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História Golden Year - Capítulo 16


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Notas do Autor


Oi gente, como estão? Trazendo capitulo antes de acabar o mês, quem amou? kkk

Capítulo 16 - Álcool e Amor Juvenil


– Onde estava? – indagou Gina desconfiada – Não, melhor, o que tava fazendo ali?

– Ehh, eu tava com o Cedrico – Harry respondeu exibindo um risinho torto.

Gina soltou um pequeno grito abafado com as duas mãos na boca, Harry tratou de elaborar melhor a frase.

– Eu tava conversando com o Cedrico.

A ruiva deixou os braços cairem ao lado do corpo como uma exagerada expressão de decepção.

– Só isso?

– E a gente ficou de mãos dadas.

– Que avanço.

– E ele me pediu um beijo.

– E você deu?! – se surpreendeu com as mãos cobrindo a boca outra vez e os olhos brilhando em expectativa.

Harry coçou a nuca e fez que não.

– Harry Potter eu juro que vou te esganar.

– Caramba, Harry, eu sabia que você ia conseguir!

Rony irrompeu pela porta da barraca, eufórico, se aproximando do amigo com a mão levantada. Harry mostrou os dentes, interrompeu a conversa com Gina, e bateu com a mão na de Rony parada no ar.

Hermione entrou segundos depois, ela tinha lágrimas nos olhos.

– Eu fiquei com tanto medo! – disse se atirando em Harry para um abraço – Se machucou muito Harry?!

O rapaz gemeu e fez um careta com a dorzinha no ombro causada pelo gesto brusco.

– Tá tudo bem Hermione – tranquilizou com batidinhas nas costas dela.

– Mione, deixa ele respirar – Rony falou com um enorme sorriso que demonstrava todo seu alívio. A verdade é que, assistindo seu melhor amigo bater de frente com um dragão, não tinha como não ficar tão apreensivo quanto Hermione.

– Harry tava me contando qual foi a sensação de fazer a Finta de Wronski – Ginny inventou uma conversa.

– Isso, conta! Porque foi muito foda, eu nem sabia que tu andava treinando essa manobra! – disse Rony.

– Eu tô até agora sem acreditar mano, nunca tinha conseguido fazer, foi a primeira vez só vi a oportunidade e fui!

– Foi bastante perigoso e irresponsável, poderia ter dado errado e você quebrado o pescoço e ser devorado pelo dragão! – Hermione deu uma bronca.

– Muito obrigado pela sua grande fé em minhas habilidades no Quadribol, Hermione – disse sarcástico, como se também não houvesse duvidado da própria capacidade.

– Já viu o que tem dentro do ovo? – perguntou o ruivo indo para o objeto dourado na mesa.

– Ainda não.

– Por que não abre agora? – sugeriu Gina, vendo o irmão pegar o ovo de ouro e levantar na altura dos olhos, franzindo o cenho para os desenhos entalhados.

Harry deu de ombros.

– Acho que pode ser...

Sentiu que cometera um erro no momento em que as palavras saíram de sua boca. Uma sensação de que, quando abrisse e visse a pista da segunda tarefa, iria começar a ansiedade outra vez. Já tinha aberto a boca para voltar atrás com a permissão dada, quando Remus Lupin entrou no cubículo apertado. Harry imaginou a sorte por Madame Pomfrey não estar por perto pois expulsaria a todos.

– Olá – cumprimentou gentilmente os adolescentes e se voltou para Harry – Parabéns, foi fantástico! Eu disse que você conseguiria – o rapaz sorriu agradecido – Bagman está requisitando sua presença na barraca do campeões.

– Ok. Obrigado, professor.

– Mione e eu iremos te esperar na frente da barraca, Harry – disse Rony.

– Certo, levem o ovo com vocês.

Ele fez que sim e Harry acompanhou Lupin.

Na barraca, além de Ludo Bagman, estavam Luna, Draco e Cedrico fazendo uma meia-lua na frente do homem, no aguardo das instruções. Dumbledore também estava presente em pé à direita de Bagman. Harry ainda não tinha visto o diretor naquele dia, ele vestia uma roupa extravagante de bruxo, de cor púrpura com estampas de estrelas douradas, e um chapéu cônico na mesma paleta de cores.

Harry se juntou ao grupo. Cedrico não tinha mais a pasta laranja cobrindo metade do rosto e parecia que nunca havia sido atingido por fogo naquela região pois continuava tão bonita quanto antes. O lufano encontrou seu olhar e sorriu, Harry sorriu de volta; Luna ostentava apenas um fino corte no lábio superior; e Draco estava intacto, na roupa quase não havia sinal de sujeira. Harry lembrou-se do que ouvira anteriormente e olhou por mais um segundo o rosto antipático, em busca de algo que indicasse que Malfoy já superara a conversa com o pai.

Por que tô me preocupando com o Malfoy? Ele é um pé no saco.

– Muito bem, estão todos aqui. Eu os chamei pra parabenizá-los pelo desempenho e por terem passado para a próxima tarefa! – Bagman dizia com o sorriso escancarado e Dumbledore observava a tudo em silêncio complacente – Bom, como já sabem, há uma pista sobre a Segunda Tarefa dentro do ovo que lhes será de grande ajuda, e vocês precisam desvenda-la antes do dia vinte e quatro de fevereiro, dia da prova!

Harry mordeu o lábio e olhou para Cedrico, este olhava de canto para Draco. Harry franziu o cenho e voltou a atenção para Bagman.

– E é só isso, jovens, nos vemos daqui a três meses. Podem voltar para o castelo! – e rumou para a abertura na tenda.

Harry caminhou para onde Cedrico, a postura despreocupada, como quem não quisesse nada mas louco pra estar perto dele outra vez.

– Hmmm, acho que tá faltando alguma coisa no teu rosto... – Minha boca encostada nele, completou em pensamento.

– É, eu sinto mesmo que tem alguma coisa diferente, mas não consigo imaginar o que seja... – entrou na brincadeira.

Draco passou por detrás do lufano e o grifinório notou a atenção que Cedrico deu a isto.

– Escuta, Harry, a gente se fala depois? Preciso fazer uma coisa agora.

– Não, pode ir cara, sem problemas pô – disse tentando esconder o quanto ficara sem jeito.

Cedrico pegou em sua mão e acariciou o dorso rapidamente com um sorriso cheio de promessas, e tão depressa a soltou para se virar e chamar por Malfoy, este o esperou e ambos sairam juntos da tenda.

Harry ficou parado olhando para a direção e se sentindo desconfortável. Já era a segunda vez que perdia Cedrico para Malfoy.

– O Sr Weasley e a Srta Granger o aguardam lá fora, se não me engano – a voz de Dumbledore fez com que Harry olhasse para trás, o diretor o olhava por detrás dos óculos de meia-lua com um sorriso bondoso.

Harry sorriu discretamente, acenou com a cabeça para o diretor e saiu para encontrar os amigos.

»»««


Os dois caminhavam para o castelo costeando a floresta, os outros alunos passavam por eles fazendo algazarra, alguns cantando a música obscena que Zach Smith inventara para torcer por Cedrico. Draco Malfoy ainda não abrira a boca, toda a atenção voltada para o caminho à frente. O fato de ele não ter ajeitado a mecha de cabelo caída na testa denunciava seu esgotamento mental.

– Você foi ótimo contra o dragão, Draco – Cedrico precisava iniciar de alguma forma e optou por um terreno firme.

– Obrigado. Não vi você mas também deve ter sido ótimo.

– Na verdade eu também não vi você.

Draco ergueu uma sobrancelha e o olhou de canto.

– Quer me falar alguma coisa?

– É que eu escutei a discussão com seu pai na tenda de primeiros socorros – começou ele olhando para as pessoas caminhando e brincando a uns metros adiante.

– Hm.

– Foram palavras bem duras, Draco. Olha, eu sei que não devia estar me metendo mas, você já veio conversar comigo uma vez. Se quiser conversar mais sobre isso...

Draco chutou uma pedrinha.

– Meu pai é daquele jeito mesmo. É... um saco.

– Imagino como deve ser muito difícil ter que ouvir aquele tipo de coisa.

Draco sacudiu a cabeça e deu um risinho amargurado.

– Não faz idéia do inferno que é, Diggory. Eu estou de saco cheio dele. Ele sabe que sou gay, não preciso contar. Desde meus doze anos que escondo e reprimo e ele me controla sobre isso, estava tudo bem pra ele desde que ninguém soubesse – deu uma longa pausa esperando um grupo da Grifinória passar para continuar – E tudo piorou desde a matéria da Rita Skeeter – virou a cabeça para o lado e olhou firme para Cedrico – Mas eu não quero mais, eu disse a você que pretendo me livrar disso. Não quero mais fingir algo que não sou apenas para agradar meu pai e seu maldito sobrenome.

Cedrico assentiu, absorvendo a quantidade de coisas que Draco havia falado desta vez.

O castelo já se erguia gigante na frente dos dois, o sol se pondo à esquerda deles e a brisa gélida varrendo as árvores da floresta que ficara para trás. Cedrico cruzou os braços.

– E eu disse que você pode contar comigo pra o que precisar, certo? Em mim você tem um amigo, se quiser.

Draco entortou o canto da boca.

– Obrigado, Diggory.

»»««


Ciúme era algo que Harry odiava sentir, uma emoção que apenas tornava as pessoas paranóicas, em sua opinião. Entretanto, não conseguia evitar de sentir tal coisa quando via Draco e Cedrico juntos. Draco Malfoy era um rapaz bonito, não tinha como competir.

Mas espera, tô pensando em competir porquê? Cedrico tá a fim de mim e não dele!

Cada passo de Harry era munido de pensamentos conflituosos, carregava consigo uma carta para os pais contando detalhes sobre a primeira prova antes que eles tivessem de ler um resumo n'O Profeta do dia seguinte. A subida para a torre do corujal estava congelante mas ele tinha de prosseguir. Os flocos de neve começavam a cair quando ele liberou Edwiges para o céu.

Desceu as escadas, pensando que Diggory quebrara a promessa e se sentia traído por isso. Foi direto para a torre da Grifinória antes que algum monitor, professor ou, pior, Filch, o pegasse vagando pelo castelo após o toque de recolher.

A comemoração na sala comunal já havia começado quando Harry passou pelo retrato.

Ginevra e Dino Thomas contrabandearam cerveja amanteigada e whisky de fogo para o castelo pela segunda noite consecutiva. Também havia música alta saindo do rádio de bruxos. Simas e Krum ficaram responsáveis por fiscalizar e não permitirem que as crianças descessem dos quartos para a festa.

– O que vamos comemorar? – perguntara Lilá Brown – O nosso campeão ficou em último lugar!

– O fato de Harry não ter morrido, sua tonta – respondera uma impaciente Hermione, nunca fora com a cara de Lilá e não tinha paciência para a garota.

A festa prosseguiu animada. Harry beliscava bolinhos trazidos da cozinha por Dobby e bebia tudo à disposição, ele não tinha o costume de abusar da quantidade de álcool mas aquela era uma ocasião especial, era uma celebração pela vida que quase perdera horas atrás. Muitos dos seus colegas o parabenizaram com tapinhas amigáveis no ombro e apertos de mão, até mesmo aqueles que falaram mal pelas suas costas desde a noite em que o Cálice de Fogo cuspira seu nome.

Passada uma hora e meia ele se encontrava bastante alegre e tonto das bebidas. A festa da noite anterior parecia ter ocorrido há uma eternidade, lembrava vagamente do sentimento de insegurança e medo que o rodeara naquela ocasião, mas que agora evaporara e ele estava feliz de poder aproveitar propriamente uma festa. Parvati Patil fez uma gracinha, o beijou no canto da boca, e ele apenas a afastou rindo muito.

– Harry cadê o ovo? Vamos abrir! – berrou Rony quando a festa atingiu o ápice.

Harry fez que sim e subiu as escadas para o dormitório aos risos e leves tropeços, voltando de lá com o ovo dourado numa das mãos pois ainda usava a tipóia, apesar de àquela altura não estar sentindo mais dor nenhuma.

– Vocês querem que eu abra?! – gritou ele do alto dos degraus.

– SIM! – responderam os outros.

– Querem mesmo que eu abra?!!

– SIM!!

Ele então destravou – após cinco tentativas, era complicado estando alterado e com apenas um braço totalmente disponível – e abriu. Imediatamente um grito agourento e ensurdecedor reverberou por todo o ambiente, ultrapassando o som do rádio. Todos levaram as mãos aos ouvidos, inclusive Harry (xingando por conseguir tapar direito apenas um), que largou o objeto e este rolou as escadas, travando-se novamente.

– Que droga é essa? – disse Rony ao pé da escada. Recolheu o ovo e o entregou a Harry que descia os degraus um tanto desequilibrado.

– Não faço a mínima idéia! – respondeu dando risadas gostosas.

– Vai guardar esse treco e vamos continuar com a festa antes que a McGonagall chegue e acabe com tudo! – falou Gina, com Dino a abraçando por trás.

Harry, entretanto, não foi guardar o ovo, não conseguiria mais subir a escada dançante, de qualquer forma. Deixou o objeto numa mesa, encheu uma caneca com cerveja amanteigada e afundou na poltrona perto da lareira.

Metade da bebida havia descido por sua garganta quando ele parou e piscou com força. Fechou os olhos para o mundo parar de girar depressa. Os abriu com lentidão e esfregou-os. A memória trazendo-lhe flashes do dia enquanto ele fitava o fogo intensamente.

Dragão. Vassoura. O sorriso de Cedrico. Dor no ombro. Ovo de ouro. Cedrico. O abraço de Cedrico. A mão de Cedrico. O corpo de Cedrico contra o dele. Queimadura. Cedrico. Cedrico. Cedrico!

Sua cabeça já estava doendo por conta da música.

De repente sentiu vontade de chorar.

Eu devia ter beijado ele!

– Ei Harry, por que está chorando? – Neville se achegou preocupado.

– Eu devia ter beijado ele.

Neville não entendeu direito pois Harry falara baixo em tom desolado, decidiu por chamar Hermione.

– O que foi, Harry? – Hermione perguntou procurando seu olhar e se agachou na frente dele.

– Ele não vai mais me querer – fungou derrotado – Draco é muito mais bonito do que eu... Eu vi eles juntos, eles combinam juntos porquê são bonitos e ele vai querer o Malfoy porque ele pensa que não quero ele, Mione...

– Mas você também é muito bonito, Harry, e é mais legal do que o Malfoy. Aliás, ele já disse que gosta de você, não é?

O grifinório negou com a cabeça. Levou mais um gole à boca. O estômago dava trancos esquisitos.

– Eu gosto dele. Eu gosto de um garoto...

– Harry para de beber – disse ela tirando a cerveja de suas mãos –, você nunca tinha feito isso. Neville procura pelo Ron?

Neville fez que sim e voltou meio minuto depois com o ruivo no encalço.

– Rony, ajuda o Harry a ir pro quarto, já deu pra ele por hoje – pediu a garota.

– Vem, parceiro. Tomou todas, hein? – Rony o levantou rindo do estado do amigo.

– Eu devia ter beijado.

– Me beijado??

Harry confirmou acenando com a cabeça muito lentamente. Algo revirou em suas entranhas e ele se curvou um tanto para despejar o que incomodava seu estômago.

– Esse pau no cu vomitou em mim, Mione! – reclamou o ruivo sem o largar.

Hermione tentava esconder a risada.

– Anda, Ronald, leva logo. E coloca ele na cama direito, ouviu?

– Eu vou é jogar ele pela janela.

E levou um Harry bêbado para o dormitório.

»»««


O PROFETA DIÁRIO

25 de Novembro

À PROVA DE FOGO!

Na última sexta-feira (24) aconteceu a primeira prova do Torneio Quadribruxo da escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os quatro campeões – Cedrico Diggory, Luna Lovegood, Draco Malfoy e Harry Potter – tiveram de passar por uma verdadeira prova de fogo!

Um dragão adulto fora designado para cada e a missão dos competidores era pegar ovo dourado que as criaturas protegiam.

O jovem Cedrico Diggory abriu o torneio. A inteligente estratégia de transfigurar uma das pedras no campo em um labrador, e fazer com o que o dragão focasse no cachorro enquanto ele corria para o ninho, fora bem sucedida. Diggory queimou uma fração do rosto no processo deixando aflitos a todos na arquibancada, mas graças ao rápido socorro da enfermeira da escola o rapaz não sofrerá danos permanentes.

Em seguida, Luna Lovegood. A garota usara a tática de hipnose no Verde-Galês. Depois de conseguir pôr a criatura em transe, a Srta Lovegood tomou posse do ovo sem grandes problemas ou ferimentos graves.

O campeão sonserino foi em terceiro. Draco Malfoy dera um show rápido e eficaz: usara um potente feitiço contra os olhos do Meteoro-Chinês e conseguira o ovo de ouro em incríveis sete minutos. Infelizmente, o dragão quebrou vários dos ovos normais no ninho, o que acarretou em perda de pontos para o jovem Malfoy.

Harry Potter fechou o espetáculo. Demorando mais tempo para cumprir a prova, o Sr Potter utilizara de suas habilidades no Quadribol para passar pelo temível Rabo-Córneo Húngaro. Depois de muito voar ao redor, o rapaz encontrou uma oportunidade e apanhou o ovo de ouro com uma Finta de Wronski, um feito incrível para um jovem de dezessete anos. Potter acabara ferido pelo rabo do dragão no processo mas não houvera maiores ferimentos.

Ao final, a ordem ficou:

1° Luna Lovegood (Corvinal);

2° Cedrico Diggory (Lufa-Lufa);

3° Draco Malfoy (Sonserina);

4° Harry Potter (Grifinória).

A Primeira Tarefa foi de tirar o fôlego, todos os telespectadores gritaram e torceram e adoraram assistir a competição. Nós que estávamos lá, podemos afirmar que foi eletrizante. E não se preocupem, também estaremos cobrindo a Segunda Tarefa.


AMOR JUVENIL

Por Rita Skeeter

Tudo indica que Harry Potter e Cedrico Diggory protagonizam um romance proibido! É para comemorar ou lamentar a união?

(Foto em movimento)

Ontem, sem dúvidas, foi um dia cheio de emoções e vocês, meus caros leitores, ficaram por dentro de tudo através da cobertura completa d'O Profeta. Parabéns à nossa equipe que sempre traz informações exclusivas e com selo de credibilidade.

Mas antes do início da primeira prova, antes de Cedrico Diggory derreter os corações dos espectadores ao salvar o cachorrinho quando percebeu que o dragão iria abocanhar o pobre animalzinho, antes de Luna Lovegood atacar de encantadora de dragões, antes de Draco Malfoy bancar o bad boy sem medo, antes de Harry Potter demonstrar seus talentos com um cabo de vassoura, eu estive na barraca desses campeões para ver de perto como estavam os ânimos de jovens tão corajosos... E o que presenciei lá dentro foi uma cena inesperada!

Como puderam ver na foto acima, capturei o momento exato em que os pombinhos se abraçavam de forma íntima e romântica!

Quero deixar bem claro que relutei em escrever essa notícia pois não queria expor mais ninguém, até porquê poderia ser um "mal entendido", como a notícia sobre a homossexualidade de Draco Malfoy. Contudo, após muita reflexão, decidi por divulgar pois é meu dever como jornalista.

Enfim, pelo jeito que as coisas estão indo nos últimos anos, esperemos que sobre algum aluno heterossexual em Hogwarts!


Notas Finais


Sim, agora eu tô fazendo com que o Harry sofra antecipadamente pelo Cedrico kkkk


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