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História Godzilla: Desastre imparável - Capítulo 4


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Notas do Autor


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Era para terminar o prólogo neste capítulo, mas fiquei com preguiça e eu não conseguiria terminar se não fosse isso... Eu sei que esse prólogo é muito chato e a única coisa que importa nele nesta fanfic é o ovo mas... Eu pretendo fazer futuras Fanfics relacionadas nesta ordem: 1-Godzilla (Está fanfic) -> 2-King Ghidorah (Antes de ele vir para a Terra) -> 3-Mothra (O Prólogo vai estar relacionado com a história dela) -> 4-Deuses e Reis (Godzilla e uma porrada de Kaijus vs King Ghidorah e alguns Kaijus?) - > 5-King Kong (Se passa logo após o evento de Deuses e Reis) -> 6-Anguirus vs Rodan (Está no nome... Ainda não tenho o enredo, só sei que é na antiguidade) -> 7-Battra (Se passa na antiguidade) -> 8-Arquivo Grego (Tentem adivinhar) -> 9-Destroy All Monsters (Pós história do King Kong) -> 10-Zilla (Ainda sem enredo) -> 11-Final Wars.....

Outra coisa... Eu sei que a história dos humanas é chata é tals mas... Ela só será importante para introduzir a fanfic, após isso só haverá três humanos no qual terão alguma importância, 5 se contarmos com Keiko e Dr.Serizawa...

Bom de qualquer jeito desejo-lhes uma boa leitura... Tomara que eu não fique com preguiça para lançar o próximo capítulo...

Capítulo 4 - Prólogo IV - Os Donos da Terra


            Hikaru abriu os olhos assustada, ela estava deitada numa confortável cama, que era anormalmente grande, dava para se notar que a cama tinha seis metros de comprimento e três metros de largura, num lugar inteiramente desconhecido “Onde estou?!”, ela tentou se levantar mais por algum motivo não conseguia mexer suas pernas, Hikaru sequer conseguia senti-las, repentinamente uma intensa dor de cabeça começou chegando repentinamente a baqueando “Droga... Minha cabeça parece que vai explodir...”, ela usou seus braços para ajeita-la e mover seu corpo a permitindo sentar e ficar de costas para a parede, ela então olhou o lugar onde ela estava, paredes feitas de pedra, uma enorme janela no alto o teto ficava a dez metros de altura e possuía moveis desproporcionais ao tamanho do ser humano “O que aconteceu comigo?”, ela repentinamente lembrou-se do bizarro monstro que perseguia ela e seu grupo, além de ser atingida por um dos tentáculos do monstro:

            - Como eu estou viva? Aquilo deveria ter me matado – Ela olhou para a sua pele anormalmente pálida pela perda de sangue, ela também notou que alguns de seus ossos haviam quebrados – Aquilo foi real? Será que imaginei tudo aquilo? Não... Talvez fui resgatada?

            Ela observou mais uma vez aquela sala com móveis desproporcionais ao tamanho humano, sendo muito grandes e em seguida ela lembrou para o temível monstro de um olho que havia perseguido seu grupo, ele tinha três metros de altura e usava ferramentas “Não pode ser... Deve ser algum engano” ela não acreditou no seu pensamento, mas certamente havia algo errado, Hikaru tentou mover sua perna... Sem sucesso “Merda! Não consigo mover minhas pernas, não me diga que eu estou...” a possibilidade de ter lesionado a coluna a ponto de ficar paraplégica foi assustador. Ela respirou fundo e novamente tentou mexer a perna, assim confirmando sua incapacidade, ela se amaldiçoou por ser tão tola:

            - Eu não posso ficar aqui... – Sua cabeça latejava dolorosamente de forma que nublava seus pensamentos, uma pessoa normal estaria gritando de agonia com a dor, mas ela não – Devo descobrir o que está acontecendo...

            Usando seus braços ela começou a rastejar, indo até a borda da cama, ela olhou para baixo e notou que era uma bela queda, mas ela não ligava, Hikaru seria capaz de aguentar. E assim foi ela se lançou para o chão, o baque ao cair a confundiu por alguns momentos, mas ela rapidamente voltou a si e continuou a rastejar logo alcançando a porta, somente para Yuki repentinamente chegar e vê-la naquele estado:

            - Se eu tivesse no seu lugar não teria nem coragem de pular da cama – Ele olhou para a queda da cama mais alta que os humanos estavam acostumados – E ainda por cima você tem energia o suficiente para vir até aqui... Isso mostra que você é bem casca grossa.

            - O que está acontecendo? Nós fomos resgatados ou...

            - Sim nós fomos salvos, mas acho que você não acreditaria em mim se eu contasse quem – Ele comentou abaixando e a colocando em seu colo, mesmo ela sendo maior que ele e tendo o mesmo peso, Yuki ainda conseguiu levanta-la – Agora você precisa voltar para a cama e descansar.

            - O que você acha que está fazendo?! – Ela começou a se debater, pondo resistência – Me larga!

            - É incrível como você continua forte depois de receber um golpe daqueles – Ele a joga de volta na cama – Eu pensei que você havia morrido, acredito que nem Gael sobreviveria a um golpe daqueles, mas aí está você tão cabeça quente como sempre.

            Hikaru mostrou o dedo do meio para ele. Yuki suspirou, enquanto um daqueles estranhos humanoides entrava pela porta, o cuidado dela, quando o humanoide entrou Yuki pensava que a sua subordinada iria ficar chocada e talvez até com medo, mas a reação dela foi bem diferente do que ele imaginava, ela ficou surpresa, mas nem tanto e não havia medo em seu rosto, apenas uma expressão agressiva como um animal selvagem “Céus! Se ela fizesse essa cara quando estávamos fugindo daquele monstro, a criatura teria fugido imediatamente”, ele então se virou saindo dali enquanto ela jogava insultos para seu chefe.

 

 

 

            Ele então juntou-se aos pesquisadores, Akira, Hana, Ren, Sora, Kenzo, Naomi e Yudi, aparentemente haveria alguma celebração especial que haveria no povoado “Bem, eu estou de boa, contanto que eles não queiram nos comer ou algo assim” Yuki pensou enquanto tinha um machado feito de um material desconhecido, um dos humanoides havia dado a arma para ele, aparentemente Akira e Naomi haviam falado que ele era algum tipo de guerreiro, embora ele não achasse que a arma seria útil, ainda assim era confortável tê-la em suas mãos.

            Quase todo os habitantes do povoado mais os oito humanos foram até um grande templo de pedra, havia longas mesas cheias de comida e no alta havia uma grande vasilha cheia de peixes, havia facilmente algumas toneladas ali, os humanos sentaram-se nas cadeiras, os pesquisadores estavam animados por estarem vendo aquilo, que provavelmente daria alguns bons dados, mas Yuki não estava nem um pouco afim, ele estava muito desconfiado.

            Conforme o povoado ia se sentando Yuki percebeu sua vasta quantidade, chegava facilmente na casa dos 80 mil, cada um, mesmo sendo uma criança possuía uma força sobre-humana, reflexos sobre-humanos, eles seriam um grande e perigoso exército “Eu me pergunto o quão perigosos eles seriam se possuíam equipamento militar de última geração...” Yuki refletiu internamente, enquanto o banquete ocorria. “Akira e Naomi ficarão especialmente próximos desses humanoides monstruosos... Me pergunto o que a Bright Tomorrow fará quando descobrirem o quão rico esse lugar é... Mesmo que eles sejam uma instituição Naturalista que busca a conservação... Também é fácil supor que o governo Japonês os pressione para conseguir acessar os recursos daqui, quando nós voltarmos certamente haverá um conflito, mas acho que esse lugar vá acabar se tornando uma casca morta e poluída, depois de algumas década”, ele suspirou internamente “Se eles soubessem o que vai acontecer... Iriam querer guardar o que aconteceu aqui a sete chaves... Mas eu apenas quero meu pagamento, assim que receber o dinheiro, vou sair dessa empresa e morar nos Estados Unidos”.

            Em um dado momento o ‘Rei’ dos mapinguaris foi até o alto do altar e soltou o que parecia ser um rugido para a escuridão de dentro das profundezas do templo, todos ficaram em silencio e olharam-no, ansiosos:

            - Agora é o momento em que o deus deles aparece – Akira disse com um sorriso no rosto e com o bloco de notas na mão – Não é emocionante?

            - Eu estou curiosa para ver isso... A tradutora deles fez vários desenhos de seu deus – Naomi disse alegre – Eu acho que é alguma espécie de dinossauro carnívoro que vive principalmente na água.

            - Depois eu posso falar com a tradutora deles? – Sora perguntou humildemente, ansiosa – É aquela menor não é?

            - Sim e sim – Akira respondeu sem tirar os olhos do altar.

            O templo começou a tremer com os passos da criatura, era algo grande e pesado, talvez tivesse o tamanho de um Titanossauro ou um pouco maior, as descrições da tradutora faziam a criatura parecer gigante, mas era irrealisticamente grande demais, ao menos era isso que Naomi e Akira pensavam.

            Uma enorme criatura negra surgiu da escuridão, um réptil com nada mais de 60 metros de altura e um enorme comprimento, até mesmo o rei dos mapinguaris parecia um anão perante a enorme criatura, isso fez todos os humanos ficarem pálidos:

            - Isso é... De acordo com os desenhos que a tradutora havia feito ele deveria ter uns 45 metros... – Akira disse com os olhos arregalados – É menor do que a realidade.

            - Eu imaginava que ela estava apenas exagerando – Naomi comentou aterrorizada com o tamanho absoluto da criatura, que era até mesmo maior que a baleia azul – E pensar que ela diminuiu o tamanho dele... Eu nunca imaginaria isso.

            Yuki estava pálido, aquilo era a maior criatura que ele havia visto na vida “Aquela coisa pode comer um tanque de guerra” ele pensou aterrorizado. O monstro então se pôs a comer as várias toneladas de peixe na enorme tigela, devorando tudo em apenas duas bocadas, a criatura em seguida se deitou confortavelmente em volta do altar, enquanto observava a enorme quantidade de seres ali, ele estava tão dócil, bem diferente do que sua aparência dinossauresca demonstrava, as placas espinhentas era um grande contraste com seu corpo:

            - Uau... Ele deve ser bem leve para suportar um tamanho desses – Ren disse admirado – E seus ossos também devem ser bastantes resistentes, isso é tão incrível...

            - De tirar o folego – Yudi comentou enquanto encarava a fera com um olhar brilhante e alegre – Será que podemos toca-lo? Coletar algumas amostras? Fezes seriam ótimas também.

            Yuki olhou para os pesquisadores fanáticos com um olhar julgador, o rei então bateu palmas e em seguida veio dos humanoides, um carregando o que assemelhava ser um chão e o outro com duas sacolas “Aquilo é uma arma de fogo?!” Ele exclamou em seu pensamento, eles rapidamente montarão o canhão e o carregaram, para no momento seguinte atirar, a bola viajou em um arco até atingir um prato pendurado no alto do templo, fazendo-o pesar e cair.

            Um barulho de engrenagens se movendo começou, os pesquisadores ficaram ainda mais entusiasmados, enquanto Yuki ficava cada vez mais nervoso, o chão na frente do alta abriu-se e uma estátua começou a se erguer, aquele era a mesma criatura que estava aconchegada em volta do alta, uma estátua do monstro com cerca de 6 metros de altura, com uma incrível quantidade de detalhes parecendo que iria pular e começar a rugir “Zilla, a Bondosa Governante do oceano”, uma voz feminina ecoou pela mente dos humanos os assustando, os humanoides comemoraram alegres, Zilla também parecia feliz com a aparição de sua estátua, mas um tiro, as engrenagens começaram a soar e outra estátua surgiu do chão, era uma criatura cheia de espinhos quadrupede, que parecia de certa forma um porco-espinho “Anguirus, o poderoso Protetor da terra”, a voz feminina ecoou pela mente dos humanos novamente:

            - Vocês escutaram isso ou sou só eu? – Hana perguntou-se enquanto encava os demais pesquisadores, igualmente confusos – Vocês escutaram a voz também, né?

            - Neste ponto nem me surpreendo mais – Yuki disse enquanto continuava a observar os mapinguaris aplaudirem a estátua – Me pergunto se esse daí também existe.

            O som da terceira bola de canhão acertando outro prato reverberou pelo templo e com o barulho das engrenagens trabalhando mais outra estátua surge, um enorme lobo gigante “Fenrir, o Falecido Guardião do gelo”, os humanoides então ficarão tristes repentinamente tanto quanto Zilla. Uma nova bola de canhão atingiu o quarto prato, repetindo o processo assim aparecendo a estátua de um grande Gorila super musculoso “King Kong, O Rei da Ilha dos Monstros”:

            - Ilha dos monstros? – Yudi comentou enquanto ponderava – Se isso tudo for verdade... Então há outros lugares desconhecidos pela humanidade... Isso é incrível!

            “Esses caras vão ficar super animados com tudo agora? Eles são todos irritantes” Yuki pensou, enquanto mantinha a atenção no alta. A quinta estátua se ergueu e dessa vez era uma grandiosa serpente marinha “Manda, O Misterioso Deus das profundezas”, logo em seguida a sexta estátua ergueu-se um grande Dragão de Três cabeças que estava entalhado enquanto destruía uma cidade antiga “King Ghidorah, O Maligno Deus do Espaço”, o surgimento da estátua fez os mapinguaris ficarem com um péssimo humor e um tanto agressivos:

            - Será um alienígena?! – Sora exclamou – Se isso for verdade quer dizer que não estamos sozinhos no universo! Isso é uma grande descoberta cientifica!

            - Doutor, acalme os ânimos – Yuki disse – Independesse do que essa coisa seja, até mesmo o lagartão ali parece irritado com ele, certamente não é coisa boa.

            A sétima estátua pôs silêncio ao templo, que foi substituído por uma paz calmante, era uma grande mariposa que tinha em seus pés um par de gêmeas humanas “Mothra, a Rainha da Terra”, todos os mapinguaris aplaudiram, mesmo Zilla chiou alegremente, mesmos os humanos sentiram-se em paz ao olhar aquela estátua. A oitava estátua veio logo em seguida, um monstro quadrupede com várias cabeças “Hidra, a Adormecida Protetora de Atlântida”, a nona estátua era praticamente um pterodátilo no meio das chamas “Rodan, o Deus dos vulcões”, a décima era um monstro insectoide “Megalon, o Deus do subterrâneo”, a décima primeira “King Caesar, o Rei da ilha secreta”, 12º “Battra, o Guardião da Noite”.

            Após a décima segunda estátua, o clima no templo virou um silêncio escandaloso e desconfortável, restava apenas uma bola que o canhão precisava atirar, mas por algum motivo os mapinguaris ali tinham receio, até mesmo Zilla parecia nervoso. Depois de alguns momentos finalmente a bola foi disparada acertando o prato e fazendo peso, as engrenagens rangiam em um barulho diferente e perturbador, diferente das últimas vezes e em seguida o último buraco do altar abriu-se e lentamente a estátua começou a subir, Yuki de forma instintiva segurou sua respiração “Por que eu estou tão nervoso?” Ele pensou com a mão suada, enquanto a figura da estátua era revelada, a voz feminina finalmente anunciou plenamente “Godzilla, o Devastador Deus da Destruição”, os Mapinguaris encolheram com temor, os humanos sentiram um frio percorrer seu corpo, mesmo Zilla escondeu-se na escuridão. A estátua parecia que iria ganhar vida ali mesmo e começar a espalhar caos e destruição gratuitamente “Eu certamente não quero encontrar a coisa que fez a monstra ficar com tanto medo...” Yuki pensou enquanto engolia um seco, o rei dos mapinguaris então jogou um grande pano na estátua de Godzilla a escondendo, fazendo todos ali relaxarem, acabando com o pesado clima, fazendo até mesmo Zilla retornar.

 

 

 

            Uma enorme centopeia tão comprida quanto 5 carros alinhados, com um exoesqueleto tão duro que mesmo balas seriam refletidas corria a toda velocidade atrás de Gael e Keiko, sendo que o ex militar carregava tanto o ovo fossilizado quanto a própria pesquisadora chefe, mas seu tamanho era sua desvantagem.

            Gael entrou em uma fresta na parede da caverna gigantesca, grande o bastante para ele enquanto carregava os dois pesos entrasse, mas evitasse do predador viesse atrás. Assim que chegou a alguns metros de distância da entrada do buraco, ele largou Keiko cuidadosamente, o monstro colidiu com um grande baque a entrada, mas sua dura carapaça, impedia-o de entrar naquele pequeno e apertado lugar, o artrópode era agressivo batendo repetidas vezes na entrada, fazendo Keiko duvidar se o monstro não acabaria alargando o buraco a força:

            - Nós escapamos – Gael disse enquanto colocava a mão no ombro de Keiko tentando acalma-la – Mas agora só temos como continuar por aqui... Já que aquele bicho está nos impedindo de sair...

            - Você tem razão... – A pesquisadora disse sentindo-se culpada de novamente ser um peso morto para ele – Você quer descansar?

            - Não realmente... – Gael respondeu com sinceridade – Eu sinto que posso andar por um dia inteiro...

            - Tudo bem... Então se você quiser continuar...

            - Vamos, só há um caminho para ir de qualquer jeito... – Gael ligou sua lanterna e começou a liderar o caminho.

            Os dois andaram algumas horas naquele caminho, estranhamente parecia ter sido feita por seres humanos, tendo o tamanho exato para eles andarem por ali. Em algum ponto Keiko notou tochas apagadas com o tempo nas paredes “Tochas? Como eu pensava... Aqui é uma passagem artificial... Mas a quantos anos foram feitas? E quanto tempo foi esgotado para fazer essa passagem? Nós andamos por 3 horas e cruzamos mais de 15 quilômetros, mas ainda há caminho a percorrer”, ela pegou uma antiga tocha e começou a examina-la procurando pistas:

            - Doutora... Acho que você deveria ver isso – Gael disse ao se virar para Keiko – Isso certamente é do seu interesse.

            Ela caminhou até Gael e olhou para onde ele apontava, um monstro de três cabeças com as asas abertas com relâmpagos dourados igual a sua cor contrastante e aos seus pés milhares corriam do massacre “Meu... Isso é...” Um estranho arrepio percorreu o corpo de Keiko, ela tocou o desenho e sentiu os gritos das vítimas da criatura, como se o desenho tivesse vida, “Eu... Estou ficando louca?”:

            - Eu também escutei – Gael disse se virando para ela com um sorriso amargo – Mas considerando a quantidade de coisas pelo qual passamos hoje... Não dá para ficar muito surpreso.

            De canto de olho, Keiko notou um desenho borrado, mas ela instintivamente reconhece-o mesmo com a figura claramente mexida “Esse é Godzilla e pelo jeito tentaram apagar o desenho recentemente... Acho que algumas horas atrás...”, ela passou a mão, era difícil enxergar a forma original daquilo, Keiko deu um passo para trás, mas acabou tropeçando em algo e acabou caindo em alguma coisa, enquanto soltava um pequeno grito de surpresa:

            - Você está bem?! – Gael foi velozmente socorre-la – Espere isso é...

            Ele rapidamente ajudou a pesquisadora chefe a levantar-se e então iluminou a coisa em questão com a lanterna, um velho e caído esqueleto humano com algumas velhas vestimentas, ela arregalou os olhos enquanto lembrava-se do incidente da múmia zumbi:

            - Vamos apenas continuar – Ela afastou-se – É bom evitar qualquer surpresa... Por isso vamos seguir em frente.

            Ela rapidamente começou a apressar Gael, os dois passaram por vários desenhos, vendo brevemente alguns deles, mas ainda sim saindo dali a passos rápidos, até que ambos notam uma iluminação não tão clara, o fim da passagem até que eles chegam numa enorme caverna cheia de cristais púrpuras que clareavam levemente aquele local:

            - O submarino! – Keiko apontou para o transporte que havia trazido ela e todo seu pessoal – Venha vamos ver.

            Ela correu até o submarino enquanto puxava Gael e o ovo juntos, sem perceber a sonda meio destruída e ao entrarem na cabine viram o corpo de uma criatura no chão toda ensanguentada, enquanto os painéis do rádio e do controle automática estavam danificados a ponto de não funcionar mais:

            - Eu sabia que Hayato faria uma merda dessas em algum momento – Gael disse, enquanto pegava o corpo da criatura e arrastava-o dali, jogando para fora do submarino – Tomara que ele tenha enviado o pedido de socorro... Se bem que se ele tivesse enviado, já haveria reforços...

            - Agora a única forma de pedir ajuda é... – Keiko repentinamente foi puxada para fora do submarino aos berros, Gael foi disparou atrás dela.

            Keiko bateu as costas no chão com força, baqueando ela, mas a mesma notou que uma criatura semelhante à que estava morta no submarino estava mostrando os dentes para ela, pronto para ataca-la, ele era mais pesado e muito mais forte que ela, Keiko poderia dizer que o monstro tinha força o suficiente para matar um homem adulto com facilidade, mas a mesma criatura que a subjugava foi facilmente pega e lançada para longe atingindo outro monstro semelhante com força e derrubando-o, ela aproveitou o momento, rapidamente levantando-se e notando ao menos meia dúzia desses monstros, havia apenas Gael entre elas e os monstros:

            - Keiko, entre no submarino e se tranque – Ele disse enquanto estralava os ossos de seu corpo preparando-se para a briga – Eu cuido desses filhotes de cruz credo.

            A pesquisadora velozmente correu para dentro do submarino, enquanto uma das criaturas pulava em Gael, ele apertou o punho e socou o rosto da criatura a baqueando, fazendo-a recuar, outros dois vieram pela lateral oposta, pulando e agarrando, com suas garras rasgando a pele dele, mas o ex militar não caiu, mas sim resistiu, ele agarrou as duas pela garganta e com bateu a cabeça das duas, fazendo o barulho de estilhaçar de seus exoesqueletos espalhar-se pela caverna, e enquanto outra pulava nele, Gael usou uma delas para acertar o monstro e lança-lo para longe e em seguida esmagou a criatura que ainda se debatia em sua mão esquerda contra o chão, destruindo completamente o exoesqueleto da região da cabeça e esmagando as partes interna da criatura, a matando.

            Restavam cinco delas que mostravam os dentes em sinal de clara ameaça, repentinamente o soar de um trovão ecoou pela caverna e uma das estranhas criaturas caiu morta, assustando o grupo, e em seguida o barulho soou novamente, mas desta vez nenhuma delas morreu, mas o susto e espanto foi o suficiente para faze-las fugir:

            - Você... Como você sabe usar uma arma? – Gael perguntou enquanto virava-se para entrar no submarino.

            - Eu não sei, fiquei algum tempo tentando atirar – Ela respondeu enquanto dava de ombros – Até que foi...

            Gael começou a gargalhar enquanto entrava no submarino, ignorando a dor das feridas que as criaturas haviam feito nele:

            - Obrigado por salvar a minha vida doutora... – Ele agradeceu com um sorriso no rosto – E então qual é o próximo passo?

            - ...Você sabe pilotar o submarino? – Keiko perguntou a Gael com uma expressão séria.



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