História Good boys don't kill. (Kaisoo) - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Kim Jong-in (Kai), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais
Tags Baekhyun, Chanyael, Exo, Jongin, Kai, Kaisoo, Kyungsoo
Visualizações 20
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


♡✨⭑Não está revisada, desculpa qualquer erro.





⭑Marquem o Favorito e comentem, ajuda muito.


Boa leitura!
Bjs!⭑✨♡

Capítulo 2 - Other part.


Eu estava realmente mal, a minha situação atual estava uma merda.

Desconfiar da pessoa que amo é horrível, mas eu não consigo evitar, todos os sinais indicam que o quê se passa na minha cabeça é real.

O meu relacionamento já é antigo, estou nele a quase cinco anos.

O amor que eu tinha antes ainda prevalece em mim, mas não sei se isso é o mesmo para ele.

Ele não fica mais tanto tempo comigo, quase não me toca, quando me beija parece tão vazio, o seu toque está tão frio.

Parece que ele não percebe, mas eu percebo que, quanto mais triste eu fico, aparentemente ele fica mais diferente, um diferente quase que Feliz.

Ele parece mais forte, desposto e feliz.

Pensar nisso só me deixa ainda mais triste.

Isso está me matando.

[...]

O sinal tinha acabado de tocar e eu já estava fora da sala.

Sai correndo, pós tinha que tentar encontrar o Soo antes que ele fosse embora.

Estava no final do corredor quando o vi quase perto da saída. Corri mais rápido para pode alcança-lo.

Ele Já estava estava perto da saída do departamento da faculdade quando toquei no ombro dele.

Ele virou rápido na minha direção com os punhos fechados como se fosse me dá um soco, é agora que desmaio.

- Ouh! ouh! sou eu, relaxa aí - Quando ele viu que era eu, abaixou o punho e fez uma cara de tédio, típico dele.

- O que você quer? eu já estou indo embora. - cheguei um pouco mais perto e de forma manhosa falei

- Sabe, é... eu queria saber se você não quer sai comigo hoje? - inclinei a cabeça levemente e piscou os meus olhos de maneira exagerada e rápida.

- Não dá, outro dia talvez. - virou para ir embora, mas correi e parei na sua frente, o impedindo de continuar.

- Vai Soo, eu tô precisando! - juntei as mãos em sinal de oração - Eu realmente preciso falar com alguém, sabe, conversando e tudo mais. Por favor, eu realmente preciso. - abaixei minha cabeça, só de pensar eu já fico triste.

- O que tá rolando? - colocou a mão no meu ombro, senti as lágrimas se formando em meus olhos, mas mesmo assim levantei a cabeça. Pelo semblante do seu rosto, ele viu as minhas lágrimas que sem que eu quisesse acabou caindo sobre as minhas bochechas.

- Eu..eu acho que, acho não, tenho quase certeza que estou sendo traído. - passei as mãos em cada um dos olhos para enxugar as lágrimas.

Ele me puxei para um abraço, pude ouvi quando ele suspirou.  As suas mãos passavam de forma delicada sobre os meus meus cabelos.

- Vem, vamos a alguns lugar e você me contar tudo isso - saimos andando juntos em direção a saída um segurando a mão do outro.

Eu só quero quero desabafar com alguém, e nada melhor do que com o KyungSoo.

Além de meu amigo, ele vai entender o que estou passando.

[...]

Entramos em um barzinho que tinha perto da faculdade.

Não ficamos em nem uma mesa, mas sim no próprio balcão de bebidas.

Nós sentamos e pedimos duas garrafinhas de soju.

- Então... O que houve? - ele iniciou o diálogo assim que o barman nós entregou a cada um uma garrafinha de bebida.

Dei o meu primeiro gole antes de responder.

- Eu acho que o Chanyael pode está me traindo. - Falei sem rodeios. Ele me olhou com uma cara de quem havia acabado de ouvi a coisas mais idiota do mundo.

- De onde você tirou isso? - O olhei com uma sobrancelha erguida, Oi?

- Eu tirei isso das atitudes dele! -

- Tá, não precisa se exalta, me fala TODOS os motivos para você achar que isso está acontecendo. - Agora foi ele quem bebeu um pouco da bebida dele.

- Ele anda muito estranho ultimamente, muito mesmo e.. - fui cortado.

- Ele é estranho, Baek. - falou como se isso fosse a maior verdade do mundo, e até é, mas ele está muuiitoo mais estranho do que realmente é.

- É, mas ele está pior! - coloquei a minha garrafinha em cima do balcão e respirei fundo, muito fundo - Para você pode não parecer, você só fica alguns minutos ou até horas perto dele e isso pode te dar a impressão de que nada mudou.                                                    Mas comigo é diferente, eu passo muito tempo com ele, moramos no mesmo apartamento e temos um relacionamento longo, eu o conheço bem.                                                           Eu sei que ele está diferente, e todos os sinais indicam que ele possa está me traindo. - pegue a minha bebida é dei um belo gole, o Soo me olhava atentamente.

- Me fala, quais são esses sinais?

- Ele quase não me dá atenção ultimamente, Anda tão distante, Quando me beija parece tão... tão.. vazio. - senti uma de suas mãos no me ombro e o olhei nos olhos, ele parecia entender o que eu estava dizendo.

Em um breve aceno com a cabeça

ele me indicou que eu deveria continuar falando, e assim eu fiz.

- Ele quase não me toca e quando faz e tão frio que me faz ficar triste... E o pior é que ele nem parece perceber que eu estou deprimido. Parece que quanto mais triste eu fico, ele fica mais... feliz?... Pelo menos é isso que o semblante dele demonstra. Ele não parece mal, chateado ou infeliz, muito pelo contrário, ele parece bem, disposto e feliz. Mas as atividades que tem em relação a mim são desse jeito vazio...-

Ele Ficou me olhando como se estivesse procurando o que falar.  Eu entendo, ele só não queria usar a palavra erra e me deixa ainda pior.

- É isso. - Falei por fim. Dei um suspiro e logo depois bebi mais um cole de soju.

[...]

A descupa esfarrapada que o Soo ia falar foi cortada quando ouvimos um barulho muito alto vindo de um beco escuro em que estávamos passando na frente.

Parecia que alguma coisa tinha caído e batido nas latas de lixo que tinham lá.

O barulho foi tão alto, eu tomei um baita susto e o Soo também. Acho que o grito que demos foi ainda mais alto que o barulho.

Depois do nosso grito não ouvimos mais nada, e eu fiquei com uma baita vontade de ver o que raios tinha naquele beco.

Peguei o meu celular e liguei a lanterna, o beco que estava muito escuro antes ficou um pouco mais visível.

- O que você está fazendo?!! desliga isso e vamos embora, agora! - Eu estava perto mais do beco com o celular.

Ele falou isso mais veio atrás de mim. Vai entender o que se passa na cabeça dele.

- Espera! E se for alguém precisando de ajuda?! - Ele tentou me puxar pelo braço, mas era eu quem o estava puxando na direção do beco, junto comigo.

- E se for alguém esperando para te rouba?..só vamos embora. - Podia até ser, mas a minha curiosidade era maior que o meu raciocínio lógico, vai saber, né.

- Vai ser rápido, olha! - falei quando já estávamos mais ou menos na metade do beco, ele era pequeno e sem saída. - Não tem nada de ma...

Antes que terminasse de falar uma coisa caiu na nossa frente no espaço que me separava dele, e ouvimos um barulho.

Era diferente do primeiro, parecia barulho de bicho selvagem.

Levei a luz da lanterna do celular para o chão, onde a coisa tinha caído, e então nos vimos o que havia caído.

Quando olhei a primeira vez não consegui identificar muito bem o que era, mas foi só piscar e olhar de novo que eu percebi o que era.

ERA UM BRAÇO! UM FUCKING BRAÇO DE GENTE!

Só sei que o pânico bateu e o grito saiu.

- AHH!! - O Soo me olhou com aqueles olhos mais esbugalhados que de costume e pegou no meu braço, saímos correndo dali na disparada. Sem olhar para trás.

Um táxi estava passando e pedimos parada, entramos sem nem pensar.

Eu estava tremendo pra caramba e os olhos do Soo continuavam esbugalhados.

- Para onde devo seguir?

- ... é, é... para, para a xxxxx com a xxxxx. Número xxx, depois para a xxxxx, número xxx, por favor. - O Soo falou gaguejando mais que tudo, ele estava tão apavorado quanto eu.

- O que foi aquilo! meu deus! - pegue na mão dele enquanto falava, eu não tava bem. - Soo você viu, você viu, né?

- Sim, eu vi. Fica calmo, fica calmo -

- Aquilo era... aquilo era um..

- É, eu sei o que era, eu sei. Agora, fica calmo, por favor. - Ele me pediu, peguei na sua mão e respirei fundo. Concordei com a cabeça e tentei me acalmar.

As minhas mãos diminuíram na tremedeira.

Eu ainda não acredito que vi um braço, da onde aquilo veio?!!!?!!

Que merda louca!

[...]

- Você vai ficar bem sozinho? - tínhamos acabado de chegar em frente ao prédio que eu morava, eu já estava fora do carro.

- Vou sim, eu só preciso tomar um bom banho e dormir. - sorri minimamente para ele, em um tentativa de mostra que eu estava melhor.

- Qualquer coisa é só me ligar, independente da hora, ouviu? -

Ele é realmente incrível.

- Sim, tchau Soolito. - me despedi  usando um apelido que eu havia o dado a algum tempo.

- Tchau bobinho.

Dei um último tchau antes de entrar.

Quero muito a minha cama!!

[...]

Coloquei as minhas chaves em cima da mesinha perto da porta e a minha mochila, também tirei os meus sapatos e andei em direção ao meu quarto, queria muito deitar em algum lugar.

Passei pela sala e estava tudo do jeito que deixei quando saí, quando cheguei na porta do meu quarto vi pelo espaço de baixo da porta o brilho da luz ligada, ele já está aqui.

Entrei, ele estava deitado na cama lendo um livro.

Usava a sua roupa abitual de dormir, uma calça de moletom qualquer.

Passei por ele e fui até o closet, separei uma roupa confortável e fui na direção do banheiro.

Antes de chegar até a porta, ouvi a sua voz rouca e grave falando comigo.

- Você demorou bastante hoje. - Ele nem se que se deu o trabalho de desviar a sua atenção do livro para mim.

- É... eu estava com o Soo. - ele mexeu a cabeça para frente e para trás em uma forma de confirmação.

- Faz tempo que eu não o vejo, achei até que vocês não se falassem mais. - Eu falei sobre o Soo com ele a três dias, mas, assim como agora, ele não deu atenção.

- É....- Fique parado esperando que ele fosse falar mais alguma coisa, mas não teve nada. Como sempre, nada.

Entrei no banheiro e fechei a porta, suspirei e respirei fundo.

Eu sou forte. Eu sei que sou.

[...]

Sai do banheiro já completamente higienizado, andei até o meu lado da cama e me deitei.

Ele ainda estava lendo o mesmo livro.

Eu estava cansado disso, estava cansado de tudo.

O meu dia foi uma merda, eu estou com aquela imagem na minha cabeça e tudo o que eu queria era um abraço ou um pouco de carinho da pessoa que amo, mas não é isso o que tenho.

Nesse momento ter essas coisas é quase que impossível.

Nesse momento não tenho nada.

- Boa noite, Chan. - falei de maneira baixa, não queria que ele identificasse o tom de choro na minha voz.

- Boa noite, Baekhyun.

Com isso me virei para o outro lado e algumas lágrimas desceram.

Por que tudo está assim? Por quê?

Esse não é o meu Chan!

Quem o fez ficar assim?!

Por que você me trate assim?

Não vê que eu estou sofrendo!?

Só quero que esse dia acabe.

Só quero que isso acabe.










Continua...


Notas Finais


Até o próximo!!✨✨


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...