História Grávida do próprio irmão - Capítulo 5


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Categorias Adam Lambert
Visualizações 80
Palavras 722
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Capítulo 5


 - Oi, Débora.
 - Jonas? Já está em casa?
 - Sim. Porque o susto? 
 - Por nada. Aliás, por tudo. Desde aquele dia que eu não tenho mais tranquilidade. Eu vivo com medo e ás vezes nem consigo dormir direito. Fico pensando em tudo o que me aconteceu, nesse filho que carrego na minha barriga e em como Tommy vai reagir ao descobrir que estou grávida. 
 - Você já conseguiu transar com ele? Eu já disse que não vou assumir essa criança. Prefiro que você aborte do que dizer que é meu. Eu desmentirei e direi que você transou com seu namorado, ele terminou com você e agora está louca procurando dar um pai para ela. Pai esse que não tem como ser meu, pois somos irmãos.
 - Você é o pior tipo de pessoa para ser meu irmão e mesmo se não fosse ainda é a pior pessoa, por que me abusou, engravidou e agora joga toda a culpa e responsabilidade em outro. Eu te odeio! Dizia Débora com muita raiva.
 - Você deveria me agradecer por te dar um filho, que será a partir de agora do seu namorado e serão muito felizes juntos.
 - Agradecer por abusar de mim e eu ser obrigada a carregar uma culpa e uma mentira pelo resto da minha vida? Obrigado senhor esperteza. Só que não.
 - Se quiser arruinar a sua vida com ele dizendo toda a verdade e, nem mesmo sei se ele vai acreditar que esse filho é meu, porque já disse que ninguém vai acreditar que transamos. Ele vai pensar que você tem outro e fez tudo o que fez e as mentiras para traí - lo e depois dizer que inventou tudo isso e ainda quer que ele seja otário de ser pai do filho de outro e ele te abandonar grávida? Então pode ir. eu não te proíbo de nada. Depois não vem toda bravinha chorar para o meu lado.
 - Seu desgraçado! Débora ia bater em Jonas mas ele segurou o braço dela com força a impedindo do ato.
 - Melhor nem pensar nisso senão serei eu que contarei que você está grávida de outro e transou com ele para dar um pai corno para a criança. Débora saiu enfurecida e bateu a porta de seu quarto indo chorar sozinha.
 - Jonas é um filho da puta que ferrou com a minha vida e agora eu não tenho outra opção que seja contar logo para Tommy que ele será pai e que estou muito feliz com a notícia e torcer muito que ele acredite em mim, pois somos namorados e supostamente só transei com ele. 
 Depois de Débora passar muito nervoso com Jonas e a enorme preocupação com Tommy e a descoberta, ela estava meio tonta e preferiu tentar dormir para relaxar.
 Nos dias que se seguiram, os enjoos matinais começaram e ela não se aguentava muito tempo sem correr para o banheiro. Débora preferiu mostrar os resultados dos exames para Tommy provando que estava grávida mas tomou o cuidado de mudar o número de semanas para que ele não desconfiasse de nada.
 - Tommy, posso passar na sua casa? Tenho algo muito importante para lhe contar.
 - Pode. Mas o que é?
 - Por telefone não. Melhor eu contar quando chegar na sua casa.
 Tommy pensou que de repente Débora fosse terminar com ele e um tempo depois ela chegou na casa dele.
 - Débora? Oi. 
 - Oi. Precisamos conversar. Débora estava muito séria e com as mãos geladas.
 - Você está tensa. O que aconteceu?
 - Bem... não sei nem por onde começar. Quero que olhe isto.
 - Que papéis são esses?
 - Abra e leia. Tommy leu devagar e fez cara de dúvida.
 - Aqui diz que você está...
 - ...grávida - Disseram juntos - Eu estou grávida. Tommy abriu um sorriso.
 - Desde quando você ficou sabendo?
 - Eu já vinha desconfiando, por que desde semana passada comecei a ficar enjoada constantemente e resolvi fazer o exame. Lembra daquela vez que transamos por último?
 - Sim. Então eu vou ser pai, é isso? Ele ainda não estava conseguindo digerir a informação direito.
 - Vai. E vai ser o melhor pai que nosso filho pode ter. Tommy a abraçou e beijou e Débora respirou mais aliviada por Tommy achar que o filho é dele.



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