História Gigolô - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Originais, Tokio Hotel
Personagens Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Noband, Tokio Hotel, Toll, Universo Paralelo, virgem, Yaoi
Visualizações 105
Palavras 3.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OIEEEEEEEE
Vamos as emoções do dia? Prometi a um pedacinho de gente que amo muito que iria postar hoje para que ela relaxasse um pouco depois do ENEM e cá estou, sei que ha muitas conspirações então hoje é dia de saber se estavam certos ou não
beijos, aproveitem

Capítulo 21 - Proposta de Trabalho (Parte 2)


Fanfic / Fanfiction Gigolô - Capítulo 21 - Proposta de Trabalho (Parte 2)

Semana que Tom estava no spar se preparando para a festa.

Quinta feira, nove da noite, restaurante do Sorata.

Bill estava entediado no trabalho, esperando mais uma encomenda ficar pronta para fazer a entrega, enquanto espera, ele se debruça sobre o balcão curvando bem a coluna, ficando empinado (para delírio das mulheres e alguns homens do recinto, funcionários ou clientes), extremamente sexy mesmo que estivesse apenas cutucando o gatinho-do-dinheiro dourado que tinha lá, ninguém sabiam o que estava acontecendo (quer dizer, mais ou menos), mas que Bill “evoluíra” (Oh, evolução) de uma forma deliciosamente apelativa para os dois lados da sexualidade, ninguém podia negar.

No entanto o garoto estava com a cabeça beeeeeem longe dali para se tocar dos olhares sobre seu corpo magro: Tom não o chamara uma única vez a semana toda! Será que tinha acontecido alguma coisa? Ele já estava tão acostumado a ver o moreno dia sim dia não que esses três dias sem ser chamado o estavam deixando doido. Infelizmente ele era tímido demais para ir a casa do gigolô assim, do nada, tocar a campainha só para ter certeza que o moreno não “perdeu” o numero do restaurante, queria ter toda aquela coragem que Tom tinha quando falava as coisas na cara, dizer que estava com saudades e beijar aquela boca carnuda para provar sua palavras e provar do gosto irresistível dele, mas só de si imaginar fazendo isso sua cabeça rodava de nervosismo, já estava começando a criar um monte de teorias sobre o gigolô, uma pior que a outra.

A primeira teoria que também era a mais convincente e a mais cruel era que o mais velho tinha finalmente se enjoado dele, mais de três meses sem eles avançarem em nada além de algumas “brincadeiras”, como Tom mesmo dizia, deveriam ter enjoado o gigolô assim como o pequeno sempre temera, Tom era um cara que vivia do sexo e para o sexo, três meses só com toques e beijos fizeram o moreno finalmente jogar tudo, inclusive Bill, à merda.

O pensamento fazia seu coração doer de tão apertado que ficava, imaginar que foi trocado por um sexo fácil pelo gigolô. Ele controla o pequeno soluço que ficou travado na garganta, não ia chorar, se realmente foi descartado pelo moreno como pensava, só mostrava que o mais velho não gostava dele e só estava interessado em brincar com ele ate arrancar sua virgindade desde o começo. Ele respira fundo, controlando a vontade de chorar enquanto pega a encomenda e vai para fora do restaurante pegar a lambreta, não, não ia chorar por causa de um puto como Tom Wolff, ele não iria se permitir a isso.

-----X-----

Dia seguinte, sexta feira, oito da noite.

Bill para a lambreta na frente da casa dos gigolôs, aproveitou que estava motorizado e deu uma volta gigantesca para ir da casa da entrega e passar no bairro rico onde o moreno morava, os carros estavam lá, mas a cara inteira estava desligada como se nenhum dos dois estivesse presente. Ele respira fundo tomando coragem, não aguentava mais ficar apenas esperando o moreno ligar para chama-lo, tinha que verificar o que estava acontecendo.

Ele desce da lambreta trocando os pés e mesmo nervoso toca a campainha, inventaria uma desculpa qualquer para aquela visita, que estava procurando uma rua pelo bairro, ou que a lambreta quebrou ou mesmo que estava tão acostumado de ir lá que achou que ia fazer uma encomenda para o moreno naquela noite (o que não deixava de ser verdade).

Ele espera, mas ninguém o atende, ele aperta a campainha de novo, de novo e de novo, mas a casa continua tão silenciosa como antes, nenhum som de passos ou mesmo de luzes se acendendo para ver quem tocava a campainha tão desesperado. Ele olha pelo buraco do correio e vê alguns envelopes acumulados como se há dias ninguém os recolhesse e respira aliviado, muito aliviado e de coração mais leve, afinal, tudo leva a crer que nem Tom nem Georg não deviam estar em casa há alguns dias, “Por isso ele ainda não me chamou”, pensou feliz e se sentiu bem melhor, o moreno não se esquecera dele.

Ele pega o bloquinhos de controle de entrega e uma caneta do seu bolso, escreve num pedacinho de papel e coloca na caixa do correio, quando Tom chegasse veria seu recado. “Estou com saudades, Bill” escreveu tímido, mas expressando um pouco do que realmente sentia pelo gigolô.

Sentindo se bem mais leve por se declarar (na cabeça dele aquilo era uma declaração), o menino sobre na lambreta e volta para o trabalho feliz, esperava receber uma noticia do moreno o mais breve possível, mas ele podia esperar mais uma semana para receber algum contato do gigolô, pelo menos era o que ele esperava de si mesmo.

-----X-----

Sábado, meio-dia, no restaurante do Sorata.

Todos os funcionários tinham sido chamados mais cedo que o costume para aquela faxina de sábado, algumas pessoas ainda estavam meio sonolentas, mas o chefe exigiu a presença de todos pois queria fazer uma reunião seria com eles antes da limpeza do local começar. O senhor Sorata já estava com o restaurante aberto esperando os últimos atrasados chegarem antes de começar a falar, ele estava visivelmente nervoso.

- Todos vocês olhem aqui – Falou para chamar a atenção quando a ultima menina chegou – Recebi hoje de manha uma encomenda muito importante para uma festa, eles me disseram que tiveram problemas com o restaurante anterior e por isso nos escolheram para substituição, os cozinheiros já estão trabalhando para dar tempo de fazer tudo, pois são pratos mais elaborados que estamos costumados a fazer – Ele diz mexendo em alguns papeis e olhou de novo para os funcionários que não entendiam nada, se a encomenda já estava sendo preparada, o que eles estavam fazendo lá duas horas antes?

- Só que além da comida, eles me pediram uma equipe para servir o Buffet na festa, por isso chamei vocês, eles pediram seis funcionários e exigiram que todos fossem maior de idade para ir a uma reunião daqui uma hora num prédio, o endereço esta comigo – Ele mostrou alguns papeis na mão –Aviso logo que quem assinar esses termos não poderá voltar atrás no contrato. Agora, quem quer ir?

Alguns funcionários levantaram a mão, Sorata escolheu a dedo os homens ate completar a cota, mas ele precisava de quatro homens e duas mulheres e ainda faltava uma mulher.

- Vamos, preciso de mais uma mulher, Erika, Alissa, Mel? Nenhuma de vocês quer ir? A Catherine não pode, pois cuida do caixa e telefone (ela era a única responsável por isso e o Sr. Sorata não ia libera-la).

As três moças, as únicas entre as mulheres restantes com maioridade, balançavam a cabeça negando, tinham medo, que tipo de festa exige que apenas pessoas maiores de idade podiam servir? Andreia (a única que aceitou de cara) era louca de ir numa festa daquela, com termo de compromisso irrevogável, o senhor Sorata continuou chamando sem sucesso ate uma mão tímida se levantar lá do meio, uma mão magra, branca e com longas unhas pretas.

- Senhor, posso falar com você rapidinho? – O garoto Bill pediu tímido apontando para o canto. O velho desce do banquinho e acompanha o rapaz – Quando estão pagando por essa festa?

- Bastante Bill, bastante mesmo – O velho coça a barbicha, era bem mais do que ele pagava para os funcionários, para um único dia era um preço exorbitante, só não queriam dizer o porque – Por que?

- E-eu... ehh... – Ele enrola um pouco, afinal era bem absurdo o que iria pedir – Eu... não posso ir no lugar... sabe? De uma delas? – O garoto fala apontando para as meninas que discutiam, tentando convencer uma a outra a aceitar o serviço da festa visto que nenhuma queria ir.

- Mas você é homem Bill! – Que diabos o menino estava falando?

- Mas muita gente me confunde com mulher e o senhor sabe bem – Ele diz fazendo uma careta de desgosto com aquilo, mas era total verdade e, dessa vez, ele iria se aproveitar do fato – E eu preciso muito desse dinheiro – A geladeira da sua casa queimou, a comida estava estragando há dois dias e eles não tinham como pagar o conserto dela, ele bate o pé fazendo bico como uma criança – Deixa eu iiiirrrr... – Além do dinheiro necessário, aquele serviço iria distrai-lo um pouco do assunto “Tom”.

O velho bufa concordando mesmo que a contragosto, realmente, se Bill fosse ninguém diria que ele era um homem, afinal, mesmo sem maquiagem como ele estava agora ele era tão bonito quanto, e em muitos casos mais, que uma mulher. Ele pensa um pouco olhando em volta, as meninas ainda não queriam ir e ele precisava de uma equipe ou poderia perde aquele ótimo contrato, olha para Bill de novo que pedia para ir ao serviço, ele tinha uma chance de montar a esquipe, poderia ser um bom plano.

- Se convencer uma delas a lhe dar a identidade podemos fazer isso sim – Ele diz bem baixinho fazendo o garoto dar pulinhos, batendo palmas de felicidade.

O garoto vai ate o meio dos funcionários e puxa Erika pelo braço e conversa com ela baixinho, longe dos outros funcionários, ela rir um pouco achando graça, mas eles continuam a conversar ate ela concordar, o lado bom é que os dois eram brancos de cabelos negros, de certa forma tinham alguns traços parecidos, tirando o fato dela ser rechonchuda, era só Bill dizer que tinha emagrecido MUITO para fingir ser a Erika Meier.

...

Uma e vinte da tarde, Bill e os outros funcionários do restaurante chegaram num grande prédio comercial, cada um estava com os termos de compromisso nas mãos assim como suas identidades (Bill com a identidade da Erika) para provar maioridade. Eles foram guiados a uma sala de reunião no 11º andar e entraram numa das salas marcadas, a sala tinha uma mesa com algumas cadeiras, tirando isso, vazia, eles eram os únicos no local, os seis se sentam a mesa e esperaram a reunião começar.

Dez minutos depois uma mulher entra na sala, era loura, muito loura, cabelos soltos nos ombros, com uma saia ate os joelhos de risca giz e blusa de cetim azul sobre a pele branca, ela entra na sala sozinha e fecha a porta, vê o sexteto e sorrir satisfeita, realmente só eram eles para aquela reunião.

- Boa tarde, meu nome é Madeleine, como já devem saber a empresa qual represento contratou o restaurante onde vocês trabalham para servir numa festa amanha – Ela diz mexendo numa pasta – Primeiro preciso que assinem esses “Contratos de sigilo” para as informações que irão ouvir e ver nessa reunião, se qualquer informação vazar vocês terão que pagar uma multa por quebra de acordo, e devo avisar a vocês que a multa é alta, muito alta.

Ela diz rindo meio maliciosa entregando alguns papeis para eles, eles leem os termos de sigilo e Andreia soltou um grito quando viu o preço da multa, eram números demais para uma simples multa, nem dez anos seria o suficiente para pagar aquele dito valor.

- Leram os termos? Ótimo, agora assinem. Lembrando que vocês já não podem desistir do serviço por causa do termo de compromisso, lembram-se? Irrevogável – Ela diz distribuindo canetas para cada um deles e espera os papeis serem assinados. Jovens e assustados como eram, os meninos assinaram o papel e entregaram para Madeleine juntamente com o termo de compromisso com seus dados, ela pegou os dois papeis, revisou os dados e as assinaturas e guardou tudo.

- Ótimo, primeiro quero que saibam que só foram chamado hoje porque o outro restaurante japonês que iria servir nossa festa amanha teve um problema com a fiscalização sanitária bem em cima da hora e chamamos vocês por causa das avaliações de alguns convidados nossos, vocês não serão o único restaurante a estar servindo, outros sete estabelecimentos de culinária variada estarão lá com seus respectivos buffets e funcionários servindo, entendido?

Ela falava concisa, mas muito rápido como se aquela reunião estivesse tirando um tempo precioso dela e ela precisava se apressar, os seis confirmaram com acenos de cabeça cada um já tinha feito um juramento interno de que não iriam falar porra nenhuma de nada do que fosse dito naquela sala com medo da multa.

- Bom, para uma informação básica a festa esta seguindo desde hoje de madrugada, mas outros restaurantes estão servindo lá, como queremos que nossos clientes possam experimentar de tudo um pouco, cada dia terá variadas comidas de diferentes etnias para eles poderem aproveitar ao máximo – Ela diz arrumando outros papeis nas mãos, olhando para eles de vez em quando – Preciso que assinem mais esses papeis.

Entregou mais um contrato, de “Responsabilidade pessoal por contratos e serviços extras”, que porra de festa era aquela? Os garotos assinaram (Bill tinha que se lembrar o tempo todo de assinar como Erika Meier), e entregaram os papeis que mais uma vez foram guardados.

- Bom, explicando primeiramente o termo de sigilo: A festa é de contexto “livre” – Ela fez aspas autoexplicativas com as mãos, mas ninguém entendeu. Ela suspira sonoramente procurando outras palavras para explicar – Os convidados estão “livres” para SEREM o que quiserem e FAZEREM o que quiserem entenderam agora? – Ela olhou para eles esperando que alguém tivesse entendido o recado.

- Tipo... – Isaak, um dos rapazes, arriscou – Sexo e drogas?

- Isso, muito bom – Ela falava lento, parecia que estava dando aulas para alunos do maternal – Sexo, drogas, fetiches, insanidades... qualquer coisa que eles quiserem naquela festa, terão – Os seis na mesa recuaram, Bill e Andreia (as “mulheres”) abraçaram seus corpos como que para se proteger.

- NÃO se preocupem, pois vocês estão lá exclusivamente para servir a comida, são, digamos assim, intocáveis – Ela diz de uma forma a tentar confortar eles, mas ainda assim, nenhum deles relaxou – O motivo dos contratos de sigilo é que os convidados são pessoas importantes, poderosas e muitos deles famosos, que estarão fazendo diversas coisas, algumas delas ilegais, por isso vocês não podem NUNCA dizer o que viram ou ouviram nessa festa para ninguém nem para sua sombra, inclusive essa reunião, como estava no contrato. é de natureza totalmente sigilosa, se alguma informação vazar, temos OTIMOS profissionais que caçarão quem abriu a boca e o farão pagar, entendido?

Muito temerosos, os seis concordaram com um aceno de cabeça, tinham se metido na maior roubada da vida deles, mas aqueles contratos, desde o termo de compromisso, os estavam prendendo, não podiam mais negar, Bill era o que mais temia, se eles tinham ótimos profissionais como Madeleine dizia, eles podiam descobrir que ele não era mulher e estaria fodido, literalmente.

A reunião continuou, a loira dava instruções de como agir, servir e se comportar durante a festa, sempre lembrando-os que não poderiam NUNCA falar sobre nada que vissem ou ouvissem, por isso a exigência de maioridade e o contrato de sigilo. O buffet de comida japonesa seria dividido em dois, cada mesa num canto oposto da festa para os convidados não precisarem de locomover muito, por isso eles foram chamando naquela ordem, dois homens e uma mulher em cada mesa. Eles foram informados que daquela reunião eles seriam encaminhados para uma outra sala para pegarem suas medidas e amanha, antes de entrarem na festa eles receberiam os uniformes customizados.

Ela falou de uma regra estranha, todos os “intocados” da festa usariam um tipo de mascara de animal, para sinalizar que não poderiam ser perturbados pelos convidados, entretanto, se algum deles assim como qualquer outro que estivesse servindo quisesse oferecer “outros tipos de serviço” era só eles tirarem a mascara indicando que eles estavam disponíveis para negócios, mas isso era de caráter único do funcionário e o preço assim como o serviço seria acertado entre o funcionário e o convidado, outro motivo para exigir maioridade e o motivo do “Contrato de responsabilidade” assinado anteriormente.

Depois de um ultimo contrato assinado, conferido e guardado, falando sobre o tipo de serviço oferecido (atendente de buffet) e o preço: 7000 euros para ficarem de boca calada e servirem por doze horas (era mais do que recebiam em tres meses de trabalho bruto) os sete saem da sala e se dirigem para outra no mesmo andar, lá havia três alfaiates, três biombos e muitos panos no chão.

Bill travou na porta, merda, esquecera-se que eles tinham que tirar as medidas para os uniformes e se fosse para tirar a roupa estaria fodido. Obedecendo a ordem de Madeleine, ele fechou a porta e entrou na sala, todo recolhido, os cinco companheiros restantes olharam para ele com pena, qualquer coisa diriam que foram ordenados a ficarem calados em relação ao amigo, mas todos tinham o mesmo pensamento, a farsa de Bill acabava agora. Três deles entraram cada qual num biombo enquanto Klaus, Benjamin esperavam juntamente com Bill a sua vez, o garoto começava a transpirar, merda, ia morrer, tinha certeza disso, iam matar ele por descobrirem que mentiu.

Ficou se martirizando, suando frio e pensando em como aquelas pessoas poderia tortura-lo por ter mentido para elas, mas não tinha tempo para pensar em como fugir porque o tempo havia terminado, ele gemeu de desespero quando os dois rapazes e Andreia saíram dos biombos e ele e os outros dois foram guiados ao local, ele entrou nervoso, abraçando o próprio corpo com medo, havia uma moça lá, toda de preto, muito magra, de cabelos curtos e franja, ela olhou para a “menina” e sorriu docemente, tinha a ficha “dela” na mão.

- Erika, não? – Bill confirma nervoso, ia morrer, droga, ia morrer virgem – Prazer, meu nome é Heloise. Pode tirar a roupa, por favor. Tenho que pegar suas medidas – Ela observa a menina ficar vermelha como um pimentão, “Erika” se abraça mais forte e olha ao redor como se quisesse fugir, Heloise sorrir mais, que fofa aquela atitude dela.

- Tem vergonha? – “Erika” confirma balançando a cabeça freneticamente, Heloise já teve clientes assim, era acostumada – Então vou tentar suas medias por cima da roupa tudo bem? – Ela diz esticando a fita métrica. A “moça” concorda com os termos soltando os braço, Heloise pega a fita e começa a pegar suas medidas mesmo com certa dificuldades por causa da presença de roupa, altura, espessura e largura das pernas, braços, cintura, quadril, ombros, pescoço, pulsos, calcanhares e numeração dos sapatos, mas na parte dos seios “Erika” abraçou o busto negando com a cabeça veemente.

- Calma, eu sou mulher também! – Ela diz se aproximando de novo, mas a menina se recolhe mais dando um passo para trás – Qual o problema? – Pergunta curiosa, afinal, as duas eram mulheres.

- E-eu... eu... é que... – Bill falava nervoso, sua voz estava mais fina que o natural como na noite que conheceu Tom – Eu... Eu não tenho seios – Confessou por fim num único suspiro.

Heloise parou um instante e ficou avaliando o corpo magro e esguio como se pensasse, Bill ficou parado encolhido se perguntando o porque dela não ter feito um escândalo e gritado pra todo mundo que “Erika” na verdade era homem.

- Ah! – Ela diz como se tivesse entendido o recado, Bill se prepara para os gritos – Foi a perda de peso não? Vi aqui pela foto da sua identidade, você emagreceu muito, os seios “secaram” com isso?

- SIIIM! – Salvo pelo gongo – E e-eu tenho muita vergonha, não sobrou nada, NADA mesmo, parece ate ser o corpo de um homem.

- Sei bem como é – Heloise abre a blusa (deixando Bill mais vermelho ainda) e mostra os peitinhos extremamente pequenos, quase inexistentes no seu corpo magro, ela fecha a blusa e vai para perto de Bill que ainda se recolhia no canto – Mas pelo menos você tem algo para compensar não? – Diz batendo na bunda dele, pois apesar de magra, era redondinha e gostosa de apertar (Tom que o diga).

- Ahhh, agradeço – Ele diz nervoso se afastando das mãos dela. Heloise disse que iria fazer um busto PPP(PP) para ele, que era o mesmo que ela usava e Bill agradece por não precisar tirar as medidas dos seios (inexistentes). Ao sair do biombo, Bill encontrou seus amigos já reunidos, estavam conversando com Madeleine e outra mulher num canto mais afastado.

- Ah, finalmente se juntou a nós Erika – Madeleine diz puxando Bill para junto do grupo – Essa é a pessoa para quem trabalho e que vocês irão trabalhar amanha, diga “Oi” para Lady Doll.


Notas Finais


Huehueheuehue eu sei, sou cruel, mas espero que não matem essa autora só um pouquinho sadica
Amo yous, e agradeçam ao pedacinho de gente <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...