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História GleamingTale - Um conto reluzente - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Sem capa dessa vez..... Porque eu quero postar logo ;-;)b..... [Edit.: Capa feita :'D].



、、、~·`°O QUE VOCÊS PRECISAM SABER°´·~、、、



• Não vai haver shipps, mas sim, momentos fofos (eu sei que todos vocês gostam);
• Terá referências sobre AUs ou o Universo Original quando eu quiser;
• Essa fanfic não é cópia/plágio;
• Creio eu que não estou infligindo as regras, primeiramente peço desculpas e me avisem se algo estiver contra elas, para que não acarrete a exclusão da Fanfic.
• Todas as imagens são de minha autoria, todas feitas por mim com a assinatura "AJ4y".
• Essa história estará dividida em 6 arcos, já que a rota é Pacifista.
• AU do Universo Original, Undertale de Toby Fox (sempre apoiem o criador original).



"RuínasArco1 - Rendição"



Tempo de Leitura: 7 minutos.
Boa leitura.

Capítulo 9 - RuínasArco1 - Rendição


Fanfic / Fanfiction GleamingTale - Um conto reluzente - Capítulo 9 - RuínasArco1 - Rendição

Subsolo, Ruínas. Janeiro, XIX, 12:26 PM.

 

Frisk vai até a "Monstra Encapuzada", que estava com um espírito no ombro direito.

 

— Bom, acho que já podemos ir. Quero ir até um humano chamado Charlie. — diz Frisk olhando para a monstra que, mesmo não sendo visível seu rosto, parecia pensativa. 

 

— Hm, certo. Suba em minhas costas. — a encapuzada aponta para trás de si com sua "mão", a mesma era roxa.

 

— Uh... Ok. — Frisk ia em direção a monstra, que ficou de patas para o chão, a humana percebe que a outra tinha oito patas, como uma aranha. Porém, duas das patas eram feitas de ferro e engrenagens.

 

A de cabelos achocolatados sobe nas costas da monstra aranha, ela praticamente voa de início, apenas usando suas patas dianteiras para dar impulso no primeiro salto. A aranha pulava e corria pelas paredes do subsolo com facilidade.

 

Frisk e a monstra passavam por toda a vila das Ruínas. Alguns monstros diziam "Humana!", "Olá, Frisk!", "Pequena humana!". Além de cumprimentarem a menina, também cumprimentavam a monstra, mas a garota não conseguiu ouvir o nome que possivelmente era o da aranha.

 

Elas chegam em alguns minutos até um lugar bem plano das Ruínas. Tinha margaridas azuis, videiras, estátuas velhas e poucos espíritos. O que mais se destacava, era o belo lago de águas cristalinas que tinha ali, várias luzes reluziam por baixo dele. Com certeza tinha pedras preciosas sob o mesmo.

 

— Bom, se cuide por agora, garota. — Frisk pula para trás e a monstra entrega sua marmita. 

 

— Obrigada pela carona, dizem que aranhas são símbolo de perigo, sabia? Mas foi bom acreditar em você. Tome meu dez por cento. — Frisk entrega o dinheiro de troco que a monstra havia dado antes para o Sr. Enots, na compra das gemas. 

 

A monstra aranha fica surpresa, e logo sorri de canto, pegando as moedas e os poucos cobres.

 

— Você é até que legal, garota. Minha prima me mataria se eu voltasse sem o dinheiro extra que ela me deu, ahuhuhu.  Ah! E aranhas também podem ser símbolo de sabedoria, da beleza, da diligência, da sorte, da divindade ou da infinidade. Obrigada, e tome isto como uma gratidão. — a aranha dá a pedra Azurita para Frisk. — Você a queria não?

 

A humana iria dizer "Obrigada", porém, a monstra se virou, usou uma teia para subir no teto do subsolo e sumiu com espíritos ao seu redor. Frisk ficou surpresa.

 

— Incrível, não? — alguém diz atrás da garota, que dá um salto para trás na mesma hora.

 

— Charlie?! Como ela adivinhou que você estava aqui? — pergunta a morena abismada.

 

— Aranhas conseguem sentir o cheiro por suas patas dianteiras com sensores químicos. Como um monstro, seu poder de sentir cheiro aumenta um pouco mais, podendo assim, ela sentir o cheiro de quem procura apenas pisando onde estava os rastros do indivíduo, ainda mais porque ela usava a azurita para aumentar esse poder.  Aliás, adorei essa pedra, que tal usar ela lutando contra mim? — ele diz olhando a azurita, enquanto estava agachado sobre uma rocha.

 

— Incrível! E como pegou a azurita de mim?... Esquece... Eu queria lutar com você mesmo. Aqui, Toriel me pediu para entregar essa... Marmita...? — Frisk olha para suas mãos, a quentinha havia sumido.

 

— Wow, a Tori é muito prestativa! Curry com carne e ainda por cima, bem apimentado! Isso é vida! — dizia Charlie olhando dentro da marmita. 

 

— Desde quando você... Deixa pra lá... Come isso logo, eu quero testar essa pedra. — dizia Frisk determinada.

 

— Ok, ok. Apenas espere. — ele se senta na rocha e começa a comer.

 

Alguns minutos depois...

 

— Magia BO? a humana tomba a cabeça, confusa.

 

— Sim, a magia BO é composta de quatro etapas: Lutar; Agir; Item; e Piedade. Essas quatro etapas eu vou te ensinar. Primeiro vamos lutar, quer usar alguma arma, ou...? — Frisk interrompe Charlie.

 

— Vamos combate corpo a corpo primeiro. — a garota se posiciona.

 

— Certo. — responde simplista. — Já podemos começar!

 

Frisk corre em uma grande velocidade até Charlie. Quando a garota ia dar um soco no rapaz, ele pula para cima, empurrando a garota para o chão, com apenas suas pernas e seus braços apoiados na costa da humana. 

 

A menina rola para um lado, já que iria levar um grande soco que rachou um pouco o chão. Mas Charlie tira seu punho rapidamente da terra e pula em cima de Frisk. 

 

Ele iria dar um outro soco — que possivelmente agora acertaria —, mas a humana usa seu braço como escudo, mesmo que quebrasse pela força que ele usara. O garoto fica surpreso da agilidade daquela menina. Graças a sua guarda baixa, a morena ia depor um soco sob o queixo de Charlie, usando sua outra mão.

 

Porém, o garoto segura o pulso de Frisk, quase o quebrando, usando sua mão esquerda. A humana dá um grunido de dor e dá uma joelhada na barriga do menino, que pula para trás. 

 

— Não sabia que lutava tão bem, Jovem Garota. — ele colocava a mão em seu abdómen e franzia o cenho de dor.

 

— Eu leio livros de ação e luta, pode acreditar. E ainda mais, a azurita fez minhas habilidades serem aumentadas. Vamos pro passo dois da luta? — ela pergunta sorrindo vitoriosa.

 

— Como desejar. — ele cria duas facas vermelhas em uma mão só, jogando uma para Frisk, que pega com facilidade a faca.  — Preciso te lembrar, vamos usar só as armas nesse nível doi... — ela o interrompe.

 

— Não precisamos mais de explicações. — as bochechas da humana estavam rosadas. 

 

Ela tira o óculos enquanto sorria psicótica.

 

— Isso vai atrapalhar... — ela guarda o mesmo no bolso e joga a faca para cima. Charlie faz o mesmo. Eles correm em direção a faca de seu oponente. Quem pegasse a lâmina primeiro, seria o vencedor.

 

Os dois pegam na mesma hora, se viram em uma grande velocidade, enquanto corriam ao meio, colidindo lâmina com lâmina. 

 

Frisk dá um chute na barriga do garoto, ele voa para a parede.

 

— Já se rendeu, Charlie? — ela pergunta debochada.

 

— Claro que não! — ele diz acima da humana, dispondo um soco na bochecha da mesma. Pela força dos punhos de Charlie, a garota deslizava rapidamente para trás, caindo no lago.

 

O humano não viu mais a menina sair da água. 

 

— Errado, você perdeu, Jovem Garota. — ele disse se aproximando da beirada do lago.

 

Frisk olhava para ele, com as mãos na terra, ainda sob a água.

 

— Por quê?! — seus olhos estavam abertos e cheios de ódio, eram vermelhos como os do humano na frente dela.

 

— Você usou seu corpo para me acertar.

 

Frisk fica em silêncio e com olhos arregalados.

 

— Fim da batalha. Vencedor, Charlie. — disse a fantasma ao lado da humana. 

 

A garota serra os punhos e trinca os dentes.

 

— Eu me rendo... — seus olhos se fecham novamente.

 

 


Notas Finais


Divulgação aqui, porque eu simplesmente adoro essa Au, passem lá, kiddos:



• UnderBelief: https://www.spiritfanfiction.com/historia/underbelief-15934868



~·`°Ending (não foi feita por mim, ok? Sempre apoiem o criador original e Toby Fox) : https://youtu.be/GKiz8SvAqsY



~·`°Algumas palavras seria melhor ouvir em inglês, ok? :]



Capa feira por;
Au feita por;
Capítulo feito por; @allVick (AJay)


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