História Goseuteu (Markson) - Capítulo 3


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Categorias Got7
Personagens Jackson, Mark
Tags Got7, Jackson, Jark, Kpop, K-pop, Mark, Markson, Romance
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Palavras 1.484
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo Três


Alguns dias depois.

Outro dia cansativo passando meio dia na faculdade, estressante e pior quando tem um tagarela que anda do seu lado vinte e quatro horas.

Ele fica enchendo meu saco durante as aulas, isso me prejudica.

- Aigoo. Hyung, eu acho que quando eu era vivo, eu talvez tenha cursado nutricionismo ou educação física como você. Eu sou saudável e forte, não acha? - Ele pergunta, exibindo os músculos.

Patético.

- Mas você gosta muito dessa área. A próxima faculdade vai ser o que, medicina? Se bem que seus pais podem pagar já que eles são ricos...

E minha atenção já foi chamada mil vezes pelos professores. 

Mas o que me machuca é que às vezes ele solta uma dessas "se eu fosse vivo" "quando eu era vivo" porque não consigo imaginar ele ser uma pessoa morta. Ele não morreu, pra mim. É só uma pessoa que eu ignoro. 

Só isso.

- Muito bem. Aula acabada. Alunos que têm duvida com o TCC, por favor me procurem na minha sala particular...

- Vazei. - Falei bufando e me levantando. Peguei minha bolsa e saí com o fantasma preso na minha perna. Nós caminhávamos até o refeitório.

- Hyung, quando é que vamos ter aula com aquele velho abusado de novo? Me lembre pra não te perseguir dessa vez.

- Oppa. - É a voz da minha namorada, que acabou de chegar.

- Oi, Tzuyu - Eu sorrio. - Como foi a aula? - Eu pergunto. Ela entrelaçou nossos dedos. Eu desfiz.

- Wow. - Jackson solta. 

Tzuyu pareceu desconfortável mas tentou disfarçar.

- Foi... estranho. A professora mandou a gente extravassar e fazer um modelo de arquitetura.

- Omo. É a primeira vez que tenta?

- Claro. Eu estou no primeiro ano ainda, é muito horripilante. Estava pensando em fazer um hotel enorme... e preciso da sua ajuda.

- Hahah, vai ser difícil.

- Só me ajuda.

- Vamos fazer assim. Você tenta e eu tento. Deixa uma cópia do que é pra fazer na minha casa e eu te mostro quando terminar. 

- Ok. 

- Você é muito trouxa. - Jackson diz. 

Ah, puta merda.

- Você sabe disso, hyung. Vai fazer por nada. No final, vai acabar dando errado. Quero que saiba que eu quero que você se vire, eu não vou te ajudar com nada.

Eu não pedi a ajuda dele. Infantil.

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- Caramba, eu tenho que fazer isso. - Falo, sozinho. - Eu tenho que tentar. 

Eu estou em casa sem a compainha de ninguém (e de um Jackson por aí bagunçando felizmente não colado em mim) pensando no que fazer por essa menina.

- Aish. Eu tenho que fazer isso mesmo? Ela não faz muito por mim. - Me jogo na cama e afundo minha cabeça no travesseiro.

 - Eu tô com tanto sono... Talvez ela se vire sozinha. 

Se eu dormir só um pouquinho... quase nada... eu posso acordar até inspirado. É isso. Vou dormir.

- Ai meu Deus. Que horas são? - Acordo rápido. Corro para o relógio. São 1h14 da madrugada. 

Aish.... Agora que eu vou me esforçar mesmo. Não devia ter dormido.

Vamos ao trabalho. Levantar, ligar a luz, estalar os dedos e me esforçar pela minha namorada. Vamos lá.

- Omo. - Sussurro. Na mesa, parece que Jackson já o desenhou pra mim. Isso era previsível. 

Nossa, ficou muito bom. Ele é bom com isso. Acho que a Tzuyu vai adorar. 

Posso dormir em paz!

Aah, eu estou tão feliz. 

- Yay! - Corro até minha cama e abraço um ursinho de estimação. Cadê o Jackson? Eu sei que não posso falar com ele mas só queria agradecer sem ele saber.

Complica nessa escuridão toda da casa.
E ele não está no meu quarto. Ok, eu vou procurar por ele com a lanterninha do meu celular.

Saio do meu quarto e começo a andar. Eu me sinto em um filme de terror, mas em vez de fugir do fantasma, eu tô procurando por um.

Ele deve estar na sala. É isto.

Cuidado para não tropeçar, Mark, sem barulhos...

Olha ele ali. Dormindo ou fingindo. Eu sei lá se esse preguiçoso dorme.

Me aproximo dele. Ele parece tão bonito dormindo. Quieto e calado. Que cena rara, rara e bonita.

- Obrigado. - Digo, em mandarim. Me aproximo mais e dou um beijo em sua cabeça. Sorrio pra ele e crio até esperança que ele perceba. Mas nada. 

Tudo bem. É melhor assim.

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Dia seguinte, na faculdade de novo. Já no refeitório, esperando a Tzuyu, do lado da Sana. Jackson não está comigo. E deve ter se zangado.

- Oppa, você fez isso pra Tzuyu dongsaeng? - Sana perguntou, preocupada.

- Sim. Por quê? - Eu perguntei, nervoso.

- Porque ela não fez a parte dela.

Ouvir isso quebrou o meu coração.

- Jinjja? - Perguntei.

- É, sim. Oppa, temos que conversar sério. Eu acho que ela só está...

- Como é? Se aproveitando? Isso que você ia dizer?

- Bem... eu.... 

- Sana-ah. Por favor, me deixa aqui sozinho. Desculpe. Vá ficar com as meninas. - Falei, irritado. Sana saiu sem exitar.

Esperei um tempinho até Tzuyu chegar.

- Você demorou. - Falei, cansado.

- Ah, desculpe, eu... Tava resolvendo algumas coisas. - Ela disse, enquanto mexia o cabelo.

- Ah... o que era?

- N-nada. Você fez a sua parte?

- Fiz. Cadê a sua? Vamos comparar.

- Ahh, então oppa, acabei não fazendo. Me desculpa, eu não tive tempo.

- O quê? 

- Me desculpe. Mas me dá tua parte. - a diz, pegando da minha mão. - Wow, magnífico. Você caprichou.

Eu não respondi.

- Eu tenho que aperfeiçoar isso agora e e entregar o mais rápido possível. Obrigada amor, tchau. - E me beijou na bochecha, me deixando um lixo.

Eu nem quero mais assistir aula. Eu vou direto pra casa.

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- Aigoo, por que você tá chorando, hyung? - Assim que abro a porta vejo Jackson em casa preocupado comigo. Entro e fecho a porta.

- Foi aquela mocreia né? Por que não termina com ela? - Jackson diz. Ele estava cozinhando. Como é que ele faz as coisas e não percebe que eu uso depois sem saber que eu sei dele? Patético.

E eu estou chorando tanto... estou vermelho e trêmulo. Devo estar parecendo um pimentão e o cabelo ruivo não ajuda.

- Eu vou mandar uma mensagem pra Momo e pro Jinyoung pelo seu notebook. Espera aí. - Jackson diz. 

Eu sento em uma das cadeiras da mesa da cozinha e choro como uma criança.

Ela não gosta mais de mim? E se nunca gostou? E se se proveitou que meus pais são ricos pra vir pra Coreia de graça? 

Eu não sei qual é o meu problema.

- Voltei. Eu vou te trazer água, hyung. E eu trouxe seu urso... vou colocar em cima da mesa. Ok? - Ele fala, preocupado.

E eu solto outro berro de choro. Eu nunca chorei tanto. Eu realmente gostava dela, eu acho que ela está até me traindo.

Jackson deixa o urso em cima da mesa para eu pegar. Eu pego estantaneamente e o abraço como um bebê.

- Wow. - Jackson surpreende-se.

O choro passou a diminuir com o tempo.

- Chegamos! - Jinyoung chegou de surpresa com Momo e banda. Ele tem a cópia da chave da minha casa.

- O-o que é isso? - Me assusto. Momo trouxe Sana, Mina e Jihyo. - Você não quer trazer as 9 logo não?! - Gritei, chorando. - A Tzuyu é uma dessas 9!!

- Eu gostei! - Jackson fala, sorrindo.

- Você tava cozinhando? Chorando e cozinhando? Você é maluco? - Jihyo perguntou. - Deixa eu terminar isso. - Ela vai para o fogão continuar tudo.

- Aah, obrigado, my lady. - Jackson fala. Esse idiota parece feliz. Pabo.

- Oppa, você vai terminar com ela, não vai? - Sana perguntou, me oferecendo água. Jinyoung sentou do meu lado e começou a me fazer carinho.

- Eu teria terminado com ela na hora! - Mina disse. 

- Mina-ah, você cortou o cabelo? Tá lindo. - Jackson falou. Ele se encostou na parede e cruzou os braços.

- Eu também. - Momo falou. - Tem que fazer isso. Já faz tempo. Você tem que partir pra outra, porra. 

- Vai dar tudo certo, hyung. - Jinyoung falou. - Fighting!

- Eu já decidi. - Falei. - Vou terminar. 

Jinyoung e as meninas gritaram de felicidade. Jackson sorriu calmo. Sorri de volta.

- Você não tem certeza que são os hormônios fazendo isso com você por causa do choro e tal? - Jihyo perguntou, zoando.

- Cala a boca, Jihyo-ah. - Momo falou, rindo.

- Não. Eu deveria ter feito isso antes. - Eu disse, mais calmo, ainda apertando o urso.

- Vai ser difícil, mas vamos te ajudar. - Jinyoung falou.

- Obrigado. Eu amo vocês. - Eu disse.



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