História Grávida do próprio irmão - Capítulo 6


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Categorias Adam Lambert
Visualizações 76
Palavras 586
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 6


 O tempo foi passando, a barriga crescendo e Tommy cada vez mais apaixonado e ansioso pelo dia que puder ver a carinha do seu filho.
 - E aí, cunhado? Perguntou Jonas em uma das visitas de Tommy na casa de Débora.
 - Olá. Tudo bem?
 - Débora já está vindo. Está acabando de se arrumar. Você sabe que com aquele barrigão todo fica mais demorado para ela. Tommy sorriu e assentiu com a cabeça.
 - Olha ela aí - Tommy correu para ajudá - la - Tchau. Ele disse e correu para abrir o portão e a porta do carro.
 Eles iam ao médico fazer mais uma visita de rotina e ver se estava tudo bem com ela e o bebê e esta seria a primeira vez que Tommy ia junto por que não dava mais para Débora ir sozinha pela dificuldade que apresentava nos últimos meses.
 - Estou tão nervosa.
 - Relaxa. Vai dar tudo certo novamente. 
 No médico, Débora deitou na maca para o exame e Tommy segurava a mão dela ao lado.
 - Doutora, como está meu menino? Perguntou Tommy.
 - Está muito bem e crescendo cada vez mais. Vai ser um meninão. Tommy e Débora se entreolharam sorrindo.
 Jonas não via a hora de Débora e Tommy poderem se casar e se mudarem porque ele não ia querer saber de criança chorando de noite e fraldas e mamadeiras pela casa.
 Enquanto isso Tommy e Débora se beijaram, voltaram para casa e mais tarde Tommy foi embora.
 - Débora, eu quero muito saber se depois que essa criança nascer você vai se mudar para a casa dele, pois eu não vou suportar criança chorando aqui á noite. Eu preciso dormir, entendeu?
 - Ah é? Esta criança é tão sua quanto minha. Quem mandou se engraçar comigo? Mas pode ficar relaxado que Tommy não vai me abandonar ou o meu filho que para ele é a coisa mais importante agora. Não vamos atrapalhar o seu sono de beleza, se é isso que te importa. Disse Débora em tom de ironia.
 - Minha nada. Desde que você contou para ele que estava grávida, a responsabilidade ficou toda para ele. Eu não sei do que você está falando.
 - Não sabe ou não quer se responsabilizar. Ainda bem que eu tenho o Tommy e aposto que ele vai ser um pai muito melhor. Meu filho não precisa de um pai como você, que engravidou a própria irmã por um capricho da raça dos homens que só querem satisfazer seus desejos por sexo.
 - Raça dos homens? Então você também está falando de Tommy.
 - Não bota o nome dele nessa sua boca imunda! Ele é muito diferente de você que ao invés de querer apenas diversão e sexo, ele também quer dar amor, carinho e proteção. É por isso que meu filho vai ter um bom pai que você nunca será. Meu filho vai ter orgulho de chamá - lo de pai e contar para os coleguinhas na escola quem é o pai dele. O verdadeiro pai dele não merece ser chamado de pai.
 - Não me provoca porque posso ir lá e contar toda a verdade para ele e quero ver quem vai te dar amor, carinho e proteção depois disso.
 - Não precisa, porque antes disso estaremos morando juntos e você será poupado de todos os inconvenientes que meu filho dará. E depois pode continuar sua vida como sempre foi e namorar quantas mulheres quiser. A casa estará livre para trazê - las aqui.



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