História Giving me a chance - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Zendaya
Personagens Justin Bieber, Zendaya
Tags Colegial, Justin Bieber, Zendaya
Visualizações 201
Palavras 708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - You matters


Fanfic / Fanfiction Giving me a chance - Capítulo 6 - You matters

Autora On

 

 

Maria finalmente tinha acordado, e suas mães finalmente haviam dado todo os esporros e abraços que Maria precisava.

 

— Você não pode fazer isso nunca mais, você não tem noção do que é aguentar sua mãe nervosa. — Disse Vanessa fazendo todos ali rirem.

 

Assim que Maria saiu do hospital, já ficou ciente de que novamente, teria acompanhamento psicológico, desta vez do psicólogo Marcus, todas as quartas, quintas e sextas.

 

Antes de ir totalmente para casa, ela teria que passar por uma "entrevista" pra saber se poderia realmente voltar pra casa.

 

— Entre e sente, por favor! — Falou um homem bonito, com uma blusa azul claro, de cabelos um pouco grandes, com certeza charmoso para qualquer um que lhe olhasse. — Bom, sou doutor Marcus -disse estendendo a mão para Maria como um cumprimento. — Não irei demorar, imagino que você esteja doida para ir para casa, então só te farei algumas perguntas breves, OK?

 

— Ok. — Ela respondeu simples, mas um pouco nervosa.

 

— Tem obtido prazer nas coisas que tem realizado?

 

— Não muito — fitou o chão. — Desde minha vinda para esta cidade estava tudo tão sem importância para mim. —Respondeu ela dando de ombros, não conseguindo olhar nos olhos do homem a sua frente.

 

— Se sente útil na vida que está levando?

 

— Acho que não.

 

— Sente que a vida perdeu o sentido?

 

— Sentia que nada mais tinha sentido.

 

— Tem esperança de que as coisas vão melhorar?

 

— Agora eu tenho, não só tenho como irei fazer o possível. — Ela disse bastante esperançosa.

 

— É capaz de se proteger e retornar para a próxima consulta?

 

— Sim.

 

— Agora, é a última. Tem esperança de ser ajudada?

 

— Sim, quero aprender com tudo que fiz, com tudo que passei. Quero poder me sentir feliz de novo.

 

— Bom era só isso, você já pode ir, te vejo na quarta. — Ele fez suas aultimas anotações, levantou e acompanhou Maria até a porta, fechando a mesma assim que ela saiu.

 

Depois disso, Maria foi para casa gritou um 'finalmente' mentalmente quando soube, já que a mesma não aguentava mais todo aquele cheiro e as comidas de hospital. As comidas até que eram boas no primeiro dia, porém depois desse tempo ela esperava passar bem longe de todo aquele "lixo" hospitalar.

 

Antes de irem para casa suas mães decidiram monstrar algo a garota. Elas entraram no carro, e enquanto prosseguiam o caminho a menina refletia o tempo que ela pode ter perdido por insegurança.

 

A levaram em uma montanha alta, mas que não demorava tanto para subir, colocaram uma toalha no chão e as três sentaram. Era possível ver Newerdale inteiro dali, como estava anoitecendo , tinha ainda um lindo pôr do sol que estava quase no fim, a cidade estava toda iluminada pelas luzes de casas e prédios, deixando a vista incrivelmente linda.

 

— Nós a trouxemos aqui porque foi aqui que nos conhecemos. Depois de mais uma noite de brigas com o seu pai, eu vim aqui para esfriar a cabeça e conheci a Vanessa, conversamos por horas aqui, tendo como testemunha essa bela vista. — Néia olhou para aquele lugar com muito amor — Aqui ficou marcado por vários de nossos encontros, aqui ficou marcado pelo lugar que nos apaixonamos.

 

— Lhe trouxemos aqui para refletirmos, o quanto nós te achamos importante nas nossas vidas. Sei que trabalhamos muito, mas você é tão especial, você é nossa filha e a gente te ama mais que tudo. — As duas abraçaram a filha que mais uma vez chorava só que desta vez não era de tristeza. Ficaram assim em silêncio por um bom tempo até que a Néia quebrasse o mesmo.

 

— Você acha que tem quantas pessoas lá embaixo? — olhou por toda a extensão da cidade fazendo Maria a acompanhar. — Dois mil? Três? Você acha que tem quantas que vivem o que você vive ou já passaram pelo que você está passando? Quantas você acha que tentaram seguir em frente? E quantas se foram? São tantas pessoas diferentes de nós, mas passando por problemas iguais ao nosso ou pior. Ninguém é melhor que ninguém, Maria. Estamos aqui todos no mesmo nível sempre tentando resolver os problemas que aparecem em nossas vidas. Independente do quão horrível e desesperador pode estar nossa vida, é mais que o nosso dever decidirmos se queremos nos levantar ou não.


Notas Finais


Ola galera, tudo bacana?
Um capítulo bem grande dessa vez em. Aos poucos eu vou conseguindo aumentar o tamanho dos capítulos se minha criatividade ajudar.
Espero que curtam, boa noite 💕


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