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História Good Guy; (SasuNaru) - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


DEPOIS DE UM SÉCULO AQUI ESTOU EU!
Gente eu juro que tentei postar na quarta por conta do meu aniversário para presentear vocês e tals mas deu tudo errado pq eu sou burro.
⚠️ ALERTA DE MENÇÃO À SEX CALL;
⚠️ ALERTA DE FUGAKU SENDO PAU NO CU;
Já vou avisando que eu fui um desgraçado com esse capítulo e este é o penúltimo capítulo de Good Guy, já vou avisando que não sou horrível com sex call, mil perdões.
Espero que gostem e me perdoem se estiver uma merda, pela demora e possíveis erros.

Capítulo 4 - 119 - Sou seu 119;


Fanfic / Fanfiction Good Guy; (SasuNaru) - Capítulo 4 - 119 - Sou seu 119;

Claro que Sasuke não conseguiu tirar aquilo da cabeça, ficou atormentado pelo resto dia, se sentindo mal e se questionando se era melhor dar um basta naquilo que tinha com Naruto, seria melhor para ambos, se seu pai descobrisse faria a vida do loiro um inferno.

Lembrava do quão horrível ele tinha sido com Shisui, sem contar o que fez com Itachi, sangue do seu sangue tratado como lixo, como um ninguém que nunca tinha se esforçado ou agido como alguém que merecia.

O Uzumaki notou a mudança no Uchiha, havia hesitado mas enfim chegado a conclusão que precisavam conversar.

—  Ei, aconteceu alguma coisa? Não parece muito bem, parece distante. - perguntou tocando o rosto um tanto pálido.

— Está tudo bem, só acho que precisava sair um pouco, sei lá, o clima de casa não me faz tão bem. - confessou.

—  Quer sair comigo hoje? - perguntou. - Tem uma boate no centro, a gente podia ir juntos quem sabe. - completou.

— Será que é uma boa? Se meu pai descobrir… - não concluiu a fala pois foi cortado pelo mais novo.

—  Deixa isso comigo, sou um profissional no disfarce, apenas mande mensagem para ele dizendo que vai dormir na casa de um amigo por conta de um trabalho. - explicou o que deveria fazer.

 — Acha mesmo que ele vai cair nessa? - questionou.

 — Claro que vai, manda logo. - disse com convicção.

 — Tá, tá. - tirou o celular do bolso enviando a mensagem pro mais velho.

—  E aí? - ele não escondeu a ansiedade, tinha grande possibilidade do pai de Sasuke dizer  sim, mas tinha aqueles míseros 1% que poderia ser um enorme não.

— Ele disse que tudo bem contando que a nossa nota fosse maior. - demonstrou estar incomodado com a resposta do pai mas logo disfarçou para que o loiro não ficasse perguntando.

— A gente resolve essa parte da nota depois.

(...)

Podia se dizer que ele era o rei do disfarce, estava quase irreconhecível, principalmente pelas roupas, trajava uma calça preta junto uma camisa branca com uma jaqueta de couro preta e um boné cinza escuro, não mostrava muito seu rosto então quem estivesse lá dentro mesmo o conhecendo bem não faria idéia que era ele.

Após entrarem foram recebidos pela música alta, aquilo era novo para Sasuke, vários pessoas juntas dançando, se agarrando, bebendo ou apenas olhando o movimento, os cheiros misturando, as vozes soando juntas. Sim, era algo novo, porém, ele estava gostando.

O mais novo segurou sua mãos o puxando para meio da multidão, assim que encontrou um lugar bom, virou costa pro alfa, colando suas costas em seu abdômen, passando a mão em seu fios loiros não perdendo a chance mexer os quadris contra a pélvis do moreno, rebolando contra ele.

— Onde pretende chegar com as provocações? - perguntou direto.

 —  Talvez em motel? - indagou. - onde possa sentar em você até não aguentar mais e depois quem sabe dormir de conchinha igual nos filmes… - encostou a cabeça no ombro alheio sentindo as mãos do outro irem até sua cintura.

— Por que simpliste não vamos para lá? - sugeriu virando o ômega de frente pra si.

— Por quê é sua primeira vez aqui, vamos aproveitar, vamos beber juntos. - o puxou em direção ao balcão.

   — Desculpe, não bebo. - se desculpou. 

— Prometo que não farei você tomar nada forte, vamos só um pouco, me pareceu muito distante hoje, quem sabe um pouquinho de álcool ajude, estou aqui contigo, não deixei que nada de mal aconteça, confie em mim. - segurou a mão dele.

— Tudo bem. - se deu por vencido e outro deu um pulinho contente.

— Okay! Dois 'Alexander' por favor. - pediu gentil ao barman. 

 Se juntou ao loiro em um dos bancos que tinham no balcão, quando sua bebida foi entregue hesitou um pouco antes de beber, segurou a taça e a encarou por um tempo, o Uzumaki sugeriu um brinde.

—  Um brinde a sua primeira em uma boate. - riu, as taças se chocaramfazendo um breve barulho, o loiro virou sua bebida em segundos já Sasuke foi tomando aos poucos.

O mais velho pareceu gostar, a prova disso foi ter pedido mais alguns depois do primeiro, aos foi se tornando visível que estava ficando bêbado, o loiro lhe avisou e pediu para que parasse de beber, porém, ele insistiu para beber mais um pouco.

—  Ei, já chega. Você está todo torno banco e melhor a gente ir. - falou sério.

 — Faço o que você quiser. - rindo bobo quase caindo da cadeira.

Ele se apoiou no ômega que o ajudou a passar entre as pessoas aglomeradas, assim que já estava do lado fora, o moreno começou a olhar as estrelas, foi quando sentiu seu estômago embrulhar e então cobriu a boca com sua mão.

—  Acho que vou vomitar. - se afastou do mais novo se aproximando de uma moita, colocando tudo pra fora.

O Uzumaki deu tapinha nas suas costas falando: "Eu avisei, mandei você parar mas quem disse que me escuta?". Após ele ter se recuperado, guiado até um banco que tinha ali perto, se sentou e esperou pelo ômega que tinha ido lhe comprar uma garrafa de água e um remédio.

Estava se sentindo culpado, de cabeça baixa resmungava o quão era idiota e o quão possivelmente tinha estragado a noite do outro, sentiu algo gelado contra seu rosto o que gerou um sobre salto pelo susto, viu Naruto em cima frente rindo com uma garrafa em mãos.

 — Pegue. - jogou e por sorte conseguiu agarrar, abriu e em poucos minutos tomou todo líquido. - Por que está com essa cara de novo? - questionou.

  — Desculpe por estragar sua noite. - se desculpou baixinho.

—  Pare de pedir desculpas, minha noite está sendo ótima. - respondeu.

—   Eu quase vomitei em você.

—   Idai, geralmente sou eu que faço isso, na verdade sempre saio arrastado das festas, já perdi as contas de quantos idiotas já tentaram abusar de mim enquanto eu estava assim, hoje foi a primeira vez que me importei com alguém que não fosse eu mesmo, meu avô ou Shikamaru. - contou. - Não foi só você que teve novas experiências okay? - brincou.

   — será que poderia dividir algo com você? - perguntou depois de ter ficado um tempo em silêncio.

 — Desde que não seja contas, por mim tudo bem. - deu os ombros e outro riu.

— Relaxe, não são contas, por mais preferisse que fosse.- resmungou. - Bom, nunca dividi essas coisas com ninguém, apenas os professores sabem… - iria continuar mas parou ao sentir a mão do ômega segurar a sua.

 — Por algum motivo estou com medo, não me diga que é de uma família de gangster? - arregalou os olhos.

 — Não, não, claramente não. - respondeu negando com a cabeça e rindo.

— Ufa, desculpe por isso, continua. - incentivou.

— Tudo bem. É que… bom, um amigo, isso um amigo! É, ele está com problemas, o que ele deve fazer? - se enrolou todo deixando evidente que o amigo na verdade era ele.

— Acho que o efeito do álcool ainda tá presente. - falou baixinho. - Que tipo de problemas seu "amigo" está? - cruzou os braços esperando a resposta.

— Os pais dele são muito controladores, cobram muito para que ele seja o melhor de todos, na verdade, para ser melhor que o próprio irmão, que ele nem pode mais chamar de irmão, foi proibido pelo próprio pai de tocar no nome dele ou qualquer  coisa que envolvesse ele. - respondeu parecendo nervoso.

—  Qual é o motivo disso? São sangue do mesmo sangue, é um ente querido, da família, não é assim que deviam trata-lo, o irmão do seu amigo fez algo errado? - questionou.

—  Meu irmão, digo, o irmão do meu amigo. - bateu sua na própria testa se chamando de burro. - passou quase a vida inteira tentando provar pra família seu potencial, o quão era inteligente, eles o tinham como prodígio. Ele passava noites em claro, estudando e estudando, muitas vezes não comia, as poucas vezes que saía do quarto era para ir a escola ou ao curso, levava a vida como uma máquina, deixando de lado seu jeito humano. - contava olhando pro chão, a tristeza estava estampada em seus olhos, o loiro fez um leve carinho em sua mão, então continuo a história. - Certo dia, em um jantar de família, no qual todos se gabavam de alguma coisa que tinham feito ou seus filhos tinham feito, ele conheceu seu primo, de primeira o achou um cara super inteligente, bonito, carismático e diferente dos outros ali presente não se gabava de seus feitos. Seu nome era Shisui, conhecido pela família por ser um grande "rebelde", reconhecido desse jeito por levar a vida do jeito que queria sem se importa com que aqueles a sua volta tinham a dizer. - contou.

— Gostei dele, qualquer dia me leve pra conhecer o irmão do seu amigo e o Shisui parecem pessoas boas que são mau compreendias por quererem viver. - ele encostou a cabeça no ombro do lúpus. - Aliás qual é o nome do homem máquina? - perguntou curioso.

  — Itachi. - respondeu, pode sentir como um peço saindo de suas costas, fazia tanto tempo que não ouvia e nem dizia o nome do irmão que nem sabia como não tinha esquecido. - Ambos eram da mesma escola,mas nunca tinha se visto antes, depois daquele jantar aos poucos começaram a se aproximar, conversa vai conversa vem, de apenas "bom dia" a apelidos íntimos, abraços, beijos, mãos dadas, sair e voltar tarde ou até mesmo não voltar. Foi quando o pai de Itachi percebeu suas notas caindo, que o filho quase nem estava em casa, ele colocou alguém para espionar a vida do próprio filho, quando descobriu, com fotos e provas, chamou o filho mais velho até seu escritório. Gritos, xingamentos, palavras carregadas de ódio, tapas, chutes, socos e até mesmo pontapés, ele quase tirou a vida daquele que sempre fez tudo por ele, que deixou de viver para orgulhar e honrar o nome da família. Quando Shisui chegou foi ainda pior, ele abraçou Itachi e apanhou por ele, era impossível não perceber o amor que tinham um pelo outro e que aquele sentimento não ia sumir, então, ambos foram condenados ao inferno pelos familiares, jurados de morte, deserdados, os apagaram totalmente da família, viviam como se eles não tivesse dado seu sangue, lágrimas e suor por todos ali, para eles nem tinham nascido. - o alfa se permitiu, chorar e entregar ao conforto do abraço do ômega, que começou a acariciar seus cabelos.

—  Você é forte Sasuke, seu irmão e seu primo com certeza estão bem, eles devem estar felizes juntos, seu irmão deve ter orgulho de tem você é, ter orgulhoso de quem você se tornou, por suportar isso tudo sozinho e não contar a ninguém. - o apertou um pouco mais durante a braço. - Não sou o cara certo pra isso e não posso promete estar ao seu lado, mas agora estou aqui contigo, saiba que tenho orgulho de quem você é, por favor pare de tentar superar de irmão por que seu pai quer, seja você, viva, não quero que passe pela mesma coisa, tenho certeza que vai achar alguém espetacular mas até lá, não vou sair de seu lado, vou cuidar de ti. - desfez o abraço segurando sua mão e deixando um beijo em sua testa.

 — Se eu não for melhor que ele, acabarei igual entende? - perguntou. 

  — Não, se for tentar ser o que não é o que não quer ser vai ser pior. - respondeu. 

  Quem me garante, se der tudo errado? Quem me salvaria desse pesadelo? - questionou.

— Eu mesmo! Seria tipo a Rapunzel e o José Bezerra. Escalaria a torre por você. - admitiu deixando o mais velho um pouco espantado com sua reposta. 

  — José Bezerra é um ladrão Naruto. - revirou os olhos.

 —  Foda-se, vou roubar seu coração então. - deu ombros, o choque só pareceu ter aumentado. - Vamos, vou te levar pra casa do Sui. - falou se colocando de pé esticando a mão para o mais velho.

—   Por que vamos pra lá? - Indagou.

  — Nós não, você. Vou te deixar lá e vou pro meu apartamento, você foi fazer um trabalho lembra? - questionou.

 — Já tinha me esquecido. - passou a mão pelos fios negros, segurou a mão do outro e começaram a caminhar pela calçada.

    [...]

Depois daquela noite, tinha acordado com uma enorme dor de cabeça e poucas lembranças da noite passada. Suigetsu tinha lhe preparado uma sopa para ressaca e Naruto tinha deixado alguns remédios caso a sopa acabasse não funcionando.

Foi a escola ainda preocupado com os acontecimentos da noite anterior, com uma coisa em mente, que era pedir desculpas pelo trabalho que provavelmente tinha dado ao mais novo, estava quase jurando não tomar nenhuma gota de álcool pelo resto da sua vida.

Aconteceu que as horas foram passando e o ômega não havia chegado, preocupado mandou uma mensagem no intervalo de aula perguntando se tinha acontecido algo, porém nada, no final da aula ligou, porém, nada de novo. Resultado, um Uchiha sem unhas, pois havia ruído todas.

Uma semana se passou, é mesmo assim, nada dele, tinha sido difícil, não havia entendido o motivo de seu sumiço e se culpava repetidas vezes, se perguntava se havia dito algo errado ou feito algo pior.

Foi difícil, os dias se resumiam em lembranças do loiro, seu sorriso, suas falas, jeito e cheiro que bagunçava sua mente mesmo ele não estando ali. Estava meio vago, ao voltar para casa o processo era o mesmo, banho, estudar, comer, estudar, deitar, olhar para as paredes e lembrar dele, se perguntando se ele o desculparia pelo que tinha feito de errado e voltaria, mas também pensamentos do que poderia fazer ao de apenas sexo toda vez que viam.

Não era como se transar com Uzumaki fosse ruim, pelo contrário era ótimo, seus toques, seus beijos… Ele era único. Mas sim sair para tomar um sorvete, ir ao cinema, irem ao um restaurante no fim de semana ou apenas um passeio no parque também era legal.

O lúpus já não podia negar que sinta a falta do corpo do ômega, lembre-se vagamente de suas curvas e de tudo que era capaz de fazer. O Céus, ele sentia tanta falta do corpo de Naruto, de suas proporções perfeitas, como se tivesse sido esculpidas pelos deuses, de tão perfeitas pareciam mentira, sentia falta da respiração do loiro conta seu pescoço, de seus gemidos, de quando ele lhe chamava de Suke e  de seu cheiro cítrico.

Se pegava distraído pesando naquelas pernas, lábios… Ele por inteiro, da cabeça aos pés. Sua consciência o xingava pela possível merda que tinha feito. Mas também tinha outra grande possibilidade, ouvia muito no vestiário que o Uzumaki não muito de se apegar ou sair mais de uma vez, nunca se envolvia com ninguém, era apenas sexo e nada mais, aqueles não aceitavam isso eram apenas mais um na fila dos viciados na doçura da maçã proibida.

Se revirou na cama respirando fundo e por fim fechando os olhos, teria um logo dia por conta de um almoço e também jantar com os novos sócios de seu pai. Mais uma vez sendo alguém que não era e que também não queria ser, isso o deixava em enjoado, o deixava triste, era um tanto pesado demais.

(...)

Claro que o jantar foi uma verdadeira encheção de saco, seu pai não parava de falar da suas notas, de suas posições em concursos da cidade, prêmios e por aí vai, sua cabeça estava doendo tanto que só pensava em chegar em casa ir pro quarto tomar banho e dormir.

Passou o caminho de casa em silêncio, quando chegou apertou o passo e chegou rápidamente em seu quarto, encostou as costas na porta respirando fundo, trancou a porta e saiu de lá, se sentou na beira da cama deixando seu celular em cima da cama, passou as suas mãos entre seus fios negros, bufando frustrando.

Estava pronto pra se levantar e ir tomar uma ducha quando seu celular vibrou em cima da cama, pegou o aparelho vendo o nome de Naruto brilhar na tela.

"Você está em casa?"

 Okay, por algum motivo estava super nevorso, desbloqueiou a tela e respondeu que estava,  recebendo um áudio em seguida.

 — Suke… - a voz arrastada chamou por ele. - posso te ligar? - perguntou, foi um pedido extremamente esperado mas como aquele.

Respondeu com um curto sim, recebendo em segundos a ligação por vídeo do mais novo, sua visão dele era da boca até um pouco de seu abdômen nu, o sorriso nos seus lábios fez com que os pensamentos negativos e aquela agonia que estava sentindo irem embora.

 — Boa noite Uchiha. - saldou com a voz um pouco rouca e arrastada. - Você fica ótimo de terno. - elogiou mordendo os lábios.

— Boa noite, obrigado. - respondeu todo tímido.

 — Bom, já tivemos algumas e muito boas experiências, vim lhe propor outra, um showzinho pós cio, esses dias foram difícil sem você sabia. - falou todo dengoso. - O que acha? - perguntou. 

 — Iria adorar. - desafrochou a gravata.

 — Você é mais divertido do que eu esperava. - umideceu os lábios.

Se afastou do celular dando visão de corpo nu. Ah, aquela pele delicada e bronzeada, aquelas belo parte coxas roliças, seu rosto delicado, com as três marquinhas de cada lado do rosto que o deixavam ainda mais bonito, lábios avermelhados e chamativos que o deixava com mais vontade de estar com ele para então beija-lo e tê-lo mais uma vez.

Dedilhou seu próprio abdômen começando a estimular seus mamilos de joelhos sobre o colchão, já deixando escapar uns gemidos baixos, se acomodou no colchão fofo, puxando um travesseiro, abriu as pernas, ficando totalmente exposto para o alfa.

Com seu corpo quente, sem poder toca-lo só olha-ló, resolveu livrar seu membro do aberto da calça e da box, o falo estava duro com pedra, ele realmente tinha um grande efeito sobre o alfa, ômega pareceu ficar satisfeito ao saber que ele gostava do que via.

Virou de bruços por cima do travesseiro, como esfregar contra dele, soltava murmúrios de prazer, aquilo era bom, os movimentos contra objeto de algodão se tornavam cada vez mais rápidos. 

— Sabe… - começou olhando de canto ficando o mais velho pela tela do celular vendo que esse o observava com atenção. - Esse dias todos durante o cio, não teve um dia se quer não chamei por você. - cavalgou sentiu sua lubrificação escorrer por suas pernas e seu membro dando sinais que estava quase no limite. - Pensava em ser seu o teu o tempo todo, senti falta do seus toques… - ofegou acelerando seus movimentos. - Imaginei o quão bom seria sentar em você, sentir você dentro de mim, te beijar, o ter acariciando minha bochecha, dizendo tímido que está quase no limite e logo depois me enchendo de porra. - terminou sua frase gemendo alto se desfazendo no travesseiro, ficando um pouco naquela posição se recuperando do orgasmo.

— Naruto. - chamou com a voz rouca se segurando para não rosnar. - Tem algum brinquedo que possa usar? - perguntou. 

— Tenho. - respondeu baixo, ainda tendp alguns espasmos.

  — Use. - foi como ordem.

Dito e feito, levantou indo até seu guarda roupa pegando uma caixa preta, tirando se dentro um consolo mediano e junto a um gel lubrificante, deitou se novamente deixando a caixa no chão, aplicou um pouco de lubrificante em sua mão e espalhou sobre consolo, ficou de joelhos sobre a cama,  ele encaixou o pênis de borracha na sua entrada e foi sentando devagar.


O Uchiha começou a se masturbar sem tirar os olhos da tela do celular, o loiro fechou os olhos gemendo alto ao ter seu interior preenchido.

—  Estou cansado desses brinquedos idiotas Suke… - resmungou rebolando contra o objeto. - Passei uma semana tendo que me satisfazer com eles quando queria estar com você dentro de mim. - confessou manhoso. - Eu quero tanto você. - manhou.

—  Por enquanto tente se satisfazer com isso, prometo lhe compensar quando voltar. - focou nas quicadas do outro no pau de borracha.

—  Sentiu minha falta? - perguntou. 

—  É claro que senti, não teve um dia que não pensei em ti. - acabou confessando. 

Ao sentiu que seu orgasmo estava próximo acelerou os movimentos, prendendo a cabeça para trás, gemendo o nome do ômega.

 — Goza pra mim Suke. - pediu dengoso sentando com força sobre o consolo chamando pelo moreno.

— Senti tanta falta de ouvir gemer. - falou baixinho.

  Cerrou os olhos com força atingindo o ápice, Naruto não demorou muito atingir seu segundo orgasmo.

—   Estou todo sujo. - resmungou. - Preciso te ver de terno pessoalmente. - disse se levando ainda se recuperando do orgasmo recente.

—  Pra que? - arqueou a sobrancelha. 

— Preciso testar uma coisa. - respondeu mordendo os lábios, ele apenas riu da cara de pau do outro.

 — Sinto estava precisando disso, devo agradecer por ter me ligado. - falou.

—  Então sentimos, mal posso esperar para ser recompensado. - piscou.

—  Você vai cobrar não é mesmo? - indagou.

— Claro que vou. — respondeu.

 — Okay, mas com uma condição. 

—  Qual? Já está começando a me enrolar. — revirou osolhos.

— Se podemos fazer isso mais vezes, tipo, quando estiver passando por um momento difícil, se é que me entende. - propôs com um biquinho, era me óbvio o tipo "momento difícil" que o Lúpus enfrentava, deixou escapar uma risada. 

—  Claro, você pode me ligar quando estiver passando por um momento difícil. Sou seu 119, posso fácil mentalmente apagar seu fogo, não tem problema. - deu os ombros.

—  Combinado então. - os dois riram.

[...]

Já tinha passado horário de alunos e funcionários irem embora, estava tudo vazio, exceto a sala de reforço, que estava trancada e só por precaução tinha uma cadeira escontada na porta, janelas fechadas, pouca luz. 

Estaria o mais puro silêncio se não fosse pela respiração acelerada de um certo loiro e um moreno e o barulho dos corpos se chocando junto a murmúrios de prazer, gemidos manhosos e roucos e poucas vezes podia ser ouvir Sasuke rosnar pelas provocações do Uzumaki.

 — M-mais rápido de Suke, mais rápido. - revirou os olhos, jogando a cabeça pro lado, Sasuke não perdeu a chance de deixar suas marcas ali, este segurava sua perna esquerda enquanto aumentava a velocidade das estocada e aproveitava para estimular os mamilos do loiro.

—  Seu cheiro está me deixando louco. - falou e suas pupilas delataram.

Seu perna fraquejou quando o Uchiha acertou sua proposta, gemeu alto incentivando o outro a continuar naquele ritmo.

—  Você está ficando cada vez melhor nisso, estou com medo acabar me apegando a você. - Admitiu puxando o mais velho para um beijo.

Beijo um tanto selvagem, um ósculo quente, as línguas disputavam espaço, uma vez ou outra gemiam durante o beijo, o mais velho deixou os mamilos do mais novo começando a masturbar-ló, quando o beijo cessou pela falta de ar, o lugar foi tomado pelas lamúrias de prazer de Naruto, este rebolava com gosto no falo do Uchiha.

Não demorou muito para atingirem o ápice, se deitando sobre a mesa se recuperando do orgasmo recente, respiração acelerada, corpo suados e sujos de porra, se entre olharam brevemente, se viam nessa situação na qual o Uchiha jurava pela vida que nunca aconteceria.

— Vem, vamos se limpar e arrumar essa bagunça, tenho uma surpresa no telhado. - falou indo da frente.

 — Como assim uma surpresa? - perguntou.

— Quando chegarmos você irá saber. - respondeu sem dizer mais nada.

Após uma ducha no vestiário junto a umas mãos bobas e sala arruma finalmente foram ao telhado. O local nunca esteve tão arrumado, no chão havia uma toalha xadrez vermelha com branco e uma cesta de piquinique.

— Meu plano era ir ao parque fazer um piquinique mas julguei que não quisesse ser visto comigo então achei que aqui fosse um bom lugar. - explicou. - Não imaginei que fosse estar tão frio por aqui. - resmungou passando as mãos rapidamente pelos braços na tentativa falha de se esquentar.

 — Coloque isso. - ofereceu seu suéter que não foi rejeitado. - Pensou errado, poderíamos ter ido ao parque, mas acho aqui um bom lugar, tem uma vista boa. - falou olhando a vista que tinha da cidade.

 — Quem sabe da próxima, agora venha, vamos comer, estou morto de fome, além do mais que come é você. - disse rindo.

 — Péssimo trocadilho, se é que foi um trocadilho. - negou com a cabeça se sentando sobre a toalha. - o que trouxe para esse pobre lúpus? - questionou.

 — Trouxe uns sanduíches, suco e uns tomates, fiquei sabendo que você gosta muito de tomate, eu os escolhi bem. - respondeu abrindo a cesta revelando tudo que trouxe.

— Seja lá como descobriu, é um fato, eu amo tomates. - Admitiu.

 — Sinta-se privilegiado, além ser a única pessoa qual me dou o trabalho de fazer sanduíches, suco e escolher tomates, não deixando de lado a vontade de querer ser um tomate. - disse.  

— Você não está brincando comigo, está? - questionou olhando nos olhos do loiro.

  — Olha eu posso até ter ficado com várias pessoas e tal mas quando não quero é não na hora, sem papo furado, muitos não gostam de mim por isso, também não sou muito de agradar ninguém. - respondeu sincero. - percebi sua cara de quem não tem dormido direito e que perdeu peso, então caprichei no lanche, fique quieto e coma. - ele se rendeu ficando quieto.

  — Hm. - murmurou ficando em silêncio por um tempo. - é o Shikamaru? Parecem bem íntimos.

 — Shikamaru? Somos amigos. - respondeu simplista.

—  Ah, amigos… pareciam bem amigos mesmo quando encontrei vocês na biblioteca outro dia. - resmungou. 

— Somos amigos, porém, amigos com benéficos. - Deu os ombros.

— Como assim "amigos com benéficos"? - perguntou.

  — Bom, amigos com benéficos… como eu posso explicar? Os benéficos da nossa amizade são: ajudar um ao outro no cio ou em momentos de carência. Ele não se apega, gosto disso, diferente dos outros ele não fica no meu pé, não temos sentimentos um pelo outro, são apenas benefícios. - explicou. 

Ele ficou aliviado, então acabou deixado transparecer pois ficou rindo o tempo inteiro, conversa vai, conversa vem, um disfarçada aqui outra ali, o Uchiha tirou uma foto do loiro sorrindo distraído com vista. 

Ele é tão… tão bonito.

Seu coração acelerou e foi então que pode sentir que o Uzumaki já estava em seu coração.

A despedida foi demorada, depois de tanto enrolar, finalmente chegou em sua moradia. Entrou em casa sem conseguir conter o sorriso, aquilo era extremamente raro, emoções não era algo que Sasuke gostava de demonstrar, mas era impossível não sorrir ao lembrar dos momentos que tivera ao lado do loiro, encostou na porta deixando as lembranças virem, tirou o celular do bolso entrando na galeria procurando pela foto que havia tirado, ficando cada vez mais bobo. Nunca tinha visitado o telhado da escola e também nunca tinha feito um piquenique. Seu coração acelerou novamente, mais um aviso da chegada um novo sentimento, por mais que estivesse com medo estava pronto para enfrentar tudo de cabeça erguida.

Saiu de perto da porta e se aproximou da sala podendo ouvir a voz de seu pai junto a uma desconhecida.

 — Ele nunca chega tarde, é um bom rapaz. Ele deve ter pedido apenas a noção de tempo, tem costume estudar na colégio as vezes. - explicou Fugaku, ao ouvir passos virou para trás vendo seu filho ali. - Aqui está ele, este é o meu único filho, ele não irá me decepcionar igual aquele moleque. - falou rindo como se tivesse contado uma piada, o lúpus então cerrou os punhos.

  — Então você é o famoso Uchiha Sasuke! - o homem de cabelos pretos meios espetado que usava um tapa olho levantou e rapaz se curvou. - é um prazer conhecer o orgulho de Uchiha Fugaku, ele fala de você o tempo inteiro. - contou.

— Fico feliz em saber que meu pai tem tanto orgulho de mim assim. - tentou sorrir.

—  Esse é um dos meus sócios filho, teremos visitas assim frequentemente então procure chegar certo sim? - pediu dando um sorriso, tão controlador, aquele sorriso lhe dava nos nervos, fazia com que se sentisse um lixo. Apenas concordou com a cabeça. - Vá tomar um banho e desça para o jantar. - ordenou. 

Se curvou mais uma vez e saiu, subiu as escada e com pressa, entrou no cômodo deixando a mochila no chão e correu para o banheiro, ficou de joelho frente o vaso colocando tudo que havia comido para fora. Seu corpo ficou fraco e sua visão turva, apertou a barra da camisa que vestia com força, respirou fundo e se levantando devagar.

Seu celular vibrou no bolso de trás de sua calça, pegou vendo o nome de Naruto brilhar na tela. 

"Chegou bem em casa?" 

Bloqueou a tela do celular deixando o aparelho em cima da pia, se despiu e entrou no box, ligou o chuveiro, sentindo a tensão diminuir.

Após estar vestido adequadamente para uma ocasião com aquela, respirou fundo, pedindo paciência pois sabia que aquele jantar seria extremamente estressante. Abriu a porta e desceu a escadas, encontrou seus pais e o convidado na mesa a sua espera, se juntou a eles se servindo em silêncio.

O Uchiha mais velho não parava de elogia-lo e dizer o quão era melhor que seu irmão, sua cabeça dóia toda vez que ele arrumava um jeito de enfia Itachi na conversa e colocá-lo como decepção da família, sua mãe escutava tudo aquilo em silêncio, umas vezes ria de comentários preconceituosos, difamatório ou nojento sobre seu irmão mais velho, aquilo lhe dava ânsia, se perguntava como conseguiam ser tão frio e como Itachi tinha conseguido segurar a barra por tanto tempo. 

Depois que Fugaku descobriu o relacionamento do filho mais velho com o primo, este fez um escândalo, seu pai vivia em uma bolha repleta de senso comum, na cabeça dele apenas sua opinião era a correta, sua esposa quase não falava, apenas apoiava as decisões do marido sem criticar. Perante a descoberta, Itachi apanhou na frente do irmão mais novo, chamado de vários nomes horríveis, foi tratado como lixo, todos os seus anos de vida decido a dar orgulho a família, aumentar o ego de seu pai, foi em vão, foi em vão seu esforço, suas noites mal dormidas, as noites em claro estudando sem uma pausa para respirar um ar puro ao até mesmo comer, as noites em claro lendo livros para aumentar seu conhecimento com as luzes apagadas para que Sasuke pudesse dormir trouxe consequências, um problema de visão, também um distúrbio alimentar e crises de ansiedade.

Certamente, Shisui foi seu porto seguro, aquele que estaria sempre ali para esticar a mão para ele e o ajudar a levantar, aquele que elogiava seu trabalho duro e esforço, aquele insistia em fazer o alfa comer e sair um pouco do quarto e lembrar o que é viver. Era extremamente grato ao primo por ter ajudado o irmão, era uma pena não poder demonstrar sua gratidão.

Sua cabeça latejava, as risadas dos mais velhos ecoavam pela sua cabeça o deixando zonzo. Afastou a cadeira e se levantou.


—  Se me dão licença, não estou me sentindo bem, irei me retirar. - explicou - foi um prazer conhecê-lo. - se curvou antes de sair dali as pressas.



 [...]


Sasuke não havia dormido, as olheiras junto as olhos avermelhados denunciavam isso, estavs tão distraído com os próprios pensamentos e o que faria em relação ao seu "caso" com Naruto, que só percebeu a presença do outro ali por conta do seu cheiro. 

—  Bom dia Sas! - saudou se aproximando para abraça-lo porém o mais velho esquivo. - o que foi? Estou com mau hálito? 

 — Não é isso, precisando conversar. - era perceptível ser algo sério. - Venha comigo. - saiu na frente seguindo pro telhado da escola, longe dos alunos.

—  O que houve? - perguntou receoso.

—  Bom, deve ter percebido a mudança no meu comportamento. Sei que não gosta demonstração de afeto e o que temos e apenas sexo e nada, mas, antes mesmo que sinta algo por você, quero dar um fim nisso. — Falou.

Era bem claro que estava mentindo, estava completamente visível que sentia algo pelo Uzumaki. Ele suspirou sabendo que tinha que ter coragem para isso, era algo difícil até por que era um sentimento novo e também algo que poderia ir para frente.

 - Quero acabar com isso, quero acabar com tudo que nós temos, sinto muito, mas, não posso ir pra frente tanto com essa relação, tanto qualquer sentimento, coisa que provavelmente não aconteça. - foi extremamente direto.

  Calma lá, tá bom que só demostro interesse sexual, mas poxa, me abri com você, contei coisas que achei morria com elas. Acha mesmo que já não sinto algo por você? - perguntou meio desacreditado.

— Entenda que é difícil pra mim. Essa é minha primeira experiência com qualquer outra coisa que não seja livros, concurso e coisas relacionas a estudo, sou grato por me dado um olhar diferente das coisas, mas não posso ir para frente com isso. - respondeu com sinceridade.

— Foi seu pai nao foi? — se lembrou da conversa que tinham tido com o Uchiha bêbado.

 —  Por favor não torne isso mais difícil, você não entende minha situação então pare de relembrar desse momentos, me machuca profundamente. É melhor não nos vemos de novo, mudarei de escolar, será melhor para nós dois. - tentava se manter firme, estava por fio de desistir daquilo e pedir para ficarem juntos para sempre.

— Melhor para nós ou para sua família? Sasuke acorda! Está voltando a ser como era, você não é brinquedo! - alegou estressado.

—  Naruto pare com isso, acha que isso é fácil, tudo seria melhor se tivesse te rejeitando antes. - se exaltou.

— Então arrume um jeito pra voltar no passado ou algo que me apague de sua mente, deveria me agradecer e não negar quem você realmente é e tudo que fizemos. - berrou.

—  Já chega! - acabou usando a voz de alfa, ômega se encolheu. - M-Me desculpe, eu não queria… - se aproximou.

—  Não se aproxime, não preciso de mais nada de você, muito menos das suas desculpas. - disse rude pronto para sair dali.

— Ei! - impediu o ômega de ir embora o segurando pelo pulso.

  — O que foi agora? Não disse que era pra mim ficar distante? Já está com saudades? - as perguntas tinham um tom sarcasmo aparente.

—  Não, só ia pedir para devolver meu suéter. - disse, Naruto não conseguiu segurar sua risada carregada de deboche.

—  Você é um grande babaca. Espere sentado por aquele suéter idiota, ou melhor, as cinzas dele, pois a primeira coisa que vou fazer ao chegar em casa vai ser acender minha lareira e preparar um pipoca, jogar seu suéterzinho no fogo e assistir ele queimar enquanto como pipoca, me largue! - falou aumentando cada vez mais seu tom, soltando seu pulso do aperto saindo da vista do mais velho em passos pesados.

O Uchiha se sentou no chão, é agora tudo voltaria a ser como antes, sozinho, servindo apenas como brinquedo de sua família, agarrou os próprios fios de cabelos com uma certa força começando a chorar.

(...)

—   O que foi? Parece frustrado. - Perguntou Shikamaru após soltar a fumaça do cigarro.


—  Você acha que eu tenho chance de ser feliz com alguém? Tipo, casar? Não sou um ômega puro, sou conhecido por todos com "rodado". Todas minhas chances de um alfa querer mais que uma noite comigo e zero. - questionou o Nara em seguida tomando um pouco da sua cerveja.

—  Naruto, você nunca se importou com o que outros diziam de você. O que aconteceu? Está apaixonado? - perguntou curioso, apagou o cigarro. - Você não é rodado, o corpo é seu, você apenas não quer relacionamentos o que há de errado nisso? Quantos alfas não tem casos antes de encontrar aquele que é destinado a ele, ou ser obrigado a se casar, pessoas têm pensamentos diferentes, é esse tipo de pensamento sobre um ômega é bem merda. - falou sincero.

— Estava precisando ouvir isso, você sempre é bom com as palavras. - admitiu tomando o que sobrava na lata. - Não estou apaixonado, além do mais, amar por dois só da prejuízo não é mesmo. - riu meio triste com o próprio comentário.

—  É, que tal deixar isso de lado? - sugeriu batendo mão em sua perna como um convite para loiro sentar. - Está bastante visível sua frustração. Por que não vem descontar tudo isso em mim? Estou disponível hoje. - sorriu malicioso. 

  — Por que não? - deu os ombros indo até o alfa deixando a latinha em cima da mesa e se sentando no colo do moreno de frente para ele, não demorou muito para iniciarem um ósculo cheio de desejo e selvageria, as mãos do ômega se afundavam nos fios negros enquanto as mãos do outro passaevam pelo seu corpo até chegar na sua bunda a apertando com força, o fazendo arfar durante o beijo. - vamos pro meu quarto. - sugeriu ofegante quando o beijo cessou.

O Nara apenas concordou com a cabeça se levantando da cadeira ainda carregando o loiro pro andar de cima deixando um rastro de roupas até o quarto do mais novo.



Notas Finais


E aí, não vão me matar né?
Galera vocês me deram o presente de aniversário perfeito, a fanfic atingiu um número que nunca achei que fosse chegar, na real achei que fosse flopar. Queria agradecer aos comentários positivos, obrigada pela interação mesmo ela sendo um emoji ou um "continua" Já me deixa super feliz.
As músicas usadas:
NCT DREAM - 119: https://youtu.be/NXTrbTMyH5U
Kang Daniel - 2U: https://youtu.be/e6Kn-HhM6DE
Espero que tenham gostado, por favor se alimente, se hidratem e lavem as mãos! <3


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