História Golden Pet's - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Kakashi Hatake, Karin, Kiba Inuzuka, Minato "Yondaime" Namikaze, Nagato, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais
Tags Akemyhyuuga, Comedia, Desafiofanficsnh, Naruhina, Naruto, Projetonaruhina, Romance
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Palavras 1.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fanfic do projeto Naruhina. Só é permitido no máximo até cinco capítulos. Essa fanfic terá em torno de três a quatro capítulos.

O tema do primeiro desafio é: bichinhos de estimação.

Capítulo 1 - Prólogo


Que o liceu era o maior campo de tortura mental e emocional para todo e qualquer adolescente, todo mundo já sabia, por isso, nem chegava a admirar mais ninguém. Que ele era responsável pelas tarefas mais humilhantes, absurdas e esgotantes de todo mundo, também já sabiam. 

Agora de que ele seria capaz de obrigar pobres e inocentes jovens a sacrificarem seus finais de semana, e horas pós aulas já era sacanagem demais. Pelo menos era isso que Hyuuga Hinata e os outros noventa e cinco por cento da turma achava. Mas, infelizmente eles estavam proibidos de expressarem suas sinceras opiniões, mesmo vivendo num país onde a liberdade de expressão era permitida. Aquela restrição, era outra sacanagem imposta pelo amado e descontraído professor Hatake Kakashi.  

O docente de 30 anos olhou para os seus pupilos a medida que explicava detalhadamente o que eles teriam de fazer durante três semanas, precisamente em vinte e um longos dias uteis. Como já tinha todas as regras na cabeça, pegou no seu precioso livro e sentou por cima da secretaria.

– Prestem atenção! É a primeira e última vez que explicarei sobre o trabalho doméstico. É um trabalho especial e diferente de todos os outros que já executaram. – observou algumas expressões de tédio, afinal, ele usava aquela ameaça para todos os seus trabalhos. Porém, estava sendo sincero em relação a esse trabalho, uma vez que tinha sido uma orientação...não diria tanto uma orientação, mas sim uma obrigação imposta pela direção, e ninguém negava nada a diretora Senju Tsunade, por isso continuou com as explicações – ele é de caráter obrigatório e será feito em duplas. Estão proibidas desculpas farrapadas para tentarem escapar. O trabalho valerá 90% da vossa nota final.

– O quê? – alguns alunos não conseguiram conter as emoções.

– Eu sei é deplorável não é verdade! – o prateado deu de ombros e prosseguiu com a sua leitura, virou para outra página do livro, interessado pela cena que se seguia.

Lembrou-se de que não havia terminado as explicações, suspirou pesado e abriu a boca, mas foi interrompido. Várias mãos ergueram-se, porém, apenas uma chamou a sua atenção. Talvez porque o aluno era o reflexo do seu colega de trabalho, o mesmo estilo de roupa, e o pior, a mesma maneira invasiva de agir. Sem dar a devida autorização, Lee levantou o corpo da cadeira ainda com o braço no ar e começou a falar.

– Professor Kakashi. Pode nos explicar mais sobre esse trabalho? – perguntou Lee com todo o seu vigor juvenil. Assim que o moreno terminou a sua pergunta, o restante baixou as mãos, ou seja, a pergunta era a mesma.

– A sério? – o Hatake sentia-se ignorado e ofendido. A vinte minutos que explicava uma tarefa idiota delegada por uma mulher de temperamento forte, e sua superior hierárquica, logo não tinha como recusar, nem tentar debater para entregar em outro professor de outra disciplina. Seu emprego e vida dependia dessa humilhação. E no entanto, seus queridos pupilos não conseguiram entender uma simples introdução do assunto – mais alguém que não entendeu? – a maioria, se não todos ergueram as mãos, inverteu a pergunta – há alguém que entendeu o que eu disse?

Nenhuma mão foi erguida. Para Kakashi aquilo foi um desperdício de palavras, neurônios, saliva e postura profissional. A boa notícia era que a partir do presente segundo em diante, eles estariam atentos a todas as suas palavras.

– Esse será uma espécie de trabalho doméstico, na qual tomarão conta de um ser, o vosso filho por assim dizer durante três semanas. Contará 90% da vossa nota final do vosso miserável primeiro ano nessa instituição como alguns publicam nas redes sociais. Deu uma pequena pausa, para analisar os rostos de todos. Eles estavam atentos. O que era uma benção para ele. – diferente dos trabalhos anteriores, vocês não poderão escolher os vossos parceiros. – murmúrios de descontentamento preencheram a sala de aula. O que ele ignorou novamente com sucesso. – Nesta caixa estão os nomes dos vossos parceiros. Cada menina, uma por uma, vai levantar da sua cadeira caminhar até aqui, tirar um papelzinho da caixa e falar o nome do seu par. Estamos entendidos.

Todos assentiram. Hinata agora juntava todas as peças do plano maquiavélico de seu querido professor. De facto, a azulada estranhou a demora do primo e dos seus outros colegas na aula passada. “O professor mandou-nos apenas escrever nossos nomes numa folha de caderno e pousar na sua mesa!” foi a explicação que Neji a deu, e agora ela via o porquê de tudo.

“Maldição!” pensou a azulada diante daquela situação. Desde que entrou na instituição Hinata aproveitava-se sempre do seu grau de parentesco e afinidade com o primo, para escolhe-lo como parceiro de trabalhos acadêmicos. Não havia exceções, em todas as disciplinas, em todos os trabalhos os Hyuuga trabalhavam e apresentavam os trabalhos juntos. Já encaravam como algo normal e nunca houve protesto por algo tão banal como aquilo, afinal, os irmãos Uchiha faziam a mesma coisa. Os dois tinham os mesmos objetivos e as mesmas exigências por parte de Hyuuga Hiashi. Logo, o esforço e a dedicação era bilateral. Ele dava tudo de si e ela correspondia à altura para não o sobrecarregar. No entanto talvez agora, ela não poderia contar com Neji. Se a sorte não a abandonasse, poderia retirar daquela caixa o papel com o nome de um dos sete melhores candidatos a pais.

E quem são esses candidatos? Neji Hyuuga, Itachi Uchiha, Shinsui Uchiha, Kiba Inuzuka, Shino Aburame, Lee Mato, Nagato Uzumaki eram os melhores parceiros, e disso nenhuma garota podia discordar. Os desgraçados além de belos, eram atenciosos, carinhosos, namorados ideais, parceiros perfeitos para conseguir uma positiva.

Ela não era a única a seleciona-los no top da lista de melhores parceiros. Todas as meninas partilhavam dessa verdade. Foi então que o ambiente antes amigável e acadêmico tornou-se num campo de batalha numa fração de segundos.

O torneio havia começado, e a primeira azarada da sala levantou e caminhou até a secretária do professor, colocou a mão na caixa de papel e retirou uma folha de papel. Enquanto que a menina abria o pedaço de papel, as outras cruzaram os dedos a amaldiçoando para que os melhores ficassem para elas.

– Hidan. – pronunciou a garota descontente com o parceiro, e as restantes suspiraram de alivio, menos um da lista dos piores parceiros.

Karui foi a primeira sortuda a ficar com um dos melhores Shinsui Uchiha. A ruiva estava tão eufórica que o rapaz esboçou um sorriso envergonhado. Hinata não podia julgar, nem criticar, se fosse ela faria aquilo e muito mais. Os minutos foram passando e o ambiente piorou drasticamente. Restavam apenas dois anjos, Uchiha Itachi e Hyuuga Neji para sete alunas.

“Talvez a sorte esteja do meu lado. Que outro motivo há para Neji ter sobrado no fim?” raciocinou a perolada.

– Hyuuga Hinata é a tua vez – Kakashi a chamou quando viu que mais ninguém levantava. – não é preciso temer.

– O meu futuro depende disso professor.

– Não seja tão dramática Hyuuga. – virou a página do livro antes de empurrar a caixa na direção da aluna.

– Está bem, vamos a isso. – colocou a mão na caixa, ao mesmo tempo que mirou nas colegas restantes que a praguejavam para retirar um péssimo companheiro, ela cruzou os dedos para que retirasse um dos melhores.

“Eu também sou filha de Deus!” com esse último pensamento, retirou o papel e o abriu. Quando viu o nome que estava escrito, esboçou um sorriso bobo, quase que caia de tanta emoção.

– Hyuuga! Qual é o nome do rapaz? – perguntou Kakashi impaciente, com o espetáculo teatral das alunas.

– Ah! Pois... – pegou no pedaço de papel e exibiu na turma vitoriosa – Hyuuga Neji. – a luta ficou reduzida, um anjo para seis alunas. Ou talvez não.

– Escolha outro parceiro Hyuuga. – aquelas palavras de Kakashi foram como sessenta quatro facadas em seu coração frágil. Seu rosto antes alegre morreu e uma expressão indescritível tomou conta da Hyuuga. Não sabia se chorava, ou matava o causador do seu sofrimento.

– É uma brincadeira professor?

– Nunca falei tão sério em toda a minha vida. – era difícil leva-lo a sério com aquela mascara no rosto, e o livro de conteúdo sexual nas mãos. – o objetivo é proporcionar-vos novas experiências com vossos colegas. Se trabalharem sempre com as mesmas pessoas, não obterão essa experiência que quero vos passar. Coloque esse papel em cima da minha secretária e tire outro.

A Hyuuga quase que derramava algumas lagrimas diante de seus colegas, talvez devesse fazer isso, para persuadir o professor de sua ideia, mas isso quem sabe a desse um bilhete de ida até a diretoria. A contra gosto, tirou outro papel da caixa, seus ânimos estavam tão embaixo que esqueceu de cruzar os dedos para travar as péssimas vibrações das colegas.

– Uzumaki Naruto. – pronunciou o novo nome do seu companheiro. Olhou ao redor, para ver se encontrava o rapaz que seria seu par. – Uzumaki Naruto...Uzumaki Nagato.

A verdade era que Hinata não fazia ideia de quem se tratava, pensou ter sido apenas um erro de escrita do ruivo, mas ao que parece aquela pessoa existia na sua turma.

– É Uzumaki Naruto, Hyuuga.

– Nunca ouvi falar.

– Conheça os teus cunhados, Uzumaki Nagato, Uzumaki Karin.

Ela sabia que existiam Uzumakis na sua sala. Karin era sua vizinha de carteira e Nagato mesmo não o vendo, porque sentava nas ultimas carteiras, sempre participava nas aulas. Agora seu cérebro não conseguia associar o nome Uzumaki Naruto ao rosto de ninguém.

– Professor posso ir até a enfermaria, não estou me sentindo muito bem.

– Eu posso acompanha-la professor. – Karin disponibilizou-se e o prateado concordou, logo depois que ela tirasse um papel. – Itachi Uchiha.

Depois de pronunciar o nome do seu companheiro, o que a deixou feliz, Karin segurou na cintura da azulada e a auxilio até a porta.

– Hyuuga! – Kakashi voltou a chama-la, quando ela virou na sua direção continuou – sabias que hoje é dia 13. – era algo estupido, mas conveniente que ele achou melhor partilhar.

– 13...sexta feira 13 – perguntou e o mesmo acenou concordando, a perolada voltou a encarar a folha de papel que por algum motivo ainda estava em suas mãos – está explicado muita coisa.

Hinata não era muito supersticiosa, como Hyuuga ela não tinha tempo para pensar em tais coisas, mas quem sabe de hoje em diante ela pense de outra forma.

– Será que eu matei alguém psicologicamente? – indagou o prateado, assim que as duas partiram para a enfermaria. Os rapazes deram de ombro, e o Hatake continuou com o sorteio.



Notas Finais


Próximo capítulo – Que drogas andaste a tomar Hyuuga.


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