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História Good Morning Mark - Mark Tuan - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Capítulo 2.


Jade


Acordo e era segunda feira, ou seja, dia de escola. Caminho até o banheiro e vejo que a porta está trancada, tento abri-lá só que não consigo. Até que me lembro que, infelizemente, eu não moro sozinha. 

— Hey, Tuan! Se apresse, tem gente querendo usar o banheiro. — Falo e o mesmo responde "Entendi" do outro lado da porta.

Quando ele saí do banheiro, entro e faço as coisas que se fazem quando se acorda.

Vou tomar o meu café da manhã e vejo que Mark está saindo de casa. E então resolvo perguntar:

— Já vai? Você nem comeu. 

— Não se intrometa na minha vida. — Ele responde com aquela grosseria de sempre. Reviro os olhos e me apresso pois já estava quase no horário de sair de casa.

Corro para alcançar o garoto, e consegui, amém. 

— O quê está fazendo? — Ele me pergunta com uma cara de desgosto. — Esqueceu do acordo? Vamos, vai para trás.

— Aish. — Bufo sem paciência. Como ele consegue ser tão irritante?

E esse foi o nosso caminho. Eu atrás e ele na frente se achando o tal. Ridículo. 

Cheguei na escola e achei meus amigos, Joy e Jackson. Éramos amigos desdo 8⁰ ano, confiava muito neles. Eles eram os melhores.

— Jade! — Joy chamou a minha atenção assim que me viu. — Como eu estava com saudades.

— Joy, — Soltei um riso anasalado e sorri. — fazem nem 5 dias em que nos vimos, sua boba. — A abracei.

— Não vai falar comigo não? Eu existo, ok? Ah, mas é verdade, você prefere a Joy. — Nessa hora tive vontade de matar Jackson, ele era sempre muito dramático. Dei um abraço no mesmo. — Acho bom. — Joy bate nele impaciente.

O sinal bateu, tínhamos que ir à aula. O dia na escola foi normal, garotas gloriando o Mark como se ele fosse o único garoto do mundo, aulas chatas com professores chatos e meninas altamente irritantes. Mas teve o lado bom né, vi os meus amigos, rimos e conversamos muito. Foi maravilhoso!

Estava indo embora com Joy, e como de rotina, passamos em frente ao campo de futebol. E lá encontramos Jaebum, o meu melhor amigo. Além do Jackson, claro. Ele é o TOP 2 no ranking de garotos mais bonitos do colegio, ficando atrás somente de Mark Tuan. Nos conhecemos desde que nascemos. Ele era como um irmão mais velho para mim. Mas infelizmente não temos conversado muito. Ele é do 3⁰ ano e tem horários diferentes do meu e também tem o futebol, o que faz ele ficar mais tempo na escola treinando. Sinto falta dele.

— Oi, pequena. — Ele me chama assim desde mais nova, mas na verdade ele quem é alto demais. — Como está? Faz tempo em que não conversamos.

— Oi, poste ambulante. Estou bem sim, e você? — Pergunto fazendo o mesmo soltar uma leve risada pelo apelido no qual eu o chamo.

— Estou bem também. — Ele ia falar mais alguma coisa, porém a técnica dele o chama para voltar ao treinamento. — Eita, preciso ir... Tchau Jade, tchau Joy! — Acenamos e o mesmo sai.

Andamos tranquilamente até chegar em casa. Me despeço de Joy e subo ao meu devido apartamento. Chego no local e vejo que não tem ninguém em casa. Estranho a situação. Ja era para Mark estar em casa, ele saiu mais cedo do que eu. 

Vou a geladeira e vejo o que tinha para o lanche, faltava poucos minutos para anoitecer e fazia tempo que não comia. Abro o refrigerador e avisto dois pudins de leite, aqueles de potinho, e resolvo pegar um.

— Bem, Mark deve ter comprado para nós, já que tem dois. — Abro a embalagem e pego uma colher na gaveta.

Me sento em uma mesinha que tinha em frente a televisão e começo a comer. Coloco em um noticiário local e me interesso sobre o assunto no qual passava. 

"— Após uma certa hora, becos sem saída, locais sem movimentação e locais sem iluminação estão começando a ficar perigosos, principalmente para as meninas. Boatos dizem que um homem está começando a seguir as garotas e tentam sequestra-lás para fazer alguma coisa..."

Acabo dormindo na mesa. Estava cansada, não sei por quê. Tirando o fato que nem prestei atenção na matéria.

Mark

Saio da escola e vou direto ao trabalho. Tinha que me sustentar. Aliás, eu morava quase sozinho. 

— Pode ir, Mark, seu turno acabou. — Diz meu chefe me liberando para ir para casa.

Finalmente vou poder descansar, o dia foi muito cansativo. Só preciso de uma boa noite de sono.

Chego em casa e vejo a seguinte cena: Jade, deitada na mesinha de centro da sala, com um pudim de leite vazio com uma colher. Fico irritado com a situação. Nós tinhamos um trato!

— Eu não acredito. — Disse quase gritando, a mesma acorda perguntando o que aconteceu. — O que aconteceu? Você ainda pergunta? Você comeu meu pudim, tinhamos um acordo. Não comer o meu pudim. — Digo a última frase pausadamente. 

— Ei ei ei, desculpa, eu pensei que um era para mim já que tinham dois na geladeira. 

— Para você? Por que eu compraria um pudim para você? Aish, por que você tem que ser tão tola? — Estava furioso. Era um PUDIM.

— Por que ta tão irritado? É só um pudim. Desculpa se eu te incomodei ou quebrei as "regras". Eu realmente só pensei que uma vez na sua vida você não pensou só em si mesmo. Mas pelo visto eu estava enganada. Se quiser, eu posso comprar esse pudim de novo, vossa majestade. — Ela falou com uma gota d'água caindo de seu olho. A mesma pegou um casaco e bateu a porta da entrada com força, saindo do local.

Jade

Fui comprar o pudim do Tuan, estava tarde, mas nem percebi o horario quando saí de casa. 

Caminhei até a loja de conveniência mais próxima de casa, mas percebo que a mesma estava fechada. Procuro outra loja em meu celular e vejo que tem uma um pouco distante de onde eu estava. 

— Ok, eu só volto para casa assim que comprar essa droga de pudim. — Disse a mim mesma. 

Eu estava chateada com o ocorrido, poxa, sério que ele era tão egoísta assim? 

Andando pela cidade, acabei me metendo em um beco escuro. E para a minha infelicidade, senti que estava sendo seguida ou vigiada. Olhei para todos os cantos até que me deparo com uma figura de um homem com um casaco e um capuz preto. A única coisa em que eu pensei foi correr. Corri até me esconder atrás de um matinho.

— Acho que ele já foi embora. — Digo a mim mesma e começo a chorar, chorar de medo, de desespero. Não tinha total certeza se ele ainda estava ali. Eu estava muito assustada.

Escuto barulhos de passos vindo até mim, me ecolho e fecho os olhos para que ninguém me veja. Até que sinto uma mão me balançando. 

— Sai! Não me machuque! — Voltei a chorar. Eu não sabia o que fazer. 

— Se acalme. Sou eu, Mark. — Ele solta um sorriso divertido ao me ver chorando. — Estava chorando, sua boba? 

— Eu te odeio, Mark. Tinha uma pessoa me seguindo. Ele correu atrás de mim. Como você achou que eu estivesse? Bem? — Rio irônica.

— Olha, vamos sair daqui. — Ele me coloca em suas costas e começa a caminhar. — Você pesada hein.

— Sai dessa, Tuan. — Acabo rindo, não sei o por quê, mas eu ri. — Tem algo a falar?

— Me desculpa. Acabei sendo grosseiro com você por causa do meu precioso pudim. — Ele diz me ajustando em suas costas. — Mas sério, não coma os meus pudins sem permissão.

— Aish, ok. — Respondo entediada.

Voltamos para casa e fomos dormir. Bem, acho que eu o odeio menos

.             .                .             .                  .

Hi babys!

Meu deus, acho que esse dos maiores capítulos que eu ja escrevi, ele tem 1.260 palavras. É isso né kkkkk. Até o próximo capítulo 

Dory's love you.



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