História Give Me Love * Min Yoongi * (Suga) - Capítulo 69


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), BEAST (B2ST), Block B, EXO, IKON, IMFACT, K.A.R.D
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V, Xiumin
Tags Bangtan Sonyeondan, Bts, Min Yoongi
Visualizações 346
Palavras 2.554
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 69 - Who??


Fanfic / Fanfiction Give Me Love * Min Yoongi * (Suga) - Capítulo 69 - Who??

(...)

Fui até ele e abri o papel com a esperança de ser algo com a caligrafia do Suga, porém, era apenas a indicação de qual quarto a refeição pertencia com a caligrafia de uma pessoa desconhecida.

Aquilo estava me deixando cada vez mais triste, ele se quer se deu o trabalho de me escrever aonde iria ou que aquela refeição era para mim e que eu poderia aproveitá-la.

Destampei o prato e observei estar intocado, porém eu estava sem fome alguma.

A minha preocupação era muito grande, ele deveria estar aqui, ele não deve sair explorando o país como se estivesse na própria cidade, sem um propósito, não creio que ele conheça Jeju tão bem a ponto de sair só e se localizar perfeitamente na cidade.

Talvez fosse melhor lhe ligar para ao menos saber onde ele se encontrava.

...

Ele simplesmente não me atendia, não respondia minhas mensagens, não dava um sinal de vida se quer e o relógio já marcava cerca de 19H.

Eu havia passado um dia lhe ligando, mandando mensagem e chorando de desespero e medo que algo de ruim pudesse ter lhe acontecido.

As minhas dores ainda estavam incomodando, mas eu precisava de alguma luz, eu precisava ir atrás dele.

Me levantei da cama enxugando minha lágrimas e procurei um casaco, coloquei minhas meias e meus tênis decidida a procurar por Sugq fosse até em baixo de uma ponte.

Coloquei meu celular e minha carteira em meus bolsos e então saí do quarto o trancando.

Eu estava mancando levemente pela cólica, mas não era o quê me importava no momento.

A atmosfera estava muito estranha ao meu redor, mesmo que eu estivesse visivelmente sozinha, enquanto aguardava o elevador chegar ao andar em que eu me encontrava.

Olhei ao meu redor um pouco desconfiada e meu coração simplesmente batia um turbilhão de vezes em desespero ao captar a pessoa que me observava parada à poucos metros de distância de mim.

-Minha doce Anna, que saudade eu senti de você_sua voz soou arrepiando todos os pelos do meu corpo em medo e nojo.

Olhei rapidamente em que andar o elevador se encontrava, porém ainda estava longe e desviar minha atenção dele foi impensado e traiçoeiro.

Mal percebi quando ele havia me encostado na parede e estava segurando meus pulsos com força.

-Seu corpo parece ter mudado para a melhor depois da gravidez, mas essa cara não é de uma recém casada feliz, o seu marido por acaso não te satisfez na sua noite de núpcias?_sua voz, suas palavras, seu cheiro, seu toque, tudo nele me enojava enormemente.

Eu apenas permanecia calada pensando em uma forma de escapar desse maníaco.

-Não se preocupe, eu irei te satisfazer como naquela noite eu tinha a intenção de fazer, para relembrar os velhos tempos_ele abaixou uma mão para a minha bunda.

-Você não se atreva a me tocar seu infeliz e filho da puta_foi a única coisa que consegui dizer e dei um tapa com toda a minha raiva em seu rosto.

Porém me arrependi ao sentir seu punho vir de contra a minha face e minha cabeça bateu levemente na parede, me desnorteando por momentos.

-Sua vagabunda ...

Eu não conseguia ouvir sua voz e suas frases por completo, estava distante e de algum modo eu estava muito frágil para pensar em qualquer coisa.

Apenas me deixei levar por mais um momento de lágrimas incontroláveis e com forças que não sabia que tinha lhe ajoelhei nas partes íntimas, sentindo enfim suas mãos nojentas me soltarem.

Podendo com a visão totalmente turva, a cabeça doendo, latejando e quente, e uma cólica que me curvava, correr escada a baixo com medo do que aquele infeliz pretendia fazer comigo.

Cheguei no andar mais a baixo e o elevador estava parado, corri o mais rápido que pude até estar dentro dele de portas fechadas indo em direção ao Térreo.

Tudo o que eu conseguia fazer era chorar, tremer e me sentir fraca.

Vi as portas sendo abertas e não era o térreo ainda, aquilo fez meu coração apertar desconfortável, porém eram apenas pessoas comuns entrando no elevador.

Permaneci encostada no canto, chorando bastante, enquanto sentia o olhar daquelas pessoas sobre mim.

Apenas decidi descer um pouco antes do térreo, eu não estava gostando de ser tão observada e não queria ter o azar de encontrar aquele infeliz novamente.

Apertei um botão aleatório de um andar que se encontrava antes do térreo e que minha visão conseguisse observar e apenas aguardei.

Olhar para mim era um trabalho de desprezo, a minha face estava destruída, eu não poderia encontrar Suga dessa forma, porém eu estava com medo de voltar para o nosso andar sozinha ou sair desse prédio e ser perseguida por aquele imundo, onde Suga está? Eu me pegava pensando pela milésima vez em um único dia.

Eu estava sentada em um canto atrás de uma parede, encolhida, chorando toda a minha dor, eu se quer sabia em que andar eu estava.

E o Suga não atendia minhas ligações, por mais que eu estivesse implorando por misericórdia divina que ele pudesse me ajudar nesse momento.

...

P.O.V Yoongi

Eu havia saído do banheiro e encontrei a Anna dormindo encolhida na cama.

Não pude fazer nada, apenas a deixei dormindo e procurei uma roupa para vestir.

Os meus sócios haviam me chamado para ir à empresa então eu apenas liguei para Park confirmando minha ida e saí do quarto.

Passei o dia todo fora para evitar brigar com a Anna, pois não estava muito paciente hoje, porém meu celular não parava se quer um minuto de vibrar com suas ligações e mensagens desesperadas.

Porra, ela podia me deixar em paz ao menos por um dia, aproveitava para dormir já que está com dor, ao invés de me perseguir como uma mulher ciumenta doentia.

...

Estava bebendo com Park e a Hyuna no bar do térreo do hotel em que estou hospedado, afinal eles haviam me trazido e eu não estava muito afim de ir para o meu quarto tão cedo.

Meu celular se encontrava em cima do balcão e mais uma vez vibrava e o visor mostrava ser a Anna me ligando.

-Você não vai mesmo atender, Yoongi, poderia ter acontecido algo, não?_Park parecia um pouco preocupado olhando para o meu celular.

-A Anna é desesperada, não estou com paciência para ouvi-la chorar porque eu saí sem dar satisfação_respondi sem dar a mínima e dei mais um gole em meu uísque.

-Você é mau Yoongi, nem parece aquele homem que se casou ontem_Hyunq disse com um sorrisinho maldoso em seus lábios.

-Eu só estou sem saco nenhum, será que é tão difícil de entender assim, porra?_perguntei um pouco alterado.

-Te vendo assim, até parece que vocês não transaram_Park disse um pouco debochado.

-E não transamos, ela estava de ressaca, vomitou a noite toda e agora está menstruada e com cólica_respondi sentindo certa raiva me percorrer.

-Ah Yoongi, coitado de você, agora eu entendo toda a sua frustração, estás em lua de mel porém não pode fazer nada com sua mulherzinha_Hyuna disse passando sua mão em minha nuca -Porque você não deixa eu lhe dar uma ajudinha?_ela perguntou com um sorriso totalmente convidativo.

Porém eu apenas desviei meu olhar dela e tentei afastar todos os possíveis pensamentos que estavam surgindo em minha cabeça, ela é muito atraente, mas com toda a certeza já passou por todos os meus sócios.

-Porque eu estou casado há 24H e não pretendo ser infiel_respondi retirando sua mão que me tocava.

-Mas Yoongi...

Ela continuava tentando me convencer quase gemendo ao meu ouvido e mais uma vez meu celular vibrava, mostrando que Anna provavelmente estava enlouquecendo com a minha falta de resposta.

Peguei meu celular decidindo se iria lhe atender ao menos essa vez ou novamente deixava tocar até cair a ligação.

-Vai atender a esposinha ciumenta?_Hyuna perguntou com cinismo -Afinal ela é tão importante a ponto de você recusar uma mulher como eu e ir feito cachorrinho atrás dela_ela era muito venenosa.

-Que se foda_disse ignorando a ligação e deixei o celular no balcão novamente.

Porém alguns segundos após eu ouvi uma voz que me estremeceu sendo pronunciada atrás de mim.

-Suga..._a voz da Anna soou tão fraca e carregada de dor que eu me virei imediatamente em sua direção.

Rapidamente a vi grudar em meu tronco, com os braços trêmulos e soluços bastante audíveis, enquanto eu sentia suas lágrimas já começarem a molhar minha camisa.

Porém havia algo de errado naquele choro, era desesperado e a Anna tremia exageradamente, soluçando e fungando incontáveis vezes.

-O que houve?_perguntei confuso enquanto envolvia meus braços em volta de seu pequeno corpo.

Ela não me dava uma resposta, e seu choro era agonizante.

Levantei o seu rosto por momentos e pude ver uma marca muito vermelha, já beirando ao roxo em sua bochecha, muito próximo ao olho, onde havia um corte que escorria sangue.

-Quem fez isso com você?_perguntei totalmente horrorizado.

Porém ela apenas negava voltando a esconder seu rosto em meu peito.

-Anna, eu estou falando sério, quem te fez isso?_perguntei preocupado levantando seu rosto novamente.

Mas ela apenas chorava cada vez mais, enquanto eu observava tamanha covardia que alguém havia cometido em seu belo rosto.

Respirei profundamente e beijei sua testa, logo coloquei meu celular no bolso e lhe peguei no colo.

Eu via que seu estado estava muito crítico e receio que fosse por culpa minha ela estar assim.

Caminhei calmamente até o elevador com Anna em meu colo, enquanto ela chorava e soluçava em meus braços e as pessoas observavam.

...

Logo lhe deixei na cama, sentada, enquanto eu voltava para trancar a porta e então fui em busca de algodão e álcool, afinal precisava limpar aquele machucado em sua face.

Anna apenas me olhava em meio às inúmeras lágrimas que escorriam de seus olhos. Eu estava sentado à sua frente colocando álcool no algodão e podia notar seus olhos carregados de dor me observando.

-Isso provavelmente vai arder, porém eu preciso limpar esse corte, Ok?_disse deixando o frasco de álcool ao seu lado no móvel.

Ela apenas assentiu e então eu encostei o algodão em seu rosto, sua expressão era de dor e suas lágrimas desciam muito mais rapidamente, me deixando com muita pena dela.

Após limpar todo o sangue da sua face, pude observar que o corte parecia ter sido feito por um anel parecido com o que eu tenho, de faculdade.

Peguei seu antisséptico e passei no local, protegendo seus olhos de entrar em contato.

Anna ainda chorava muito, o quê só me deixava mais preocupado com ela. O que poderia ter acontecido enquanto eu estive fora, quem fez isso em seu belo rostinho?

-Tenta dormir um pouco_pedi calmamente.

-Mas... A minha..._ela parecia desnorteada e com grande dificuldade em sibilar palavras.

-Você bateu a cabeça?_perguntei vendo que uma de suas mãos não saía da parte de trás da cabeça.

Ela assentia com os olhos fechando e sua respiração estando desregulada.

-Não tem problema, só me deixa ver se machucou_disse me levantando e me aproximando dela.

Olhei cuidadosamente atrás de sua cabeça e apenas estava vermelho, não haviam machucados.

-Tá tudo bem, apenas tenta descansar um pouco, você parece precisar_disse olhando em seu rosto.

Senti seus finos braços envolverem o meu quadril e então ela encostou seu rosto em meu abdômen.

Suspirei culpado e lhe dei um beijo no topo da cabeça, deixando que por algum tempo ela me abraçasse.

-Agora tenta dormir, pequena, eu vou ao banheiro e já volto_disse calmo enquanto tirava seus braços de volta do meu corpo.

Ela me olhava um pouco magoada, porém abaixou a vista e se deitou encolhida assim como hoje mais cedo, porém chorando e soluçando bastante.

Fui ao banheiro escovar meus dentes e aliviar minha bexiga. Quando voltei para o quarto, apaguei a luz e me deitei ao lado da Anna trazendo o cobertor para cima do seu corpo e do meu.

Porém não tivemos nenhum contato, ela parecia frágil demais para qualquer coisa.

...

O relógio do meu celular marcava 03:00a.m, eu havia acabado de acordar de um sonho meio que perturbador.

Me virei em direção à Anna que estava de costas para mim e pude ouvir leves fungares de nariz e ver seu pequeno corpo encolhido tremer a cada soluço que era reprimido.

Mas que diabos, Anna ainda estava chorando, então eu fui o único a dormir assim como na noite anterior.

Sei que preciso fazer algo para que ela me diga quem foi o infeliz que lhe fez isso, e qualquer merda a mais que tenha lhe acontecido, porém não sabia exatamente como.

Fiquei lhe observando por alguns segundos, era bastante arriscado o que se passava em minha mente, porém era uma boa oportunidade para lhe arrancar algumas verdades.

Apenas parei de raciocinar e envolvi meu braço em sua cintura, assim como coloquei minha perna sobre a sua.

Senti ela prender sua respiração por alguns segundos e se encolher um pouco mais, provavelmente sentindo o que se encontrava ao meio das minhas pernas por ser de madrugada.

-Por que você não para de chorar e faz alguma coisa pelo seu marido?_perguntei próximo ao seu pescoço e percebi ela respirar de modo desregulado.

Coloquei minhas mãos por dentro da sua blusa, apenas em sua barriga e percebi ela se encolher cada vez mais e tremer levemente.

-Em amor, porque você não faz algo por mim, afinal eu sou seu marido e se um infeliz tem o direito de fazer o que quer contigo e eu se quer saber o que aconteceu na nossa própria lua de mel, porque você não dá pra mim também?_perguntei passando minha mão em seu baixo ventre.

Ela estava totalmente silenciosa, porém sua respiração e seu coração estavam desregulados.

-Me fala princesa, porque um filho da puta pode ter seu corpo na nossa lua de mel e eu se quer posso tentar...

Ela começava a soluçar e tremer em meus braços, negando com sua cabeça.

-Olha pra mim_mandei lhe puxando para cima do meu corpo.

Anna estava com o rosto repleto de lágrimas, me olhando totalmente amedrontada, enquanto tremia acima de mim.

-Me diz quem te fez isso_pedi firme observando o parte machucada de seu rosto.

Ela negou, pressionando seus lábios um contra o outro, enquanto mais lágrimas desciam por seu rosto.

-Eu estou mandando você me dizer quem foi, não aceito menos do quem um nome, se não..._disse com um sorrisinho cruel no canto dos lábios, e coloquei minha mão para dentro da sua blusa e a outra por cima da sua bunda, lhe pressionando levemente contra mim.

Fazendo Anna se encolher mais do que já estava e deixar mais lágrimas escorrerem.

-Você prefere realmente que eu faça isso, meu amor? Afinal você sabe há quanto tempo estou sem sexo, ser gentil não está na minha lista de prioridades_fiz questão de ser o mais repulsivo e maldoso possível.

Ver ela naquele estado estava me deixando totalmente preocupado, porém eu precisava lhe arrancar alguma palavra e sobre pressão ela responde mais, entretanto não parecia estar funcionando, o que só me preocupava mais.

-Ok então pequena, acho que precisarei lhe arrancar respostas depois de me satisfazer, não é?_perguntei ajeitando seu cabelo molhado por conta das lágrimas atrás da sua orelha.

Subi uma mão para a sua nuca e lentamente fui trazendo seu rosto de encontro ao meu, lhe vendo com os olhos fortemente fechados e os lábios tremendo em uma proporção horrível.



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