História Give Me That Love - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai, Kris Wu, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Tao
Tags Exo, Hunhan, Kaisoo, Porjetoxoxo, Sookai, Taoris
Visualizações 178
Palavras 1.799
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Queria ter postado antes mas eu não tinha terminado meu delinquente, agora eu terminei <3

Bom o cap é mais conversa do que ação, eu gosto muito disso sabe.

Boa leitura e desculpem os erros <3

Capítulo 15 - Adeus.


Fanfic / Fanfiction Give Me That Love - Capítulo 15 - Adeus.

Eu estava deitado em minha cama de hospital. Minha sim por que eu estava morando naquela merda.
 
 - Bom dia, Kyungsoo. - olhei para o lado e vi um homem bonito, seu sorriso parecia rasgar sua face.
 
 - Coringa? 
 
 - O que? - ele riu e eu arregalei os olhos. - Meu nome é Kim Jongdae e eu sou seu médico.
 
 - Nunca te vi, meu médico não era o-
 
 - Ele também, aqui no hospital sempre tratamos um paciente com dois médicos, as opiniões divergem muito mas o resultado é sempre esplendido.
 
 - Uhmm. - farejei o ar e senti um cheiro forte de ômega emanando dele, o cheiro era forte mas eu ainda podia sentir sua natureza de alfa. Ele se aproximou de mim e começou a checar meu corpo e alguns aparelhos. - Senhor Kim, por que ainda estou ligado a aparelhos? 
 
 - Bom, você apresentou uma fraqueza grande noite passada.
 
 - Meu filhote esta bem? - perguntei 
 
 - Sim, sua fraqueza é...
 
 - Pelo afastamento do meu alfa... Mas não tem tanto tempo, só um dia!
 
 - Dois. - ele disse e eu arregalei os olhos. 
 
 - Como assim?
 
 - Depois que seu irmão acordou e você voltou para seu quarto, você dormiu,  dormiu de mais, fizemos exames e você não acordava.
 
 - Ligaram para ele? - perguntei e ele assentiu. - Ele atendeu? - ele negou. - Me ajude a sair daqui.
 
 - Me desculpe senhor Kim.
 
 - Kyungsoo, me chamou assim quando eu chegou, por favor continue.
 
 - Kyungsoo, não posso te liberar sem a aprovação se seu alfa.
 
   Respirei fundo antes de puxar a agulha do soro que estava presa a mim. O sangue escorreu pelo modo bruto que eu arranquei a agulha, mas eu não me importei, a dor que eu sentira era bem maior do que aquela.  Retirei os fios ligados ao meu tórax, me levantei da cama e caminhei para frente do alfa. 
 
 - Eu não sou uma criança! - me segurei para não rosnar.
 
 - São normas do hospital, por favor.
 
 - EU NÃO ... Eu não vou esperar, estou a dois dias sem o idiota com quem eu me casei, eu vou sair.
 
 - Por favor, eu tenho uma família para sustentar. - ele pareceu se render mas eu não cai, percebi uma movimentação estranha então me mantive em alerta. 
 
 - Sai da frente.
 
 - Kyungsoo. - deixei minha presença mais forte, senti minhas garras crescendo. 
 
 - SAI! 
 
 O alfa vei para cima de mim e eu segurei seu pulso fortemente, ele tentou me furar com seringa que segurava em sua mão mas eu não permitiria que ele fizesse isso. 
 
 A porta foi aberta e um homem baixo de jaleco entrou, eu o olhei e ele arregalou os olhos.
 
 - AMOR, SAI! - o ômega colocou a mão sobre a barriga que tinha uma elevação. Então eu baixei minha guarda e o alfa aplicou a injeção em mim.
 
  - Por... que? 
 
 Senti uma lagrima descer de meus olhos no mesmo instante que meu corpo se tornou pesado e meus olhos se fecharam.
 
 Eu sempre soube que quando me casasse perderia minha liberdade, mas, eu estava tão acostumado a ter alfas e ser livre que eu não pensei que as coisas seriam diferentes do meu habitual. Elas não são iguais, elas não seriam, eu não tenho direitos aqui.
 
 
[...]
 
 
 Abri meus olhos e tive a linda visão do teto branco do meu quarto.
 Farejei o quarto e senti o cheiro que impregnava o copo do médico a tempos atrás. Tempo. A quanto sera que eu estou deitado aqui.
 
 - Está acordado. - uma voz infantil soou e eu virei meu rosto, tentei mover meu corpo mas não consegui. 
 
 - E amarrado.
 
 - Me desculpe, meu marido achou melhor, você poderia machucar seu filhote.
 
 - Eu nunca o machucaria! - me exaltei e voltei minha atenção para o teto. - Você será pai, assim como eu... Mas somos diferentes sabe. - eu o olhei e ele parecia confuso. - Meu alfa não me ama.
 
 - Como não? Esta marcado e gravido!
 
 - Na vida existem esses acidentes...
 
 - Sei que existem, mas seu alfa não pode ter te marcado apenas pelo calor do momento, deve haver algo mais.
 
 - Somo almas gêmeas. - eu disse buscando os olhos do outro médico. - Por que estamos em um quarto diferente? - perguntei e ele arregalou os olhos.
 
 - C... Como assim? Estamos no seu quarto!
 
 - Não estamos, acho que vocês não perceberam que um cheiro fraco prevalece em meu quarto, e não é meu, não é do Sehun, não é do meu alfa. Tem algo faltando.
 
 - Está certo, você está em uma sala especial do hospital.
 
 - Meus familiares estão atrás da parede falsa? - perguntei e ele assentiu. - o "meu" alfa também? 
 
 - Senhor Do...
 
 - Se o teatro acabou, eu quero ir embora.
 
 - Ainda precisa ficar em observação.
 
 - Meu desejo de ir embora e da minha quase transformação foi causada pelo abandono de meu alfa e como um ômega forte e independente eu precisava ir embora para proteger meu filhote, creio que entende minha situação! - me exaltei. - Como seria para você senhor...?
 
 - Minseok...
 
 - Minseok, como seria se seu alfa detestasse o fato de ter casado com você e mais, imagine que ele venha te visitar em um hospital com um cheiro que não é seu impregnado em si? Como seria se você carregasse um filhote em seu ventre? Ah, você não sabe, ninguém que nos assiste sabe, todos tem ao seu lado alguém que ama e por quem são amados, por isso. - o ômega ao meu lado estava com os olhos marejados. - Acho que chega de ser observado.
 
 O ômega se levantou e abriu a porta, dela passou Sehun, Kris e meus irmãos, meus médicos me olharam com pena.
 
 Jongdae removeu os aparelhos que realmente estavam ligados a mim e o outro medico tirou as amarras de mim, Sehun me ajudou a levantar e me guiou até meu verdadeiro quarto. Assim que eu entrei me direcionei até a cama e me sentei, abracei meu ursinho de pelúcia e sorri. 
 
 - Kyungsoo. - ouvi a voz de Luhan e o olhei. 
 
 - Sim.
 
 - Está infeliz? 
 
 - Eu fiquei feliz Lu... Quando Jongin me tomou para si e fez de mim seu ômega, quando eu descobri que estava gerando uma parte de nós, eu o amo, isso eu não posso negar. Mas ele não me ama, eu sou um homem e ele ama mulheres... Eu pensei que ele me respeitava sabe... - senti minhas lagrimas caírem. - Eu... Eu sinto a ... - coloquei a mão sobre a minha barriga. 
 
 - Kyungsoo!
 
  Uma dor forte, muito forte.
 
 - Meu... Ah!
 
 - Respira, respira! 
 
 Eu comecei a hiper ventilar, a dor começou a diminuir e eu a me acalmar, eu mudei da água pro vinho, a porta foi aberta bruscamente e um rosnado forte foi ouvido, me concentrei em seu chamado e estendi minhas mãos. Senti seus braços  em volta de mim.
 
 - Nos deixem a sós. 
 
 - Babaca! - ouvi a porta bater e um silêncio no quarto.
 
 Me aconcheguei no corpo do alfa, coloquei minha cabeça na curva de seu pescoço e inalei seu cheiro. 
 
 
 - Dessa vez você tomou banho depois de estar com ela? - perguntei o afastando de perto de mim. 
 
 Meu filhote só queria ter a certeza de que seu pai alfa estava próximo a ele e que não estávamos abandonados. Me sentei na cama e abracei meu ursinho. 
 
 - Soube que passou mal, me desculpe por estar afastado. - ele disse e parecia arrependido. 
 
 - Você não deveria saber por terceiros. - o olhei de canto. - Deveria estar ao meu lado. 
 
 - Tive uns problemas na empresa.
 
 - Na empresa ou com uma funcionaria da empresa? 
 
 - Pelos Desuses, Kyungsoo! - ele rosnou mas eu mantive minha expressão de tédio. - Acha que eu te trai? 
 
 - Tenho certeza disso.
 
 - Pelo cheiro? Só  por isso?
 
 - Sim, Kim Jongin, pelo cheiro e por essa sua cara de cínico de quem ta comendo e ta gostando!
 
 - Eu nunca te dei motivos pa-
 
 - Nunca me deu motivos? Ah, não, claro, um alfa santo desse bicho!
 
 - O que quer de mim?!
 
 - AMOR! - gritei e ele se calou. - Carinho, atenção, pelo menos uma visita a cada dois dias.
 
 - Visita? 
 
 - Kim Jongin eu quero o divorcio. - eu disse encarando o alfa.
 
 - Não pode estar falando serio.
 
 - Eu estou, não aguento mais isso, essa indiferença, me de seu sangue e venha troca-lo duas vezes ao mês e podemos viver separados.
 
 - Nosso filhote...
 
 - MEU filhote, eu vou voltar para a frança assim que ele nascer e eu to pouco me fodendo para você.
 
 - Somos ligados Kyungsoo, você não pode fazer isso!
 
 - Tanto posso como eu vou!
 
 - Nós precisamos um do outro, do calor, do corpo ou iremos  enfraquecer!
 
 - Eu sei. - me levantei ficando de frente para o alfa. - Se eu morrer na frança sei que duas ótimas pessoas irão cuidar do meu filho.
 
 - Está pensando em dar nosso bebê aqueles indecentes? 
 
 Plaf
 
 Sim, eu bati na cara do meu alfa e não, eu não me arrependo. 
 
 - Não ouse comparar meus alfas com um tipinho como você. - ele colocou a mão sobre a vermelhidão e me encarou com raiva. 
 
 - ...
 
 - Sabe o pior? - senti meus olhos se encherem de lagrimas. - Eu pensei que você estava começando a gostar de mim, a me aceitar, a nos aceitar. - coloquei a mão sobre a minha barriga lisa. 
 
 - Kyungsoo, por favor. - coloquei minha mão sobre seu rosto.
 
 - Eu te amo, seu idiota... Por que você tinha que estragar tudo? Hem?
 
 Ele segurou meu pulso e colocou a outra mão em minha cintura, ele se aproximou de vagar e beijou meus lábios.
 
 Aquela sensação voltou, eu me sentia amado. Jongin aprofundou o beijo e eu cedi, era nossa despedida, ele querendo ou não.
 
 - Acabou, Jongin. - eu disse ao findar do beijo.
 
 - Soo.
 
 - Adeus, Kim Jongin. 
 
 Andei em direção a porta e a abri, atravessei o corredor e entrei no quarto do meu irmão. Lá ele me esperava com uma muda de roupas e Kris com os papeis do hospital assinados. 
 
 Então eu chorei.
 
 Não estava fazendo drama, eu pensei no meu bem e no do meu filhote. 
 Por mais que eu ame Jongin ele não merece meu amor, não depois de me trair assim, eu só pedi amor dele e ele me retribuiu com desgosto e lagrimas.
 
 - Acabou, Tao! - eu disse chorando. - Eu pedi o divorcio. 

Notas Finais


Não é drama do Kyungsoo, ele só esta fazendo o que acha certo, estava mais do que na hora do Jongin cair na real de que o ômega dele não é uma parede e sim uma pessoa. Espero ter agradado <3 até a próxima.


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