História Girl Meets Evil (EM REVISÃO) - Capítulo 50


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, Got7
Personagens G-Dragon, Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Lisa, Min Yoongi (Suga), Yugyeom
Tags Abo, Bts, Drama, Ghost, Got7, Híbrido, Hot, Imagine, Jungkook, Mistério, Romance, Sobrenatural, Suspense, Yoongi
Visualizações 7.768
Palavras 5.702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heeey!

ATENÇÃO: Os personagens aqui citados são maiores de idade. Se você tem restrição a conteúdo erótico (+18, linguagem obscena e cenas de sexo) Não leia esse capítulo, pode pular tudo que hoje é só putaria. Tá avisado oihohiohihoihoihoh

GENTE! Ontem tive um problema aqui em casa e acabei atrasando. Não consegui terminar de responder os comentários do cap passado e nem terminei a postagem. Ai meu deus. Fiquei com tanta vergonha que dessa vez nem entrei na internet pra me explicar. Não consegui. Queria me enterrar oihoh Só consegui pensar em me concentrar ao máximo pra terminar o mais rápido possível pra vocês lerem. Me perdoem ;_;
Também queria pedir pra vocês não serem tão críticas com relação ao que eu escrevi pra hoje, porque ainda sou nova nesse negócio de hot e essa é minha primeira fanfic... Sou só uma fulana que escreve uns paranauê oihoih
Assim... Eu me diverti escrevendo isso, mas... Se meu jeito de descrever a cena te cansar, me perdoe. Estou fazendo o possível pra melhorar. Fighting! Ainda vou ler de novo mesmo agora, depois de postado, pra ver se ficou maçante.

É que vocês confiam tanto em mim, que eu fico com medo de decepcionar e entro em parafuso ohiohoih E, por favor, não se incomodem ou se preocupem comigo.

Eu só quero que se divirtam com a leitura. <3

Música do capítulo: Closer - Nine Inch Nails

Capítulo 50 - HOT: Descontrole.


Fanfic / Fanfiction Girl Meets Evil (EM REVISÃO) - Capítulo 50 - HOT: Descontrole.

Jeon Jungkook's P.O.V.

Nunca me senti assim antes.

Meu corpo se sensibiliza além do tolerável. Qualquer ruído me atormenta. O ponteiro do relógio de parede, o gotejar da torneira na pia da cozinha, o chicotear das gotas de chuva nos vidros da sala-de-estar, o estrondear dos trovões. As risadas e conversas ressoam como ecos. É tudo alto, quente, próximo demais. Isso me enfurece.

Portas e janelas estão fechadas por causa do mau tempo. O ar se incorpora violento e minhas narinas se embebedam com o odor adocicado que se alastra por aqui. É cheiro de Ômega. O sangue lateja em minhas têmporas e minha visão perde o foco por um segundo. Vultos se formam entre os móveis e minha cabeça oscila em vertigem. Uma camada sutil de suor se forma em minha nuca, calafrios percorrem minha coluna. As reações se espalham pelo corpo e se acumulam em minha virilha.

Tento afastar-me das lembranças da noite anterior, mas a cobiça retorna como uma onda de ressaca. Retalhos de memórias embaçam minha percepção. Lembro-me de seu rosto inebriado de prazer, das curvas sinuosas de seu talhe esguio. Da náusea causticante que me arrebatou ao inalar seu cheiro misturado ao meu. Minha pele contra a sua. Minha língua seca gruda no céu da boca. A saliva desce rala pela garganta, movendo o pomo-de-Adão.

Sinto sede.

Recordo a sensação de possuí-la, tê-la finalmente. A angústia por ter que me controlar ao máximo para não machucá-la, para não me entregar ao orgasmo assim que me apoderei dela, o pleno gozo que me levou ao nirvana e me entorpeceu. O cansaço que me embriagou e me fez ansiar por mais, como agora, observando-a sentada no sofá à minha frente, com suas roupas e cabelos úmidos. Porra, por que ela tinha que ser tão gostosa?

Quero chutar Jackson daqui para fora e arrancar peça que a cobre, mas preciso me conter.

Preciso. Me. Conter.

Enervo-me. Não aguento mais ter que me controlar.

Mas, que merda. Eu a desejo. Agora.

Engulo mais uma lufada do ar pesteado pela fragrância almiscarada e uma nova onda de excitação se acumula em meu membro, que lateja uma, duas vezes, cada vez mais inchado, a glande molhada e sensível por baixo das roupas que a estrangulam. Até o atrito com a cueca me excita. Pigarreio e mudo de posição na poltrona, ajeitando a calça na altura do zíper, tomando o devido cuidado ao apertar a ereção, como se isso fosse diminuir a tensão. É um equívoco, porque quase gemo e só consigo sentir um impulso ainda maior de tocá-lo.

É doentio.

A atmosfera dentro do apartamento é abafada e a sensação, claustrofóbica. Necessito de um alívio. Rezo para que Jackson vá embora, mas as horas se arrastam ainda mais. Pigarreio, desejando a morte desse filho da puta. Controlo-me para não atirar o primo da Monstrinha pela janela mais próxima e sorrio enviesado quando ele faz alguma piada endereçada a mim. Intoxico-me a cada segundo em que inalo toneladas de feromônio adocicado e poderoso.

Penso em ir ao banheiro e me masturbar para amenizar essa tortura, mas Jackson se levanta para ir embora. Tento concentrar-me em manter um diálogo racional, mas solto um rosnado em vez de me despedir. Ainda assim, ninguém parece reparar em meu estado comprometido e animalesco. Os dois se afastam. Sigo-os com o olhar pelo corredor até a porta do apartamento. Uma espécie indistinta de calor se propaga por mim e eu salto da poltrona. Corro até a geladeira para beber água.

Procuro por uma garrafa e a bebo quase inteira em goles sequenciais.

Permaneço quente e sedento.

Com os sentidos apurados, ouço o estampido seco da porta, os passos leves pelo corredor. Fito o congelador com uma ideia súbita de buscar um cubo de gelo e sorvê-lo para amenizar o calor e as sensações, mas estou cansado de me controlar. As notas da fragrância almiscarada se acentuam em meu olfato, à medida que ela se aproxima da sala. O cheiro de baunilha e caramelo me atinge como um soco no estômago e anuvia minha racionalidade. Pulso ainda mais vivamente, indomável.

- Merda. - Estou cansado de me controlar o tempo inteiro. - Que se dane.

Puxo a bandeja inteira de cubos de gelo com um ruído seco e os ouço estalar no choque térmico com o ambiente exterior.

Volto à sala.

- O que é isso, Jungkookie? - __________ me espera aturdida. Quase vacilo em meu intento. Vê-la indefesa ativa meu lado racional, que entra em conflito árduo com o desejo de não machucá-la ou assustá-la. O outro lado, animal, sedento e excitado, inala o ar de propósito e me inunda com sua essência Ômega. Perco-me em meu próprio desespero.

- Gelo. - Digo. Ela cruza os braços e seus seios saltam por baixo da roupa úmida. Serrilho os dentes e minhas gengivas coçam, quase afiando os caninos. Balanço a cabeça levemente para recuperar o foco, mas toda a saliva que fugiu da minha boca mais cedo retorna. Preciso engolir para não babar.

- Tá. Eu sei que é gelo. Estou perguntando pra quê, seu idiota. - Ela excede seu tom e franze o nariz. Seus olhos se injetam e sua postura se torna mais altiva.

- Tira a roupa. - Sussurro.

- Quê?

- Agora.

Sorrio lascivo. Quero possui-la mais uma vez, ou quantas forem necessárias para me asfixiar em seu cheiro, em seus lábios, em seu corpo curvilíneo. Quero sorver cada centímetro da sua pele e me afogar em cada gota de seu suor. Quero bebê-la como uma bebida de alto teor alcoólico, fodê-la até destroçar seus sentidos e saciar minha vontade insaciável. Foder não apenas seu corpo, mas todos os seus instintos para subjugá-los a mim.

- V-você...

- Eu te mandei tirar a roupa. - Rosno quase violento.

- Você... Enlouqueceu. - Ela sorri receosa.

- É. Enlouqueci. - Deixo a bandeja de gelo sobre o centro de mesa da sala. - Por sua causa. - Ando devagar até ela e tiro minha camiseta, puxando-a por cima da cabeça. __________ hesita e dá um passo para trás. Suas panturrilhas colidem contra o sofá e ela vacila ao perceber que está encurralada. - Passei tanto tempo reprimindo meus instintos... Querendo... Querendo te foder, que enlouqueci. Quer saber? Eu já te deixei fazer tudo o que queria fazer comigo. Agora... Ah... Agora você vai fazer o que eu quero. - Murmuro à voz mansa.

Por dentro sou fúria.

- Você que pensa que eu vou fazer o que você quer... - Seus lábios tremem ao falar e seus olhos se fixam em meu tórax nu.

Eu rio. O som é nasal, grave e estalado. Aflora todas as reações que jaziam latentes em sua superfície. Seus olhos tremeluzentes vão do castanho ao azul Ômega, suas pupilas se dilatam. Seus poros se eriçam em ondas invisíveis pelos braços, pescoço e colo, com fluxos de respiração cada vez mais fortes. Vejo as marcas dos mamilos rijos por baixo de sua blusa. Seu cheiro adocicado pesteia o ar e ativa minhas papilas gustativas. Seu corpo responde à minha investida e eu sinto sua excitação.

Salivo ainda mais.

Respiro com força por entre os dentes e solto o ar como um rugido, como se sorvesse uma droga poderosa. Avanço até que centímetros sejam tudo o que nos separa. Anseio por tocá-la, jogá-la contra o sofá, rasgar suas roupas, abrir suas pernas e lamber cada gota de sua excitação. Mas também gosto do jogo, por isso aguardo como um predador cercando a presa. A atmosfera entre nós é quente, uma mescla perfeita entre as essências que se desprendem dos nossos corpos e evaporam no ar rarefeito.

Tomo um fôlego.

- Eu vou ter que fazer isso por você? - Falo contra sua boca, num tom passivo-agressivo.

- Talvez. Porque tom de voz me desafia a não te obedecer. - Ela retruca.

- Você sabe que eu gosto de desafios, né?

- Sei, Jungkookie. Eu sei. - Sei que ela usa o apelido carinhoso por pura malícia, para me diminuir.

- Então, vai me desobedecer.

- Vou.

Meu sorriso se torna ácido. Obsceno.

- Vai? - Ergo as mãos geladas e a toco, fazendo-a estremecer. Fricciono as palmas por seus braços, ombros, até seu pescoço. Acaricio sua garganta com os polegares e arrasto as unhas curtas na pele. Sinto sua pulsação arterial firme e cada vez mais rápida. Ela estica o pescoço e ergue o queixo. Sua respiração rareia, mas ela não se mexe. - Você ainda vai me implorar.

Ela não esboça qualquer reação além do olhar determinado.

- Você acha que eu vou implorar por algo?

- Você não sabe do que eu sou capaz.

- Talvez eu saiba. - Ela arqueia uma sobrancelha.

- Não... Você nunca fodeu com Jeon Jungkook.

Pressiono os dedos em sua garganta, levemente. Seus lábios se entreabrem com um ruído falhado, um gemido excitado.

Aproximo-me um pouco mais.

Encosto nossos corpos e inclino a cabeça pela lateral de seu rosto. Grudo a testa em sua têmpora e aspiro o ar ao seu redor. Vejo seus poros se arrepiarem outra vez e permito que ela veja meu esboço de sorriso prepotente. Eu sei que efeitos causo nela. Engulo a saliva e beijo sua orelha, umedecendo-a. Escorrego os lábios na pele do lóbulo. Sua mandíbula se move como se ela sufocasse e eu afrouxo o aperto por alguns segundos suficientes para que ela respire. Afundo os polegares em sua garganta e capturo seu lóbulo, mordendo-o.

Seu suspiro sai entrecortado e ela toca meu abdome, sobe os dedos pela extensão e crava as unhas em meu tórax. Sorvo a pele e o sabor adocicado de caramelo explode em minha boca. Reviro os olhos nas órbitas e sinto uma fisgada no pênis, que pulsa com mais força, rígido e inchado, avolumado no jeans úmido. Chupo seu lóbulo e arrasto a língua pela superfície, mordendo-o com mais força, até ouvi-la gemer entre a dor e o tesão. A resposta de seu corpo é imediata e ela toca sua coxa em minha ereção sensível.

Quase solto seu lóbulo com a lamúria que escapa da minha garganta.

É intenso, íntimo, abrasivo.

Sua perna continua a se enroscar em minha calça jeans e o atrito com minha ereção aquece meu corpo inteiro. Sinto o pênis latejar e as bolas se contraírem, em uma excitação que só me leva a pensar em me enfiar nela até fazê-la gritar. Aperto a mordida em sua orelha até sentir o gosto metálico de sangue; solto-a. Arrasto a bochecha pela dela, respirando descompassado, e tomo sua boca em um beijo sedento. Pressiono nossos lábios, forçando-os a se abrir.

Resvalo a língua por sua abertura, de forma provocativa, como se a deslizasse por sua intimidade. Ela reage. Aprofunda nosso beijo ao tocar minha língua com a sua, em uma fricção íntima. Esse é o tipo de beijo animalesco que me rouba o ar e me faz desejá-la como nunca antes eu quis alguém. Vai muito além de uma relação carnal. Não quero apenas uma Ômega, eu a quero. Só ela. Cada detalhe de seu corpo, cada ruído de sua alma.

Solto as mãos que ainda estavam presas em seu pescoço com um movimento fluido e ataco suas costas com um braço, puxando-a para um abraço apertado ao comprimir os músculos do bíceps. Seus seios se esmagam em meu tórax e agora noto que ela não usa sutiã, um costume torpe que só me excita mais. __________ solta uma lamúria suave que penetra minha audição como mais uma fagulha no meu corpo em combustão. Espalmo a outra mão agressiva em sua nádega e aperto-a com força enquanto chupo sua língua.

Faço-a tombar no sofá, sentada. Nossas bocas se afastam com o movimento e os olhos se abrem.

Encaramo-nos transtornados e ofegantes.

- Acha que porque seu beijo é bom... Eu vou querer tirar a roupa? - Ela murmura sem ar.

- Não. - Ergo-me no alto da postura, entre suas pernas. - Você vai implorar pra eu rasgar toda essa roupa, quando estiver no seu limite e quiser muito gozar. - Estreito os olhos e desabotoo a fivela do cinto de couro, erguendo o queixo para encará-la de cima. A Monstrinha ri com escárnio sobre minhas últimas palavras e desce os olhos por meu corpo, até ver o movimento das minhas mãos.

- O que vai fazer?

- Não vou ficar narrando essa foda inteira. - Rosno grosseiro e ela ergue as sobrancelhas. Puxo o cinto pelas presilhas do cós da calça jeans e o ergo, segurando-o com as duas mãos. Estalo o couro nas mãos e ela se encolhe. Jogo o cinto no sofá e desabotoo o jeans. Passo a língua pelos lábios e exibo um sorriso enigmático.

Implacável.

- Jungkook...

Não espero. Eu ajo.

Agarro-me aos seus pulsos e os jogo para trás, para ficarem sobre sua cabeça, segurando-os com uma mão. Ajoelho-me diante dela. Escorrego a mão livre por seu braço, pela lateral de seu dorso, até tocar seu seio por cima da cobertura fina da blusa. Tento não revirar os olhos outra vez e inspiro o ar adocicado que reverbera em meu olfato. Engulo a saliva que escorre em minha língua e apalpo o seio, comprimindo-o entre os dedos. Ouço um gemido baixinho vir dela e ergo um olhar cínico.

- Já vai implorar? 

- Claro que não. - Ela resmunga, quase incomodada. Desço as mãos juntas e as enfio por dentro de sua blusa. Arrasto os dedos por sua barriga, pelas costelas. Afundo os dedos em seus seios mais uma vez, em uma massagem provocativa que a faz abrir as pernas ao meu redor e pesar a cabeça para trás, ligeiramente. Inclino o corpo sobre o dela e roço minha boca em seus mamilos duros como pedra. Os joelhos dela tremem e eu sorrio. Franzo a testa.

- Vai implorar? - Afasto-me de seu dorso e volto a me agachar diante dela.

- Não. - __________ sussurra, menos convicta. Maltrato-a. Acaricio seus mamilos, beliscando-os. Lufadas da essência de baunilha e caramelo me golpeiam. Minha visão turva por segundos e eu percebo que estou próximo demais de seu sexo, ajoelhado entre suas pernas. Arrasto as unhas curtas por sua pele e abandono seus seios, aperto sua cintura. Encosto a testa na parte interna de sua coxa coberta pelo jeans e inspiro o ar com força, com uma explosão de arrepios em minha pele. Perco o ar e tusso.

Rosno animalesco, sem qualquer controle. Insano.

Deslizo meu rosto por sua perna e respiro contra sua intimidade.

- Eu adoraria cheirar sua calcinha agora. - Sua resposta é uma reclamação que mais soa como um gemido. Ela ergue o quadril sutilmente e faz meus lábios roçarem no jeans úmido e manchado por sua lubrificação. Resvalo minha boca outra vez e ela solta outro gemido. Esfrego meu queixo por sua intimidade, arranhando-o no tecido áspero. Mordo sua roupa e ela ofega, abrindo mais o espaço entre os joelhos. - Vai implorar, __________?

- Eu... - Não permito que ela termine, porque ergo-me sobre ela, abrindo o zíper da minha calça, que se afrouxa em meu quadril. A Monstrinha se atrapalha, avançando com agilidade sobre meu jeans. Ela puxa minha roupa pelas coxas, até os joelhos. Retiro-a por completo e o alívio me recobre. Jogo a cabeça para trás ao sentir meu pênis pulsar com mais liberdade dentro da cueca. A glande inchada aponta sob o tecido branco, com uma mancha de líquido pré-seminal. - Eu quero... - Volto a fitar o rosto dela.

Vejo seus olhos presos no volume em minha roupa íntima. Sua boca se abre, cheia de saliva.

- Você quer me chupar? - Pergunto. Ela inspira o ar com tanta força que seu tórax se expande, assentindo silenciosa. - Implore. - Ordeno agressivo e ela volta a me encarar, nitidamente irritada. __________ tenta fechar as pernas, mas eu a impeço, fincando minha coxa na abertura, roçando em sua intimidade de forma provocativa, atiçando sua excitação. A Monstrinha se contorce no sofá e eu prendo seus pulsos com as mãos, jogando-as para cima de sua cabeça mais uma vez. - Eu já te falei que hoje você vai fazer o que eu quiser.

- E eu já te falei que te odeio. - Ela respira violentamente.

Um trovão reverbera em todo o cômodo e as luzes acesas bruxuleiam, tremulam e zunem. Intervalos de luz e escuridão fazem com que possamos nos encarar e respirar. Toda a sala-de-estar perde a iluminação artificial por um momento e a claridade cinzenta e mórbida do fim de tarde chuvoso transforma tudo ao nosso redor em sombras. Sorrio com arrogância e ela tenta me atacar, mas eu a prendo pelos punhos. Seguro seu dorso sobre o meu. Sei que a estou aborrecendo, mas quero que ela saia do prumo e revele seu lado mais brutal.

Quero fodê-la como um animal e preciso de sua fúria.

E consigo.

Mantenho-a imobilizada, segurando seus punhos acima da cabeça. Ela tenta me chutar, mas me apoio em seu dorso, afastando seus joelhos com as coxas. Encosto minha ereção em sua virilha e ondulo o corpo sobre o dela, alcanço seu rosto e encosto nossas testas. Minha provocação é clara, ela está em minhas mãos. A Monstrinha rosna e mexe o quadril para me afastar, mas a fricção toma o efeito contrário, porque nós dois soltamos o ar pelas bocas. Baforadas de nossos hálitos sopram contra os lábios e isso é o suficiente.

Um segundo nos afasta da total insanidade.

Então acontece.

Nossas bocas se chocam e iniciam um beijo tão agitado quanto uma zona de guerra. Os lábios se pressionam e ardem e esquentam em movimentos desconexos e sedentos. As respirações se descompassam, as gargantas ressecam e as línguas travam uma luta ansiosa entre suspiros e gemidos, como se precisassem uma da outra para sobreviver, ou para se matar. É um beijo molhado, necessitado, desvairado. Descontrolado. Solto seus pulsos para bater em seus quadris com as palmas cheias, com uma força desmedida que a faz ter um curto sobressalto. Sua resposta é cravar as unhas em minhas costas, arranhando-as com intensidade equivalente.

Sinto a dor, o formigamento e a excitação.

Subo as mãos pelas laterais de seu corpo em um gesto instintivo. Seguro sua blusa pelas laterais da barra e contraio todos os músculos do corpo em um esforço para respirar sua essência tóxica e me embriagar mais. Puxo o tecido com vigor suficiente para rasgá-lo sem qualquer piedade. Ouço o tecido se romper, os estalos de nossas bocas, os fôlegos estrangulados, os trovões lá fora, minha própria excitação. Seus seios, agora desprotegidos, roçam contra meu tórax nu e uma camada de arrepios se despeja louca sobre mim.

Meus sentidos hipersensíveis quase me machucam e se concentram nas sensações. A roupa íntima torna-se asfixiante e meu pênis lateja com ainda mais força, prestes a se desfazer com um simples toque em sua virilha. Mas, meus instintos descontrolados me impedem de pensar. Impulsiono mais o quadril contra o dela e seguro suas nádegas para acirrar nosso contato íntimo. Aperto a lateral do meu nariz no dela e nós trocamos o ar com violência.

Tento desabotoar seu jeans, sem sucesso. Afasto meu quadril e tento puxá-lo novamente, sem parar de beijá-la, mas não consigo. Estresso meus instintos e largo sua boca para respirar pesado, com um rugido feroz. Minhas narinas tremem e o ar sai em fluxos rápidos pela boca, expandindo o tórax. Forço o cós da calça e arrebento o botão, puxando suas últimas peças de roupa agressivamente. A Monstrinha tenta se segurar nas almofadas, tão ansiosa para se livrar da calça quanto eu.

E aqui está ela, inteiramente nua outra vez. Minha boca saliva.

Analiso seu corpo gracioso e delicado, venero suas curvas. Os seios inchados e avermelhados por causa dos beliscões, a barriga lisa e esguia, trêmula por sua respiração descoordenada, as pernas entreabertas. Ela sabe para onde eu olho e afasta mais os joelhos para que eu possa ver seu sexo descoberto, os lábios grudados na lubrificação excessiva e brilhante que escorre por toda a extensão, desde o clitóris até as nádegas, lambuzando-a com o líquido transparente. Sua entrada pulsa rápido, como se me convidasse da forma mais irresistível.

Seu cheiro é sufocante.

Fito seus olhos e encontro-a lânguida, bêbada. Pronta.

- É meu pau que você quer, Monstrinha? - Murmuro perigoso.

Ela aquiesce com um aceno e se inclina para frente, ainda sentada.

Puxa o tecido da minha roupa íntima e o cós arranha minha glande sensibilizada, deixando todo o membro à mostra. Cada veia inchada, cada gota do líquido que escapa pela fenda e molha a extensão. Respiro fundo uma, duas, três vezes. Meus ombros se agitam no processo e uma linha de arrepios percorre minhas costas. __________ puxa minha cueca para despi-la e eu balanço a cabeça para afastar a vertigem. Sorrio perverso, em um último lapso de razão premeditada. Ainda a observo, enquanto ela encara meu pênis.

Seus olhos brilham e ela abre a boca. Agarra o membro, que pulsa quente e intenso em seus dedos, e me masturba levemente. Franzo o cenho, com um calor ainda mais forte em meu interior. Serrilho os dentes para não gozar no instante em que ela toca minha glande molhada e sensibilizada. Levo minha mão à sua cabeça e seguro seus cabelos, puxando-os para que ela não se aproxime mais, porque consigo sentir sua respiração quente contra mim.

- Era ele que você queria desde aquele dia, na casa do Taehyung. - Afirmo e ela assente. Entrelaço mais os dedos contra os cabelos e os puxo um pouco mais, forçando-a a inclinar o corpo para trás. - E você quer me chupar agora.

- Quero.

Se nossa brincadeira é uma disputa de poder e ela não implorou nem uma vez, há algo errado. Ela vai me pagar.

- Mas, você não implorou.

- E daí? Eu disse que não ia implorar. - Ela franze o nariz, insolente. Puxo seus cabelos um pouco mais e ela solta uma lamúria. - Jungkook, eu não aguento mais... - Ela ondula o corpo para trás, para se encostar no sofá, e afasta os joelhos mais uma vez. Solto seus cabelos com um impulso e me afasto. Busco a bandeja com as pedras de gelo pouco derretidas, e volto para perto dela. - O que vai faz...

- Eu já disse que não vou narrar a foda inteira. - Rosno com voz endurecida. Deixo a bandeja de gelo ao lado dela no sofá e busco o cinto de couro que deixei do outro lado. Quando volto a fitá-la, __________ me observa com os lábios abertos. Sua respiração é pesada, seu peito sobe e desce rapidamente. Todos os poros de seu corpo estão encrespados na pele sensível, e seu sexo está ainda mais lambuzado. - Quer dizer que gosta de ser tratada assim? Bom saber.

- Jungkook. Eu vou te matar...

- Vira de costas.

- Eu... - Ela começa a protestar, mas eu arqueio a sobrancelha. Ela suspira e se mexe no sofá. Senta-se sobre os próprios joelhos. Analiso sua silhueta esguia, os quadris arredondados e as nádegas macias. Resisto ao impulso de me debruçar sobre ela e me aproximo. Arrasto uma ponta do cinto por sua coluna, desde a nuca, até a linha da cintura. Um rastro de poros eriçados fica para trás. - Jungkook...

- Me dá suas mãos. - Ela põe os braços para trás. Junto os pulsos com o cinto, amarrando-os com um pouco de dificuldade. Inutilizo seus braços e a ajudo a se virar outra vez. Ela se senta e me olha de baixo, com o semblante transtornado como o de uma fêmea no cio, ainda que não esteja nele. - Abre as pernas, Monstrinha. - Ela respira ruidosamente e afasta os joelhos, deixando a intimidade encharcada visível outra vez. Passo a língua pelos lábios e me inclino sobre ela, pegando um cubo de gelo.

- Se eu não estivesse com tanta vontade, já teria chutado seu saco, porque você... - Calo-a no momento em que pressiono o gelo entre seus seios. Seus ombros se encolhem em um arrepio visível e ela geme em reprovação ao contato com a temperatura baixa.

Contudo, não se afasta. Assim, tateio seu seio com a mão livre. Seguro-o e perpasso a pedra de gelo no mamilo, endurecendo-o. Ela se contorce, arqueia as costas no encosto do sofá e tenta se afastar da doce tortura, mas eu a impeço. Aproximo-me, nivelo minha boca com seus seios e solto o hálito quente contra seu mamilo frio. Ela reage de imediato, batendo os joelhos em minha cintura, circulando meu corpo com as pernas. Puxa meu quadril contra o dela e faz meu pênis rígido roçar em seu sexo úmido.

A sensação explode em meu interior e me revira do avesso. Solto um rosnado descontrolado e pressiono a extensão da ereção contra seu sexo, com um lapso de consciência. Estimulo seu clitóris inchado e quente com a glande e ela se contorce outra vez, abrindo mais o espaço entre as pernas, totalmente rendida. Continuo a torturá-la com o cubo de gelo, passando-o por seu mamilo.

Alterno o quente e o frio e ela tenta soltar as mãos, agonizando.

- Jungkook... - Faço o mesmo com o outro mamilo, intercalo mordidas e lambidas, chupando-o depois de esfregar o gelo na superfície. Ergo os olhos aos dela, embaçados pelo prazer. Coloco o resto do gelo na boca, derretendo-o na língua. Observo-a, impiedoso. Seguro o pênis com uma das mãos e o roço em toda a extensão de seu sexo, escorregando a glande até sua entrada, ameaçando forçá-la, sem fazê-lo realmente. - Jungkook... - É quando levo os dedos gelados até seu clitóris, estimulando-a com o polegar. - Jungkook... Eu...

- Você... - Sussurro. Ela não responde e eu estreito os olhos. Continuo a estimular seu clitóris com o polegar gelado e deslizo a glande outra vez em sua entrada. Ela impulsiona o quadril para frente, indicando o que quer, mas eu inclino a cabeça e sorrio lascivo, evitando a penetração. - Você... - __________ permanece em silêncio, respirando superficialmente. Franzo o nariz e ergo as mãos no ar, espalmando as duas com violência em suas coxas, segurando-as. Ela arqueia as costas e eu fricciono o membro rígido em seu sexo uma última vez.

- P-por favor... Por favor... - Geme baixinho, quase dilacerada.

- Não ouvi direito.

- Por favor, Kookie... Eu não aguento mais. - Ela murmureja tão descontrolada quanto eu. - Eu quero seu pau em mim, agora. Por favor.

Meu suspiro é o último alívio humano.

Mordo o lábio inferior e imprimo toda a força que guardei durante tanto tempo para me afundar em seu quadril e forçar a passagem da glande inchada com certa dificuldade em sua entrada, invadindo-a de uma só vez, em um ato impulsionado por meu estado de selvageria. O gemido animalesco e arranhado que brota em minha garganta se equivale às lamúrias que ela emite, com as pernas trêmulas, os olhos fechados e o cenho franzido. As paredes internas de seu sexo encharcado e quente estrangulam meu pênis e a sensação quase me faz esporrá-la imediatamente. Preciso me controlar e arqueio as costas, sem me mexer.

Segundos de uma espera interminável se seguem enquanto a observo ainda com uma careta de dor. Sinto as contrações de seu sexo e meu membro, tenso e rijo, pulsa com ainda mais vigor dentro dela. Nossos cheiros parecem se intensificar agora, em um nível insuportável. Misturam-se e se diluem no espaço, dispersos no ar quente e tórrido que nos envolve. É cheiro de sexo. E rumina em meu interior como mais uma fagulha para me asfixiar em um borrão de excitação. Rouba minha sanidade e me impede de agir como um ser humano. Sou apenas um lobo que só pensa em foder e gozar até perder os sentidos.

Não consigo nem mesmo juntar palavras para dizer quão gostosa ela é, ou quanto eu quero gozar em cima dela.

E ela não está em um estado muito melhor que o meu. Apesar da dor nítida que ela ainda sente, por ser apenas a segunda vez que faz isso, consigo enxergar as centelhas de excitação em seu corpo trêmulo e arrepiado, nos olhos dilatados e quase enegrecidos quando as pálpebras se abrem e buscam meu rosto, na respiração forte que ela exala e na gana que demonstra ao mexer os ombros, com os pulsos ainda presos às suas costas. E é ela quem move o quadril sob o meu, como se me avisasse silenciosamente que a dor é passageira e já começa a diminuir. O desejo impresso em sua expressão desperta outro instinto em mim, e meu rosto queima.

Afundo-me mais em seu sexo, até preenchê-la por completo, revirando os olhos ao fazê-lo. Minhas gengivas coçam e ardem. Sinto o gosto metálico na língua e os caninos afiados apontam em minha boca. Passo a língua em um canto do lábio para não deixar a saliva escapar e afundo o rosto na curvatura de seu pescoço, o que não me ajuda, porque seu cheiro é irresistível. O prazer que me atinge agora me entorpece e nocauteia. Minhas mãos seguram seus joelhos para abrir mais a passagem livre em sua entrada, e eu vou até seu fundo com um estalo molhado. Estoco uma, duas vezes, em um ritmo impaciente, mas vagaroso. Não percebo quando comecei a tremer.

- Vai mais rápido... - Ela geme. - Eu quero mais do seu pau me fodendo gostoso.

Que Alfa precisa de um cio ao ouvir isso?

- É isso que você quer?

Travo o maxilar e um rosnado ressoa descontrolado em minha garganta. Em meu estado de dominância e brutalidade, meto com força nela e a seguro pelos quadris. Afundo os dedos em sua pele e a marco com as unhas curtas, deixando vergões vermelhos que provavelmente deixarão marcas que eu nunca faria se estivesse em pleno raciocínio. Mas, não estou. Eu só sinto sede e prazer. Um tesão que se espalha como ondas que se distribuem por minha coluna, em uma linha que se desprende em calafrios pesados na minha pele. Por isso meto com ainda mais eficácia, ouvindo suas lamúrias desconexas e estalando minha pele em seu clitóris, tantas vezes que a faço convulsionar.

Meu pênis entra e sai por sua cavidade molhada e quente e apertada em uma velocidade cada vez maior. Ela parece aceitar de bom grado o quanto eu a maltrato e avermelho sua entrada ao estocá-la com tanta violência. Cada veia que pulsa em minha extensão me deixa mais próximo de um orgasmo poderoso e eu só consigo pensar em meter cada vez mais fundo, cada vez mais rápido. Enfio cada centímetro do meu pau nela e deslizo em sua lubrificação inebriante, até bater as bolas em suas nádegas, molhando-as com o mesmo líquido que a lubrifica. Fodemos tão forte que sinto-me prestes a perder os sentidos. E, porra, eu quero sentir mais disso a cada segundo.

É quando sinto-a contrair-se ao meu redor, para estrangular mais o pênis em seu interior.

- Merda. Você é insanamente gostosa. - Vacilo e sussurro contra seu pescoço.

- Jungkookie...

Encosto os lábios em sua clavícula e mantenho o ritmo frenético da penetração. O maldito cheiro de baunilha se intromete em meus sentidos e me inebria. Inalo pesadamente e meus olhos se reviram em uma alucinação terrível. Meus dentes rangem e um dos caninos corta meu lábio. Meu ar se esvai os pulmões e eu não consigo respirar. É quando raspo os dentes afiados na base do pescoço dela e a saliva escorre por minha língua, molhando sua pele. Sinto seus poros em minha língua, meus dentes roçam cada vez mais perigosos em sua pele. E sua reação é abrir mais o espaço para que eu o faça. Marque-a como minha Ômega. É apenas um triz. Eu quase faço isso.

Um lapso de razão me lembra de que não conversamos sobre isso. Seria uma quebra de confiança devastadora.

Afasto os dentes de sua pele e beijo seu pescoço, mas toda a racionalidade se perde e minha garganta arranha em outro gemido animalesco. O lobo dentro de mim quer afundar os dentes em sua carne e minhas gengivas entram em frenesi. O gosto de sangue se mistura ao suor de sua pele em meu paladar, ao cheiro de sexo em meu olfato, à vontade de foder e gozar que cresce ainda mais em minha virilha, com um formigamento insano. Eu não aguento mais. Quero desesperadamente me liberar dentro dela. Por isso entro e saio dela com ainda mais brutalidade, batendo o quadril contra o dela, surrando as bolas molhadas em suas nádegas, sentindo seu pulsar em mim.

- Eu quero gozar, Jungkookie...

Ela se contrai mais uma vez ao redor da cabeça do pênis e um rosnado rasga minha garganta. Penetro-a profundamente, contraindo as nádegas para ir até seu fundo uma última vez. Retiro-me dela um segundo antes de formar o nó e uso uma das mãos para masturbar a extensão encharcada do falo. Sinto-o pulsar com energia, estremecendo. Libero-me e entro em um frenesi pior que todos os outros, Todas as células do meu corpo se agitam em êxtase. Jorro cada gota de sêmen sobre seu sexo, molhando-o ainda mais, com as veias e os testículos tensionados, ainda mais duros que durante a excitação. Jogo a cabeça para trás, perdido em meu próprio nirvana.

Os segundos se passam e eu me jogo sobre ela mais uma vez. Fito seus olhos sedentos e encontro a sede que me consumiu presa em seu corpo amarrado pelas costas. Ela me observa instável como um animal enjaulado e eu a penetro mais uma vez, com ainda mais dificuldade, porque minha glande ainda está inchada. Assim que invado-a mais uma vez e volto ao estado revolto que em que estávamos antes, porém, vejo seus olhos se revirarem, como se ela estivesse possuída. Os arrepios que me condensaram agora se espalham por sua pele e ela geme mais alto, expulsando todos os espasmos e o resto do líquido de seu gozo.

Observo-a em seu êxtase e me delicio com seu orgasmo.

Lá fora, a noite de relâmpagos segue seu curso, sombria e fria. Aqui dentro, o que temos é calor.

***


Notas Finais


Link do Trailer de GME: https://www.youtube.com/watch?v=alMhPs3sAvI
Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=HaA4zHMnwDs
Meu Twitter: @Ghooost_fa

Ps.1: Gente... A palavra "foder" aqui não é empregada no sentido pejorativo. É uma forma mais chula de falar da "prática sexual". Algumas meninas tiveram dúvidas sobre isso em alguns capítulos, então estou esclarecendo. O Jungkook não quer destruir a vida da Monstrinha quando fala isso pra ela. Ele só quer fazer um sexo e tal OHIOHI
Ps.2: O Jungkook não usou a voz de comando em nenhum momento <3 Ele respeita a Monstrinha demais pra isso <3

Desde já nervosa pra saber o que acharam OIHOHIOHIOH obrigada por serem meu apoio, meninas <3

~~Ghokiss


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