História Grand Pas De Deux - Suga - Capítulo 65


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Min Yooongi, Suga, Yoongi
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Palavras 954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 65 - Eu fui forjado para todo o abuso


Fanfic / Fanfiction Grand Pas De Deux - Suga - Capítulo 65 - Eu fui forjado para todo o abuso

     Eu, com todo o meu coração, não acreditei que sobreviveria. Não pela bala, mas os livros de Poison diziam ser impossível um corpo continuar funcionando sem qualquer um dos órgãos vitais.

Dizer que perdi meu coração é uma idiotice sem sentido, todos sabem que o coração serve para bombear o sangue e só. Quem ama é o cérebro. Todas as merdas sobre endorfina e feromônios que Poison com certeza conhece.

E há algo de errado no meu cérebro.

Algo de errado na minha capacidade de sentir qualquer coisa além de raiva.

Raiva de mim.

Poison definitivamente era um dos meus órgãos vitais, e enquanto eu desmaiava nos braços de Jin hyung, eu estava com raiva. Quando acordei, estava puto.

Eu tentei acha-la por toda a minha vida. Eu sempre tive certeza de que a encontraria algum dia, mesmo que isso acontecesse aos meus 90 anos quando ela fosse no meu enterro.

As vezes eu olhava em volta, paranóico com a idéia de ela estar em baixo do meu nariz, se escondendo apenas para me ver sofrer a sua procura. Poison pode ser vingativa as vezes.

Agora, não posso nem mesmo procurá-la.

Não achei que existisse alguma dor que eu não tivesse experimentado, afinal, eu morri e nasci, de novo e de novo, mas... Existe. Depois de dividir um amor adulto, com o meu amor de crinça... porra... é infinitamente pior.

Eu a perdi, oficialmente, selado e definitivo.

Mesmo depois que um ano passou desde todo aquele desastre, todos os meninos ainda perguntam se eu quero que eles a procurem.

"Eu posso encontrá-la em um segundo, Hyung, você sabe."


Depois de conhecê-la e saberem sua fisionomia, eles realmente podiam, mas eu não posso fazer isso com ela. Não posso aparecer e bagunçar tudo outra vez. Essa é a promessa que fiz a mim mesmo, e não a quebrarei. Sem mais promessas quebradas.

Foi difícil recuperar tudo, Juan sempre escapava entre nossos dedos e desistimos da idéia de que Hitman ainda estava vivo. Mas eu não desisti da idéia de mata-lo. Vai acontecer, na hora certa.

Depois de dois meses, decidimos tocar os negócios sozinhos. Todos sabiam que éramos os próximos na hierarquia, e Namjoon sabia que eu tentaria protegê-los, mas todos se juntaram para me convencer de que estaríamos mais seguros se eu e Namjoon comandássemos juntos, afinal, estávamos alí a mais tempo.

Para isso dar certo, foi necessária muita confiança, o poder pode tornar as pessoas em algo que não esperamos. Como prova do nosso comprometimento, eu e Namjoon revelamos nossos nomes verdadeiros um para o outro.

Começamos a procurar nossos antigos colaboradores, mas eles riram de nós. Não éramos mais uma ameaça, nem podíamos proporcionar qualquer vantagem a eles. Tudo sempre foi uma troca de favores e nós sabiamos disso, então, já que não tinhamos nenhum poder para favorece-los, decidimos lembra-los da ameaça que sempre seríamos. Eu estava mais furioso que nunca, e meu favor seria deixá-los vivos.

Começamos devagar, alguns funcionários de confiança, depois a babá do filho de um deles. Eu queria que eles soubessem que estávamos chegando. Que estávamos perto de suas crianças.

Depois que o caos foi instalado, o suficiente para as seguranças serem reforçadas, nós matamos um dos nossos ex-sócios importantes que nos fornecia mercadoria da Colômbia. Eu fiz questão de, pessoalmente, mandar pelo correio cada um de seus órgãos, para cada pessoa que riu de nós. A cabeça foi para o prefeito da cidade.


Na semana seguinte, o mundo estava novamente aos nossos pés.


Mas não foi o suficiente. Eu continuo com raiva.


Não posso desapontar meus amigos como fiz com Poison, então sigo em frente.


Sentado na minha sala nova, usando um montante de notas de dinheiro para apoiar os pés em baixo da mesa, suspiro irritado quando Haewon entra na sala segurando um homem, ferido, pelo colarinho. Mais um problema para eu resolver:


     — Por favor, Sr. Suga... Isso não vai se repetir nunca mais, eu juro! — O homem diz se ajoelhando com as mãos em prece.


     — Por que você fez isso? Por que me obriga a ter essa atitude? — Respondo sem empatia.


     — Me desculpa, não vai acontecer outra vez, serei totalmente leal a vocês de agora em diante, obedecerei a qualquer ordem sem questionar! Eu juro!


     — Hum... me perdoe a memória fraca, mas não foi isso que você disse quando perdoamos sua dívida em troca de que trabalhasse para nós?


O homem começa a choramingar, então dou um tapa em seu rosto:


     — Responda!


      — Si... sim senhor... — Ele responde engasgando na própria saliva.


Eu vou até a minha mesa e pego um relatório que Jimin me entregou mais cedo naquele dia:


     — Mas aqui diz que você roubou 900g e vendeu por conta própria, e mesmo que tenhamos te dado a chance de nos pagar o que roubou... Você não pagou.


      — Eu não consegui o dinheiro, me desculpa senhor! Me desculpa!


      — Me diga, por que te tratamos com tanta generosidade, você nos considera seus amigos?


Ele novamente não responde, confuso, então bato em seu rosto outra vez:


     — Sim senhor! — Ele grita chorando mais.


     — Mas não somos, porque não estamos envolvidos com alguém que tem estupidez suficiente para achar que não iríamos descobrir essa merda. É essa a imagem que você tem de nós? Que somos estúpidos?


     — Não! Não senhor, o estúpido sou eu!


     — Já que você mostrou um pingo de inteligência agora, vou te dar uma chance. Vou contar até três, e nesses 3 segundos você precisa me dar um bom motivo para eu deixar você viver.


Eu engatilho a arma e o homem fica de quatro, chorando tanto que sua saliva cai formando poças no chão:


     — 3.


...




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