História Gravidez na adolescência (jikook) - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Amor, Carinho, Feição, Gravideznaadolescência, Jikook, Kookmin, Raiva
Visualizações 67
Palavras 1.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Cap Sexto: gravidez na adolescência


Acordei sentindo um pequeno braço me abraçando. De manhã a chuva trazia um vento agradável para o quarto, o som das gotas se chocando no chão era gostoso e as nuvens nublada não trazia o sol. Eu amava a chuva, gosto do cheiro gostoso de área molhada. Olhei para meu lado vento Piedro babando no lençol branco, sorrir com a imagem. Piedro é uma criança de ouro, me levanto com um pouco de dificuldades. Tento não acordar o pequeno mas foi inútil, ele tinha acordado e olhava pra mim com seus olhos negros e desnorteado.

- Jimin-hyung….

Bocejou levantando os bracinhos e se virando pro outro lado preguiçosamente. Se enrola com os lençóis se transformando em uma bolinha branca com apenas sua cabeça do lado de fora. O frio entrava pela a janela que eu havia esquecido de fechar, apesar de adorar aquilo me preocupei com o pequeno Serzinho que dormia desleixadamente na cama, fui até lá a fechando. As gotas da chuvas caia sobre o vidro da janela repousando ali e depois caindo no chão.

Quis gravar em minha memoria este momento, esse gostosa sensação que eu não sentia a alguns dias e até mesmo anos, era diferente do normal pois agora eu não preciso chorar. Olhei para o céu vendo as nuvens com seu tom cinza passear por cada lado levando a chuva. Meu peito apertou em uma dor silenciosa, pude sentir a dor dos moradores de rua como eu fui. Sinto a dor se aprofundar e quando dá-me conta estava chorando, era como se tudo aquilo que eu sentir estivesse ali dentro bem aqui e eu não podia simplistamente abandonar as memórias ruins e as humilhações que tive que passar.

-Jimin?

Escuto a voz de Jungkook do outro lado da porta, rapidamente sequei minhas lágrimas com a blusa da manga.

- pode entrar.

Minha voz saiu um pouco rouca, ele entra um pouco preocupado e sorrir com a imagem de seu irmão embrulhado. Me olha, parecia querer ler o que se passava dentro de mim e eu estava com medo dele saber.

- você estava chorando?

-não.

- não minta pra mim.

-sim….

Ele se aproximou o suficiente dos nossos corpo se encontrarem, ele me abraçou. Aquilo foi o fim pra mim, lágrimas rolavam sem parar, meu nariz entupiu e eu tentava respirar pela a boca, meus olhos ardiam e as sensações me inundaram. O que era aquilo? Doía tanto não sabia explicar, mas era uma dor tão grande. O abracei com força tentando encontrar conforto em seus braços, talvez um refúgio.

-já passou.

Ele parecia saber o que estava doendo dentro de mim, parecia saber o que estava quebrado. Se ele sabia ele pode concertar não é? Mas porque dói tanto? Minha garganta fecha, meus lábios tremi, minha respiração se torna desregular e então me Dafundo na maré.

- dói tanto.

- eu sei, mas você não estar mais lá.

Ele sabia das palavras certas para concertar meu frágil coração. Engolir o choro, precisa ser forte pela a Jisoo. Dei um sorriso, eu preciso sorrir porque eu não estou mais lá, agora eu posso cuidar dela. Jungkook sorrir junto mostrando seus dentes salientes.

- há, o que você veio fazer aqui?

Lembrei daquilo, ele lembrou-se também.

- vim te chamar pro café da manhã, mas queimei os ovos e o leite qualhou.

Foi inevitável não gargalhar, minha barriga chegou a doer, ele fingiu estar ofendido quando começou a rir junto comigo. E foi assim que naquela manhã eu fiz meu primeiro café da manhã pra duas pessoas completamente infantis.

(…)

Ja era de tarde quando escuto o telefone tocar. Jeon estava no trabalho, ele era um gerente de uma empresa muito renomada aqui nos estados unidos. Escuto novamente o telefone tocar. Deixo os pratos ensaboados na pia junto da bucha, olho em volta percebendo que Piedro estava brincando com seus carrinhos na sala, vou até o telefone e o atendo.

- alô?

- senhor Jeon?

- não. ..

- quem fala?

- sou o Park Jimin o….

NÃo sabia o que dizer, como eu ia falar que não era ninguém, eu não era nada dele então pensei na coisa mais razoável a se dizer.

- sou o empregado.

- há, Jungkook esta?

- não, ele esta trabalhando em uma hora dessas.

- OK, diga a ele que o Daniel ligou

Assim a outra linha ficou muda, não tinha desligado. Voltei a limpar as louças e preparar o almoço.

- Jimin-hyung.

- oi, Piedro.

- posso te ajudar?

A criança pergunta, eu me viro sorrindo o olho e afirmo com a cabeça.

- você vai tirar o repolho da geladeira e lavar ele.

- sim, senhor.

Ele fala como um soldado e então macha até a geladeira a abrindo e tirando de lã o que lhe foi pedido, ele retornar e vai até a pia pegando um banquinho e subindo nele e assim cumprindo sua tarefa.

- fiz direito?

- sim, você vai se tornar um ótimo cozinheiro um dia.

Ele sorrir largo e abraça minha cintura, o aperto não incomodava. 

-eu não quero ir embora, não depois que você chegou. Não pode me abandona.

Eu não sabia nenhum dos problemas dele, não tinha noção de nada. Mas sentir a dor na voz daquela criança, sentir os pesos das palavras jogadas, uma criança tão feliz não era assim. Ele era tão pequeno e ja sabia esconder sua dor em uma máscara, isso era cruel demais. Acariciei sua cabeça, sentindo seus fios macios.

-eu nunca vou te abandonar.

Me apertou mais forte, no momento eu queria tirar todo o sofrimento jogado naquele menino mas não pude, memórias dolorosas de um passado cruel não cicatrizar da noite pro dia. Eu apenas queria saber da historia daquela criança que estava sofrendo tanto, mas iria esperar, esperaria até a confiança dele me alcançar. Me agachei lentamente, fiquei da altura dele o olhando nos olhos e então o abracei com força.

- não vou te abandonar, eu te prometo. Você não vai mais precisar chorar… Nunca mais.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...