História Girl meet Girl - Capítulo 23


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Categorias Originais
Tags Amizade, Amizade Colorida, Colegial, Duda, Girl Meet Girl, Lesbicas, Romance, Três Marias
Visualizações 418
Palavras 1.568
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oisss! Gente do céu, tá foda escrever kkkk tô travada na história, mas decidi que seria melhor fazer um hotzinho...

Sobre esses caps mais "quentes" eu queria explicar que não pretendo me aprofundar muito por enquanto, por isso estão tão superficiais, mas prometo que tem um motivo pra isso! Kkkkk vocês vão entender lá pra frente.

Bora!

Capítulo 23 - Fuck 2


Maju não precisou dizer nada para que eu a acompanhasse até sua casa naquela sexta-feira. Eu sequer me dei ao trabalho de falar com Rafa, afinal não tinha nada a ser dito, não é? Eu a recompensaria com o cinema amanhã.

Maju me guiou apenas segurando minha mão. Sua casa é simples, mas aconchegante. Não tive tempo de reparar em muita coisa, pois fomos direto para seu quarto e aparentemente estávamos sozinhas. 

Antes mesmo que eu pudesse analisar o local, a morena me encostou contra a porta com força. Senti suas mão correrem por toda a extensão do meu corpo, até chegar em minhas coxas. Em um movimento rápido, Maju puxou minhas pernas para cima, me deixando sem apoio. Opa, me senti a maior passiva do mundo.

Minha pele queimava sob o olhar de desejo da morena. Ela sempre teve muita atitude, então eu não esperava menos do que aquilo mesmo. Seus lábios voaram em meu pescoço antes mesmo de chegarem até minha boca, meu corpo bambeou. Ainda bem que ela estava me segurando, porque se eu estivesse de pé, teria uma boa chance de cair. Quem resiste a uma mulher dessas, gente? 

Depois do tempo que levamos para chegar até aqui, Maju parecia não suportar mais e, junto com seu toque, meu corpo também se lembrou de quanto desejava aquilo. Afundei meus dedos com força em seus cabelos e arqueei o pescoço para trás. Maju desceu os beijos em direção ao meu peito. Tive quase certeza de que aquilo havia rendido uma boa marca roxa em meu pescoço, mas nem consegui me importar com isso. A morena me dominou vergonhosamente. 

Quando se cansou de me torturar com os beijos, me jogou em sua cama, arrancando a própria blusa e ficando por cima de mim, em seguida. Seus toques eram os mais surpreendentes, ousados e intensos que eu já havia experimentado. Em alguns momentos eu me perdia em meio àquilo tudo, ficava difícil acompanhar seu ritmo. 

Quando dei por mim, já estávamos completamente nuas, na tesoura mais sensacional dessa história. Os movimentos de Maju chegavam a ser brutos, ela puxava o meu cabelo sem dó e conseguia me fazer mudar de posição sempre que queria. Fui colocada de quatro, apesar de ter um certo preconceito com essa posição, e recebi uns bons tapas na bunda antes que Maju começasse a me chupar. 

Assim que me adequei à maneira como a morena se comportava, meu corpo começou a queimar, era praticamente impossível não agir com a mesma intensidade que ela, fazendo com que nossa transa virasse um tipo de disputa de dominação. O prazer que eu sentia com isso era inexplicável.

Decidi que era a minha vez de mandar. Coloquei-a de bruços e me deitei totalmente sobre seu corpo, deixando minha boca colada em seu ouvido. Desde o ônibus até aquele momento, não havíamos dito uma palavra sequer.

- Se gemer, você perde. - Falei de forma impositiva e, em seguida, penetrei Maju com meu dedo médio. 

Senti o corpo da garota se enrijecer, em alerta, então continuei, aumentando a intensidade de meus movimentos, enquanto cochichava coisas em seu ouvido. A menina soltou algo que pareceu ser um rosnado antes de conseguir dizer alguma coisa.

- Isso é apelação. - Sua voz estava entrecortada e perfeitamente rouca. Já falei que adoro voz rouca?

Quando Maju agarrou o lençol da cama com força e abriu a boca, quase mordendo o colchão, eu sabia que estava perto do meu objetivo. Seu corpo tremeu e ela tentou conter um gemido, sem sucesso.

- Alguém perdeu. - Insinuei com um sorriso safado no rosto quando a garota se recuperou. 

- E como vai me punir, hein? - Mordeu os lábios, empolgada com a situação. 

- E quem disse que é punição o que vai ter? - Suas mãos corriam pelo meu peito, seu olhar era puro desejo. - Presta atenção. - Disse, fazendo com que a garota olhasse diretamente em meus olhos. - É melhor que me chupe de novo. - Passei a língua nos lábios provocativamente. - E bem gostoso.

Não demorou dois segundo para que ela me obedecesse. 

- Assim que eu gosto. - Murmurei, fazendo-a parar no meio do caminho.

- Já que tá a fim de brincar, seu desafio vai ser esse. - Ela pegou o celular, me deixando um pouco confusa, e rapidamente digitou alguma coisa. Clicou e clicou mais uma vez. - Aqui. - Disse ao entregar o celular em minhas mãos. - Leia. Se parar, eu paro também. 

Sacanagem! O que ela me deu foi um tipo de conto erótico. Vocês não tem noção de como é difícil manter a leitura? A sua mente e seu corpo, simplesmente param de responder da forma que você espera. Quanto mais explícito ficava o conto, mais tesão eu sentia com Maju e menos os meus sentidos me obedeciam. Eu gaguejava e suspirava a cada frase dita, quando eu chegava perto do ápice, tudo simplesmente deixava de funcionar. Eu parava a leitura e Maju parava o que estava fazendo. Porra! Essa é a verdadeira definição de tortura. Foram umas cinco tentativas até que Maju se conformasse que eu não conseguiria ler e gozar ao mesmo tempo, o máximo que consegui foi dizer seu nome em formato de gemido. Puta merda! Valeu a pena. 

Colei meus lábios nos de Maju (calma, os de cima) de uma forma um pouco mais carinhosa.

- Finalmente. - Ela sorriu com sinceridade. 

Finalmente mesmo, se parar para pensar, foi com ela que eu fiquei por mais vezes antes de chegar até aqui. Teria acontecido antes se eu não tivesse dado pt na festa de recepção aos novatos. Maldita festa! 

Beijei o pescoço de Maju com calma. Eu passava a mão em suas coxas e podia sentir que cada pelinho de seu corpo se arrepiava. A morena afagou meu cabelo, respirando fundo. 

O corpo de Maju é lindo! Parece até daquelas moças das propagandas de academia, barriguinha chapada e os seios redondos e firmes, desci os beijos para eles e os chupei sem pressa, enquanto brincava delicadamente com os dedos em sua virilha. 

- Gostosa. - Sussurrei contra seu corpo. 

Eu teria terminado o que estava fazendo da melhor forma possível se não fosse pelo barulho da porta se abrindo. Tinha alguém na casa desde o começo? Maju deu um pulo.

- Merda! 

Por sorte, consegui puxar o lençol e cobrir nossos corpos a tempo. Uma garota idêntica à Maju apareceu no canto da porta. Juro, era I-DÊN-TI-CA! 

- Pelo amor de Deus, Maria Júlia! Paga um motel! Sabia que meu quarto é logo aqui ao lado? - WHAAAAAT?! Que vergonha! Quis morrer.

- Sai! - Maju gritou, arremessando um travesseiro em direção à garota, que se defendeu fechando a porta. 

- Se eu for mal na prova amanhã, você quem vai fazer a recuperação. - Ela falou rindo, voltando a colocar o rosto na brecha da porta. Aquilo era sério? - Ah, oi! - Se dirigiu a mim, animada. Eu deveria estar mais vermelha do que a bochecha da Maria Clara. Acenei.

- Eu vou matar você! - Maju parecia furiosa, mas não podia se levantar para correr atrás da irmã, afinal, estava sem roupas. 

A Maju 2 mandou um beijinho no ar antes de fechar a porta.

- Sem noção. - Maju bufou.

Tive uma vontade espontânea e incontrolável de rir. Não sei se era nervoso ou o que, mas caí na gargalhada. A morena ao meu lado me olhou sem entender nada, a expressão nervosa dela só me fazia rir mais. Ao poucos um sorriso também brotou no rosto de Maju, que se tornou um riso controlado. 

Minha barriga chegou a doer, isso acabou me gerando uma sensação de alívio, no fim das contas.

- Que dia louco! - Exclamei, recuperando o fôlego que a gargalhada me tirou.

- Bota louco nisso. Do nada você me beija, do nada minha irmã aparece... - Riu.

- Quando tô com você é sempre assim. Você é a doida do rolê! 

- Vai falar que não é divertido! Conquistou uma tatuagem assim. - Concordei com a cabeça, sem perder o sorriso no rosto. Tudo com a Maju era imprevisível, desde o primeiro beijo. 

- Do nada você me mandou um bilhete também. - Eu queria muito entrar nesse assunto.

- Seria injusto não te ajudar, Duda. - Seu tom de voz ficou repentinamente mais sério.

- Mesmo com tudo que fiz? - Franzi o cenho, tentando demonstrar meu arrependimento. 

- Mesmo. - Ela sorriu. - Somos mais do que toda essa bosta que aconteceu. Não vale a pena perder sua amizade por isso. 

- Ah, então somos amigas? - Perguntei em um tom brincalhão. Sempre achei que ela estivesse apaixonadinha por mim.

- Nossa! Valeu, hein?! Nem me considera! - Se fez de ofendida, me fazendo rir. - Sei lá, Duda... Você me passa uma sensação esquisita de segurança. - Deu de ombros. - Por algum motivo, eu confio em você. - Essa frase me fez sentir especial. Se tem uma coisa que eu considero elogio, é isso: Confiança.

- Tem tanta coisa sobre você que eu queria entender. - Desabafei. - Não leva a mal, mas você tava agindo de um jeito tão estranho... - Maju balançou a cabeça positivamente. 

- Você ainda vai saber de tudo. - Maju pegou minha mão, apertando um pouco além do normal. Fitei seus olhos. - É uma promessa.


Notas Finais


É isso, perdoa esse cap, sei que tá uma bosta kkkk vamos apenas usar ele pra chegar no próximo haushsu


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