História Giving me a chance - Capítulo 8


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Categorias Justin Bieber, Zendaya
Personagens Justin Bieber, Zendaya
Tags Colegial, Justin Bieber, Zendaya
Visualizações 189
Palavras 1.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura !

Capítulo 8 - School


Fanfic / Fanfiction Giving me a chance - Capítulo 8 - School

Maria Coleman P.O.V

 

 

Estava nervosa como se fosse o primeiro dia de aula. Ia voltar para a escola, estava nervosa em pensar em como as pessoas me tratariam, já que parece que todos sabem o que aconteceu comigo.

Não queria ficar sendo falada por aí, esse foi um dos motivos de me mudar, não queria ter que passar por uma mudança novamente, com certeza essa experiência já esta de bom tamanho ser vivida uma vez só.

Saí do meu quarto, depois de tomar banho, me vestir e escovar os dentes. Desci as escadas, e encontrei minhas mães na cozinha fazendo café, desde a minha volta do hospital senti que mais uma vez estava sendo aconchegada pela minha família, estava sendo incrível.

 

— Bom dia, mães! — Dei um beijo na bochecha de cada uma.

 

— Olha ela! Acordou bem humorada. — Minha mãe, Néia, falou enquanto fazia a última panqueca.

 

— Claro, ela deve ter sentido esse cheiro maravilhoso. — Minha mãe Vanessa, colocou o jornal que estava lendo em cima da mesa e foi até minha mãe Néia e lhe deu um beijo na bochecha.

Peguei um pedaço dá panqueca e logo começei a comer, sem exageiros mas minha barriga estava roncando.

 

— Esse maravilhoso cheiro de queimado! — Quase cuspi tudo no prato quando Vanessa falou isso, ela saiu correndo e rindo, porque sabia que Néia iria com certeza lhe dar uma tapa se estivesse por perto.

 

— Aí vocês são engraçadas, por isso amo vocês! — Comi o último pedaço dá panqueca, peguei a mochila, dei tchau a elas logo indo para a escola.

 

 

Fui andando já que não era muito longe então poderia fazer isso. Cheguei no portão, respirei fundo e entrei. Era como se nada tivesse mudado, a vida de ninguém parou por causa do que aconteceu comigo, parece que ninguém sentiu nem um pouco de culpa. As pessoas continuavam me olhando com a mesma cara de sempre, continuavam a cochicar quando eu passava. Aquilo era tão irritando e frustante!

Também não sabia o que esperava, um pedido de desculpas de todo mundo? Uma pessoa pedindo de joelhos que por favor aceitasse seu perdão? Realmente não sei se agradeço ou fico chateada por isso não acontecer. Percebi que querendo ou não teria que aguentar esse inferno até o final do ano.

Parando pra pensar agora, não posso esperar que essas pessoas mudem, na verdade a mudança tem que começar por mim e ser passada a diante, mas também acho que se for pra mim esperar algo deles é melhor esperar sentada, em pé ficaria cansada.

Andei até meu armário, o abri guardei alguns livros e peguei outros que usaria nas aulas. Peguei todo o necessário e fui andando para ir até a sala, percebi Agatha me chamando então acelerei os passos, entrei na sala e logo sentei no meu lugar de sempre.

 

— Bom dia, alunos! Então hoje iremos falar sobre... — Não conseguia prestar muito atenção na aula que estava um saco por sinal.

 

Começei a reparar no quanto fujo de amizade desde que cheguei aqui, tenho tanto medo de quebrar a cara novamente, que acabei me privando de tentar.

 

— Com licença. — Toda a sala parou ao ver Justin na porta, atrasado como sempre, ele entrou e dessa vez fez algo diferente. Parou bem ao lado da minha mesa e ficou me olhando como se estivesse encarando um fantasma.

 

— Justin, sente-se — o professor falou chamando sua atenção mas Justin continou ali me olhando. Todos na sala de aula pararam e olharam sem entender absolutamente nada. — Justin!! — Desta vez o tom era mais auto e fez Justin tomar um susto saindo do transe e indo rápido para o seu lugar.

 

O que acabou de acontecer? Parecia que Justin queria dizer algo mas não conseguia nem sequer abrir a boca. Isso com certeza foi a coisa mais bizarra que aconteceu na minha vida. Fiquei tentado por horas criar algo em minha cabeça que explicasse a atitude de Justin, porém nenhuma solução parecia cabível.

 

O sinal tocou, todos guardaram suas coisas para ir a recreação, quando tentei sair, Justin passou por mim e me olhou novamente.

 

— Oi — disse ele. — Você está bem? Soube o que aconteceu.

 

— Sim, eu estou bem. — Coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha, e fui para o refeitório. Sei que falei que tenho que tentar fazer amizades, mas não sei se estaria pronta pra tentar uma amizade com o Justin, isso seria estanho ainda mais se tratando dele.

 

Peguei um lanche e logo Agatha em uma mesa. Tentei criar coragem de ir lá, 'vamos você consegue' disse para mim mesma e fui, uma única vez confiante que poderia dar certo.

 

— Posso sentar aqui? — Perguntei olhando pra ela.

 

— Claro que sim — ela me olhou sorrindo. —Que bixo te mordeu?

 

— Eu só estou tentando recomeçar de uma forma diferente. — Falei animadamente.

 

— Então, posso tentar ser sua amiga agora? - Agatha arqueou uma das sobrancelhas, me olhando de um jeito esperançoso.

 

— Sim, pode. — Falei rindo, sendo surpreendida por seu abraço.

 

— Com certeza vai ser incrível ser sua amiga.

 

 

Justin Bieber P.O.V

 

 

Depois que falei com Maria, todos, repito todos da escola pareciam me olhar estranho. Parecia que todos realmente se prenderam a falar com pessoas que só eram "relevantes" de "importância", e quando eu digo relevância é de dinheiro e importância de nome. Acho que nenhum deles tentava dar chances a quem era chamado de diferente.

A minha vontade era de gritar no meio do refeitório para todos ouvirem "o que vocês estão olhando cuzoes? Nunca me viram conversar não?", porém tentei me controlar, quanto mais problemas conseguir evitar melhor.

 

Como eu já sabia, meu treinador falou pra caramba no meu ouvido pela suspensão, ligou até para meus pais, porem eles não atenderam, o que para mim isso não era nenhuma surpresa, já que eles a muito tempo não se interessam por mim, na verdade nem sei se eles lembram que tem um filho chamado Justin. Só restou para ele aceitar o que aconteceu, porque nada mais poderia ser feito.

 

Todo o tempo possível reparei em Maria. Em como ela andava, como falava, em como o cabelo mechia com o vento ou então quando ela os mexia. Pela primeira vez em todo esse período que a "conheço" a vi se enturmando, pela primeira vez a vi sorrir e devo admitir, o sorriso era lindo e exatamente como vi em meu sonho.

Queria ir lá tentar conversar com ela também, pedir desculpas pelas minhas idiotices, porém não queria assustar ela, com uma aproximação tão rápida. Ela com certeza iria estranhar, porque um dia eu tiro sarro dela e no outro quero ser amigo. Assim com certeza não rola.

 

— Justin, o que aconteceu lá na sala?

— Perguntou Clay.

 

— Do que você está falando? — Perguntei sem entender.

 

— Você falando com a Maria?! Se apaixonou foi? — Clay se sentou ao meu e o time de futebol também, todos riram.

 

— Não cara, para de ser idiota, só estava olhando, não posso? — Falei revirando os olhos.

 

— Claro, mas sei lá, foi estranho...

 

— E se eu estivesse apaixonado por ela, isso seria um problema pra você, deixaria de ser meu amigo por isso? — Perguntei sério, deixando bem claro o quanto estava puto.

 

— Não, só perguntei senhor nervozinho, não precisa me atacar não.

 

Depois disso fingi não ouvir mais nenhum deles, apenas reparei em cada um que estava alí, e eu sabia muito bem com quem poderia contar, sabia muito bem como seria a reação de cada um se eu tivesse certas atitudes.

 

Queria eu estar rodeado pela minha família, pelos meus supostos amigos sendo feliz, mas minha realidade não é esse e dependendo do ponto de vista pode até ser cruel.

 

— Ela merecia, as pessoas que são chatas...

 

As vezes eles falam umas coisas tão idiotas, tão sem sentido, não sei como conseguia ficar perto deles ouvindo e achando graça de coisas tão nojentas, talvez seja porque eu era igual a eles.

 

— Olá alunos, queria comunicar a vocês que pela primeira vez, depois de muito tempo, teremos um teatro na escola, amanhã serão indiciadas as inscrições a partir das 10hrs, horário de recreação de vocês — todos ficaram surpresos, desde 2011 que não tínhamos teatro no colégio e ninguém nunca soube porque teve fim. — Faço esse pedido em especial aos alunos que estão com notas baixas ou estiverem suspensos de alguma atividade, não percam a oportunidade de se inscrever e participarem do teatro, pois poderá ajudar. Enfim é isso.

 

Depois do comunicado da diretora a escola pareceu se animar, como se estivéssemos no High School Musical, só que só com Sharpays. Um grupinho do nada começou a dançar e outro a cantar, e para o restante aquilo não parecia fazer muita diferença. Bom pelo menos agora eu tenho a chance de voltar a jogar.

Pensei qual seria o tema da peça e quem eu poderia ser. Acho que uma árvore estava bom, sem muito movimento, falas ou marcações, não poderia ser melhor, não poderia combinar mais comigo.


Notas Finais


Olá galera, tudo bacana? Quanto tempo né.
A tentativa de capítulos grandes continua firme e forte.
Estou muito feliz por todos que vem acompanhando a fanfic, e em breve vocês teram uma surpresa, então estejam atentos!!
Espero que estejam gostando da fanfic, estou procurando escrever ela com muito amor e criatividade ( o que é bem difícil). 💕


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