História Até mesmo irmãos se apaixonam - Capítulo 1


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Categorias Mc Gui
Personagens Mc Gui, Personagens Originais
Tags Amor, Mc Gui, Sexo
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Palavras 730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - O começo


—Devolve Guilherme. – gritou a pequena loira correndo atrás do mais velho. Mesmo que no começo fosse de brincadeira, a coisa já tinha evoluindo para algo sério.


—Então vem pegar. – ditou o loiro rindo. Até que Cláudia apareceu bem na frente do pequeno.


Thayna viu a oportunidade perfeita para pegar seu Flavi - seu gatinho de pelúcia -. Guilherme olhou para trás sorrindo e segurou na mãozinha da irmã.


Mesmo tendo dois de diferença - ele com 7 e ela com 5 -, os dois às vezes agiam como bebês - 1 e 3 anos - ou como adultos - 25 e 27 anos -. Mas a real questão, era que mesmo crianças, o mundo para eles era o mesmo dentro de casa.


Thay, uma menininha linda, inocente, e perfeita no ponto de vista de todos - igual o irmão -, loira de pele branquinha alva, boca carnuda com lábios finos vermelho cereja - quase cor de sangue -, magrinha e lindos olhos azuis cristalinos.


Guilherme, case igual a irmã - no que versão masculina - e olhos castanhos escuro - puxados para o preto -.


A pequena tinha sido a única da família a ter olhos azuis, e todos ficaram encantados com a beleza da menos e com a pureza que os olhos inspiravam.


—Cuida bem da sua irmã Guilherme. - disse a mais velha de braços cruzados, vendo o garotinho assentir.


12 anos depois


A garota corria escada abaixo, estava atrasada para ir a faculdade, despertador não tocou, e também não tinha culpa se não gostava de acordar cedo.


Estava já com 18 anos, deveria é estar aproveitando a vida, mas não estava atrasada. Se queria se tornar uma médica, teria que fazer esse sacrifício.


Até que encontrou seu irmão encostado no batente no final da escada, parou de correr e ficou de frente para o loiro, sorrindo enquanto apertava a alça da mochila em um dos ombros.


—Despertador não tocou não? – perguntou ainda na mesma postura encarando a loira, que chegou os cabelos longos loiros agora mechas rosa e roxas para trás.


—Isso te interessa? – indagou sorrindo de lado enquanto voltava a andar e colocou o sofá a mochila se sentado no estofado macio de couro preto.


—Ah Thay! Você não é mais a minha irmãzinha. – disse a olhando entrar na cozinha.


°•Thay•°


Guilherme ficou insuportável nesses oito anos que se passaram ninguém merece um irmão desses - muito menos eu -. Mas quem é que dá uma boneca de Aniversário como se eu ainda tivesse cinco anos de idade?


Okay, eu ainda tenho minhas bonecas e coisinhas de criança que costumava brincar.


Eu até entro escondida no quarto do Gui para pegar o avião de controle automático para poder brincar.


Olha, eu posso ter 18 anos….tá bom, prestes a fazer 18 anos – daqui 4 dias –, mas a minha criança interior necessita se libertar as vezes.


—Eu queria poder ler sua mente. – falou uma voz atrás de mim, sorri fechando os olhos enquanto fechava a geladeira. Me virei para o loiro, e lhe mostrei o dedo me sentando na cadeira. —Você não me ama.


Quanto drama para nada.


Aigoo, aish. – tudo bem, eu faço aulas de várias coisas, e uma delas é de idiomas.


—Fala para a mamãe que hoje vou retocar o cabelo depois da faculdade. – digo me levantando com a garrafinha de suco de morango – já aberta – e indo para a sala.


Mas quando eu já estava saindo…


—VAI COM QUEM?


—VOU COM A SAMMY. – gritei já do lado de fora.


◆◆◆◆◆

Gui


—Mãe! Eu estou falando sério! – falei olhando para a mais velha quando bati as mãos na mesa.


Estávamos falando sobre vários assuntos, e dentre eles, sobre a minha “doce” irmãzinha.


—Guilherme, sua irmã não tem mais cinco anos. – disse voltando a fazer palavras cruzadas. Bufei me jogando pra trás e cruzei os braços.


Escutei a porta atrás de mim abrir, logo uma figura loira apareceu. A criança da casa já chegou da faculdade e veio ao encontro da mamãe.


—Mãe, posso ir para os Estados Unidos com a Alice? – perguntou se sentando ao lado da progenitora.


Os olhos cristalinos brilhavam só de pensar que poderia ir viajar.


—Você acha que a mãe vai deixar? – indaguei apoiando os cotovelos no vidro da mesa retangular. A menos me olhou com um sorriso falso.


—Eu não sabia que a conversa tinha chegado no chiqueiro. – antes que eu pudesse responder, a mais velha interviu.


—Pode ir viajar filha. – disse e a loira saiu correndo casa s fora, e eu olhei para a minha mãe. —Ela já tem 18 anos.


—Prestes a fazer 18.



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