História Grand Theft Auto - Capítulo 11


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Categorias TWICE
Tags Chaeyoung, Chaeyu, Dahyun, Dubchaeng, Jeongsa, Jeongyeon, Jihyo, Jitzu, Mina, Minayeon, Momo, Nayeon, Samo, Sana, Tzuyu
Visualizações 24
Palavras 1.585
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei depois da minha semana de provas ter acabado oficialmente. Boa leitura

Música nas notas finais.

Capítulo 11 - Mais uma dose de loucura


Fanfic / Fanfiction Grand Theft Auto - Capítulo 11 - Mais uma dose de loucura

Momo estava esparramada no sofá com um prato de comida requentado pela metade e uma garrafa de cerveja praticamente vazia. Ela pensava sobre a reportagem que havia visto durante a manhã. Se Mina estivesse realmente viva, ela não conhecia a amiga como ela achava, e doía.

Wade não a deu nenhuma notícia e ela esperava que trouxesse nem que fosse um número, ela havia passado mais informações pelo celular e a mensagem tinha sido lida.

Momo ainda não sabia se iria dormir por conta das brigas que havia comprado naquela tarde. Ela chegou a cochilar, mas acordando a cada pequeno barulho.

O celular da mulher tocou quando estava quase chegando a entrar em um novo cochilo. Era Ron:

– Fala.

­– Você sabe que não gosto de usar essas coisas. Eles estão ouvindo. – Momo ajeitou-se no sofá e com uma expressão em branco. Ron e as paranoias.

– Então seja rápido.

Aquele negócio tá armado. O cara chinês, o Sr. Cheng, está no bar. – A mulher puxou ar, claramente estressada.

– E você me fala por telefone? – Gritou. – Qual é o seu problema, caralho?! Que porra, Ron! Agora vou ter que te punir e você sabe como me sinto quanto a isso! – E desligou. Momo se levantou e foi atrás das chaves da caminhonete.

 

 

 

 

 

 

O bar era o mesmo de anos atrás quando chegou naquele distrito. Todo velho, mas com alguns letreiros em neon e pôsteres novos. A dona ainda era a mesma e da última vez que Momo foi lá, ela acabou sendo expulsa.

Ao entrar, Momo viu dois homens brigando na sua frente enquanto a dona não parecia se abalar de jeito nenhum. Se fosse Momo, ela teria sido expulsa de novo:

– Momo. – A dona falou. Uma mulher de uns sessenta anos ou um pouco mais, que usava jaqueta e calças jeans. – Você ainda está banida.

– E quanto a esses dois? – Momo falou calma.

– Quem vencer... É banido.

Momo suspirou e então pegou um dos homens que estavam brigando e bateu a cabeça dele contra o balcão, fazendo com que os outros comemorassem e a briga cessasse:

– Ele venceu. – Ela falou enquanto levantava o braço do homem restante como em um ringue. Um rapaz bem mais novo e com roupas camufladas, parecia ser estrangeiro. – Faça ele ser banido.

– Não posso banir ele. – A senhora tinha a mesma feição monótona de sempre. – É o meu marido, porra.

– Ele é jovem o bastante pra ser seu filho. – Momo se aproximou ainda calma.

– A internet não é uma coisa linda, meu amor? – Um sorriso de canto bem rápido pôde ser visto.

– Enfim, eu salvei seu marido. – Momo sentou-se no balcão. – Agora me arranja uma bebida. – A dona não se moveu – Eu tenho uma reunião.

– Tudo bem, mas se mais algum cadáver aparecer no meu bar, eu juro, não vou mais atender você. – Ela falou em um tom sombrio.

– Sra. Hirai. – Um homem de terno e óculos entrou no recinto. Obviamente asiático.

– Aqui está ele. – Momo falou baixo e então se levantou para cumprimentá-lo. – Sim, Sr. Cheng, é um prazer conhecê-lo. – Ela sorriu.

– Não, não, eu sou o humilde intérprete do Sr. Cheng. – Ele sinalizou para a porta onde um jovem chinês claramente drogado e com o terno todo amarrotado vinha entrando. – Esse é o Sr. Cheng. – O jovem falava em seu idioma materno e Momo praticamente não deixava de franzir a testa.

– Vocês que falam espanhol, falem somente entre si! – Um velho fazendeiro falou de perto do balcão. Era comum esse tipo de coisa por ali, era o interior do país.

– Ele está honrado em conhecer a senhora. – O intérprete falou.

– Estou vendo. – Momo disse enquanto via o jovem ficar mexendo nas máquinas de fliperama como se fosse algo totalmente desconhecido. Não demorou muito até o rapaz se aproximar e abraçar Momo. Ele falava algo em mandarim.

Momo tinha um leve sorriso e ao mesmo tempo uma cara de chocada. Primeiro que era um idioma muito diferente e segundo que o garoto saiu dançando pelo bar.

– Qual é o problema dele, porra? – Ela fechou a cara e perguntou ao intérprete. Sr. Cheng fez mais danças e cantou alguns versos. – Tô fora. – Momo ia saindo.

– Não. Não vá. Por favor, eu imploro. – O intérprete seguiu atrás de Momo. Eles estavam no estacionamento. – Se você for... O pai dele vai me matar.

– Por que eu iria me importar, porra? – Momo ainda estava tranquila.

– Você não se importa. Mas nós ouvimos que a MH Corporation é um negócio sério. Nós pagamos bom preço. Tudo funciona, fazemos parceria. Ganhamos muito dinheiro. – Momo assentia em silêncio. O jovem saiu do bar bem “feliz” e passou entre os dois adultos.

– Bem... Vou mostrar pra vocês a operação. – Momo os guiou até a caminhonete.

 

 

 

– Chef, nós vamos passar aí na cozinha. – Momo falava ao telefone enquanto dirigia.

Vocês não chegarão aqui a tempo. Os Aztecas estão a caminho. Eles acham que foi você que apagou o Ortega.  

– Eles não estão errados. – Momo deixou escapar uma risada.

Pois venha e acabe com eles também! – E desligou.

 

Chegaram poucos minutos após a ligação e o tal Chef os esperava na entrada. Era um homem de cabeça raspada, óculos, cavanhaque, tatuagens, luvas e avental por cima de roupas simples. Ele estava nervoso:

 – Merda, Momo, não temos muito tempo! – O homem se aproximou.

– Olha os modos, Chef. – Momo tinha as mãos abertas. – Esses são nossos convidados. Temos o Sr. Cheng e seu humilde servo. – O mais novo abraçou o Chef.

– Prazer em conhecê-lo. – Ele falou um pouco sem jeito. – Momo, não temos muito tempo até que eles cheguem aqui.

– Tudo ao seu tempo. – A mulher começava a ir para a lateral do prédio. – Senhores, venham cá. Confiram as instalações de armazenamento. – Momo abriu os depósitos de gelo e fez os chineses se aproximarem. O intérprete foi chutado para dentro por Momo e o outro estava tão doidão, que só seguiu as ordens. A mulher fechou a máquina de gelo. – Cavalheiros, o passeio continuará em breve.

– Melhor pegar as armas?

– Sim, Chef. – E os dois seguiram para dentro do prédio, que era uma antiga loja de bebidas.

 

 

 

Carros começaram a parar do lado de fora e Momo estava posicionada no andar de cima com o Chef para contra atacarem. Os Aztecas iam se amontoando, enquanto os dois atiravam com seus fuzis.

– Agora eu juro que vocês vão sair do negócio! – Momo gritou.

Vendo que a movimentação não iria diminuir, o Chef entregou para a mulher um lança granadas, que estava nos fundos do laboratório. Momo não perdeu tempo em atirar justamente nos carros causando uma onda de explosões, já que os veículos estavam próximos.

– Volta lá e limpa o laboratório. – Momo gritou com o homem assim que perceberam ter dado conta de todos. – Tenho que deixar os nossos possíveis sócios saírem da máquina de gelo. – Ela andou até lá e abriu o local. – Hora de voltar a turnê, senhores.

– Acho que vimos o suficiente. – O intérprete falou enquanto tentava se aquecer. Os cabelos e roupas dos dois estavam brancos por conta do gelo.

– Vou passar e assinar os contratos. – Momo falou de longe enquanto observava eles indo embora e discutindo em mandarim. – Só ignore os corpos!

– Ei, Momo, ainda vamos cozinhar aquela parada? – Chef perguntou da janela no andar de cima.

– Claro, porra! – Ela gritou feliz.

 

 

Momo voltou para a casa com um peso a menos por conta de ter acabado com praticamente todos os Aztecas, finalmente poderia descansar. Acontece que ao chegar ao seu trailer, notou a porta aberta e Ron completamente desesperado. Era só o que faltava:

– Eu tentei, Momo!

– O que está acontecendo, Ron? – Ela se aproximou tranquila.

– Eles vieram aqui te pegar. – O homem apontava para dentro do trailer.

– Quem esteve aqui? – Momo entrou em sua residência. O local já era bagunçado, agora estava um pouquinho mais. Haviam revirado.

– Os motoqueiros. Depois que você matou o Johnny K.

– E eles danificaram as minhas coisas? Destroem minha casa. Danificam minha alma. Olha pra isso. – Momo começou a mostrar a bagunça melhor para Ron. – Essa estátua aqui do Fúria Impotente. – A mulher segurava o boneco e seus olhos brilhavam. – Isso significava mais pra mim do que o Johnny K. significava pra qualquer um. E eles a destruíram. Aqueles cuzões patéticos. – Ela falou enquanto colocava a cabeça de volta no boneco. – Motoqueiros de crise de meia-idade, carecas, filhos da puta do caralho!

– Eles são cuzões, Momo. – Ron tentava demonstrar confiança. – Cuzões com roupas de couro.

– Wade, seu merda! – Momo gritou ao ver o garoto quase entrando no trailer, mas que ao ver a raiva da mulher, tentou correr. Ele estava com o rosto pintado como os integrantes da banda KISS. – Mina Townley. – Momo o parou do lado de fora, segurava-o pelo braço. – Esposa vadia, dois filhos, quarenta e cinco. Encontrou ela?

– Los Santos é um lugar muito grande, grande mesmo, Momo. – O garoto soava medroso. – Tem muita gente.

– Seu inútil do caralho! – Ela ficou próxima do garoto. – Descubra quem realizou aquele roubo, ok? E se Mina mora lá, ou qualquer uma que feche com a descrição dela, ou eu vou matar você e a porra do seu primo. Tô sendo clara, agora?

– Sim, Momo. – O rapaz falou com a cabeça um pouco baixa.

– Obrigada, Wade. – Momo falou mais contida. – Agora, sorria! – Wade obedeceu. – Viu? Melhor. Vai embora. – Momo fechou a cara e fingir correr atrás dele, o garoto saiu nervoso. – Agora, Ron. – Ela se virou para o outro.

– Vamos? – Os dois saíram da propriedade. – Não acredito que destruíram a porra da estátua do Fúria Impotente. Que audácia! Audácia da porra.


Notas Finais


Música: https://www.youtube.com/watch?v=yUGU-ceSPWE

Espero que tenham gostado <3


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