História Give Me a Call - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Clicherzao, Fluffy, Jikook, Jimin!chorao, Jk!comedia, Kookmin, Lemon, Longfic, Playkook, Romance, Slash, Yaoi
Visualizações 16
Palavras 1.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


adivinha quem voltou cedo? meia-noite é bem cedo ainda
alias, eu queria pedir desculpas, amorzinhos, pelo capítulo curto, se tudo sair como planejado, eu posto mais uma vez na semana

Capítulo 3 - O Clichê do sim.


Jeongguk.

Sabem quando eu tinha dito que não daria aquela merda de “sim” facilmente para Park Jimin? Então, nesse capítulo dessa história chamada A Vida Caótica de Jeon Jeongguk, acabo de descobrir que não será tão fácil assim, porque a vontade de desistir é estrondosa.

Eu estava sem dormir fazia dois fucking dias! D O I S D I A S. Jimin tem muita coragem, porque noção não tem nenhuma, né. Pode ter se passado somente dois dias, mas foi o completo inferno para mim.

Ele fez a QUESTÃO de me ligar nesses dois dias, não sei como, mas não parava. Manhã, noite, tarde, madrugada, tanto faz a ordem, ele estava lá para me encher o saco. Ao menos ele parou de ligar para Hanna com aquela frequência absurda que ele se exigia. Mas sobrou para o fudido do Jeongguk sofrer, não é mesmo. Seria isso um carma mais longo, prolongado ou algo assim? Gente, isso não é de Deus não.

Enquanto estou passando por essa maré de carma mil vezes piorado, o mau humor resolver também não me abandonar, me fazendo de moradia. Em resumo: estou puto, com sono, estressado, louco e com mau humor. Boas coisas não sairão disso.

Ah, e quando eu digo que ele fazia de tudo mesmo, que aquele cocô de “sim” valia tanto para ele, ele tornou o mais ridículo o possível. IGUAL a um garoto de quinze anos. Bem, então aprendi desde aqui que a mentalidade do bastardo não mudou nesses últimos meses. Então, como eu dizia, ele fazia de tudo. Não só ligava, mas mandava mensagens. Como ele tem o meu número, eu não sei, mas presumo que a Han deu em algum momento para ele ou ele procurou na lista telefônica, o que eu não duvido.

Gente, é sério, eu estou começando a achar que esse cara é um desmiolado, isso sim. E o pior de tudo: eu não podia simplesmente desligar. Eu tenho meu trabalho, qualquer um dos meus chefes ou colegas de trabalho poderia ligar. Hoje eu quase explodi com Mark, o coitado nem merecia, ele só queria saber se poderíamos comer algo no almoço. Ah, e não bastasse tudo isso, o meu maravilhoso despertador quebrou, logo, eu teria de usar o meu celular. Ah, e não, não, eu não poderia deixar meu celular no vibratório, porque eu tenho medo de perder o horário ou qualquer ligação que pudesse ser importante. E nem trocar de número adiantaria. Qualquer ideia era descartada, eu não sabia mais o que fazer para dar a volta por cima. Se isso não é uma onda gigante de carma eu não sei o que é.

(...)

 

“E então eu disse que não ia fazer aquela merda, porque já eram onze horas, eu queria dormir!” pelo menos foi o que eu achei ter ouvido. “Jeongguk?” Senti um empurrão.

A esse ponto, acordei rápido. Ao menos o almoço o Jimin me dava um desconto. Eu estava um lixo mesmo. Da última vez que fui me olhar no espelho, havia roxos embaixo dos meus olhos e minha pele estava mais pálida, mas esse último item podia ser coisa da minha cabeça. Eu estou tendo algum tipo de alucinação?

“Jeongguk!” Ouvi Han gritar. “O que houve com você, está um catiço.”

“Ah, obrigado.” Limpei a baba com a mão e voltei a olhar para o cardápio. “Eu só estou extremamente exausto. Eu estou recebendo ligações até tarde da noite. E quando eu posso deixar no vibratório, também me incomoda o barulho causado e silenciar não vai me possibilitar de falar com qualquer pessoa do trabalho ou me fazer levantar na manhã.” Ela estava pensativa.

“Então, por que não fala com essa pessoa para parar de te ligar porque você precisa dormir e descansar?”

“Porque aí eu estaria cedendo uma coisa que eu não quero.”

Hanna respirou fundo, deixando de comer sua salada e tocando minha mão. Se ela tocou a minha mão é porque lá vem um conselho, e eu espero, do fundo do mais profundo do meu âmago, que essa mulher tenha uma solução boa mesmo, porque eu preciso descansar e preciso de que um Jimin não fique mais na minha cola.

“Jeongguk, vocês irão se resolver” Ótimo conselho, Han, tudo o que eu precisava ouvir. Leiam isso com puro deboche. “Se você não quer, vocês precisam conversar. Ele certamente irá te entender se vocês puderem conversar.”

“Mas e se ele quiser que eu o ajude a conquistar uma menina que está melhor sem ele?” disfarcei, fazendo uma voz fininha. Ela estranhou, mas não deixou de tocar na minha mão, sinal de que o conselho ainda está durando. Está durando, mas não está fazendo efeito, né, amor.

“Então você precisa fazê-lo entender que ela não quer ele.” Ela retirou a mão. Hanna, ponha essa merda de mão de volta e dê um conselho decente! “E talvez, se você ajudar ele a conquistar essa menina, ela também pode gostar dele em algum momento. Ou sei lá, você pode pedir para que outra pessoa faça isso por você.” Ela voltava a comer.

Puta, Hanna, eu tento te ajudar, mas você também não está dando uma dentro, amiga. Está enterrando a minha e a sua cova, fofa. E o que fazer agora, não é mesmo. Tem como esse dia piorar ainda mais?

(...)

 

Pela décima quinta vez aquele som ecoou pelo meu quarto. Eu queria chorar. Jimin me ligando parece contração de parto de grávida: de cinco em cinco minutos.

Por que ele só não seguia em frente, meu Deus do céu?

Mas, honestamente, as palavras de Hanna não saiam mais da minha cabeça. A garota pode ainda gostar dele e não querer admitir ou implorar para que seja notada. Ela ainda sim gosta dele, mas Jimin não pode mais cometer os erros de antigamente, não valeria a pena, então se ele fez o que fez comigo, me aporrinhando mesmo, é porque ele quer mesmo isso. Ele quer ela de volta, quer lutar por isso. Olha, é melhor ele não ferrar com as coisas, porque eu já estou ficando louco com isso tudo. Deve ser as noites mal dormidas me fazendo pensar assim, só pode.

Melhor abrir mão e não pirar de vez do que continuar com esse inferno inteiro. Isso é loucura, muita loucura, eu preciso dormir.

“Jimin.” Atendi sua décima oitava chamada, pronto para dar um fim nisso tudo. Pronto, mas sem a certeza de que é a coisa certa.

“Por favor, Jeongguk, eu estou implorando. Por favor.”

Suspirei. Eu sabia que ia acontecer uma grande merda a partir de agora. Eu ficaria uma boa parte do tempo com ele ao invés de poder estar trabalhando em casa ou assistindo a minhas séries. É melhor que Jimin faça mesmo valer a pena depois de tudo o que ele tem me feito passar. Respirei fundo e coloquei a mão no rosto, porque agora era um caminho sem volta.

“Sim, eu ajudo, Jimin.”

 

 


Notas Finais


não desistam de mim, o próximo será bem maior que esse
e me digam oq acham~~


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