História Girl friend - Capítulo 3


Escrita por: e Otaku_kawai9632

Postado
Categorias Histórias Originais
Tags Drama, Orange, Yuri
Visualizações 7
Palavras 1.369
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Yuri (Lésbica)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Deixa eu falar, o vlad quis mudar os nomes das personagens gente, enfim ele escreveu esse capítulo!

Capítulo 3 - Sedução



Mais tarde na mesma noite acordei com algo me abraçando, que estava bom estava, mas quem estaria me abraçando?Abrir meus olhos e me deparei com Beatriz dormindo no mesmo colchão que eu. Estávamos uma de frente pra outra e confesso que estava um pouco assustada e envergonhada. Lentamente eu me virei e peguei o meu celular que estava do lado do colchão que estava no chão e olhei as horas, eram 04:12 da manhã, me levantei com cuidado para não acordar a mais velha e fui no banheiro, saindo de lá me deparei com minha melhor amiga Ana Beatriz saindo do quarto e que até agora não havia percebido a minha presença no mesmo corredor que ela até que eu falei com ela: 
- aonde você vai? – eu disse fazendo com que ela se ligasse que eu estava ali 
- oi Suzi, o que você faz acordada uma hora dessas? – ela me perguntou com uma voz sonolenta e fofa ao mesmo tempo 
- o que você faz acordada uma hora dessas? – eu disse dando ênfase à palavra “você” 
- eu vou ao banheiro e você? 
- eu acabei de sair de lá – disse e seguir para o quarto para me deitar novamente 
Depois que Beatriz voltou para o quarto ela foi direto para o meu colchão e me abraçou ficando de frente para mim, corei quase que instantaneamente quando ouvi ela dizer: 
- está gostando de dormir abraçada a mim? – seu tom era como de um sussurro, mas com um pouco de malícia na voz 
- não! Claro que não – disse com a cara vermelha como acerola de tanto corar 
- não, é. E porque está corando, confessa vai que você está gostando – disse ela me puxando para mais perto 
- é... que...é... 
- shhh! – ela se aproximava de mim como se fosse me beijar, eu quis esconder o meu rosto no travesseiro, mas ela o puxou antes e ela se aproximava 
- é...o que...você está...fazendo!? – cada vez que eu gaguejava mais ela se aproximava de mim. Pensei comigo mesma: será que vou perder meu BV hoje?, então me deixei seduzir. 
Estávamos quase com os lábios colados quando ela para do nada e começa a rir da minha cara 
- você ia mesmo me beijar? – disse ela ainda tirando sarro de mim 
- claro que não! – disse corada e dei um leve murro no seu braço 
- ei! Meu braço! Confessa Suzana... que você ia me beijar 
Fiz cara de durona, cruzei meus braços e me virei ficando de costa para ela 
- ah! Suzi não fique com raiva, sabe que eu te amo 
- se me amasse não faria esse tipo de brincadeira – disse me virando pra ela fazendo cara de durona 
- ora! Pare com isso, não precisa desse drama todo– disse ela descruzando meus braços e mudando seu tom de voz para um mais fofo – Suzi... Suzana – ela segurou o meu queixo fazendo com que eu olhasse para ela, que até agora desviava meu olhar, e me deu um beijo na bochecha – bom, agora vamos dormir que eu ainda estou com sono – e me abraçou novamente e voltou a dormir. 
Ao menos era o que eu pensava. Pouco tempo que fechei os olhos senti algo sobre minha boca, algo quente e macio e com um gosto peculiar, foi algo agradável apesar de ter sido por um instante, foi bom e ouvi ela dizer: 
- é claro que te amo só que você não sabe ainda, Suzana – ela disse num tom de sussurro 
Confesso a vocês que ouvi isso fiquei muito feliz, mas não podia fazer nada, pois ela pensaria que eu não tinha adormecido, todavia senti meu rosto um pouco quente como se estivesse corando, eu acho que eu corei e Beatriz não percebeu e pouco tempo depois cai no sono 
Quando amanheceu, no caso no outro dia (no sábado), me acordei por volta das nove horas da manhã e pensei que Beatriz tinha dormido abraçada comigo, mas quando me levantei não a vi deitada ao meu lado ou em sua cama, vi alguém abrindo a porta e quando o sol entrou em contato com os meus olhos senti-os arder e os fechei quase que imediatamente pensei que fosse a mãe da Ana, mas para a minha sorte não era. A observei balbuciar algumas coisas e sem entender nada do que ela disse apenas concordei, quando ela me puxou para o banheiro e me entregou minha bolsa e disse: 
- se arruma logo! Que nós não vamos merendar em casa – me assustei um pouco, mas senti um pouco de empolgação na sua voz então provavelmente o dia seria bom 
Tomei um rápido banho, botei um short curto jeans e uma blusa preta um pouco curta e com mangas longas e “amarrei” um casaco Jeans, de tom um pouco mais escuro que o short, de Beatriz, fiz minha higiene pessoal e botei um batom lilás. Assim que saí do banheiro dei de cara com a minha melhor amiga e ela estava boquiaberta com o meu look, ela me olhava de cima a baixo e parecia que seus olhos estavam me perguntando se era eu mesma, vê-la assim era engraçado e para quebrar aquele silencio eu falei: 
- estou bonita ou falta alguma coisa? – ela se aproximou e ficando com a boca em meu ouvido e abaixou um pouco e ficando com o nariz bem próximo do meu pescoço inspirou e confesso a vocês que era muito boa a sensação era quase excitante só QUASE não se confundam 
- falta perfume e algum calçado ou você prefere ir descalço? 
- eu adoraria aquela sapatilha de flores que você tem e vou pegar emprestado um pouco de um dos seus perfumes 
- eu tenho alguma opção? 
- não – após esse pequeno papo foi em direção ao sapateiro dela e peguei a sapatilha. 
Em seguida fui para o seu lindo guarda-roupa e peguei o perfume que eu achei que mais combinava com o meu look, um que se chamava “humor perfeito” e ele era muito cheiroso. Resumindo, todos nos arrumamos e saímos no carro da mãe de Ana Beatriz, fomos para uma lanchonete modernizada, chegando lá Beatriz pede um capuccino de baunilha, eu peço um capuccino de canela e a mãe de Bia pede um café expresso e três pasteis. Depois de tomarmos café da manhã na lanchonete modernizada fomos andar pela cidade, nós fomos num museu, num parque de diversões e por fim almoçamos em um clube muito bonito no final do dia voltamos para a casa de Ana. Estávamos bastante cansados e era por volta das nove da noite, quando minha mãe liga e meu coração gela. Eu atendo a ligação 
“- Alô! Suzana? 
- “oi mãe, desculpa por não ter ido pra casa cedo” 
- “Suzana está tudo bem, eu posso falar com a mãe da Beatriz?” 
- “está bem, vou passar pra’ ela” 
Elas conversaram e eu fiquei com medo de minha mãe falar com a dona Rosa sobre mim e Bia e sobre a nossa amizade, mas quando saio do meu transe dou de cara com a mãe de Ana Beatriz dizendo: 
- Suzana sua mãe disse pra’ você dormir aqui de novo, pois ela vai precisar substituir um colega de trabalho – a encarei um pouco perplexa por minha mãe ter dito isso e por ver um sorriso aparecendo no rosto das duas e involuntariamente no meu também e estávamos rindo umas das outras e dona rosa disse – que tal pedirmos uma pizza e fazermos uma noite só nossa? – eu e minha amiga logo concordamos. 
----------------------------------------------{Quebra de tempo}------------------------------------------- 
Depois que a pizza chegou à mãe de Ana pagou e levou para a sala, que estava eu e Bia sentadas, escolhendo uma série para maratonármos, na “Netflix”. Assim que dona Rosa chegou, a série já havia sido escolhida e era: “Once Upon a Time”. Pouco tempo depois de a pizza acabar Ana Beatriz teve a idéia de fazer pipoca. Ficamos assistindo até antes de amanhecer. Então a mais velha entre nós nos chamou para ver, na varanda da casa, o sol nascer e sinceramente é muito lindo quando o horizonte fica alaranjado e fica à mostra apenas uma pontinha do sol e... e... É muito lindo!
  



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