História GN - Nada Mudou - Capítulo 26


Escrita por:

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Categorias Alexandre Nero, Giovanna Antonelli
Tags Alexandrenero, Giovannaantonelli
Visualizações 210
Palavras 1.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aqui estou eu como prometido.
Boa leitura! 📖

Capítulo 26 - Me ama...


Fanfic / Fanfiction GN - Nada Mudou - Capítulo 26 - Me ama...

G- Dorme aqui comigo? - Falo calmamente.

N- Tô bem aqui! - Fala ainda de costas para mim.

G- Tô nem aí também! Você que sabe. - Falo irritada me virando novamente, e deitando de costas pra ele.

P.O.V Alexandre

Quando ela pediu para que eu dormisse junto com ela, eu quase cedi, mais queria irritar ela um pouco, então recusei o convite vendo ela ficar frustada. Fiquei ali pensando se iria ou não, o chão realmente não estava nada bom, e provavelmente amanhã eu acordaria cheio de dores nas costas, até por que não estou mais na idade de ficar dormindo no chão. Não que eu esteja me chamando de velho, porque convenhamos eu estou muito bem! Estou dando de 10 a 0 em muitos garotões por aí. Pelo menos as mulheres não reclamam rs. 

Continuei ali deitado por algum tempo, em um momento eu me virei de vagar para ver se ela já havia adormecido. Ela estava de costas pra mim, mais não parecia que estava dormindo, ela parecia agoniada por alguma coisa. Me levantei devagar pegando o travesseiro e o edredom.

N- Giovanna? - Cutuquei a mesma.

G- Não aguentou ficar lá não? - Falou irônica.

N- Já está me fazendo ficar arrependido... - Falo colocando o travesseiro pra poder me deitar. 

G- Tá bom parei. - Deu um sorrisinho, e foi dando espaço para que eu pudesse me deitar.

Me deitei de costas pra ela, e pude perceber quando ela se virou de costas pra mim também. Eu já estava ficando agoniado com aquela calça me apertando.  

N- Tô nem aí também! - Me levando em um pulo da cama e começo a tirar minha calça, ficando apenas com minha boxer preta. Giovanna se vira e me encara.

G- Vai começar a fazer strip tease aqui? Palhaçada! - Revira os olhos.

N- Você nunca reclamou. - Falo debochando da mesma.

G- Vai se ferrar Alexandre! - Se vira novamente de costas assim que eu me deito.

P.O.V Giovanna

Meu Deus do céu! Quanto tempo que eu não via ele só de cueca na minha frente. É incrível como ele continua gostosoooo! Parece que foi ontem que ficávamos dentro do camarim do Projac se pegando feito loucos. Aaa saudade daquela época... FOCA GIOVANNA FOCA! Falava comigo mesma.

G- Quer saber? Foda- se! - Puxo o Alexandre fazendo ele ficar de barriga pra cima, assustando o mesmo. 

N - Oque você tá fazendo? - Me encara como quem não entendia. 

G- Acho que o mesmo que você né? Agora cala boca e me beija logo! - Falo avançando pra cima dele e sentando em cima do mesmo. 

Eu necessitava tanto daquilo quanto ele! O Beijo era tudo, menos lento. Nós beijavamos com vontade, nossas línguas batalhavam por espaço, o beijo contia desejo, muito desejo. As mãos de Alexandre rapidamente foram pra barra da minha blusa puxando a mesma para cima, e deixando meu sutiã a mostra. Naquele momento ali, era só eu e ele, era como se não existisse mais ninguém no mundo, não estávamos nos importando com nada, só queríamos matar aquilo que estava nos matando. 

" Quando escuto nossa música tocar na rádio, eu imagino que voce esteja pensando em mim. Esse amor incontrolável parece que nunca vai chegar ao fim. Lembro dos momentos que passamos juntos, e meu peito aperta muito, como eu queria poder reviver cada momento daquele, só pra poder ter você nos meu braços novamente. Infelizmente o destino não foi tão generoso com a gente. Por mais que não quiséssemos sentir, a gente ainda sente.  Eu sei que o tempo passou, mais sei que os nossos momentos sempre visita seus pensamentos... E mesmo que você não queira, você sabe que o nosso amor, sempre será aquele, que terá os melhores momentos." 

O ar já estava nos faltando, Alexandre estava completamente descompensado. Suas mãos começaram a deslizar pela lateral da minha cintura. Em um movimento rápido, trocamos nossas posições. Agora era ele que estava por cima de mim. 

N- Você não acha que está com muita roupa não? - Falou entre os beijos.

G- Tô esperando você tirar pra mim. - Falo ofegante.

Alexandre rapidamente me despiu, me deixando apenas de calcinha e sutiã. Ele foi beijando minha barriga e indo de encontro com a minha boca, eu olhava para os movimentos que ele fazia com amor. Ele subiu os beijos para meu pescoço e começou a cheirar aquela região.

N- Você tem certeza que você quer isso? - Disse agora distribuindo beijos naquela região.

G- Eu nunca tive tanta certeza de algo na minha vida! Mais porque você não quer? - Perguntei já sabendo da resposta, enquanto ele continuava ali.

N- Quero muito! - Me encarou.

G- Foi oque eu pensei! - Falei puxando ele pela nuca e o beijando com vontade.

As mãos dele deslizava pelo meu corpo com rapidez, era como se ele já soubesse o caminho, na verdade ele já sabia!

 Quando sua mão chegou perto da minha intimidade, ele parou ali, acariciando a mesma ainda por cima da calcinha me fazendo gemer com o contato. Ele ficou ali por alguns longos segundos ainda, eu já estava delirando, meu corpo já implorava por mais. As mãos dele subiu diretamente para o feixo do meu sutiã, assim que ele tirou, logo abocanhou meu seio esquerdo, enquanto brincava no direito com as mãos. Ele dava leves mordidas me fazendo soltar alguns gemidos. 

G- Aawwh...Não me torturaaa... - Falei quando ele deu uma chupada um pouco mais forte no meu seio.

Puxei ele pelo cabelo fazendo ele vim de encontro a minha boca, e mais uma vez nos beijamos. A cada beijo que eu dava nele, era como se fosse sempre o primeiro beijo. O gosto de sua boca seria sempre único! Ele tinha algo em sí, que nenhum homem mais tinha. Ele era capaz de me fazer gozar com um simples olhar, com um simples beijo, e com um simples toque. 

Nero começou a fazer uma trilha de beijos descendo até minha intimidade. Com muita delicadeza ele foi tirando minha calcinha e me deixando completamente nua. Ele parou por alguns segundo é ficou me olhando.

G- Vem Nero! - Chamei ele com o dedo.

Ele com muita pressa abocanhou minha intimidade, sua língua intercalava uma hora rápido e uma hora de vagar, ele me chupava com muita vontade e muito desejo. Eu sabia que não aguentaria muito tempo. Comecei a agarrar nos lençóis, arquei o quadril pra cima fazendo ele entender que eu queria mais.

N- Seeu gosto... - Falou enquanto continuava ali me fazendo delirar de tanto tesão.

G- Na...não para por favor. - Disse completamente descompensada.

Eu já estava quase gozando, Nero fazia cada movimento com muita maestria.

G- Eu vou...aawhw...gozaar... - Disse já despensando o líquido em sua boca. Alexandre engoliu tudinho, me deixando ainda mais excitada com aquela visão. 

N- Vou fazer você gemer meu nome a noite inteira. Pra você lembrar dos velhos momentos. 

Ao falar isso ele penetrou dois dedos em mim, e eu não pude conter o gemido que saiu um pouco auto demais. Provavelmente Amora iria me zuar muito amanhã cedo. Cada vez que ele aprofundava o movimento, eu segurava os lençóis com mais força. 

G- Nero? ... - Falei com a respiração pesada.

N- Humm? - Me olhou sem parar os movimentos.

G- Me ama... Me ama Nero... - Falei olhando em seus olhos.

Ele não disse nada, apenas me beijou, dessa vez não foi um beijo rápido, foi um beijo devagar, demonstrando todo amor que estávamos sentindo naquele momento. Enquanto nós beijamos Alexandre tirou sua cueca com rapidez e começou a passar seu membro em minha intimidade que já estava totalmente encharcada de novo. 

N- Eu vou te amar não só hoje, eu quero te amar sempre... - Disse quando penetrou com tudo.

Ele começou em movimentos lentos para que eu pudesse me acostumar com o tamanho. Em alguns momentos eu sentia uma frustração quando ele saía de dentro de mim, mais rapidamente voltava novamente me fazendo ir ao céu. Em um momento, ele parou os movimentos e olhou profundamente nos meus olhos, ficamos perdidos nesse olhar. Naquele momento, estávamos conectados por olhares, corpos e acima de tudo, nossas almas estavam conectadas.





Notas Finais


Até que enfim né?
Deu a loka em mim e escrevi aquele textinho ali no meio kkkk.
Até amanhã suas lindaaas! ❤️
Deixem comentários nessa caceta. Bju!


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