretas de alguém com um vínculo com a Cassandra.

-Espera... -Magali refletiu nas palavras -Você disse garotas?

-Sim, duas garotas. -Cláudia afirmou -infelizmente não posso dar informações sobre quem são.

A ruiva ajeitou a bolsa no ombro e se despediu:

-Com licença preciso ir para o trabalho. Passar bem! -Ela disse com um sorriso caminhando até a saída.

Magali olhou para Ana, que procurava nos olhos dela a resposta para os sintomas da outra.

-Já sei! Ressaca!

Ela andou para trás do balcão e apanhou de sua bolsa um remédio analgésico e relaxante muscular que sempre deixava na bolsa, e jogou sobre o balcão para a morena que pegou a caixinha suspirando.

-Como é mesmo o nome dela? Acabei não perguntando -Magali perguntou para a outra.

-Cláudia, o nome dela é Cláudia!

 Cláudia... Magali teria que saber mais sobre ela, se ao menos soubesse de sua amizade com Titi, talvez as respostas fossem respondidas mais depressa.


Notas Finais


Gostaram?
Emoji de lua para Casgali hehehe!
Então Cláudia é a amiga de Aninha, personagem multifuncional 10/10.
Magali, mais cachaceira impossível!
Beijos


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