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História Give me your love and I will do the same! - YUNHO, OneShot. - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, olá! Como vai? Espero que bem!
Sim, eu vim aqui na maior cara de pau postar um capítulo da fanfic que, aparentemente, tinha "acabado".
É isso mesmo. Se tiver algum erro ortográfico, por favor, relevem. Não esqueçam de comentar o que acharam e avaliar (colocar a nota. A estrelinha pra quem não sabe).
Muito obrigada pelo apoio, carinho e paciência de vocês! Agora, boa leitura! 💕

Capítulo 2 - Surpresa! Capítulo bônus!


Fanfic / Fanfiction Give me your love and I will do the same! - YUNHO, OneShot. - Capítulo 2 - Surpresa! Capítulo bônus!

Dois meses desde o beijo, aquele da faculdade, aquele maravilhoso. Havíamos combinado que em toda sexta-feira iríamos ter um encontro, seja de dia, noite ou até mesmo na madrugada, estaríamos juntos. E hoje não era diferente, estávamos na praia em plena madrugada.

_O que está pensando? Está bem aérea hoje. - Yunho, que agora está com os cabelos tingidos em azul-claro, me olha e pergunta.

_Em muitas coisas. - O vento bagunça meus cabelos, me forçando a prender os fios que ficavam levemente abaixo do queixo.

_E eu estou no meio disso tudo? - Sua pergunta me faz sorrir. Aceno com a cabeça positivamente, o fazendo olhar para o mar, com o rosto vermelho e um sorriso bobo. - Fico feliz em saber. - Sorrio.

_E eu estou no meio do que você pensa? - O olho ainda sorrindo.

_Que bobagem! - Ele fala aparentemente bravo. - É claro que sim, que pergunta boba! - Ele ri, me levando junto. - São quase quatro horas… Quer voltar? - O garoto me observa calmamente.

_Querer eu não quero, mas não sei o que você quer.

_Ficaria aqui até o amanhecer, mas acho melhor voltarmos. Não vamos conseguir ir ao parque se não dormirmos… - Seu olhar oscilava entre eu e o mar. - Vem, vamos. - Ele rapidamente se levanta e me alcança sua mão.

Em poucos segundos estávamos caminhando até minha casa, com nossas mãos entrelaçadas e minha cabeça apoiada em seu braço. Minutos depois estávamos em frente à porta, a rua estava mal iluminada e num total silêncio. Nos despedimos em meio a sussuros.

_Tem mesmo que ir? - Ele dá uma risada baixa.

_Tenho. Nos vemos mais tarde, tá? Boa noite. - Ele me abraça e deixa um selinho doce em meus lábios.

_Boa noite. - O abraço uma última vez e entro na casa sem fazer barulho algum, afinal, ninguém merece acordar no meio da madrugada.

• Quebra de Tempo •

11:45.

Sou acordada por gritos vindos do andar de baixo, mais especificamente da minha mãe.

"S/N! O almoço está pronto."

A respondo com um "já vou", troco de roupa, faço as devidas higienes e desço para almoçar.

_Bom dia. Que horas chegou? - A mulher pergunta calma.

_Bom dia, por volta das quatro. - Me sento.

_Fico feliz em saber que está aproveitando sua juventude, mas não acha muito tarde? - Ela se senta e começa a nos servir. - Aliás, quando vou conhecer seu namoradinho? - A mais velha sorri para mim e leva uma garfada a boca.

_Nós não namoramos, pela milésima vez! - Dou risada. - Yunho virá me buscar mais tarde, aí aproveito e o apresento para a senhora, o que acha?

_Bom! Espero que ele seja oque você fala. Sabe que não quero nenhum drogado aqui, principalmente junto com minha filha. - Ela me lança um olhar ameaçador que me faz rir de nervosismo, ela iria fazer de tudo para me proteger, sempre fez.

_Claro que não mãe, ele não é assim.

_Certo, irei acreditar. - Ela continua me olhando.

• Quebra de Tempo •

A campainha toca e vou atender já que minha mãe estava ocupada, e quem era? Sim, ele mesmo. Jeong Yunho, o garoto da faculdade que estava saindo comigo. O garoto abre um sorriso ao me ver.

_Oi de novo! - Ele diz.

_Oi, dormiu? - Pergunto rindo e abraçando o maior.

_Não muito, mas dormi. E quanto a você? - O chamo para entrar.

_Dormi o suficiente, assim eu espero! - Nós dois começamos a rir. - Vem, vou te apresentar a alguém. - O puxo pela mão delicadamente e vou até o quintal, onde minha mãe regava as plantas. Ela não demora para nos ver parados ao lado da porta e vem em nossa direção.

_Olá. Você deve ser o Yunho, estou certa? - Eles apertam as mãos e sorriem.

_Está sim, senhora Bang.

_Vejo que fala bastante de mim, senhorita S/N… - Ela me olha brincalhona. - Você é muito bonito, S/N puxou o meu bom gosto! - Todos riem com sua fala, logo, a mulher nos chama para entrar. - Vão sair agora?

_Daqui a pouco, precisa de alguma coisa? - Indago.

_Não meu amor, podem ir tranquilos. - Ela sorri.

_Ok então, qualquer coisa me liga. - A abraço e saímos da casa, esperando pelo Uber que havíamos chamado enquanto conversávamos. Não demora mais que 7 minutos e o motorista já havia parado próximo à casa.

_Boa tarde. No parque novo? - Pergunta simpático.

_Isso mesmo. - Jeong responde.

O caminho foi calmo e silencioso, de vez em quando soltávamos risadas baixas pelos atos repentinos de Yunho, como apertos em minhas bochechas, piadinhas, beijinhos, coisas de casais.

Casais.

Tinha me dado conta que parecíamos muito um casal de namorados, mas, como Yunho não havia tomado iniciativa, estávamos mais para um casal de ficantes. Coisa que me deixava um pouco desconfortável já que nossos sentimentos eram mútuos e qualquer um poderia fazer uma burrada, acabando com tudo. Eu tinha medo disso.

_Obrigado e bom trabalho! - O garoto se despede sorridente, logo observando o motorista ir em direção ao seu próximo cliente.

_Então… O que faremos? - Indago.

_Vamos comprar os tickets, se não tivermos não entramos. - Ele ri. Entramos na fila, considerávelmen vazia e compramos os benditos ingressos. - Que tal aquele ali? - Ele aponta para um brinquedo. Era um daqueles que gira para tudo que é lado, sacode, faz que cai, e gira mais ainda, um dos que te faz vomitar e desmaiar. Sabe? Uma desgraça.

_Não? - Sorrio inocente, tentando me livrar de passar mal. Em resposta o maior coloca seu braço esquerdo em meus ombros e começa a caminhar.

_Quer começar leve? - Concordei. - Barraquinhas? - Rio em resposta e o puxo rapidamente até uma barraca de pulseirinhas e feitas à mão. - Se eu comprasse para nós, você usaria? Sim ou sim?

_Não tenho escolha! - Rimos. - Mas eu pago.

_Se pagar eu te deixo sozinho. - Ameaço. - Eu pago, obrigada, de nada. O que acha dessas? - Eram duas pulseiras trançadas, uma amarela e a outra branca. - Acho que amarelo combina com você, combina bastante com sua personalidade.

_E a branca? - Pergunta.

_Tem a ver com inocência, paz, sinceridade. Nossa relação é uma mistura das duas, por isso escolhi.

_Que legal! Eu gostei, vai comprar? - Ele está bem animado para quem não queria que eu pagasse, não?

_Sim. Quanto é? - Pergunto ao vendedor.

_15 reais as duas, moça. - Pego o dinheiro e o entrego, recebendo os acessórios.

_Muito obrigada, tenha um bom dia! - Sorrimos e nos afastamos um pouco. - Aqui. - Entrego a pulseira amarela. - Quer que eu coloque para você?

_Por favor! - Ele estende o braço, esperando pacientemente eu fechar o acessório. - Eu coloco a sua.

_Obrigada. Agora que complica…. Em qual nós vamos?

• Quebra de Tempo •

_Eu juro que nunca mais vou nesse troço! - Yunho se agacha, enjoado pelas voltas e mais voltas da montanha russa.

_E ainda queria ir no outro! - Me abaixo, ficando frente a frente. - Passou?

_Não… Vai passar se me der um beijinho. - Me olha. Beijo sua bochecha. - Não aí, S/N. - Ele nos levanta.

_Quer um beijo? Tipo beijo, beijo? - Ele assente positivamente. - Tem muita gente aqui! - Nego.

_E qual o problema? Só um, vai! - Continuo negando. Fomos em direção à lojinha de algodão doce, sem pressa alguma. Num impulso paro o garoto e puxo um pouco sua camiseta, o trazendo mais perto, dando um selinho demorado nos lábios que tomaram forma de um sorriso. Não falamos nada, apenas compramos o doce cor-de-rosa e fomos nos sentar em algum banco por perto.

_Obrigado. - O olho desentendida.

_Por? - Pego um pedaço do doce e como.

_Pelo beijo. E por estar aqui comigo, claro. - O garoto sorri.

_Por nada. - Dou risada. - Onde quer ir agora?

_Lá. - Aponta para ao oque parecia ser um fliperama, com uma grande variedade de jogos. - Dá a embalagem, vou jogar no lixo. - Dou o pedaço de plástico e o observo caminhar até o lixo, descartando o objeto e voltando com um enorme sorriso. Ele junta nossas mãos e me leva ao estabelecimento, indo até a parte dos computadores.

_Tiro? Certeza? - Indago.

_Sim. Ou quer jogar outra coisa?

_Quero esse.

_Vai perder, já aviso.

_Fofo, jogo de tiro é comigo mesma. - Ele me olha com ironia. - Duvida? Tá bom.

_Que comece o jogo. - Nós rimos.

1, 2, 3… 77. Esse foi o número de kills que consegui, enquanto Yunho ficou com… Huh… 31.

_Hack. Isso é hack. Não tem como. Não mesmo. - Tenta negar de todas as maneiras possíveis. Jeong é um cara que não é fã de perder, ainda mais quando se trata de jogos.

_Duvidou de mim, deu nisso. Aliás, praticamente metade delas foram suas! - Começo a rir.

_Me lembra de não jogar nenhum tipo de jogo que envolva armas com você. - Ele cruza os braços e reclama. - Não aceito isso.

_O. Problema. É. Seu. Fofo. - Digo em pausas, para ser o mais sarcástica possível. - Foi mal. Dá próxima eu não te mato. - Eu pego sua mão e sorrio.

_E quem disse que vai ter próxima vez? - Faz um bico. - Eu que não jogo. Ache outro!

_Vou chamar o Jongho, então. - Jongho acabou se tornando um amigo nosso e, sinceramente, nós formamos um trio incrível. Daqueles que só falta tacar fogo no parquinho e assistir o desastre. Uhum.

_Ei! Vai me trocar? De novo!? - Drama. Muuuito drama. Ele deveria ganhar algum tipo de prêmio por atuar tão bem. Apenas nego. - É bom mesmo.

_Se não?… Tu não aguentou nem ir na montanha russa, olha que aquela é café com leite. - Era possível escutar apenas os lamentos e comemorações de alguns jogadores espalhados pela sala. Sem contar que os teclados pareciam que quebrariam a qualquer momento. - Onde vai? - O mais alto levantou. - Me espera.

Yunho ficou estranho em um piscar de olhos, era nervosismo. Puro nervosismo. Por acaso ele já ouviu falar em calmante?

_Vem. - Ele diz e pega minha mão, indo até a roda gigante. Tínhamos gastado tanto tempo na frente das telas que não percebemos que a noite já tinha caído, assim como a temperatura. Entramos em uma cabine e nos acomodamos. O vidro nos permitia enxergar o parque e as pessoas que lá se divertiam, e era iluminada por pequenas luzes led num tom coral claro e, os bancos em amarelo pastel. Muito fofo.

_Gostou? - Pergunta.

_Claro! É muito bonito! - Sorrio. - Por que está nervoso? - Ele congela na hora e dá um sorriso sem graça.

_Bom… Por favor, não ria. Eu tive o trabalho de decorar isso, tá? - Ele me observa apreensivo, enquanto eu, apenas concordo e sorrio. - Me pergunto qual foi o último dia que acordei sem pensar em você.

Não que eu não goste: seu rosto estampado na minha mente como tatuagem.

Sua voz ao fundo, suave, como naquelas cenas de brega de cinema.

Me pego sorrindo em um momento qualquer e, pensando agora, tenho que agradecer por ser você o maior motivo dos meus instantes eternos de felicidade.

Cada minuto do meu dia é uma contagem regressiva para te ver de novo.

Eu só quero que você saiba que é seu o meu dormir, o meu despertar e o meu viver.

Na falta de outras palavras: eu amo você.

_Yunho, isso é um pedido de namoro? - Rio o vendo concordar.

_Você… aceita? - Me olha, era possível ver a esperança em seus olhos. Fofo demais.

_Claro que sim! Hum... Como foi? 'me dê seu amor e eu farei o mesmo'? - Rimos. Ele vem para perto de mim e acaba com a pouca distância que tínhamos. Quando paramos o beijo, ele tira duas alianças de compromisso do bolso e coloca em nossos dedos.

_Agora não tem volta, hein? - Ele brinca. - Te amo,

S/A.



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