História Goddess of Prophecy - Capítulo 4


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Categorias Eldarya
Personagens Erika, Nevra
Tags Eldarya, Erika, Nevra, Romance
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Palavras 2.914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HEY PESSOINHAS!

Decidi postar esse capítulo, levemente na correria, porque fazia um bom tempo que eu não postava!

Aproveitem!

Capítulo 4 - An opportunity to be myself


Os dias foram se passando, assim como as semanas. Cerca de quatro semanas depois de sua chegada, Érika já se sentia uma pessoa realmente membra do QG. Havia feito amigos, se aproximado de várias pessoas, participado de missões, ainda que simples, feito diversos testes e questionários para aos poucos a guarda decidir onde poderiam a colocar definitivamente. Enquanto isso, Érika se mantinha uma pessoa eclética ajudando em diversos locais do QG:

- A bela moça aceita uma bebida? – Érika ouviu alguém falar atrás dela e se virou, encontrando Nevra com um sorriso divertido e uma taça de vinho e cada mão, estendendo uma para ela.

- Obrigada... – ela disse aceitando. Érika não era muito de beber. Porém vinho, champanhe e espumante eram praticamente básicos no seu cotidiano. Sua mãe sempre dizia que a bebida era relaxante, porém exagerar não era algo elegante a se fazer. Então, em toda sua vida Érika nunca tinha ficado realmente bêbada, e nem pretendia.

Nos primeiros dias que estava em Eldarya, o tempo estava agradável, porém ultimamente um calor um pouco excessivo estava começando. De acordo com Nevra era o verão chegando, e costumava a ser bastante cruel. O mesmo havia dito que em Eel o inverno e o verão eram rigorosos, porém que calor e frio em fora de época não eram comuns, portanto, apesar da grande amplitude térmica entre o verão e inverno, o tempo era estável com suas estações:

- Você me parece bem adaptada aqui. – Ele disse se colocando ao lado dela, sentando na areia da praia e observando o mar.

- É... Eu não sou acostumada a mudanças assim, minha vida sempre foi programada... – ela respirou fundo – Mas acredito que isso me permite ser eu mesma, pela primeira vez na minha vida. – ela comentou.

- Eu... Ouvi você conversando com a minha irmã e sua mãe parecia um pouco controladora... Meredith era... Ela não era assim, me assusto que a filha dela seja... – Érika ficou em silêncio por um momento e Nevra se perguntou se havia abordado o assunto de forma errada.

- Hã... Meu avô tinha uma empresa grande. E quando minha avó voltou de Eldarya ela casou com ele menos de um ano depois.

- Voltou de Eldarya? Ela te contou?

- Bem, ela tinha ficado desaparecida por um mês. Na época as coisas eram diferentes, muito mais conservadoras, e então minha avó estava mal falada. As pessoas casavam muito cedo, aos dezoito anos normalmente e minha avó já tinha quase vinte e dois e tinha sumido por um mês inteiro e ninguém sabia onde ela estava. Meu avô tinha um problema numa perna por conta de um acidente, então mesmo que ele tivesse dinheiro, as mulheres não queriam ficar ao lado dele... Eram dois rejeitados, e meu bisavô propôs que eles casassem. Acabou que ele aceitou casar com a minha avó desde que ela se apaixonasse por ele.

- E ela se apaixonou? – Érika riu.

- Sim. Tanto é que ficaram juntos até ele morrer... Minha vó ficou bem triste e sozinha depois de ele morreu, inclusive... – ela respirou fundo – Mas bem, eles casaram. E minha avó ficou grávida alguns meses depois, mas ela teve um aborto. Isso aconteceu mais duas vezes antes dela conseguir ter minha mãe. Então acabou que minha mãe era xodó do meu pai e ele... Ele a mimou demais. Minha mãe e minha vó sempre brigavam pela maneira que eu e meu irmão somos controlados.

- Parece... Ruim.

- Poderia ser pior... Ela não é uma mãe ruim, ela realmente ama eu e meu irmão, sério. Ela faz de tudo por nós, mas... Ela é uma pessoa controladora, e depois que ela casou com meu pai, ele a mimou ainda mais. Ela ganhou tudo o que queria a vida inteira e tudo sempre foi do jeito dela. Diferente de mim e do meu irmão, que, bem, tivemos tudo o que qualquer um pudesse desejar, mas sempre vivemos o que ela queria que vivêssemos. – ela disse e bebeu um gole do vinho.

- Bem, seus pais devem estar desesperados... Faz um bom tempo que você desapareceu...

- Você era apagado a minha avó né? – ela disse e o vampiro ficou vermelho – Ah, fala sério. Você era apaixonado por ela? Isso é hilário!

- Ei, eu juro que agora apenas sinto uma admiração.

- É um carinho né? A gente nunca se esquece da primeira vez que se apaixona... – ela disse com um ar melancólico, olhando para as ondas.

A cada dia que se passava, Nevra achava que ela ficava mais bonita. Érika era muito diferente de Meredith no final das contas. Mais solta, leve, fácil de conversar e tinha um comportamento muito diferente. Era encantadora, mas Érika com certeza era bem mais “namoradeira” que Meredith. Enquanto a avó nunca havia se quer correspondido ninguém, Nevra sabia pelas fofocas de Karenn que Érika já havia saído com um dos rapazes da Absinto. De acordo com sua irmã, que pareceu divertida em o ver pedindo informações sobre os encontros da terráquea, eles tinham saído para beber um pouco no bar, porém o mesmo acabou ficando bêbado e se comportado de forma estranha e Érika não tinha aprovado esse comportamento:

- Você e minha irmã parecem estarem próximas... – Nevra comentou após um bom tempo em silêncio, e bebeu mais um gole do vinho.

- Bem sim, e se você quer informações sobre ela e Chrome eu não vou falar nada.

- Ei, eu tenho o direito de saber e ela não me fala nada! – Érika riu.

- Nevra, relaxa, o Chrome é um bom rapaz e eles fazem um casal bonitinho. E eles estão apenas se conhecendo melhor, até onde sei eles não têm nada sério.

- Eu me preocupo com o fato de que você acoberta minha irmã também, sabia?

- Eu juro que te deixo esganar o Chrome se ele fizer alguma coisa com ela. Eu também estou me apegando a Karenn. Ela é como uma... Adolescente precisando muito de uma figura adulta feminina para conversar. Assim como a Alajéa.

- Eu sempre soube que nos afastarmos dos nossos pais quando ela ainda era pequena a afetaria um dia.

- Nevra, se não se importa de me responder, o que aconteceu? – vampiro respirou fundo e ficou pensando por uns momentos antes de responder.

- Meus pais tinham um clã de vampiros. Vivíamos isolados das outras criaturas, e muitos do clã se sentiam superior as outras espécies por que... Honestamente eu não sei o exato motivo. – eles riram levemente – Mas acabou que alguns dos nossos membros atacaram moradores de um vilarejo muito próximo. Em Eldarya inteira existem leis específicas para algumas espécies, e os vampiros não podem beber o sague de alguém sem o consentimento.

- Parece certo... Mas vocês não precisam de sangue para viver? – ela perguntou e bebeu mais um gole do copo.

- Existem poções que nos dão vitaminas e saciam a sede, mas não é a mesma coisa. Porém beber o sangue de alguém é algo que exige responsabilidade você meio que cria vínculo com a pessoa e... Depois eu te explico melhor... Enfim. Começaram a surgir denúncias e acusações de que nós mantínhamos pessoas em cativeiro para nos alimentar. Foi nesse momento que eu e Karenn fugimos, porque seguidamente vinham atacar onde vivíamos. Quando tudo acabou o clã teve que ser desfeito, e os culpados pelo ataque ao vilarejo tiveram que pagar por isso.

- Entendo... E como assim um vínculo? Quero dizer... Eu notei que você se alimenta de várias garotas pelo QG e você não me parece preocupado com responsabilidade nenhuma. – ela disse risonha, arrancando um sorriso nele. Se alimentava... Ele não se alimenta mais.

- Existem formas de morder alguém. Eu mordo para o sangue sair e bebo, porém, se um vampiro bebe enquanto mantém os dentes na pele, ele cria um vínculo com a pessoa.

- Que tipo de vínculo? – ela disse bebendo o último gole da taça, sendo logo acompanhada por ele.

- Eu não sei bem, nunca mordi ninguém assim... – ele disse olhando para ela. E sorriu ao ver que ela realmente estava interessada no assunto – Dizem que você sente vontade de ter a pessoa por perto, que sente quando ela está em perigo ou muito feliz... Algo do tipo.

- Parece interessante. – ela disse, virando o rosto para olhar para o mar – No meu mundo existem várias, teorias e histórias sobre diversas raças aqui de Eldarya... Dos vampiros principalmente, porque depois de Crepúsculo... – ela disse e riu – Mas de um vínculo eu nunca ouvi.

- É eu, li esse livro... – ele disse ainda olhando para ela. Ela riu.

- Eu realmente sinto muito por isso.

- Obrigado. – ele disse a fazendo rir.

[...]

Nevra era sim do tipo de pessoa que bisbilhota as conversas alheias. Ele era o líder da Guarda da Sombra, ele era especialista em escutar conversas sem ser detectado, porém ele evitava fazer algo assim para objetivos pessoais, mas ele não pode evitar a risada de Érika que ecoou por todo o corretor. Nevra a encontrou conversando com Leiftan, que nos últimos dias estava muito presente no QG, parando de viajar para missões, e o mesmo parecia bem... Interessado em investir o seu tempo na terráquea:

- Você pode encontrar com Kero mais informações, mas você me pareceu dedicada quando me ajudou nos papeis anteontem, acho que poderia ser de grande ajuda para Ewelein. E como ela quer te ver para fazer alguns exames e ver se o maana não está te causando problemas, poderia ser bom! – o loiro disse sorrindo.

- Está bem, obrigada! – ela disse e se despediu dele.

Uma vez ao mês, Ewelein chamava uma parte de Eel para fazer exames de rotina. No mês seguinte, chamava outro grupo e assim por diante, até todos fazerem os exames, e depois começava tudo outra vez. Era uma forma que eles encontraram de controlar a saúde de todos. Como médicos não eram comuns, sempre que alguém necessitava de uma cirurgia um ajuda médica mais especializada, um chamado precisava ser feito com antecedência. Em Eel não haviam médicos, apenas enfermeiros, então quando mais cedo era descoberto que alguém precisava de ajuda de um médico, melhor era.

Nesses períodos, as vezes Ewelein pedia ajuda de algumas recrutas, porém poucas pessoas se sentiam a vontade trabalhando em fazer exames e coletar amostras de outras pessoas. Porém Érika havia se mostrado ser uma pessoa bastante... Útil em diversas áreas. Ela parecia ser adepta a fazer um pouco de tudo, e isso era algo que o admirava.

Talvez... Ele tirasse hoje um tempinho para a visitar na enfermaria.

[...]

- Bem você me parece estar ótima... – Ewelein disse depois de examiná-la – Apenas sua temperatura corporal me parece um pouquinho baixa.

- Se tiver entre trinta e cinco e trinta e seis eu costumo ter essa temperatura mesmo. – Érika comentou e Ewelein pareceu surpresa.

- Sério? Bom, vou anotar assim, talvez seja de ajuda para descobrir a que raça você pertence.

Os líderes levaram um tempo para contar a ela que fizeram um teste na sua avó e determinaram que ela na verdade não era humana e sim uma faerie. Basicamente ela era descente de uma criatura mágica, com um humano. Por conta disso Ewelein, assim como com todas as pessoas que não tinham sua raça definida, anotava qualquer coisa que poderia ser útil para descobrir, já que saber a raça a qual um ser pertencia poderia ser útil quando precisasse de ajuda médica:

- E bem, sei que o que vou falar agora possa ser meio embaraçoso para você, porém quero que saiba que eu sou uma profissional. – Ewelein disse e Érika levantou uma sobrancelha – Karenn me contou que você saiu com um rapaz da Absinto, então achei que estava na hora de eu abordar esse assunto. Eu não sei como são os métodos contraceptivos no mundo humano, mas tenho que dizer que contraceptivos de emergência são muito falhos aqui.

- Bem, no meu mundo também. – Érika falou e sorriu levemente. Ela tinha ficado assustada por algum momento, porém se era apenas sobre sexo seguro que Ewelein queria falar, não havia problema nenhum – Eu tomava um anticoncepcional que eu tomava uma pílula por dia em um horário parecido, e impedia minha ovulação. Me ajudava a diminuir minhas cólicas menstruais também, não sei se você tem algo parecido. – Ewelein ficou a olhando de forma assustada por um momento – O que foi?

- Bem eu... Não esperava isso. – a enfermeira riu – Sabe, sexo aqui é um... Assunto difícil digamos. As pessoas se sentem muito tímidas para falar sobre o assunto. Quando chegam aqui pedindo um contraceptivo, seja de emergência ou não, ficam tentando mil formas de gesticular até dizer o que querem.

- Ah, em alguns lugares também é assim... – Érika sorriu levemente.

- Bem. Como métodos nós temos poucos tipos. Temos um que é injetado uma vez ao mês, um que você toma diariamente poções, e um de emergência que tem muita falha. O mais usado é o injetado porque você mesmo consegue fazer isso, e também não ocupa tanto espaço que as poções diárias, mas nem sempre ele para a menstruação.

- Eu acho que esse está bem então. Mas não sei se consigo aplicar uma injeção em mim mesma. – ela disse e riu.

- Não tem problema, você pode vir aqui todo mês para colocar. Eu até mesmo prefiro, pare evitar problemas, mas se você tiver que ir longe para uma missão e pegar um dia que você precisa usar e eu não estiver junto, você vai precisar ou aprender a colocar, ou pedir para alguém por. – ela disse e abriu uma gaveta pegando uma seringa. – Eu vou recolher seu sangue. A injeção é feita a partir de seu sangue, porque ela regula seus hormônios para você não ovular. Eu preparo três injeções, e no dia que você vier tomar a última, eu recolho mais uma vez sangue e preparo mais três. Como nosso corpo está em constante mudança, as vezes o que você precisa agora não é o que você vai precisar daqui a uns quatro meses.

Enquanto a enfermeira pegava o necessário para retirar o sangue, parecendo muito feliz por não ter que lidar com Érika completamente constrangida, Érika falou sobre a missão que havia no mural, em ajudar a enfermeira a recolher as amostras para auxiliar nos exames do dia seguinte. Ouvir que a mesma esta interessa foi uma grande surpresa:

- Sério? Isso é ótimo! Eu estou com pouco pessoal me ajudando na enfermaria, por isso pedi ajuda! – a enfermeira disse sorrindo – Eu vou ensinar você a recolher sangue se não se importa. A outra parte do exame é necessário ter conhecimento para fazer, mas retirar sangue é fácil. Você precisa tirar duas ampolas de cada pessoa, nomear as ampolas e pedir para ela assinar um papel, é algo simples.

- Acha que consigo aprender em uma tarde? Eu realmente tenho medo de machucar alguém.

- Ah, retirando sangue com uma seringa o máximo que você pode fazer é errar a veia e ter que furar de novo, mas pode ficar tranquila que eu tenho uma técnica infalível.

Érika nunca pensou que tirar sangue fosse uma coisa tão simples, mas também nunca pensou que ficaria tão nervosa em mexer com pessoas. Porém, no final do dia, Ewelein disse que a acompanharia nas duas primeiras pessoas que ela retirasse sangue apenas para garantir, e que achava que tudo daria certo.

Isso não impedia Érika de ficar nervosa.

[...]

No dia seguinte, após um café da manhã reforçado, Érika foi até a enfermaria e recebeu mais algumas orientações de Ewelein, assim como de um enfermeiro bonito que trabalhava no local, mas que, apesar de muito jovem, era casado e estava quase sendo pai. Algo que a enfermeira chefe havia dito para Érika pois hoje era o dia da esposa do mesmo vir para fazer os exames, e que ela queira que após o exame de sangue Érika a encaminhasse para a mesma e não para o marido:

- Mas porquê?

- Ele anda muito protetor com ela, e como sou eu que acompanho a gestação dela, medicamente falando, é melhor ela vir comigo. Temo que ele fique a examinando sem necessidade e atrase tudo.

- Está bem.

- Vou ficar você nos primeiros exames. – Ewelein a relembrou para tranquilizá-la.

Tudo o que Érika precisava fazer era: pegar a ficha da pessoa que havia chegado, fazer algumas perguntas rápidas como quanto tempo estava em jejum, anotar, retirar o sangue, e encaminhar ora para Ewelein e ora para o outro enfermeiro. Quem chegava, pegava como se fosse uma senha, e Érika retiraria o sangue numa salinha da enfermaria. Ewelein e o enfermeiro também estavam em pequenas salas.

Apesar de nervosa, Érika conseguiu realizar bem o seu trabalho. Depois de atender umas cinco pessoas começou a se tornar mais automático e mais fácil. Na Terra, Érika sempre seguiu os passos de seus pais. Sempre fazendo aquilo que eles sonharam que ela fizesse: se formar em negócios e assumir o negócio multimilionário que o casal havia herdado de seus dois avôs, ou seja, seu avô materno e seu avô paterno, que tiram sorte dos filhos se apaixonarem, casarem e tocarem juntos a empresa. Érika nunca tinha pensado no que realmente iria fazer se tivesse tido o direito de escolher, mas naquele momento ela pensou que talvez, escolheria algo como enfermaria ou até mesmo medicina se seus pais não a tivessem levado para o mundo dos negócios.


Notas Finais


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EU GOSTARIA DE SABER SE VOCÊS QUEREM QUE O DESENVOLVIMENTO DO RELACIONAMENTO DA ÉRIKA COM O NEVRA SEJA MAIS RÁPIDO OU LENTO! ESTOU ESCREVENDO UM CAPÍTULO QUE TENHO DUAS IDEIAS PARA O QUE VAI ACONTECER!


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