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História Girls Like Boss! Rowdy City - Imagine; TWICE (G!P) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Óia só quem apareceu, né!!! E trazendo coisa nova, hmmmm ( ͡° ͜ʖ ͡°)!!

Algumas coisénhas antes de começar fic:

Essa é a segunda parte do imagine "Girls Like Boss", caso seja sua primeira vez aqui.
Mas eu vim informar de que você não precisa ler a primeira parte para entender essa segunda parte, Ok?
Mas caso você se interesse em querer ler a primeira, vou deixar o link dela nas notas finais ;)


Enfim, espero que gostem e boa leitura, cheirosas(os)!! <3

Capítulo 1 - Comeback To Seul!...


Fanfic / Fanfiction Girls Like Boss! Rowdy City - Imagine; TWICE (G!P) - Capítulo 1 - Comeback To Seul!...



Narradora Pov


Era noite em Seul, mas apesar da lua estar coberta pelas nuvens densas, impedindo de poder exalar sua luz, a cidade em si já destacava-se pelas luzes da própria civilização. Tudo em Seul estava acordado. Desde comércios a casas noturnas, as pessoas andavam apressadas pelas calçadas, os carros percorriam pelo asfalto frio e úmido. O tempo estava se fechando muito rápido, fazendo com que as pessoas desejassem, o mais rápido possível, chegar logo em casa, para poder finalmente se deleitar do conforto quentinho.


Inclusive, a própria Yoo Jeongyeon.


Yoo estava a mais de horas dentro daquela delegacia, havia sido um dia longo e bastante cansativo, assim como todos os outros. Mas hoje em específico teve que ficar uma hora extra no expediente, executando diversas operações criminais e investigando novos casos. O ambiente silencioso na sala era acolhedor, mal notava os agentes agitados percorrendo os corredores da delegacia, alguns até acompanhando bandidos em direção as grades.


Jeongyeon mantinha seu semblante fechado, suas pálpebras já estavam pesando e sua feição cansativa encarando cada letra daqueles papéis espalhados em cima da mesa mostravam o quão sentia-se esgotada. Ergueu o antebraço e apoiou sua cabeça em sua mão, os dedos coçavam suas veias saltadas de sua testa, o estresse mostrava-se nítido.


Entretanto, seus olhos poderiam até estar fitando os papéis mas o foco de sua mente era outro, completamente remoto à suas tarefas.


Mas de repente foi desperta ao ouvir o click da maçaneta da porta, sendo aberta logo em seguida e revelando um homem alto, de ombros largos e cabelos castanhos escuros. Jeongyeon levantou seu rosto, encontrando o olhar atordoado do seu colega de trabalho. Não passou despercebido por si que o homem parecia estar muito preocupado, os olhos arregalados e o modo apressado de entrar na sala sem nem mesmo avisá-la despertou uma pequena curiosidade na morena.


— Yoo. — o jovem rapaz secou sua garganta logo após apresentar-se para a sua colega.


— Hoseok? Aconteceu algo? — perguntou Yoo arqueando uma sobrancelha.


— Sim. Sei que você está atolada nas execuções dos casos mas é urgente. — ele deu uma breve pausa, recuperando o fôlego.


Jeongyeon se ajeitou na cadeira com pesar. Seu dia havia sido longo e estressante, não estava com o mínimo de paciência para ter que cuidar de mais pequenos imprevistos irrelevantes. 


— Olhe, Hoseok, você falou certo. Eu realmente estou atolada nessas investigações e não posso... — falava ligeiramente impaciente, mas logo foi interrompida.


— Escute, Jeongyeon. Como eu disse, é urgente. É sobre Chang.


Com essas breves palavras, Hoseok não precisou dizer mais nada para que a outra entendesse. Yoo sabia exatamente de quem ele estava falando.


— S/N?


— Sim. — confirmou o rapaz, ainda com sua feição amedrontada. — E a situação só tende a piorar.


Yoo inspirou profundamente, inalando um ar pesado aos seus pulmões bem devagar. Por um instante fechou suas pálpebras com força. Há quanto tempo não escutava esse nome. S/N tinha se tornando alguém bastante marcante para a mais velha alguns anos atrás, e quando foi perceber, já estava apaixonada pela jovem. Não foi algo sólido, só tiveram um breve caso, mas forte o suficiente para não conseguir esquece-la tão facilmente. E agora com seus feitos criminosos por todo lugar fica ainda mais difícil ter que evita-la.


— O que houve dessa vez?


— O palácio de Deoksu. Chang causou um tiroteio em meio a atração turística. O lugar foi simplismente destruído!


Jeongyeon arregalou seus olhos de imediato, suas sobrancelhas foram se juntando ao mesmo que seus lábios se separavam lentamente. Não esperava algo tão impactante assim. Ora, imaginar que um patrimônio cultural acabara de ser destruído por causa de um atentado é realmente algo bastante preocupante.


Causado pela Chang!?


É simplismente extremo demais.


— Alguma morte? — Jeongyeon levantou rapidamente da cadeira, começou a arrumar a papelada espalhada, apressadamente. De repente, aquele cansaço que havia surgido simplismente sumiu depois dessa notícia repentina.


— Não, apenas danos materiais.


— Menos mal, então. — aliviada, Jeongyeon deu um rápido suspiro. 


— Isso não é tudo. — continuou Hoseok, acompanhando os movimentos da colega. — Estão preparando uma reunião entre os líderes e você foi convocada, Yoo.


Jeongyeon rapidamente voltou seu olhar para o mais velho. Uma reunião entre os líderes do quartel não é lá algo tão irrelevante assim, pelo contrário, são sempre assuntos primordiais.


Yoo sentiu um leve arrepio de nervoso pelos seus braços.


— Uma reunião?


— Sim.


— Para que horas está programada?


— Começa em cinco minutos.


— Puta merda!! — Jeongyeon olhou diretamente para o relógio de parede, teria que ser rápida. Não iriam tolerar atrasos. — Por que você não me avisou?!


— Mas eu acabei de te falar. Eu vim aqui pra isso!! — Hoseok justificou-se seguindo com seu olhar a outra sair correndo da sala, fechando a porta brutalmente.


Conseguiu chegar na reunião a tempo, em cima da hora, mais especificamente. A sala estava com os quatro líderes dos agentes federais de Seul, incluindo Yoo. Sentaram-se ao redor de uma grande mesa oval para discutirem sobre os principais causadores de infrações e atentados. 


Os mais procurados da Ásia era o assunto da rodinha. E o que iriam fazer quanto a isso.


Analisavam diversas formas para penalizar aqueles que estavam cada vez mais em destaque, com alto número de delitos. Mas nem todos estavam se aprofundando no dabete. Yoo se mostrava inerte nos seus pensamentos, assentia vez ou outra para que não percebam sua desatenção. Depois que recebera tal notícia de que S/N poderia estar de volta a Seul não conseguia desde então tirar a garota da cabeça.


Percebeu mais uma vez uma pontada forte no seu peito. Como se a garota ainda mexesse consigo. 


Não! É passado. Não pode voltar atrás. Chang não é mais a mesma desde que a conheceu. Precisa tira-la da cabeça e seguir em frente.


Jeongyeon deu uma leve balançada de cabeça e voltou-se para os líderes, tentando se concentrar no assunto da mesa, coincidentemente, logo no exato momento em que começaram a falar sobre os casos de S/N.


— Chang está simplismente ultrapassando todos os limites, essa tarde acabou destruindo uma atração turística e patriota. Seus crimes também vem aumentando, não só aqui no oriente. Precisamos tomar fortes medidas, senhores.


Disse uma das líderes, os outros dois concordaram assentindo, mas Jeongyeon não disse nada, apenas escutava atentamente, sem pronunciar-se.


— Temo que para resolver esse caso, a penalidade para este tipo de infringidor seria uma pena justa aos seus atos. — pronunciou-se um dos líderes, um velho grisalho e de tom rígido. — Pena de morte, eu indico.


Jeongyeon sentiu sua garganta fechar-se e olhou para o velho com temor. Seu maxilar trincou e suas mãos formaram um punho, pousados em cima de suas coxas.


— Não acha que é um caso muito módico para este tipo de castigo, senhor? — Jeongyeon indagou fitando o velho fixamente, incomodada.


— Não. Chang vem causando prejuízos graves demais para serem tidos como "pequenos acidentes", srta Yoo. — refutou o velho, rigidamente. — Se vamos acabar com isso que seja de uma vez por todas.


Jeongyeon mordeu o interior de sua bochecha encarando o velho receber a aprovação de dois dos líderes. Era óbvio que essa ideia não lhe agrada em nenhum aspecto.


— Pena de morte é um pouco demais para alguém que tem poucos homicídios, como Chang. — comentou Jeongyeon, tentando convencê-los. — Existem assassinos que estão acima dela nesse quesito.


— Então, o que você sugere?


Os três líderes fitavam a jovem, esperando uma resposta plausível.


— Poderíamos ir mais devagar, primeiro precisamos achar um meio de dete-la. — disse após alguns segundos de silêncio. — E então propor uma alta indenização para pagar os danos materiais que causou. Não precisamos da pena de morte.


Suas mãos já suavam de tanto nervosos, os outros três ficaram em silêncio por alguns breves segundos, analisavam com paciência a segunda sujestão.


Que mais pareciam eternas horas para Jeongyeon.


— É uma boa proposta. — disse um dos líderes.


— Então já temos a pessoa perfeita para cuidar desse caso. — o velho direcionou-se para a Yoo, com um sorriso imponente.


— O q-quê...? — Jeongyeon recuou alguns centímetros na cadeira.


— Já que deu essa ideia então não vejo motivos para você mesma não bota-la em prática. — o sorriso do velho não deixava a situação mais acolhedora para Jeongyeon. Foi pega de surpresa.


 — Quer que e-eu vá atrás de Chang?... — Jeongyeon disse franzindo sua testa, perplexa.


— É o seu dever como agente da lei. — com essas palavras o velho encerrou o debate dos líderes. Cada um ganhou uma função ali, mas Jeongyeon não estava muito animada com a que acabara de receber. Ter a missão de parar um criminoso não era tão ruim assim, o fato de ser a S/N é que lhe deixava meio tensa.


[ ... ]


Ao final da reunião Jeongyeon já havia terminado seu expediente. Pegou seu carro e saiu da delegacia, seguindo direção ao centro de Seul, iria até a cena do crime que chocou a Coreia essa manhã. Chegando ao palácio destruído de Deoksu, Jeongyeon conseguia ver o estrago que ali se alastrou, não existia mais um templo histórico, e sim, restos de pedras e destroços empilhados. Era angustiante olhar aquilo e saber quem havia feito o estrago.


Abaixou a janela de vidro e viu que o lugar estava interditado com faixas, impedindo a passagem para entrar. Encarou por alguns minutos tentando enxergar alguma alternativa de onde poderia encontra-la, ou quão seria seu próximo alvo. Onde S/N poderia estar agora?


Rapidamente deu partida e seguiu até uma certa conveniência que conhecia, a conveniência do primo de Chang. Mas tinha a dúvida se Taehyung estaria com o comércio aberto até a essa hora da noite, o que de fato estava certa. Ao se aproximar Yoo viu de longe o estabelecimento fechado, mas sorriu ao se lembrar onde era a nova residência do rapaz. Só resta torcer para que o Taehyung pudesse ter algumas horinhas de conversa.


Estacionou em frente a um grande prédio, passou pela recepção e pegou o elevador até a cobertura do apartamento. Não pôde deixar de notar que Taehyung estava bem de vida, morando em um dos prédios mais cobiçados de Seul. Yoo não queria ser imprudente mas imaginou que teria dedo da S/N nisso tudo. Taehyung não têm uma renda tão alta assim, e presumindo que a prima sempre esteve ao seu lado, nada a impedia de ter que ajudá-lo no que precisasse. Sempre foram muito próximos!


E isso se tornou um ponto essencial para a busca de Yoo. Taehyung poderia saber por onde S/N anda.


Saiu do elevador e procurou pelo apartamento do rapaz, parou de frente a porta e deu três batidinhas, esperando que Taehyung já soubesse a quem iria encontrar.


— Jeongyeon!


Ao abrir a porta o rapaz mostrou um sorriso pequeno e simpático. Foi uma surpresa para ambos que a tanto tempo não se viam. Não deu tempo de Jeongyeon sorrir e o outro já havia lhe envolvido em um abraço carinhoso.


— Quanto tempo! Por que não veio me visitar antes? — disse ele, alegremente após sessar o aperto. 


— Você já sabe, Taehyung! Eu vivo bastante ocupada com o trabalho e não tenho tempo de...


— Claro! As mesmas desculpas de sempre! — Taehyung sorriu e mostrava-se compreensivo, não estava nem um pouco magoado.


— Eu vim aqui porquê precisamos ter uma conversa séria, Taehyung. — Jeongyeon encontrou o olhar confuso do rapaz.


— Claro! Sobre o quê?


— S/N.


— Sei... E que horas você vai embora, mesmo?


— Taehyung!


Jeongyeon não se ofendeu com o temperamento jovial do rapaz. Taehyung sempre teve esse jeito brincalhão e fazia isso com todos a sua volta, mas também sabe distinguir e levar os assuntos a sério quando necessário. E esse era um assunto bem sério para Jeongyeon.


— Tá, tá. Entra aí! — abanou suas mãos e voltou-se para dentro do apartamento. Os dois seguiram até sala. — Mas já vou logo avisando que não sei de tanto quanto você!


Jeongyeon acomodou-se na sala, enquanto o rapaz foi até a bancada de sua cozinha pegar um copo de água para a convidada.


— Como não?! Vocês estão sempre juntos. — afirmou Jeongyeon. — Afinal, foi ela quem pagou a sua lua de mel, certo?


Taehyung logo voltou da cozinha com um copo de água, oferecendo a mais velha. 


— Sim. — confirmou um pouco desanimado e jogou-se no sofá da sala. — Mas não estamos sempre juntos. De vez em nunca é que temos uma conversa civilizada. 


— Então se vocês conversam quer dizer que você sabe por onde S/N anda, não? — Jeongyeon sentou-se ao seu lado.


Taehyung hesitou um pouco antes de falar.


— Sim e não... — franziu o cenho. — Quer dizer, ela não me avisou que estava aqui por Seul.


— Então você já sabe o que aconteceu essa manhã?


— E me diga quem não sabe? — Taehyung olhou de volta Jeongyeon. — Difícil de não notar, passou em todos os notíciarios de que S/N fez o maior barraco no palácio.


— Um barraco? — Jeongyeon franziu sua testa, confusa.


— Você me entendeu, Jeong!! — Taehyung revirou os olhos e se levantou do sofá, alterado. — Mal chegou e já vem causando, alguém poderia segurar aquela garota, pelo amor de Deus!


No mesmo instante Taehyung tomou o copo da mão da outra e bebeu toda a água que tinha, devolvendo o copo em seguida.


Jeongyeon não expressou nenhuma reação.


— Vim aqui para conversar exatamente sobre isso. — Jeongyeon seguia os passos agonizados do rapaz à sua frente.


— Até você, Jeongyeon! — apontou para a mais velha. — Vem aqui pra falar da vida alheia, nem me cumprimenta direito ou conversa sobre como está minha vida.


— Tá, então... Como está sua vida? — facilmente, Jeongyeon conseguiu retirar o estresse repentino do rapaz. Taehyung parou por um segundo e olhou para a Yoo, sorriu e sentou-se de volta no sofá, agarrando seu braço.


— Está indo maravilhosamente bem! — começou sorrindo apaixonado, viajando pelo seu mundinho enquanto falava. — Só não mais perfeito porquê o Jungkook não ganha uma folga daquele hotel, inclusive hoje. Ele vai chegar bem mais tarde, trabalhando duas horas a mais!


— Ele ainda trabalha naquele no hotel?


— Sim, e ganhando aquela merreca de salário. Eu já falei pra ele deixar aquele lugar mas ele não me escut...


— Mas então, como vocês conseguem viver nesse luxo se não ganham tanto assim? — Jeongyeon arqueou uma sobrancelha.


— Bem... Eu diria que a gente teve uma ajudinha da... S/N. — sua voz foi diminuindo de tom a cada palavra. Taehyung sentia uma pequena culpa por ter voltado ao assunto anterior.


— Eu sabia!!! — Jeongyeon esbravejou, erguendo-se rapidamente do sofá. — Tudo aqui se resume a ela, né Taehyung. Como você me diz que não têm mais contanto com ela quando você mesmo revela que está recebendo ajuda da S/N?!


— Tá, eu já entendi!! — Taehyung fez o mesmo e levantou-se do sofá, alterando seu tom de fala. — Mas se você quer saber, eu também não sei por onde anda a S/N, inclusive nem sei onde ela pode estar agor...


A dr dos dois foi rapidamente interrompida pelo toque de celular do Taehyung, insinuando uma ligação de um número desconhecido. Os dois olharam ao mesmo tempo para a mesinha de centro, onde o aparelho vibrava e tocava.


Depois de trocarem um rápido olhar Taehyung pegou o aparelho e atendeu a chamada.


— Alô?...


Jeongyeon reparava a feição receosa do rapaz, em silêncio.


— S/N!?...


Ambos tiveram a mesma reação. Arregalarams seus olhos e encaravam suas feições surpresas. Jeongyeon ainda mais porquê queria ouvir o que estavam conversando.


— S-sim... C-claro... Ir me encontrar com você? — Taehyung olhou para Jeongyeon.


A mais velha logo fez um gesto para o outro aceitar a proposta.


— Ok...ok, chego em dez minutos. Beijos! — finalizou desligando a chamada e colocando o celular no bolso. — Parece que você chegou em boa hora, Yoo-yoo.


— Onde ela está te esperando? — Jeongyeon perguntou afoita, segurando os dois braços do rapaz.


— Parece que é numa cafeteria aqui perto. Não sei como ela conseguiu ir sem que ninguém perceb...


— Anda, vamos logo! — disse Jeongyeon, indo apressada em direção a porta.


— Espera aí, mocinha! Eu não me lembro de ter te convidado...


— Depressa, Taehyung!!! — Yoo esbravejou da porta, fechando-a com força logo que saiu para fora.


— Tá, tá. Tô indo! — Taehyung pegou seu casaco e correu destranbelhado para conseguir acompanhá-la. — Só não quebre a minha porta, por favor! — falou ao sair e tranca-la.



Notas Finais


Link da Pt. 01: "Girls Like Boss" - https://www.spiritfanfiction.com/historia/girls-like-boss--imagine-twice-gp-20278357

obrigada por ler até aqui <3
vejo vcs no próximo cap ;)


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