História Grávida de um mafioso - Capítulo 13


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Palavras 2.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, amores!!!
Boa leitura!❤️

Capítulo 13 - 13. Coincidence


Fanfic / Fanfiction Grávida de um mafioso - Capítulo 13 - 13. Coincidence

Point of View – Justin Bieber

– Kimberly! Abre essa porra, caralho. – esmurrei a porta.

– Me deixa, Justin! – disse e logo pude ouvir o barulho dela vomitando de novo. – Sai daqui!

– Eu quero te ajudar, inferno.

Kimberly abriu a porta e bufou, passando por mim e se jogando na cama, cobrindo o seu rosto com o travesseiro.

– Deixa eu cuidar de você. – me sentei ao seu lado, afagando seus cabelos.

Kimberly virou o rosto me olhando e sorriu.

– Até parece que você é fofinho assim. – disse ela.

– Eu estou tentando, cacete.

Kimberly riu.

– Tenta mais. – disse ela.

– Não abusa.

– Vem cá! – me puxou para um abraço. – Obrigada por se importa. – sussurrou em meu ouvido e eu sorri.

– Se arruma, hoje iremos ao obstetra.

Kimberly bufou e eu ri.

– Não faz essa cara que dessa vez você não vai me enrolar. – disse.

Toda vez que eu tento levá-la ao médico para iniciar o pré-natal, ela passa a perna em mim e não vamos. Mas não dessa vez.

Kimberly bufou e se levantou.

– Ótimo. – disse com um sorriso vitorioso em meu rosto. – Te espero lá em baixo.

Point of View – Kimberly Bieber

– Cara chato. – bufei mais uma vez e comecei a me arrumar.

[...]

1 hora depois...

– Viu só?! – disse. – Está tudo bem com o bebê e nós viemos aqui à toa.

– Pelo menos agora temos certeza que está tudo bem. – disse ele. – Ou você se esqueceu do susto que levamos?

– Não, eu não esqueci. – revirei os olhos. – Mas está tudo bem com ele agora. – levei a mão a minha barriga. – Não tem necessidade de eu ficar vindo nessa chatice toda vez.

Justin riu.

– Você vai vim nessa chatice ao menos uma vez no mês sim. – disse ele.

– Você é um porre, cara.

[...]

Entrei no quarto de Justin e me joguei na cama.

Bieber entrou no mesmo e começou a de despir caminhando em direção ao banheiro.

– Tira foto que dura mais. – disse Justin e só então eu percebi que estava muito tempo olhando para suas partes.

– Eu quero fazer outra coisa. – sorri maliciosa.

Justin me retribuiu o sorriso, mas seguiu para o banheiro.

Me levantei e fui atrás dele.

– Eu vou a casa da Cassidy, ok?! – disse.

– Fazer o que exatamente? – perguntou.

– Bater siririca.

Justin revirou os olhos.

– Idiota.

– Estou indo, falou, tchau! – ameacei sair mas ele me segurou pelo braço.

– Não sem antes satisfazer o seu maridinho aqui. – me beijou e eu sorri de canto.

– Tudo bem. – envolvi minhas mãos em torno de seu membro, a movimentando, e o vi fechar os seus olhos e suspirar em êxtase.

Me ajoelhei em sua frente e continuei movimento minhas mãos, molhando involuntariamente meus lábios com a língua.

Deslizei minha língua por toda sua extensão e então o chupei, ouvindo-o soltar um gemido rouco, o que me incentivou a continuar meus movimentos.

– AH, CARALHO! – olhamos em direção a porta e então vimos Ryan. – FECHEM A PORTA SEUS PORRA!

– Tá fazendo o que no meu quarto, cuzão?

– Vim te entregar a merda que você pediu. – jogou uma papelada sobre a cômoda e revirou os olhos ameaçando sair do quarto.

– Ryan! – o chamei e então ele me olhou com uma cara estranha, o que me fez pensar que talvez tivesse algo estranho na minha cara. Mas olhando para o espelho, parecia tudo normal. – Você pode me levar a casa da Cassidy?

– Vamos lá! – disse ele.

– Tchau, amor! – dei um selinho rápido no Justin e segui Ryan.

– Vai me pagar como pela corrida? – perguntou Ryan.

– Butler! – ouvimos Justin gritar lá do banheiro e rimos.

[...]

Casa da Cassidy...

– Aqui, quem é aquele gatinho que te trouxe aqui? – perguntou Cassy se sentando ao meu lado.

– Ryan Butler. – disse. – Por que?

– Nada. Só curiosidade. - deu de ombros.

– Tá querendo sentar pra ele né, safada?! – sorri maliciosa.

– Para! – jogou uma almofada em mim. – Eu não sou você não, Kimberly.

– O que é uma pena. – disse. – Imagina ser gostosa como eu. Não que você não seja. – pisquei para ela.

A campanhia tocou e Cassidy se levantou.

– Você está esperando alguém? – perguntei pegando o meu celular.

– Não.

Cassidy foi até a porta e a abriu, revelando Nathaniel.

– Nathan? – perguntei.

– Kimberly? Droga, eu estava mesmo te procurando. – disse ele. – Porra, você sumiu e sua mãe acha que você está fora de Vancouver. Mas que caralho Kimberly, porque você não atende essa porra de celular?

Porque eu estou te ignorando, baby. Pelo simples fato de não poder te contar que eu me casei com o maior criminoso do Canadá.

– Eu fiquei preocupado, inferno. E você não deu a mínima pra mim. Sua egoísta do caralho. – disse irritado. – Eu sei lá em que caralhos você se meteu agora, mas eu estou te odiando muito garota. – disse. – Você e a Cassidy na verdade.

– Ei, não me mete nisso não. – disse a loira.

– Você mentiu pra mim, disse que a Kimberly realmente não estava em Vancouver.

– Eu não ia entregar a minha melhor amiga por causa de drama de macho.

– Tudo bem, eu não faço mais parte da sua vida, você não me deve mais satisfações sobre ela Kimberly. – ameaçou ir embora, mas eu me levantei, o segurando pelo braço, e ele me olhou ainda bravo e então eu o beijei. – Eu te amo, Kim! Por isso eu me preocupo. – disse ele quando nos afastamos e meu coração disparou. A muito tempo eu não ouvia isso vindo da boca dele. Por um momento eu até cheguei a pensar que eu tinha me tornado apenas um objeto sexual para ele.

– Eu também te amo! – disse acariciando o seu rosto.

– Me fala o que está acontecendo, Kim. – encostou sua testa na minha.

– Sério que você quer falar sobre isso agora?

Naquele momento eu só queria ser tocada por ele e sentir o seu amor percorrendo cada centímetro do meu corpo.

– Sério. – se afastou.

– Eu vou deixar vocês à sós. – disse Cassy ameaçando sair do cômodo. – Só não transem na minha sala.

E por fim ficamos sozinhos.

– Vai me fala o que está acontecendo. – disse.

– Promete que você não vai me odiar? – perguntei.

– Eu prometo.

– Eu estou... – vi através da janela de vidro, aquela Ferrari que eu reconheceria a milhares de distância, estacionar em frente a casa da Cassidy.

– Nathan, você tem que ir embora. – disse o empurrando em direção a porta dos fundos.

– Não sem antes você me dizer o que está acontecendo. – disse ele teimoso como sempre.

– Depois eu te explico tudo, só vai embora.

– Do que você está com medo, ou melhor, de quem? – ameaçou ir em direção a porta central.

– Nathaniel, por favor! – me ajoelhei na frente dele. – Vai embora, merda!

Nathan me olhou sem entender nada e disse:

– Tá bom, mas depois você vai me explicar tudo. – acenti e então ele saiu pela porta dos fundos. E nesse exato momento a campanhia tocou.

Olhei para Cassidy que estava tão em pânico quanto eu e então fui abrir a porta.

– Tá fazendo o que aqui? – perguntei ao dar de cara com suas íris caramelo.

– Eu vim te buscar. – disse ele entrando na casa de Cassidy sem ao menos ser convidado.

Ele olhava para todos os lados como se estivesse procurando algo,  isso era nítido.

– E quem te disse que eu quero ir embora agora? – perguntei sentindo uma de suas mãos grudar em meu pescoço, me prensando contra a parede. – O que é isso, Justin?

– Quem estava aqui com vocês? – olhou para mim e em seguida para Cassidy.

– Ninguém, porra! – disse e como resposta levei um tapa na cara.

– Não mente para mim, Kimberly. – disse ele. – Eu já estou cansado de você tentando me fazer de palhaço.

– Vai tomar no seu cu, Justin. – o empurrei. – Para de me tratar como se eu fosse um objeto de posse sua, porque eu NÃO SOU.

– Vamos embora! – disse ele me agarrando pelo braço.

– NÃO! – gritei e ele bufou me jogando nas suas costas, saindo comigo para fora da casa.

– ME COLOCA NO CHÃO! – gritei socando suas costas.

Justin me empurrou para dentro do carro e travou a porta, logo entrando também e dando partida.

– Casa da Cassidy né?! – disse irritado. – Merda, eu não sei porquê raios eu ainda confio em uma vadia como você.

– Eu disse que iria a casa da Cassidy e lá eu estava. Eu não menti pra você.

– Só omitiu a parte de que estava indo lá para sentar pra outro.

– Eu não fui sentar pra outro. – revirei os olhos. – Estava só nós duas lá.

– Mentirosa.

– O que? Você por acaso mandou me seguirem.

– E isso importa?

– Idiota.

– Vadia.

– Imbecil.

– Cretina.

– Eu te odeio, Justin!

– Eu te odeio mais, Kimberly!

– Grrrr!!!

– Eu vou matar ele. – disse sem tirar os olhos da estrada.

– Ele quem?

– O seu amiguinho Nathaniel.

Meu coração gelou e eu estremeci.

– Ele não sabia que eu estava lá. – entreguei o jogo ao sacar que Justin já sabia de tudo. – Ele foi procurar a Cassidy.

– No mesmo dia em que você resolveu ir lá? Você está vendo escrito palhaço aqui? – apontou para sua própria testa.

– Você já ouviu falar em coincidências?

– Coincidência é o meu ovo.

– Seja lá o que você esteja pensando, não rolou nada entre nós.

Justin riu de nervoso.

– Acredito. – debochou ele.

– Eu juro.

– Como se eu acreditasse em seus juramentos.

– Eu não sou como você, Justin. Eu cumpro o que falo. – disse. – E tem mais, você só está se doendo porque me chifrou primeiro e acha que eu vou fazer o mesmo. Mas eu não sou tão babaca a esse ponto.

Na verdade sou sim.

Mas eu não chifrei ele.

Aquele beijo com o Nathan não foi nada comparado com o que ele fez com aquela vagabunda da Cassandra.

– Você o ama? – perguntou do nada.

O olhei sem entender.

– O porquê dessa pergunta? – perguntei.

– Não há um porquê, eu só quero saber se você o ama.

– Isso não importa.

– Eu sabia. – riu de nervoso.

– Eu não amo ele. Eu não amo ninguém na verdade. Para de ser idiota.

– Não mente pra mim. Você acha que eu não percebo como você fica toda vez que ele é mencionado?

– Eu não sei do que você está falando. E seja lá o que for, isso não significa nada.

E então Justin se calou e concentrou toda sua atenção na estrada, mais como uma tentativa de me ignorar completamente.

Suspirei e preferi não discutir mais sobre aquilo também.

[...]

Point of View – Justin Bieber

Eu não sei por qual razão, mas os sentimentos de Kimberly pelo tal do Nathaniel me incomodam e muito.

Eu preciso tira-lo do caminho, de maneira não muito drástica para que ela não me odeie eternamente.

Ou preciso fazer Baxter entender que não importa os sentimentos que ela tem por outro homem, ela é minha independente de qualquer situação.

– Justin vai mais de vagar, caralho. – disse Kimberly me dando um empurrão, fazendo-me sair do meu trans e perceber que havia ultrapassado o limite de velocidade. – Quer matar nós três, inferno?

– Quero matar você, sua maldita. – disse irritado ao pensar na ideia de que ela transou com outro.

– Não aconteceu nada, demônio. Eu. Não. Transei. Com. O. Nathan. – disse pausadamente para que eu entendesse. Mas eu sei bem com a mentirosa que estou lidando. – E mesmo se eu tivesse transado com ele, qual é problema? Afinal, nós nem somos casados de verdade. Não sentimentalmente eu digo. – disse ela. – Por que dessa obsessão toda Justin, se você nem sente nada por mim?

– E quem disse que eu não sinto nada por você? – olhei diretamente em seus olhos e ela se calou me olhando perplexa.

– Sente o que? Ódio? Ah, legal, eu já sei disso.

– Olha Kimberly, não importa o que eu sinto ou não sinto por você, eu só não quero te ver com o outro homem. Não quero que você seja tocada por alguém além de mim. E principalmente, não quero que você ame alguém que não seja eu.

Felizmente já havíamos chegado na mansão, e eu desci antes que ela pudesse dizer algo.

[...]

Point of View – Kimberly Bieber

Olhei Justin entrar na mansão e franzi a testa.

– Mas que porra foi essa? – perguntei para mim mesma.

Ah, merda, eu nunca vou entender esse homem.


Notas Finais


Eu também não, Kim.


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