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História Glass Eyes - Moon Taeil - Capítulo 1


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Capítulo 1 - OO. único



Os olhos curiosos da garota se mantinham fixados no coreano sentado na primeira cadeira com os olhos presos no quadro lendo, ou pelo menos tentando, as letras gravadas nele.

Mas havia algo de diferente naquele belo garoto, e isso foi percebido no momento em que ele adentrou a sala de aula com o rosto nu, deixando seus belos olhos cristalinos desprotegidos sem sua inseparável capa de vidro.

Ainda era um mistério para a menina, mas sua curiosidade podia mata-la a qualquer momento.

Quando deu-se o último sinal, juntou a coragem que guardava em um canto do peito e caminhou até o garoto, que guardava suas canetas no estojo bem custurado.

— Taeil! Está bem? - Seus belos olhos se encaminharam até a garota e logo se espremeram.

— Huh? Estou bem... S/N?

— Sim!

— Perdão, estou sem meus óculos.

— Eu percebi, o que aconteceu?

— Eu esqueci que havia os deixado no chão então, acabei tropeçando e caindo sobre eles. - Soltou uma risada sem graça enquanto acariciou a próprios nunca. — Minha mãe só receberá seu pagamento no fim do mês, então preciso me virar enquanto isso.

— Quer ajuda para ir para casa?

— Hey! Fique tranquila, não é como se eu fosse cego. - Soltou uma risada tímida. — Nos vemos amanhã, então. - Disse antes de dar um passo e logo tropeçar na cadeira. — Eu juro que não sou cego.

— Vem! - Enroscou-se no braço do garoto. — Te acompanho até o ônibus.

Taeil sentia que podia flutuar tocando aquelas doces mãos.

— Ya, Taeil! Seu próximo estágio é a cegueira? - O coreano logo encolheu os própria ombros com o comentário maldoso.

— Hey! Não diga isso, não vê que ele está se aproveitando da gentileza dela? - O Moon logo soltou-se do aperto da menina indo, ainda desnorteado, até o ônibus que havia acabado de parar.

— Taeil!? Não dê importância a eles.

— Obrigado. - Disse ríspido e logo adentrou o veículo.

(...)

— 500 reais por um óculos? - A garota berrou contra o ocultista. — Ele vem com a empresa junto?

— É de uma marca famosa é de se esperar que seja caro. - A garota soltou um suspiro alto logo entregando a quantia ao atendente.

Quando a madrugada caiu, seu primeiro feito ao sair de casa foi correr até a residência do Moon, mesmo que a rua escura não colaborasse.

Se aproximou da porta, ainda hesitante e logo apertou a campainha:

— S/N? - Coçou seus olhos sonolentos.

— Taeil...! Como vai?

— Eu vou bem, mas o que faz aqui tão tarde, aconteceu algo? - Suas mãos trêmulas agarraram as do mais velho e o puxou até um parque próximo e vazio. Sentaram-se sobre o banco e mantiveram seu olhar no chão.

— Aqui. - Estendeu a pequena caixa. — Aceite como um presente adiantado. - Confuso, o Moon abriu rapidamente se deparando com um belo par de óculos.

— Hey... Porque está me dando isso?

— Deve ser ruim não conseguir enxergar com clareza, eu realmente não gostaria que você se machucasse por isso.

— De qualquer forma, isso deve ter custado uma fortuna. - Soltou um riso fraco logo o segurando e pondo no rosto de Taeil. — Obrigado...

Agarrou as mãos do garoto logo elevando seus lábios para tocar os dele.

O menino se deliciava nos lábios femininos da garota, sentindo que podia derreter a qualquer momento dentro dauqkee ósculo com gosto de cereja.

Suas mãos logo deslizaram pelo peito do garoto, adentrando sua camisa polo. Com um suspiro pesado ele logo movimentou o próprio quadril afim de aliviar o quão quente se sentiu naquele momento.

Suas mãos pousaram timidamente sobre as coxas da mais nova, essa que aproveitou o embalo para senta-se sobre o colo dele.

Agarrou as pernas da menina enquanto atacava seus lábios. O artrito que seus íntimos faziam estavam prestes a deixar o Moon maluco.

Retirou seus óculos os colocando a um canto do banco.

Abriu rapidamente os botões e o ziper da calça jeans feminina, adentrando sua mão ali e acariciando o local.

— Eu realmente acho que não temos tanto assim. - Com a calça fora do corpo, S/N estava sentada sobre o banco gélido esperando o Moon terminar de abrir a própria bermuda jeans.

Colocou a perna da garota sobre seu ombro e, timidamente, a adentrou.

Seus movimentos eram contínuos e românticos enquanto soltava gemidos pesados e manhosos.

O fato do Moon se manter calado enquanto investia em seu interior estava a deixando louca.

Abraçou o pescoço do garoto enquanto movimentava seu quadril contra o dele.

— Taeil... Eu quero ouvir sua voz. - Sussurrou de modo manhoso no ouvido do Moon.

Nada.

Ele ainda se mantinha calado.

Obrigando o garoto a se sentar, começou a rebolar sobre seu colo. O que o deixou raivoso, já que ela seguia sua própria velocidade.

A deitou sobro o banco logo segurando sua cintura e, de modo bruto, entrava e saia de seu interior.

— Está com raiva, meu docinho? Quer ouvir minha voz enquanto eu como essa bocetinha gulosa?

Quanto mais seus movimentos se intensificavam, mais seus gemidos aumentavam, a vizinhança já estava incomodada com os sons eróticos que eles soltavam.

Quando se deram conta, chegaram a seu ápice.

— Obrigado pelos óculos.



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