História GOT7 Messages - Capítulo 15


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Markjinson, Markson, Prometo Parar, Senhorita_im, Surubaseven, Texting, Viadagem, Yugbam
Visualizações 53
Palavras 2.205
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa! Nem demorei tanto assim, né?

Bem... Fiquem aí com mais um capítulo especial super fluffy <3 Eu particularmente adoro ele.

Boa leitura!

Capítulo 15 - Capítulo especial: Concretização do novo


Era uma droga aquela sensação.

Eu realmente odiava machucar o Bam, mas parecia que eu tinha algum tipo de tendência a sempre fazer o errado. Tudo bem que a discussão em questão já vem de um tempo atrás e que, de qualquer forma, não é lá só minha culpa. Mas não posso negar que boa parte dessa parcela de mal-entendido aqui é bem minha.

Uma coisa que o Bam não entende é que, por mais seguro de mim que eu possa parecer, apenas uma fachada de imponência adorna minhas ações, sabe? E essa coisa toda de ser, como dizem meus hyung, versátil, não era algo com a qual eu estava habituado. Obviamente eu não mudaria de uma hora para a outra, certo?

Então por que era tão difícil dele entender isso? Poxa, o que custava seguir como sempre, sem forçar nada? Estava tudo tão perfeito antes, por que mudar tão de repente?

Suspirei cansando, apoiando a testa na porta enquanto tomava coragem para entrar e encarar a fera. Sabia que meu namorado não estaria bravo; não, este sentimento eu sabia domar facilmente. O que ele sentia era tristeza e esta era algo com a qual eu não tinha costume de lidar e sempre que me ariscava a entrar nesse terreno, acabava magoando-o ainda mais assim como a mim mesmo.

Bati a testa naquela superfície algumas vezes, de forma fraca, antes de finalmente girar a maçaneta e dar de cara com o breu do quarto. Podia ouvir alguns ruídos logo a frente e deduzi que o Bam estivesse ali. A julgar pelo som, ele não estava nada bem.

Fechei a porta, acendi a luz e pude ver a cena que mais me destruía ter que assistir: o amor da minha vida encolhidinho na cama, os olhos húmidos como se quisesse, precisasse chorar, mas, se fazendo de forte, não permitindo que isso acontecesse.

Assim que ele me viu, rapidamente virou para o outro lado, cobrindo o corpo todo com a coberta. Se fosse em outra situação eu acharia a coisa mais fofa do mundo - se bem que eu ainda penso assim de qualquer forma.

Passei as palmas das mãos na calça ao senti-las suando e caminhei até a cama, me sentando na beira da mesma. Ele ainda permanecia imóvel e coberto, então aproveitei a deixa de não ter que o olhá-lo nos olhos para tentar um diálogo:

— Amor... Me... Me desculpa, 'tá bom? – comecei suave, aguardando alguma reação, porém nada – Eu sei que fui uma droga de namorado com você, mas é que toda essa coisa é muito nova pra mim, entende? – vi ele se movimentado e assim pude finalmente ver seus olhos. Mas apenas – Eu tive a oportunidade de descobrir quem eu verdadeiramente sou ao entrar nesse grupo, conhecendo vocês, conhecendo você. Eu não tinha pensado em duvidar da minha orientação sexual, sabe? Então eis que me surge um tailandês com o hangul engraçado, com alta percepção de moda, extremamente encantador e de sorriso perfeito para me tirar de órbita e colocar certas dúvidas em minha cabeça.

Ele abaixou um pouco mais a coberta e me presenteou com um quase imperceptível sorriso, me olhando fundo nos olhos. Me perdi por um instante enquanto analisava sua beleza... Kunpimook era e sempre será a pessoa mais bonita que eu irei conhecer e conviver. Eu não me imagino vivendo longe dele um dia sequer e pensar em um futuro que não seja ao seu lado me deixa assustado.

Voltei a realidade ao que ele arqueou uma de suas sobrancelhas, provavelmente estranhando meu silêncio repentino.

— Eu neguei de todas as formas o sentimento estranho que insistia em aparecer sempre que eu estava perto de você. Eram como as famosas borboletas no estômago. Demorei a aceitar que estava gostando de você, que não poderia fingir não nutrir nada mais profundo por você. E foi aí meu primeiro erro: te magoar.

Ele desviou a atenção de meus olhos, forçando o corpo para poder se sentar sobre a cama. Tocar nessa parte do nosso passado nunca nos fazia bem, mas era algo que sempre estaria gravado em nossas mentes por ser uma grande ponte inevitável para algo bom.

— Eu sabia que estava te fazendo mal ao fingir que não estava nem aí, que aquilo era só uma fase. Entretanto, ela nunca passava. Nós não nos concentrávamos, não nos falávamos e não vivíamos; era um clima infernal nesse dormitório.

— Era mesmo... – ouvi finalmente sua voz rouca e baixa, mesmo que ainda não tendo seus olhos nos meus.

— Mas de toda a forma, aquilo não se estendeu mais. Nossos hyungs, assim como a gente, não suportavam mais tudo o que estava acontecendo e nos trancaram nesse quarto – ri anasalado ao lembrar desse fato – e não nos deixaram sair até que nos acertássemos.

— E foi o que fizemos – novamente sua voz se fez presente naquele ambiente melancólico.

— Sim... Mesmo relutantes, acabamos nos entendendo, ainda por cima, da melhor forma possível – talvez eu tenha colocado uma certa conotação na fala e por isso eu acabei levando um fraco tapa no braço. Bem, pelo menos era um sinal de que as coisas estavam melhorando – Sério! Foi nesse dia que minhas dúvidas firam exiladas sem remorso algum. E eu gostei, gostei pra porra, sabe? Foi, tipo, a melhor transa da minha vida. Sem pudor, sem filtro, daquele jeito meio selvagem e com uma pitada de putari-

— Ok, ok, Yug, já entendi – mordi o lábio inferior contendo um sorrio ao não ser chamado pelo nome todo.

— Então... Acho que por ter me descoberto com o amor da minha vida, eu meio que relacionei que da forma que tudo aconteceu, sempre era pra ser assim. Não sei se conseguiria fazer as coisas de outro jeito. Tenho medo de te decepcionar, de me decepcionar. Pode soar meio egoísta ou algo assim, mas... A coisa toda é mais insegurança do que qualquer outro sentimento. Eu juro que tento fazer isso por você, mas eu não consigo. Aquela vez em que íamos trocar eu tals, caramba, me deu um puta medo na hora que eu... Eu...

— Ei. – parei de falar ao sentir uma de suas mãos sobre minha bochecha, acariciando aquele lugar. Céus, como era ótimo sentir seu contato – Fica calmo, tudo bem? – ele suspirou e fez menção de abaixar a mão, o que eu impedi rapidamente ao segurar a sua com a minha – Acho que teve um mal-entendido entre a gente. Eu não me importo muito com o fato de ser sempre o passivo na reação, afinal, eu não tenho jeito para estar do outro lado da coisa – ambos sorrimos com aquela afirmação – o que me incomodou era o fato de você não confiar em mim. Você sente insegurança ao dar um passo diferente em nosso relacionamento junto a mim; não parece se sentir firme me tendo como apoio, sabe? Eu não pareço alguém a se confiar? Porque só com aquela brincadeira dos hyungs sobre versatilidade foi o suficiente para você passar a me evitar. E eu acabei tomando isso como uma forma sua de demonstrar que não confia em mim.

— Amor... Eu nunca quis te passar isso – me aproximei um pouco de si – Era só minha falta de autoconfiança. Eu não queria decepcionar ninguém e por isso não me permitia tentar o novo; eu confio em você, confio minha vida a você, Bamie. Eu é que sou o problema.

— Não fala isso – ele beijou minha testa de forma longa e eu acabei me permitindo sorrir com o gesto – eu amo você do jeito que é. Esse detalhe podemos resolver aos poucos, não precisa se alarmar. Eu peço desculpas por forçar a barra contigo, fui muito insensível em não levar em consideração seu lado... Me desculpe de verdade, Yug.

— Imagina, Bamie, não me peça desculpas. Está tudo bem – me arrisquei em roubar um selar de seus lábios, um tanto longo, enquanto sentia nossos dedos das mãos se entrelaçarem. – Então... Então 'tá tudo bem? A gente 'tá bem agora?

— Estamos sim, Yug – ele riu um pouco e eu, feliz com aquela conversa, o beijei novamente.

Eu sentia falta de estar bem com ele de verdade, sem fachadas. Sentir o beijo ir se aprofundando e tomando forma junto a todos os ofegos e suspiros era algo incrível.

Eu o amava tanto e, ainda que não sendo o momento ideal para o que eu estava planejando a algum tempo, eu sentia a necessidade de o fazer. Meu namorado merecia isso e o mundo e eu não conseguia achar uma forma melhor de selar uma nova etapa de nosso relacionamento após esclarecermos todos os nossos mal-entendidos.

— Bammie... – o chamei assim que me afastei de si, relutante – tenho algo para te dar.

— Tem é? – ri descrente do tom usado enquanto me levantava e seguia até a escrivaninha.

— Pervertido – ouvi sua risada e naquele momento eu me sentia um bobo apaixonado. E não é como se eu me sentia de outra forma referente a ele.

Voltei para a cama com duas caixas na mão. Uma bem pequena e outra mediana. Vi a curiosidade estampada em sua feição, então tratei de aguça-la um pouco mais.

— Bam, você sabe que a gente se conhece a um bom tempo, nos gostamos a bastante tempo, namoramos a bastante tempo. Eu conheço cada mania sua, cada detalhe de seu corpo, de sua personalidade. Sei o que cada uma de suas expressões querem dizer, mesmo que não aparente. Você além de suportar uma criançona como eu vinte e quatro horas por dia, ainda acaba se juntando a mim nas palhaçadas e acaba ganhando alguns cascudos dos hyungs – ri contido ao ver seus olhos novamente marejados, como se soubesse o rumo de todo aquele meu monólogo – Bem, de qualquer forma, o que eu quero dizer é que eu te amo, Kunpimook e não me imagino longe de você um dia sequer. Eu quero sempre cuidar de você, estar ao seu lado, te amar e te provar que a cada dia que se passa eu me sinto ainda mais perdido por você; eu te amo muito e por mais precipitado que isso possa ser, eu realmente quero isso junto a você.

Bambam já chorava quando eu abri a caixinha menor, finalmente externando as duas alianças em ouro rodeadas com alguns K de diamantes. Eu sabia que não poderíamos usa-las o tempo todo e quando usa-las, teria de ser com extrema atenção, mas tudo o que eu queria na minha vida era ter uma prova física de que estávamos iniciando uma nova fase de nosso relacionamento.

— Bamie, meu amor, você aceita casar comigo, mesmo que isso demore um bom tempo para realmente acontecer? – ele riu um pouco, ainda que abismado. Ele não conseguiu formular uma resposta verbal, então apenas assentiu com a cabeça.

Meu namorando levou as mãos até a boca, intercalando o olhar entre as alianças e meus olhos. Acabei rindo com a cena enquanto pegava a sua aliança e sua mão direita, sem delongas, a colocava em seu dedo anelar. Ainda trêmulo, Bamie fez o mesmo comigo, acariciando meu dedo nesse processo. Acabei arrancando um novo selar de si, bem mais curto que o anterior.

Ficamos sorrindo feito dois trouxas caindo de amores um pelo outro até eu sentir o olhar dele recair sobre a outra caixa. Sorri de lado passando a mão livre sobre a superfície de veludo, atiçando um pouco sua curiosidade. Se tinha uma coisa que sabia que o afetava era o deixar curioso. Sempre dava certo.

— Yug, o que tem aí, huh?

— Pensei que não ia perguntar – sorri um pouco mais, olhando-o de forma que ele bem conhecia. Seu sorriso um tanto lascivo agraciou seu rosto, um claro sinal de que ele sabia onde eu queria chegar.

Sem mais, eu abri a caixa e aquela peça maravilhosa nos agraciou com sua perfeição. Era uma algema de metal dourada, para contrastar de leve com a aliança. Ela reluzia de encontro com a luz do quarto e brilhava de encontro com os olhos de meu noivo. Eu não via a hora de enfim usa-las.

— É linda... – o ouvi dizer enquanto passava as pontas dos dedos no nosso mais novo brinquedinho.

— E ela vai ficar ainda mais linda nos seus pulsos – ao ter seu sorriso em minha direção não precisei de mais nada para avançar em sua direção enquanto tomava seus lábios com os meus.

E foi naquele quarto em que concretizamos o começo de uma nova etapa em nossas vidas. Tivemos aquelas quatro paredes como testemunhas de nosso ato completamente banhado de amor e luxúria, com nossos corpos se chocando e tornando-se um em meio aos suores, suspiros, ofegos, lamúrias.

Ver a força que seus pulsos produziam nas algemas ao força-los para baixo em busca de contato com meu corpo me enlouquecia; marcas preenchiam seu corpo assim como alguns carinhos. Eu adorava ouvi-lo gemer meu nome assim como sabia que ele adorava me ouvir gemer o seu.

De alguma forma ama-lo daquela vez me lembrou exatamente a primeira vez que me permiti senti-lo; foi inesquecível. Era como se o conhecesse novamente, descobrisse novos detalhes, chegasse a novas sensações.

Ama-lo vendo aquela aliança em sua mão me motivava a ser o melhor, seja ali na cama seja como pessoa; eu não iria decepciona-lo de novo. Pelo menos não tão cedo, disso eu tinha certeza.

 

 

 

 

 


Notas Finais


Tá aí.

Ai, foi bunitinho, né? Adoro YugBam e o quanto o relacionamento deles é espontâneo <3 Espero que vocês tenham gostado assim como eu!

E pra quem ficou curioso:

Anel:
https://www.lincolnjoias.com.br/dia-das-maes/par-de-aliancas-modelo-bvlgari-em-ouro-18k-com-diamantes-92768489

Algema:
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Bj e ~Atéé c:


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