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História Give me love - Capítulo 13


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Notas do Autor


Olá amigos. Dessa vez eu não demorei tanto, né? Muito bom deixar capítulos prontos.
Perdoem os erros e boa leitura!
Ah, não respondi os comentários mas garanto que os li.

Capítulo 13 - Capitulo trece - Te necesito


Fanfic / Fanfiction Give me love - Capítulo 13 - Capitulo trece - Te necesito

Ponto de vista de Nicole Hernández.

Me mexi na cama lentamente, quando senti os primeiros raios de sol no meu rosto. Abri os olhos, ainda com dificuldade, e observei cada detalhe daquele quarto que não era meu.

Quando criança, creio que todos já ouviram que não devemos falar ou ficar na companhia de estranhos. Bom, quando Clarice perguntou se eu queria ir para sua casa, eu não pensei que tinha acabado de conhecê-la e sabia o básico dela, apenas aceitei. 

Queria poder dizer que não lembrava de nada do que aconteceu – queria muito, acredite. – mas infelizmente, nem a pior bebedeira me faria esquecer cada momento de ontem.

O que eu vivi foi uma das piores situações que já passei em toda a minha vida. Ouvir aqueles comentários foi muito pior do que sair em capas de revistas ao lado de Ramos, o que também resultaria em comentários. Cada palavra que saiu da boca daquelas duas desconhecidas, entrou diretamente no meu coração.

Eu nunca pensei que doeria tanto.

Peguei meu celular, que estava no criado mudo, e olhei que horas eram. Não era tarde mas também não cedo, como eu costumava acordar. Olhei quantas ligações perdidas eu tinha e nossa, eram mais do que eu esperava.

Dez de Sophia, oito de Ramos – que eu não pretendia retornar. – e a soma das duas de mamãe... Por deus, eu esqueci completamente de avisar a minha mãe. Ela deve estar preocupadíssima, talvez já tenha ido até a polícia uma hora dessas.

Disquei seu número o mais rápido possível, e implorei para que ela atendesse logo. Não sei se Sophia avisou algo a minha mãe, mas espero que sim.

- Filha? – atendeu. Pude ouvir ela dizendo “graças a deus” e suspeitei que também estava olhando para cima. – Filha, eu estava tão preocupada com você. Sophia me disse que havia acontecido algo, e que você não estava nada bem mas que não viria dormir em casa. Eu não consegui dormir a noite toda, principalmente pensando que você dormiu na casa de estranhos.

Suspirei aliviada por saber que Sophia havia avisado a ela. Não sei o que seria de mim se não fosse por ela ontem.

- Mãe, em primeiro lugar, quero dizer que aconteceu algo sim. Mas não é algo que merece ser contado por telefone, então daqui a pouco quando eu for para casa, te conto tudo. – sabia que seria difícil de convencer ela a esperar, mas eu realmente não quero contar agora. – E eu não estou na casa de estranhos, Clarice foi muito gentil de oferecer sua casa para que eu pudesse passar a noite.

Não mencionei que havia conhecido ela ontem para não preocupar mais ainda.

Conversei mais um pouco com minha mãe, até que alguém a chamou e ela teve que desligar. Se minha mãe não fosse interrompida, ela iria me fazer falar tudo agora mesmo.

Sei que deveria ligar para Sophia, falar que estou bem e principalmente, agradecer por ontem, mas não estou com vontade de fazer nada agora. Tudo que eu mais queria era me enfiar novamente embaixo dos lençóis e dormir até o ano que vem, na verdade, queria dormir até esquecer tudo.

Meus pensamentos foram interrompidos por batidas na porta, em seguida, Clarice enfiou sua cabeça dentro do quarto perguntando se podia entrar.

- A casa é sua. – literalmente.

Dentro de segundos, Clarice estava sentada na minha frente, com uma bandeja com café da manhã.

- Clarice, não precisava de tudo isso. Em nenhum momento eu quis incomodar. – fui sincera. Como se já não bastasse oferecer própria casa para uma estranha, agora ela está me trazendo café da manhã na cama. Isso já era mordomia demais. – Aliás, eu não sei como te agradecer pelo convite ontem.

Ela riu.

- Você estava muito mal ontem, eu não poderia fazer diferente. Além disso, apesar de nos conhecermos há pouco tempo, sinto que você é uma pessoa maravilhosa e que seremos grandes amigas. – falou. Algo de bom aquele jantar me proporcionou. – Quanto ao café da manhã, não é nada. Se quiser me agradecer de alguma forma, que seja comendo tudinho.

Ao contrário do que eu imaginava, Clarice não me fez nenhuma pergunta enquanto eu comia. Mas quando eu acabei, me senti na necessidade de explicar para ela. .

- Clarice, eu sei que você deve estar muito confusa com o que aconteceu ontem. – ela assentiu. – Então, se você me permitir, eu posso explicar para você.

- Nicole, acredite, eu fiquei confusa sim. – admitiu. – Mas eu não quero que você me explique, pelo menos não agora. Organize suas ideias e fique calma, então depois você pode me explicar.

Agradeci mentalmente por aquilo. A parte difícil de contar tudo seria lembrar TUDO novamente.

- Mas tem uma coisa que você precisa saber. – falou. – Ramos está igual um louco perguntando de você, ele ligou para Marcelo várias vezes e provavelmente deve ter ligado para você também.

Confirmei com a cabeça.

- Eu não pretendo retornar nenhuma ligação dele tão cedo. – disse, olhando para o lado.

Sei que Ramos não foi o responsável por aquilo, não foi ele que fez os comentários, mas a sua fama de sempre “procurar mulheres quando estava se sentindo vazio” agora estava sob mim também. Parte de mim estava furiosa e não suportava ouvir o nome dele.

- Eu não sei o que aconteceu, mas pelo seu estado ontem deve ter sido algo sério. – comentou. – Sei que não deve querer vê-lo, mas Marcelo é amigo dele e fez questão de dizer que você estava bem.

Marcelo pode até ter dito, mas por mim Ramos não teria notícias minhas tão cedo.

- Vamos deixar isso de lado por enquanto. – ela levantou e começou a procurar algo na gaveta do guarda-roupa do quarto. – Bom, aqui não tem, mas lá em baixo encontro rapidinho.

A olhei confusa.

- Nic... posso te chamar assim? – assenti. – Eu vou pegar toalhas e algumas roupas para você, o banheiro é aqui, como você já deve ter percebido. – apontou para a porta ao lado. – Se quiser tomar um banho, fique a vontade.

Rimos.

Clarice saiu segurando a bandeja e alguns minutos depois voltou segurando uma toalha e roupas para mim, logo depois me deixou sozinha de novo. Eu finalmente iria levantar da cama e tomar um belo banho, tudo que eu precisava era de alguns minutos debaixo do chuveiro. Deixei minhas roupas, que também eram emprestadas, dobradas em cima da cama e a toalha pendurada no banheiro.

Quando a água do chuveiro finalmente tocou o meu corpo, senti um alívio enorme por qualquer vestígio daquela noite estar indo ralo abaixo.

Quem dera minhas memórias pudessem ir junto.

Ali, sozinha, permiti novamente que algumas lágrimas caíssem. Eu sabia que estava com um pressentimento ruim, mas infelizmente eu não o escutei. Tudo poderia ter sido evitado se eu tivesse desistido de ir, ou não tivesse aceitado o convite quando foi feito.

Minha mãe sempre diz que erramos na vida para que possamos acertar na próxima vez. Nesse caso, eu espero que nem haja uma próxima vez.

Desliguei o chuveiro e depois de me enrolar na toalha, fiquei por mais algum tempo no banheiro. Meu reflexo no espelho mostrava que não era só o meu emocional que estava abalado.

Quando abri a porta do banheiro, dei de cara com Ramos sentado na cama com a cabeça baixa.

- O que você faz aqui? – perguntei, tentando não soar rude, mas creio que não fez efeito.

O homem ergueu a cabeça e me encarou.

- Nicole, eu não sei o que aconteceu e nem sei o porquê de você não querer me ver, mas nós precisamos conversar. – levantou-se, vindo em minha direção. Estiquei o meu braço de imediato, impedindo que ele chegasse perto demais. Na última vez que eu e Ramos nos encontramos em um banheiro não deu muito certo. – Tudo bem, eu não vou me aproximar.

Ótimo, mas você não deveria nem estar aqui.

Eu deveria esperar que uma hora ou outra ele apareceria na casa de Marcelo.

- Por favor, eu só quero conversar. – pediu mais uma vez.

Seu rosto carregava algumas olheiras, parece que não fui a única a ter dificuldades para dormir essa noite.

- Ramos – falei calmamente. Eu tinha que manter a calma. Lembre-se mais uma vez: manter. a. calma. – eu não acho que seja o momento apropriado para isso.

Me olhou confuso, mas depois pareceu se tocar de que eu estava falando do meu traje.

- Eu já te vi nua, Nicole, não me importo de te ver de toalha também. – soltou.

Eu juro que estava tentando manter a calma e conversar com ele – mesmo não merecendo. – mas isso foi demais.

- Sergio Ramos, eu me importo de ser vista de toalha por você. – falei furiosa, fazendo-o rir. – Do que está rindo?

- De você, do seu jeito falando. – disse, com uma expressão divertida. – Fico feliz de saber que já está bem.

Ah, se ele soubesse.

- Não diga isso, eu não estou nada bem. – falei, cruzando os braços.

De repente, sua expressão divertida logo sumiu dando lugar a uma de preocupação. Sergio ignorou o meu pedido para ficar longe e se aproximou de mim, descruzando meus braços e me puxando para um abraço.

Eu quis sair, eu juro que quis. Mas algo me fez encostar a cabeça no seu peito e aproveitar o carinho no cabelo que ele estava fazendo. Senti vontade de chorar novamente, eu não vou fazer isso na sua frente.

Alguns minutos depois, a raiva que eu estava sentindo voltou. Sai do seu abraço e virei para o lado.

- Nicole, você está recusando meu abraço? – perguntou. Segurou meus braços e gentilmente me virou para ele. – Por favor, não faça isso comigo. Me conte o que aconteceu, eu não aguento mais.

A forma como Sergio falava e as suas palavras eram de quem estava praticamente implorando para que eu contasse.

Quem sabe, se eu contar o que eu estou sentindo, não ameniza?

- Espere alguns minutos, eu vou me vestir. – pedi, pegando as roupas novas que estavam em cima da cama e indo novamente para o banheiro.

- Eu já disse que não precisa... – o interrompi.

- Você quer saber ou não? – ele assentiu. – Então espere.

Depois de me vestir, voltei para o quarto encontrando Sergio largado na cama mexendo no celular. Quando me viu, largou o aparelho na cama.

- Sua noite foi tão boa assim que ainda está cansado? – não resisti em falar.

Estreitou os olhos.

- Eu não dormi essa noite, realmente. – admitiu. – Mas não dormi preocupado com a senhorita.

Engoli seco.

- Sente-se ali. – mudei de assunto. Apontei para a ponta da cama e para minha surpresa, ele obedeceu. – Muito bem, eu vou sentar na outra ponta.

Creio que o mais seguro era mantê-lo longe, a começar por agora.

Eu e Ramos encaramos um ao outro, eu devia começar falando mas toda a coragem que eu estava sentindo de contar o que houve já passou.

- Então? – falou Ramos.

Vamos, Nicole. Apenas fale.

- Ahn, você lembra de quando eu saí para atender o telefone? – comecei. Ramos assentiu. – Era minha mãe. Eu caminhei até o lugar mais silencioso possível para falar com ela, queria saber se eu estava bem. – lembrei-me da minha mãe perguntando se estava tudo bem, parece que ela estava adivinhando. De repente, as sensações que eu senti ontem a noite estavam voltando. Respirei fundo. – Nosso telefonema foi interrompido por algumas vozes, eu ouvi seu nome então decidi prestar atenção. O problema é que não era somente sobre você. 

Ele abriu a boca para falar alguma coisa, mas pedi para que não o fizesse. Se Ramos falasse alguma coisa só iria tornar aquilo ainda mais difícil.

- Eu não sei de quem se tratava, mas eram duas mulheres. Elas estavam comentando sobre você e eu, tentando descobrir quem eu era. – engoli seco. Lágrimas surgiram em meus olhos novamente, dessa vez não pude evitar que elas caíssem. – E e-então, elas disseram que independente de quem eu fosse, não havia motivos para preocupação, pois eu era somente “uma qualquer que você estava usando para preencher o vazio que Pilar deixou.”

Quando terminei de falar, Ramos estava boquiaberto e eu chorando como se estivesse vivendo tudo de novo. Sergio levantou-se do seu lugar e veio até mim, me puxando para ficar em seus braços.

- Eu não sabia, cariño. – beijou o topo da minha cabeça. – De verdade, eu não sabia.

Assenti.

Não podia discutir com ele, afinal, ele realmente não sabia. Eu estava muito cansada para isso também. 

- Por isso você não queria me ver, me perdoe, por favor. – disse baixinho.

Fiquei calada. Permaneci nos braços de Ramos por mais algum tempo, até me sentar novamente na cama e enxugar minhas lágrimas. Foi a última vez que chorei por ontem, eu juro.

- “Tá” tudo bem, isso vai passar. – falei, fazendo-o sorrir. Agora, eu queria conversar sobre outra coisa com Ramos. Se eu não queria mais ficar perto dele, então não tem como eu continuar trabalhando na casa dele, cuidando do filho dele. Não sei se estou fazendo certo, porque o salário está ajudando muito minha família, mas sei que se minha mãe soubesse ela entenderia meu lado. Admito que também vou sentir falta do Júnior, ele é uma criança incrível, mas não dá mais. – Sergio, nós precisamos conversar sobre uma coisa.

- Hum, se sente bem para conversar sobre outra coisa? – perguntou. – Então vamos, pode falar.

Nunca pensei em como pedir demissão, porque normalmente eu sempre sou demitida. Era a primeira vez que faria isso.

- Bom, eu não sei como falar isso, então vou ser direta. – Ramos arqueou as sobrancelhas. – Eu quero pedir demissão.

Não saiu nenhum som, mas eu tenho quase certeza de que saiu um perfeito “QUE" da sua boca. Ele levantou e começou a caminhar de um lado para o outro com as mãos na cintura.

- Demissão? – perguntou. Sim, demissão. – Por que demissão?

- Porque eu não posso mais ficar perto de você. – respondi. – E não tem como fazer isso trabalhando na sua casa.

Havia uma confusão no rosto de Ramos. Ele parecia não entender o porquê daquilo.

- Nicole, você não pode pedir demissão. – me encarou.

- E por que não? – levantei, ficando um pouco distante dele. – Você pode achar várias outras babás, Ramos. Você nem me queria trabalhando na sua casa, caso não se lembre.

Ele apareceu pensar um pouco.

- Bom, isso foi antes de saber o quão boa babá você é. – se aproximou de mim. – O Sergio Júnior já está acostumado com você, ele adora você.

- Ramos, seu filho é uma criança incrível, acredite. – eu não acredito que ele e eu estamos argumentando a minha demissão. – Mas muitas pessoas poderão cuidar dele tão bem quanto eu, acredite.

- Você não está entendendo, Nicole. – respondeu de imediato. Deu mais um passo, deixando nossos corpos cada vez mais próximos um do outro. – O Sergio Jr não precisa de outra babá que cuide dele melhor que você, você já faz isso muito bem.

Fiquei calada.

- Ele precisa de você, Nicole. – mais um passo e eu já posso sentir a respiração de Ramos tocando meu rosto. Olhei para cima e encarei os seus olhos. – Eu preciso de você, Nicole.

A confissão de Sergio me deixou sem palavras. Eu abri várias vezes a boca procurando o que dizer, mas as palavras insistiam em fugir.

E quando elas finalmente vieram, não foi necessário, pois Ramos segurou minha cintura e puxou meu corpo de encontro ao seu. Sentir sua boca novamente na minha fez com que toda a raiva e vontade de se afastar que eu estava sentindo, fosse embora.

Eu só queria beijá-lo, eu precisava beijá-lo.

Uma das minhas mãos foram parar em seu pescoço e a outra em seus cabelos, eu só queria bagunçar eles novamente. Senti as mãos de Ramos me colocando em seu colo, fazendo com que nossos quadris se chegassem e um gemido saísse da minha boca.

Quando o ar se fez necessário, encarei Ramos e depositei alguns selinhos em seus lábios, fazendo-o sorrir.

Por Deus, ele não podia sorrir para mim daquele jeito. Nunca.

- Desista dessa ideia, por favor. – pediu. Sentou-se na cama, comigo em seu colo. Eu queria dizer que desisto de ficar longe, que só quero continuar perto dele e após dizer isso, beijar seus lábios de novo. Mas eu não não podia, sabia que não podia. Sai dos meus devaneios quando senti os lábios do jogador no meu pescoço, fazendo minha pele arrepiar. Se essa era a tática que ele estava usando para me fazer mudar de ideia, então era uma tática muito baixa. – Desista, cariño. – sussurrou próximo ao meu ouvido.

- E-Eu não achei que quisesse conversar sobre isso. – falei com  dificuldade.

A risada dele no meu ouvido era uma das coisas mais baixas que ouvi na minha vida.

Suas mãos tocaram meu pescoço e apertaram a região levemente, fazendo-me fechar os olhos. Sua língua passou por ali e foi até a ponta da minha orelha, onde depositou uma mordida. Eu não sei se consigo resistir a ele se continuar fazendo isso.

- Tem razão. – concordou. Virou-se e jogou meu corpo na cama, ficando no meio das minhas pernas. O espanhol segurou minha cintura e puxou de encontro a ele, causando um choque entre nossos quadris novamente. Arfei, ao sentir o volume já evidente de Ramos. Após perceber isso, ele inclinou seu corpo sobre o meu e começou a fazer movimentos de vai e vem. Eu não conseguia pensar em mais nada e ainda estávamos de roupa. – Não era você que até pouco tempo atrás estava me querendo longe de você, senhorita Hernández? – provocou.

Eu realmente o queria longe antes, mas agora não mais.  

Meu corpo só precisa sentir o dele novamente.  


Notas Finais


Queria dizer que apesar dessa reconciliação... "amigável" entre Nicole e Ramos, a moça ainda não pareceu voltar atrás quanto ao seu pedido de demissão, hein? Me perdoem se eu acabei com a bichinha no capítulo anterior, doeu em mim também escrever aquilo, imagina em vocês que leram.
To muito feliz com algumas coisas, tipo:
1) O madrid ainda não vacilou (mesmo tendo feito um jogo horrível contra o LANTERNA do campeonato, ainda estamos na liderança) mas isso também não quer dizer que não irá até o final da la liga;
2) Alguns torcedores - depois de muito julgar e falar mal - estão finalmente vendo o jogador incrível que o KB9 é. Certos jogadores nunca serão.
3) Nossa vantagem em relação ao fc* pode aumentar hoje, mas sempre bom lembrar que isso depende de um time inútil e que provavelmente vai entregar a paçoca. Peço perdão se existem torcedores do Atleti aqui, mas acho difícil. Risos.
4) Vieram me dizer que amam essa história. Isso é muito bom, quando eu voltei nem pensei que alguém ainda lia.

Bom, amigos, por hoje é isto. Mais uma vez, perdoem os erros. Espero fazer o próximo logo e só esperar o dia de postar. Seguimos pedindo para Deus iluminar a cabeça cafona do Ramos para que ele possa tirar a barba e cortar aquele cabelo, e assim voltar a parecer gente, como na foto do capítulo. Pedimos também para que os vídeos do stories parem, mas eu dou muita risada vendo e acho difícil ele descobrir que aquilo é HORRÍVEL. Enfim, até o próximo.


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