História Go to sleep... - Capítulo 2


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Jeff, Personagens Originais
Tags Candypop, Creepypasta, Hentai, Jack Risonho, Jane The Killer, Jason Toymaker, Jeff The Killer, Slenderman
Visualizações 71
Palavras 1.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Você está viva isso que importa.


- Tu tens a alma bonita menina.

- Como sabes?

- Quando a beleza da alma é demais, transparece nos olhos.

⚫⚫⚫

No meio da noite eu acordei com uma sensação estranha, um sentimento de ser observada, continuei com os olhos fechados, mas a curiosidade era maior. Eu tinha que abrir meus olhos. Eu sabia que isso era coisa da minha cabeça ao abrir meus olhos. Os mesmo se arregalaram, havia algo na escuridão do meu quarto algo diferente de tudo que havia no local.

Era uma noite escura sem lua, as ruas estreitas fazia que o friu viesse diretamente contra meu corpo, um friu que fazia as ruas transpirarem e assim molhassem sua pedras.No longínquo via-se nitidamente a neblina que dobrava a esquina, que de tão densa parecia gemer ao se aproximar. Derrepente encontro-me envolvido por ela, o medo surge no meu consciente,uma sombra parecida com um homem surge no meu quarto com uma capa de chuva preta que lhe cobria as canelas, botas tão negras que lhe confundiam com borracha molhada, suas mãos vestiam-se com um anel de ouro, sua cabeça coberta com um capuz como se protegesse da chuva, seu rosto coberto até o nariz por um pano onde dava para notar sua respiração quente saindo pela boca, seus olhos unica parte do corpo descoberta golpeava minha mente com um olhar gelado e aterrorizante.

Quando dei-me conta ele estava ali dois passos a minha frente.

O medo começou a tomar maiores proporções, em sua mão direita um objeto reluzente prata, eu tentei me levantar mas, o medo ja desceu pela espinha e tomou conta das minha pernas. Será esse o meu fim? Morta na calada da noite por uma figura medonha que minha mente criou?

Ele estava brincando com um objeto reluzente que ele tinha em suas mãos enquanto ele olhava para mim com aqueles olhos que me deram arrepios, orei ao Senhor pedindo que não me acontecesse nada e para que ele fosse embora e me deixasse em paz, mas a aura desse ser era tão intensa e escura que até eu tinha minhas suspeitas de que Deus poderia tirá-lo daqui, mas nada é impossível para ele eu comecei a rezar em minha mente, mas de repente eu pude ouvir sua voz grossa e rouca em meu quarto, meu sangue gelou. –– Regra número um nunca, mas nunca em sua vida ignore uma corrente de um estranho.

Eu podia vê-lo cada vez mais perto de mim por impulso cai da cama no momento que eu iria sair, eu estava horrorizada, a questão é esse seria o meu fim? Eu vou morrer assim sem ao menos dizer aos meus pais que eu os amei e queria me desculpar por ser tão estranha?

––"Você tem medo de mim?"- Ele perguntou enquanto continuava a aproximar-se de mim no breu escuro do quarto a luz da refletia em algo na mão que eu suspeitava ser uma faca.

–– "Não".- Balancei a cabeça, tentando não mostrar meu medo, mas na verdade eu estava receando o pior.

–– Não minta para mim, eu tenho um alarme que dispara sempre que isso acontece.- ele espreitava no meio do lugar mais escuro do meu quarto em qualquer momento, ele poderia pular sobre mim e me atacar.–– Você está assustada, da para ver pelo tremor de seus dedos.

Comecei a me afastar da escuridão do quarto, fiquei na luz que a lua iluminava a regra era ficar onde tem luz, mas não ir ao escuro, mesmo que não diminua as chances de ser assassinada em seu própria casa, queria gritar por ajuda, mas isso seria falho, sabia que metade dos vizinhos estava viajando para a casa de seus parentes porque o Natal estava chegando e eles queriam passar o ano com sua família e amigos.

–– "O que você quer de mim?"- Foram as únicas palavras que eu poderia dizer como se um psicopata quisesse algo de você além de sua morte

–– Quero beber seu sangue, saborear da sua tortura e de seu desespero, fazer você se afogar nas sua própria possa de sangue. Fazer você ter pesadelos e pedir pela MORTE atentamente.- Ouvi o barulho de suas botas ele estava se aproximando de mim.––   Te fazer sofrer, te fazer chorar, chorar, chorar lágrimas de sangue. E fazê-la beber, cada gota. e por fiz rir de você.

Ele pulou em cima de mim em uma tentativa de me atacar, mas por impulso eu acabei pegando um abajur, que estava na mesa e batendo na cabeça fazendo com que ele caísse no chão perplexo. Isso me deu algum tempo para sair do quarto, desesperada, comecei a descer as escadas trêmulas, mas de repente eu senti um forte empurrão violento fazendo-me cair no chão como um manequim de posto.

Eu tinha batido minha cabeça com muita força no chão, Eu podia sentir o sabor forte de sangue na minha boca, minha visão já estava desfocada. Ouvi passos na escada com certeza era ele, seria meu fim a última coisa que lembro antes de desmaiar era ele me olhando com aqueles olhos azuis tão comuns mas que me davam medo.

⚫⚫⚫

Horas passaram, a menina que estava com lesão na cabeça estava dormindo profundamente como se nada tivesse acontecido, só que agora ela estava em um lugar diferente de tudo longe da civilização, sua perna estava amarrada com uma corrente, para que ela não tentasse fugir. Estava trancada em um quarto mofado, escuro e úmido apenas esperando o pior.

Ela abriu cuidadosamente as órbitas de onyx. Suas visualizações ainda estavam acasas, mas não importava, já que o quarto estava escuro como a noite e mais intensa do que qualquer coisa. Ela murmurou de dor quando ela colocava as mãos na cabeça, ela estava se perguntando por que diabos ela estava no chão frio e foi aí que as lembranças vieram.––"Onde eu estou?" Ela sussurrou para si mesma, mas ficou surpresa com quem respondeu.

–– Você está viva isso que importa. Porém o meu espetáculo já vai começar.- Ele disse enquanto acendia a luz, a luz foi contra o rosto da menina que rapidamente se cobriu com as mãos mas logo e olhou diretamente para o rosto do ser e alargou os olhos enquanto colocava a na na boca.

⚫⚫⚫




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