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História Grávido de um alfa. - Capítulo 20


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Notas do Autor


Gente, o que eu tô fazendo da minha vida?! Caralho, chegou a Greencard kskssksk voltamos a 1K de words, ninguém merece também sksk

MEU MOLETOM DO SUGA ATRASOU NESSA POHA TÔ A CHORAR!
Gente, acho que meu tempo tá curto aqui, há visto que minhas aulas EAD começam segunda!!! Morri!!!!

Genten, obrigada pelos 200 e poucos favoritos – esqueci quanto tem agora –, parece que gostaram bastante, eu acho.
Cap prontinho aqui e tals. Man, eu estava pensando em meu futuro e depois digo pra vocês nas notas finais, ENTÃO LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 20 - Força


Naruto Point Of View


— Shhh...tenham calma. — Eu dizia, balançando levemente meus braços para acalmar Hayato.

— Waaaaaaahhhhh…

Satoshi estava com suas mãos grudadas em minha blusa, assustado, mas não chorava, apenas me olhava. Hayato era o que mais chorava, quando eu pensava que o alfinha estava se acalmando, ele começava tudo novamente.

— Hayato, você não vai facilitar as coisas 'pra mamãe. — Senti um nó em minha garganta.

Após ter chegado em um lugar totalmente desconhecido, eu havia sido arrastado para dentro de uma mansão totalmente estranha e grande. Colocaram-me em um quarto com cama de casal e berço.

Tinha tudo aqui, fraldas, banheiro, roupas para os bebês e para mim. Mamadeira deles, tudo. Parecia que tinha sido algo planejado, mas por que me querem aqui? Eu não tinha feito nada e nem provocado ninguém durante minha vida toda.

Eu não conseguia falar com Sasuke, mas eu sentia que ele estava preocupado. Tentava me acalmar para não confundir ele, mas parecia que os sentimentos ficavam mais fortes e ele mais inquieto.

Não conseguia colocar Satoshi no berço ou então ele começava a chorar, Hayato nem acalmar ele eu conseguia. Precisava ser forte para os meus filhotes, por isso comecei a cantar uma canção aleatória.

Hayato parou de chorar e ficou me olhando com os olhinhos vermelhos pelo choro. Satoshi estava se acalmando também e parou de me agarrar, começando a dormir. Deixei eles sentirem um pouco do meu aroma para acalmá-los. O moreninho acabou dormindo, então o ajeitei no berço cuidadosamente. Tentei deitar Hayato, mas ele resmungou, então fiquei com ele no colo mais um pouco.

O quarto não era tão grande, mas era confortável. Ajeitei Hayato melhor em meus braços e continuei cantando a musiquinha. Ouvi a barriguinha dele roncar e decidi fazer a mamadeira. Eu estava preocupado com o que aconteceria comigo e com meus bebês. Eu os protegerei com minha vida se for preciso.

Dei a mamadeira para Hayato e ele sugou tudo. Dei algumas batidinhas em suas costas assim que o coloquei em meu ombro. Depois de alguns segundos, deitei ele em meus braços novamente e fiquei andando de um lado para o outro. Vi Hayato bocejar e seus olhinhos se fecharem, caindo em um soninho profundo.

Sorri, ajeitando-o ao lado do irmão. Fiquei olhando para eles por um tempo e peguei uma poltrona, colocando ao lado do berço. Eu sentia minhas pálpebras pesarem, mas eu me forçava a ficar acordado. Fui até o banheiro e joguei uma água em meu rosto, quando voltei para o quarto, vi um homem olhando para o berço e quase tocando em Hayato.

— Ei! — Me aproximei e o empurrei para longe, olhando seu rosto e sua pele pálida. Ele lambeu os lábios e sorriu malicioso. — O que você está fazendo?

— Parece que alguém não sabe respeitar os mais velhos. — Seu sorriso ficou maior e fiquei com medo. Ele era estranho e assustador.

Vi dois alfas entrando no quarto e o homem pálido disse para que eu faça silêncio e não acorde os bebês. Decidi ficar quieto, não querendo que meus bebês corram risco de vida, por isso aceitei ser levado até outro lugar.

Eles me empurraram para dentro de um lugar que tinha duas macas e eu me deitei em uma. Prenderam meus braços e pernas e eu fiquei parado e meu coração batia cada vez mais. Um tempo depois, Menma entrou também, sendo arrastado e preso na maca. Ele estava acordando aos poucos e olhando ao redor. Seus olhos azuis pararam em mim.

— O que faz aqui? — Perguntou.

— E-eu não sei, eles não me falaram. — Respirei fundo, sentindo meus olhos arderem.

— Vai ficar tudo bem. — Tentou me confortar, apesar de ter sido inútil devido a nossa situação.

Quando iria responder, o homem estranho entrou e sorria como nunca. — Finalmente ficarei rico.


Menma Point Of View


O que esse desgraçado quis dizer com "ficar rico"? Vindo de Orochimaru, eu não duvido de nada. Pela porta passou Kimimaro com sua prancheta e expressão séria.

— Vamos começar. — Orochimaru foi até uma mesa e pegou agulhas, as que ele usava em mim quando era menor. — Lembra disso, Menma?

Ele se aproximou e colocou em minha frente, fazendo com que eu veja os meus pesadelos de quando eu era menor. Cuspi em sua cara e ele limpou, rindo.

— Você deveria ser mais educado, será machucado e pode ser pior do que você pensa. 

— Eu aguento. Não vá pensando que eu irei gritar e implorar por piedade. — Encarei seus olhos, desafiando-o.

Ele saiu de perto e foi até o loiro que descobri ser meu irmão até pouco tempo atrás. Naruto estava assustado e chorava muito. Orochimaru acariciou os fios loiros do ômega, chegando bem próximo ao rosto e sussurrando, mas com a intenção de me fazer ouvir também.

— Se gritar, será pior para seus filhos. — Olhou para mim, lambendo novamente seus lábios, uma mania que sempre repudiei.

— O que vai fazer- — Fui cortado pelos choros do Uzumaki e um grito fino, mas ele logo parou de gritar. — PARE!

Ele enfiava agulha por agulha nas partes que eu sabia que doía. Mas, para Orochimaru, nada parecia o bastante. Ele enfiava até ver o sangue escorrer pelos braços do garoto. Levantou a blusa do garoto, passando a mão em sua barriga levemente gordinha.

— Soube que você teve dois bebês recentemente e que está muito sensível e bem fraco. — Beijou a barriga do ômega e isso me causou mais ódio. — Seria uma pena você não poder ter mais filhos quando tiver vontade, não é?

Ah, não, eu sei o que ele vai fazer. A mesma coisa que fez com aquele Uchiha quando foi até a casa de Madara. Não, com ele também não. Não irei suportar ver outra pessoa querendo ter uma família e isso ser arrancado sem mais, nem menos.

— Por favor, com ele não! — Forcei meus braços, tentando me soltar.

Ele pegou uma agulha maior e foi até abaixo do umbigo do Uzumaki, disse para o loiro ficar quieto e se preparou para enfiar a agulha. Começou e eu vi sangue saindo, ele estava machucando meu irmão. Ele olhou para mim, sorrindo, mas que acabou no mesmo momento. 

— Então você reage a dor dele…

O ômega olhou para mim e vi seus olhos avermelhados, mas ele não estava com raiva, nem nada parecido. Naruto apenas me olhou e fechou os olhos. Conclui que ele desmaiou pela dor.

"Mate todos eles!"

Ouvi uma voz baixinha, mas cheia de ódio. Orochimaru tirou a agulha do Uzumaki e abriu seus olhos que ainda estavam da mesma cor, então percebi algo: Tudo o que acontece comigo, acontece com ele também.

Orochimaru deu um tapa em seu rosto, deixando sua marca no garoto e consegui me soltar dos cintos que me prendiam. Peguei Orochimaru pelo pescoço, enforcando-o e o homem sorria. Senti uma agulha atingindo meu braço.

Olhei para porta, vendo alfas e betas com dardos, mas eu não senti o efeito. Tirei o do meu braço e joguei ele para longe. Rosnei alto e fui atacado pelos guardas e derrubei alguns deles. Eu estava cego pelo ódio e piorava cada vez que olhava para o loiro. Ele não merece isso, nós não merecemos isso!

Quebrei o pescoço de dois alfas e segui até os betas, mas eles estavam tão assustados que correram. Resolvi deixar para depois e corri até o meu irmão, soltando-o também. Peguei alguns panos e limpei seu sangue. Não entendia como um buraquinho pequeno podia sair tanto sangue. Orochimaru conseguia fazer de tudo. 

Carreguei ele com cuidado para fora do quarto e corri até um lugar aleatório, entrando e fechando a porta. Olhei ao redor e vi uma janela. Fui até ela e percebi que estávamos no terceiro andar. Não era tão alto, mas eu poderia me quebrar todo e Naruto não estava em condições de andar.

— Meus...b...b-bebês...— Naruto murmurou. Ele estava inconsciente, mas mesmo assim pensava em seus filhos.

Eu não sabia onde eles estavam e não podia sair por aí, visto que tocaram o alarme e todos estavam prontos para me atacar. A maioria eram betas e ômegas, mas Naruto estava sozinho e fraco, por isso não deveria arriscar sua vida. 

Procurei por um kit de primeiro socorros e achei, pegando algodão e gaze para ajudar a cicatrizar as feridas. Passei a mão pela bochecha marcada com a mão de Orochimaru.

— Nós vamos sair dessa, Naruto. Confie em mim. — Sussurrei e ouvi passos, mas eles sempre passavam longe da porta. Respirei fundo, acalmando-me aos poucos.

Vi Naruto abrindo os olhos levemente e sorriu para mim. Abracei o mesmo, segurando as lágrimas e senti suas mãos fazendo um carinho gostoso em meus cabelos pretos. Estava tudo bem, até ouvir alguém chorando alto. Duas pessoas, na verdade.

"Os bebês."

Ouvi novamente, mas resolveria isso depois. Abri a porta, olhando pela fresta e vi Orochimaru olhando para os bebês que estavam sendo carregados por dois ômegas. 

— São perfeitos. Já que perdemos os dois de vista e o ômega está fraco, vamos levar essas minas de ouro. — Se aproximou do loirinho que chorava alto e pegou sua mão, dando um tapa forte, o que resultou no bebê chorando mais alto ainda.

Coloquei meu cérebro para pensar. Eu não poderia simplesmente correr até lá, eles usavam armas agora e se atirarem em mim, eu poderia morrer e colocar a vida dos bebês e de Naruto em risco. Pense, Menma, pense!

— M-menma...— Olhei e vi Naruto esticando a mão em minha direção.

Corri até ele, segurando sua pequena mão. Seu cheiro estava fraco e ele mal conseguia manter os olhos abertos.

— Salve eles...— Foi a última coisa que disse antes de desmaiar. Segurei sua cabeça e deitei no chão com cuidado.

Beijei sua testa e voltei até a porta. Orochimaru ainda estava lá e provavelmente esperando que algum de nós dois aparecesse.

Eu precisava de um plano, mas não sabia qual. Qualquer um parecia inútil até eu olhar ao redor e lembrar de um celular escondido que eu tinha.

Peguei o telefone em uma passagem secreta que eu havia feito quando tinha dezesseis anos e entrei na lista de contatos. Eu quase nunca falava com ninguém, por isso não tinha muitos números, só um em específico.

Cliquei nele e chamou uma, duas, três vezes. Estava quase desistindo quando na quinta vez a pessoa atendeu. A voz denunciava o choro recente.

— Kushina, preciso que nos ajude, rápido.


Notas Finais


Uiiii, e agora, o que será, bergue?! Kwksakkaksjs chega
Agora assunto sério aqui: FUDEU GERAL!
Minha beta me deixou na mão, caralhou, então se tiver erros, eu os conserto depois que eu acordar.

Gente, vocês estão realmente gostando da história? Porque, sinceramente, tá uma merda. Não tô gostando tanto assim e as vezes vem bloqueio. Meu português também está deixando a desejar!!!!
Estou pensando em apagar, mas também não quero. Hiatus não é uma opção.
Enfim, acho que vou entrar em hiatus depois dessa obra.
Bom, só isso, até mais!!! :))))


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