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História Grávida Por Acidente ( Johnny, NCT) - Capítulo 9


Escrita por: Bluey_

Notas do Autor


Pessoal, me perdoem se eu estiver demorando pra atualizar e não é pq eu quero, se eu pudesse enviaria capítulos novos todos os dias mas infelizmente não é possível, espero que me entendam, eu amo vcs e obrigada pelos favoritos e comentários, tenho cada um de vcs guardado no meu coraçãozinho🤧😔

Boa leitura! 💖

Capítulo 9 - Almoço em família;


Fanfic / Fanfiction Grávida Por Acidente ( Johnny, NCT) - Capítulo 9 - Almoço em família;

Quando a manhã do domingo chegou, pequenos raios de sol atravessaram a janela e bateram diretamente no rosto do americano, fazendo-o despertar. E notando que estava sozinho, Johnny sentou enquanto bocejava, encostou as costas na cabeceira da cama e olhou ao redor, observando mais do quarto da garota.

O Suh passou a mão pelos fios de cabelo afastando-os dos olhos, empurrou a manta fina que o cobria do quadril até os pés e colocou-se em pé, ainda alongando o corpo para que a preguiça o abandonasse.

O rapaz escutou o celular vibrar em algum canto do cômodo e o procurou até encontrá-lo em cima da escrivaninha cheio de livros e apostilas, e ao atender a ligação, a voz nada sútil de sua mãe, preencheu-lhe dolorosamente os ouvidos.

- John Jun Suh!  

- Olá ‘pra senhora também, mãe.

- Posso saber por que não atendeu minhas ligações?

- Eu estava dormindo. - Bocejou. - Está tudo bem? A senhora raramente liga.

- É claro que não está tudo bem, meu único filho mora em outro país e nem se preocupa em mandar sinal de vida, se eu não ligar, você não liga.

- Ora, não seja assim, eu estava ocupado, esse ano peguei mais turmas na universidade, a senhora sabe que não é por mal, certo?

- Vou lhe perdoar apenas por que sei o quão ocupado é, mas não fique tanto tempo sem dar notícias, eu e seu pai ficamos preocupados.

- Prometo tentar, mãe.

- Ótimo, já estou esperando sua próxima ligação. - A mais velha disse divertida, fazendo o filho rir. - Mas eu tenho outra coisa ‘pra te falar, na verdade, ‘pra te lembrar.

- Lembrar do que? Esqueci algo importante?

- Você esqueceu do casamento da irmã da Chloe, de novo.

- Ah...isso...- Suspirou. - Eu tenho mesmo que entrar ao lado dela? Não pode ser com outra pessoa?

- Nem pense nisso, Johnny, eu até comprei uma câmera ‘pra tirar fotos de vocês dois, tenho certeza de que serão o casal mais bonito da noite, depois dos noivos, é claro.

- Não somos um casal, mãe, não existe mais um “nós”.

- Deixa disso meu filho, vocês ficam tão lindos juntos, imagine só, como serão os seus filhos, a Chloe merece uma nova chance. 

- Ela fez a escolha dela e nessa escolha eu não estava incluído. 

- Ah, John, se você soubesse o quanto essa mulher te ama...

- Por favor mãe, não vamos discutir esse assunto mais uma vez, o foco é o casamento da Kelly e já deixei claro que isso é por ela e não pela Chloe. 

- Certo, irei esquecer disso por hora e você precisa vir para provar seu terno o mais rápido possível.

- Não falta muito para a época das férias, logo estarei aí.

- Vamos esperar por você, querido, tenha um bom dia, até logo e promete que vai pensar com carinho em reatar o relacionamento com a minha nora. 

- Não sei mãe, não sei. 

- Apenas pense, certo? 

- 'Tá.

- Eu te amo. 

- Também amo a senhora. 

Johnny encerrou a ligação sentindo-se incomodado pela insistência da mãe em querer lhe juntar novamente com a ex, deixou o celular de lado e um sorriso tomou conta de seu rosto ao sentir braços rodeando seu tronco desprovido de roupa.

Logo, todo o estresse se dissipou.

- Com quem estava falando? - A garota perguntou depositando um selar nas costas do rapaz.

- Minha mãe.

- Você parecia estressado, por acaso não contou a ela que tem um mini Johnny chegando né?

- Eu não seria louco de contar por telefone. - Riu virando-se de frente para a mais nova. - A conheço o suficiente para saber que ela é capaz de pegar um avião direto ‘pra cá hoje mesmo e tirar essa história a limpo.

- Acha que ela vai ficar muito brava quando souber?

- Não precisamos pensar nisso agora, quando for a hora certa você estará junto. 

- Como tem tanta certeza disso? - Ergueu uma sobrancelha em dúvida. 

- Por que eu tenho e isso é tudo que precisa saber. 

- Se você diz... - Balançou os ombros tentando mostrar que estava despreocupada com aquilo. - Quer ficar ‘pra almoçar? Minha mãe vai fazer uma comida especial, por que você está aqui.

- Ela sabe que estou aqui? - Apontou para si mesmo, parecendo desesperado.

- É claro que sabe, é a minha mãe, ela sabe de tudo.

- Bom, eu não esperava por isso, mas se não for um problema, então eu fico. - Sorriu quase fechando os olhos. - Tem mais alguém aqui? - Perguntou ouvindo som de vozes e passos.

- Bem...Minha mãe chamou alguns familiares, espero que não se importe.

- Não imaginei conhecer sua família tão rápido. - Sorriu, agora de nervoso. - Mas são apenas seus parentes, está tudo bem... eu acho.

 

 

 

 

 

 

 

 

(...)       

 

 

 

 

 

 Fazia alguns minutos desde que John voltara de sua casa com uma nova roupa e no instante em que pisou dentro da residência, os olhares não saíam de si. O que estava deixando -o visivelmente desconfortável. 

- O que foi? - (S/n) perguntou se segurando para não rir da cara engraçada que o Suh estava fazendo. 

- Eles não param de me olhar, estou ficando assustado. - Sussurrou. 

- Só estão curiosos, não se preocupe. 

O americano respirou fundo e tentou se concentrar somente na comida, mas o chamado repentino da mãe da garota sentada ao lado o fez assustar e queimar os lábios com a quentura do molho. 

Alguns risos saíram da boca dos primos de (S/n), que logo cessaram ao ver o olhar repreendedor da mesma. 

Johnny ignorou a ardência no local e pela primeira vez encarou diretamente Mariane. 

- Então, John, (S/n) me disse que você não é daqui, de que cidade veio? 

- Na verdade, eu sou americano. - Começou, atraindo um pouco mais da atenção das pessoas a volta. - Há alguns anos que vim de Chicago. 

- Nossa! Parece ser muito legal morar lá.- Olívia disse surpresa. - O que te fez vir 'pra cá? 

- Eu era jovem, havia acabado de entrar na fase adulta e queria conhecer lugares novos, o Brasil foi o país que mais gostei. - Sorriu, mostrando o tamanho do apreço que tinha pela terra brasileira. 

- Não se arrependede ter mudado? - Perguntou uma das primas mais novas. - Não sente saudade de estar mais perto dos seus pais? 

- Claro que sinto, são os meus pais, mas eu precisava me redescobrir e no momento... - Olhou para a mãe de seu filho. - Não sinto arrependimento algum. 

- Hummm.... - Burburinhos dos quatro canto da mesa foram ouvidos enquanto alternavam o olhar entre (S/n) e Johnny, fazendo o rosto da garota pegar fogo em vergonha. 

- Vejo que não está mais tímido, Senhor Suh! - Ela comentou buscando não manter contato visual com o outro. 

- Não falei nada demais. - Riu. 

- Uhum, sei. 

- Tsc, tsc, tsc, tsc. - A mãe de Mariane balançou a cabeça em negação e disse: - No meu tempo os jovens não ficavam se agarrando por aí, eu fui beijar seu avô depois do casamento, mas eu não culpo vocês duas. - Apontou para (S/n) e Olívia. - A culpa é da sua mãe que não conseguiu educá-las o suficiente, agora estão aí, colocando filhos no mundo sem pensar nas consequências. 

- Os tempos mudam, vó. - Liv disse soltando os talheres em cima da mesa. - A minha gravidez e a de (S/n) não foi planejada, mas nada disso é culpa da nossa mãe. 

 

Um silêncio incômodo se fez presente no local e abaixo da mesa, Johnny sentiu a mão delicada de (S/n) acariciar a sua. Para a garota, tocá-lo e estar próximo a ele era o bastante para acalmar os nervos. 

- Vou pegar mais salada, você pode me ajudar, John? - Marcela, a outra filha da mulher rigorosa, perguntou educadamente, ajudando a descontrair o clima tenso. 

O rapaz levantou da mesa e antes que saísse com a tia da mais nova ao lado, deu-lhe um selar na testa como se dissesse que tudo estava bem e então, caminhou até a cozinha. 

- Me desculpe por ter presenciado isso. 

- Tudo bem, eu entendo. - Disse encostando-se na pia. - Minha família é o tipo tradicional e eu sou o primeiro que vai ter um filho antes do casamento, estou apreensivo quanto a reação dos meus pais. 

- Ainda não contou à eles? - Perguntou enquanto lavava algumas folhas de alface. 

- Não. - Suspirou. - Pretendo contar quando for visitá-los e também quero levar (S/n) comigo, não é sempre que vou para Chicago, mas conheço a minha mãe, é difícil lidar com ela e não quero que (S/n) fique estressada ou algo do tipo, sei o quanto isso pode ser prejudicial na gestação. 

- Fico feliz por pensar assim, mas converse com ela e a deixe decidir se vai ou não nessa viagem. 

- Farei isso. - Sorriu. 

- Se importa se eu perguntar a sua idade? É que você parece ser muito maduro. 

- Não me importo. - Disse auxiliando-a com o corte dos tomates. - Fiz vinte e nove anos em fevereiro. 

- Uau! 

- Acha isso ruim? Não que eu me incomode com a diferença de idade, me acostumei a isso mas é importante 'pra mim, saber o que vocês acham sobre isso. 

- Bom, minha sobrinha é uma adolescente rebelde e inconsequente desde os dezessete anos, e na minha opinião fico aliviada por ela ter encontrado alguém responsável como você, (S/n) teve muita sorte. - Disse concentrada em picar a cebola. - Minha irmã não teve tempo de conhecê-lo muito, talvez ela fique em choque no início, mas sei que ela pensará igual a mim, então fique tranquilo Johnny, você já é bem vindo na família. 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Capítulo tá uma merda, mas é isso... até o próximo! 💖


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