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História Gimme More - Capítulo 59


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Notas do Autor


Bom dia, boa tarde, boa noite e boa madrugada! ♥️

Já estou a três dias em quarentena e estou surtando! Alguém mais está assim?

Capítulo 59 - Capítulo 59



meses depois 


Era estranho estar morando sozinha depois de tudo o que aconteceu, Justin está tão focado em salvar seu posto na máfia que ficou cego, sai da mansão e ele nem percebeu ou então apenas fingiu não ver. Então como eu estava sobrando decidi ir embora, meu pai me deu um apartamento de presente e eu fiquei muito feliz por ele estar tentando cuidar de mim, moro no mesmo prédio que as meninas porém dois andares acima.

Meus filhos agora tem outra babá porque Natália decidiu assumir os negócios do meu pai e fiquei super feliz por ela tomar esta decisão, Rose em breve vai começar a faculdade de advocacia e eu em breve farei uma faculdade também já que graças ao Jeremy eu consegui terminar os estudos. Consegui abrir uma oficina com a ajuda do meu pai também, ele sabe que meu amor por carros ultrapassa muitas coisas na minha lista de prioridades, então ele me ajudou a montar minha oficina e contratei algumas mulheres para trabalhar comigo. 

Minha vida está caminhando lentamente porém estou feliz, só o que me deixa chateada é a questão do Justin estar tão focado em uma coisa e esquecer do resto, até o próprio filho ele tem deixado de lado e isso me chateia demais, mas segundo o Ryan eu devo entender o Justin pois ele precisa resolver pendências e ainda treinar a Jazmyn que em breve irá assumir a máfia. Me chamem de egoísta, mas acho que dá muito bem para ele fazer tudo isso e ao mesmo tempo dar atenção ao filho dele, mesmo que eu tenha sido apenas uma transa ainda sim tem o filho dele que precisa do pai tanto quanto precisa de mim. 

O telefone da oficina toca e eu atendo rapidamente, era um grande magnata que precisava dos meus serviços como mecânica, ele disse que traria o carro e eu deixei tudo anotado para as meninas saberem que precisariam ter bastante atenção com o carro dele. Depois desse telefonema fui ver como as meninas estavam indo, elas estavam na pausa para o café então eu fui para o outro lado da oficina que ficava uma pequena academia que fiz para mim, onde em dias de estresse eu ficava socando sacos de areia, e esse era um desses dias, então coloquei as luvas de boxe e comecei a socar para estravassar toda raiva que eu sentia.

— Com licença, chefe. _adoro ser chamada assim.

— Pode falar, Eloisa.

— O carro chegou, senhora.

Sai da academia após tirar as luvas, fui até o motorista do magnata e ele me passou os problemas do veículo, era uma Ferrari belíssima que me fez ter uma pequena inveja dele pois o veículo era coberto de ouro, agora como isso havia sido feito eu não faço ideia.

Ajudei as meninas a cuidar dos carros, demoramos quase o dia todo mas enfim conseguimos terminar a tempo, quando o motorista veio buscar ficou surpreso com nossa rapidez e perfeição no serviço, nos pagou e foi embora então liberei as meninas pois já estava ficando tarde. Sou uma patroa que libero elas sempre as sete horas, sei que por ser mulher é perigoso para nós andarmos sozinhas tarde da noite e a maioria tem filhos. 

Elas foram embora e eu fiquei sozinha cuidando dos outros carros, foi ficando tarde e eu virei rápido pronta para dar um soco na pessoa que entrou na oficina mas era só a Jazmyn acompanhada pelo seu namorado Chaz. Enfim ela se decidiu, e fico feliz pelos dois, da para ver que ambos estão muito felizes. 

— O que fazem aqui uma hora dessas?

— Estamos fugindo do Justin. _ela senta no capo do carro, folgada que só_ — Ele vai me deixar maluca.

— O que ele fez?

— Ele não me deixa respirar, está tão focado em me tornar como ele que não me deixa sair de casa mais. O tempo todo sou obrigada a ficar ao lado dele, isso é uma porcaria. Ele sabe que não quero ser mafiosa, estou fazendo isso por ele mas não significa que sou obrigada a ficar presa dentro de casa. Sério, meu irmão está obcecado.

— Você deveria entender ele um pouco, seu irmão sofreu para ser um grande herdeiro e perder tudo assim fácil não dá, entende. _Chaz defende o amigo. 

— Você fala isso porque não está tendo que aturar ele. Lorie fez bem em ir embora daquela mansão.

— Eu não fui embora por escolha, mas sim porque notei que estava sobrando.

— Ele está vacilando muito com você, Lorie. _Chaz diz me abraçando de lado_ — Caralho, depois de tudo que você fez por ele, o babaca vai e faz essas merdas.

— Eu não me importo.

— Se importa sim, te conheço. _Jazzy diz saindo de cima do carro_ — Da para ver na sua cara o quão você está chateada com ele.

— Ryan disse que eu preciso parar de ser egoísta, então estou fazendo isso.

— Me poupe. O que Ryan sabe de egoísmo? Ele está lá de boa transando com tudo que se move, esse idiota não tem que falar merda nenhuma. Você não é nenhuma egoísta, você só é uma mulher apaixonada que quer ser um pouco mais valorizada.

— Podemos parar de falar dele?

— Ok. Já que eu fugi do meu irmão, o que acha de ir conosco assistir algumas corridas?

— Não vai dar, tenho dois filhos que precisam de mim. E não quero abusar da babá para que eu vá se divertir.

— É por isso que não quero ter filhos, eles acabam com nossa liberdade. _Jazzy disse e Chaz concordou.

— Se vocês não querem filhos, então não transem. Agora me deixem ir embora.

Tranquei tudo com a ajuda deles e pedi um táxi, meu pai também queria me dar um carro mas isso eu recusei, ele já havia me ajudado muito. 

Cheguei em casa e a babá logo em seguida foi embora, meus pequenos já estavam dormindo então pude tomar um banho demorado, após o banho eu fiquei na sala assistindo e estava ficando entediada. 

Levantei do sofá e fui no quarto das crianças, fiquei olhando eles dormindo, respirei fundo me sentindo sozinha e triste, parece que a vida de todos caminha para frente e a minha não sai do lugar.

Laura acordou pedindo colo, eu peguei ela e fomos para a sala pois eu não queria que ela acabasse acordando o James, mas foi questão de minutos até ele acordar chorando então fui pegá-lo, coloquei música de criança para eles e fiquei sentada na varanda olhando para a lua, me bateu uma tristeza tão grande que em seguida comecei ter uma crise de ansiedade. 

Liguei para o meu pai e pedi ajuda, ele rapidamente chegou no meu apartamento e eu agradeci a Deus por ele ter vindo morar perto da gente. Meu pai me ajudou com a crise e depois colocou as crianças para dormir, fiquei no sofá encolhida encarando a televisão desligada.

— Quer conversar? _meu pai pergunta sentando ao meu lado.

— Não estou afim de conversas, desculpa.

— Sabe o que você precisa? Sair um pouco.

— Não posso sair, tenho dois filhos pequenos e um deles ainda mama no peito.

Meu pai fica olhando para mim e parece ter uma ideia, ele vai até o quarto das crianças e volta com a baba eletrônica para sabermos caso as crianças acordasse. Ele afasta os sofás e liga a televisão, depois pega o celular dele e instala um aplicativo de música em seu celular, ele conecta a tela do celular com a TV e abaixa um pouco o volume.

— O que está pretendendo fazer?

— Quando Natália era uma menina, eu vivia estressado então ela me ensinou relaxar com música, me ensinou algumas coreografias de jovens e vou lhe ensinar agora.

Então meu pai começou a dançar no meio da minha sala e eu fiquei de queixo caído, para sua idade ele sabia dançar melhor que eu, em seus plenos quarenta e cinco anos de idade lá estava ele dando um show de dança. Comecei então a seguir seus passos, rapidamente nós dois começamos a dançar animados e dando muita risada, tive que começar a filmar e foi ainda mais divertido. Estávamos dançando uma música dos Jonas Brothers e ele me contou que Natália é fã deles, que ela ensinou as coreografias e uma vez fez ele leva-lá ao show deles e dançar no meio da multidão.

— Você dança muito bem, pai.

— Isso que você não viu seu paizão aqui dançando de verdade. _demos risada e continuamos a dançar. (What A Man Gotta DoJonas Brothers)

Depois de dançar muito acabamos cansando, pedi para meu pai ficar para dormir pois estava tarde e ele aceitou, subimos para o meu quarto e eu dei uma olhada nas crianças que dormiam serenas, deitei na cama e meu pai também, coloquei minha cabeça em seu peito e pude ouvir seu coração, ele começou a fazer carinho em meus cabelos e isso foi me dando bastante sono. 

— Obrigado, Leone. Você tem sido o melhor pai do mundo todo, não sei o que estaria sendo de mim sem o seu apoio. Te amo, pai.

— Eu te amo, filha.

Sorri ao ouvir meu pai dizer que me amava, acabei lembrando do Afonso e do Josh, sorri tendo lembranças boas deles, com o coração cheio de saudade e gratidão eu acabei adormecendo. 


Notas Finais


Capítulo Revisado ♥️

Agora que estou de quarentena, vou tentar postar mais rápido os capítulos. ♥️


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