História Grávida de Um Estranho - Capítulo 10


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Festa, Gravidez, Justin Bieber
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Palavras 1.097
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Festa, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO!!
Como prometi, aqui está mais um capítulo.

OBS: próxima atualização domingo!

Boa leitura.

Capítulo 10 - Plano - Parte 1


 Angeline estava nervosa, era sua primeira consulta do pré-natal, respirou fundo e esperou pacientemente até ouvir seu nome ser chamado. Uma jovem mulher apareceu na sala totalmente branca com alguns detalhes em vermelho e sorriu:

— Senhorita Angeline? Pode entrar.

Levantou-se e foi em direção ao consultório, a doutora sorriu feliz ao vê-la.

— Que bom vê-la, querida. — Disse simpática. — Bom, vamos começar.

Ainda sentindo suas mãos suarem Angeline assentiu, a médica já havia preparado todos os equipamentos e sorriu, indicando para que Angeline deitasse na maca.

— Deite-se, por favor, — após passar um gelzinho posicionou o aparelho no ventre da jovem e olhou para a pequena tela à esquerda. Angel sentiu o nervosismo fazer sua barriga se contorcer. — hm… vamos ver… olhe aqui. — a doutora apontou para o monitor. Angeline estreitou os olhos, via apenas borrões. — Seu bebê está aqui.

Ela suspirou, sua cabeça ainda estava enevoada pelos últimos acontecimentos. Mas toda sua preocupação foi posta de lado ao sentir uma ótima sensação se espalhar por seu interior ao olhar para o monitor.

— Faz quanto tempo? — Perguntou rapidamente.

A médica demorou alguns segundos para responder, mas logo virou-se e sorriu.

— Pouco mais de um mês. — Sua voz simpática e sua expressão era feliz. — Você está de sete semanas.

Angeline encostou a cabeça na maca. Onde será que ela havia perdido o juízo? Como podia estar grávida e nem saber quem era o pai do bebê? E nem quando ele foi concebido? (!)

[…]

Assim que saiu do consultório, ficou andando pelas ruas, não queria voltar pra casa. E se ela desse de cara com Josh? Odiava a si mesma por ter perdido a coragem e não ter-lhe contado a verdade. Por fim, parou o carro no estacionamento do shopping, não sabia bem o que estava fazendo ali, mas por alguma razão acabou conduzindo o carro até lá.

Ficou apenas olhando tudo enquanto tentava decidir o que fazer, precisava contar logo a seus pais e a Josh, e não podia esquecer de suas amigas. Suspirou novamente, como ela havia se metido nessa encrenca?

Com a cabeça enevoada demais parou em frente a uma lojinha com coisas para bebês. Sorriu anasalado, embora cheia de problemas, confessava que estava feliz por ter ido parar ali. Adentrou a loja e foi para a sessão de roupinhas.

— Posso ajudá-la? — Uma mulher de cabelos longos e loiros sorriu.

— Ah, sim… — Angeline olhou em volta.

A vendedora sorriu simpática.

— Seu primeiro filho? — Angel confirmou. — Sei como é, no meu também fiquei perdida. — Comentou sorrindo, realmente feliz em mencionar seu filho. — Já sabe o sexo?

— Não, ainda não.

A vendedora, que se chamava Alexia, segundo o pequeno retângulo preso em sua blusa, olhou em volta e sorriu.

— Venha, nesse caso o mais aconselhável é que compre algo de uma cor neutra. — ela pegou alguns conjuntinhos. — Quem sabe estes?

Angeline olhou a minúscula roupinha e sorriu.

— Eu gosto dessa.

— Vai levar?

— Sim, — Ela deu uma pausa e pegou mais uma roupinha da cor amarela. — E essa.

Alexia pediu que esperasse um momento e saiu. Angeline ficou ali, apreciando as coisas mais fofas que já viu à sua volta e, pela primeira vez, pôs a mão na pequena barriga, definitivamente não era um sonho. Havia mesmo uma vida ali e ela estava começando a se acostumar aos poucos com a ideia de ser mãe. Sorriu.

[…]

Agora, de volta ao apartamento tudo o que queria fazer era deitar e dormir, estava exausta. Mas isso não foi possível, ouviu a campainha e levantou-se para atender. Sorriu ao ver que eram suas amigas.

— Oi! — As duas cumprimentaram-na.

— Entrem, meninas.

As três sentaram no sofá e Bia logo começou a falar:

— Onde você estava? Por que não foi à faculdade hoje?

Angeline apertou os lábios, sabia que devia contar a suas amigas, mas a coragem não vinha. Era mais difícil do que ela imaginava falar isso em voz alta.

— Bem, eu tive que ir ao médico.

Mary sentou em cima das próprias pernas, logo indagou:

— De novo? — Bia estranhou. — E então? O que você tem?

Angeline parou por alguns segundos, a coragem se esvaindo aos poucos.

— Fale.

Bia incentivou, curiosa.

— Eu estou grávida.

As duas arregalaram os olhos tamanha a surpresa. Mary não poderia estar mais chocada.

— COMO ASSIM?!

Perguntaram em uníssono.

— Eu também não sei! — Angeline lamentou. — Juro que não faço ideia de como isso aconteceu… eu nem me lembro…

Choramingou.

Mary a olhou séria.

— Quanto tempo?

—Sete semanas.

Bia franziu a testa.

— Você namora com o Josh há pouco mais que isso, certo? — Angeline balançou a cabeça negativamente. — Hm… então quando se conheceram vocês…

Angeline discordou novamente.

— Não tem como ser dele, a gente nunca…

Mary arregalou os olhos novamente.

— Nunca?!

— Não.

Bia, a mais sensata das amigas, parou um pouco.

— O que você está pensando? — Angeline perguntou.

— Quando você começou a se sentir assim? Digo, os sintomas.

Mary foi quem respondeu com outra pergunta.

— Foi depois da festa, certo?

— Sim, — Angeline concordou. — mas não tem como…

Bia balançou a cabeça, parecia preocupada.

— Durante a festa você conversou com um cara, e depois você sumiu. Não acha que vocês… sabe…

Angeline quase se engasgou com a própria saliva.

— Oh meu Deus! — exclamou. — Não posso estar grávida de um estranho!

Bia a abraçou, consolando-a.

— É a única explicação.

— Mas como nós vamos descobrir quem é? — Mary perguntou confusa.

— Eu realmente não me lembro, estava bêbada demais para isso.

Choramingou novamente.

Oh céus, o que ela havia feito? Não era esse tipo de mulher.

Bia ajeitou a postura e pensou sobre isso, logo estalando os dedos, fazendo as amigas criarem expectativa.

— Vamos falar com a Rachel e pedir a lista de convidados.

— Mas em que isso vai ajudar? Ela não sabe o nome dele. — Mary disse.

Angeline mordeu os lábios.

— Bem, talvez se eu ver uma foto possa me lembrar.

As meninas sorriram, não era o melhor plano do mundo, mas era o único que tinham em mente.

— Certo, amanhã vamos em busca do pai desse bebê!

Angel torceu os lábios. Realmente esperava que isso funcionasse. Mas… e se funcionasse mesmo? O que ela faria? Iria atrás dele?

Quando achou que havia conseguido uma solução, veio mais um problema.


Notas Finais


O que essa descoberta pode trazer?
Oh, Angel, comprando roupinha de bebê *-*
Continuem acompanhando. : )


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