História Gravity Falls - Rumos diferentes - Capítulo 29


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Categorias Gravity Falls
Personagens Bill Cipher, Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Visualizações 33
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem do capitulo. Boa leitura!

Capítulo 29 - Estátuas vivas


Fanfic / Fanfiction Gravity Falls - Rumos diferentes - Capítulo 29 - Estátuas vivas

O medo lhe invadia.

 

 

 

 

Era possível ouvir o som do mar.

 

 

 

As ondas, se quebrando em sua magnitude.

 

 

 

Mesmo com os olhos fechados, a claridade lhe invadia.

 

 

 

De que adiantava tudo aquilo? Ele já desistira de recuperar a vida. Já a perdera.

Ele imaginava o caos que estivesse lá fora. Imaginava o que houve com ela. O que seu corpo estaria fazendo.

 

 

Tantas pessoas importantes para si. Stan, Mabel, Soos, Wendy, Pacifica, se pai e mãe, o velho Mc Gucket, Candy e Grenda. O que é que poderia estar havendo?

 

 

 

“Desisto”, proferiu, enfim, Dipper. Ele se sentia vencido. Se pudesse voltar e consertar as coisas...

 

 

 

 

Ele sentiu um estilhaçar, mas não de vidro, e, sim, do seu mundo. Da sua realidade. Dos seus sentimentos. Da sua personalidade.

Ele sentiu as ondas pararem abruptamente, como se não existissem mais. Assim como ele.

 

 

 

Dipper estava desaparecendo, e sentia isso. Logo ele...

 

 

 

Ele abriu os olhos, pronto para uma nova realidade.

++++

Bill abriu os olhos de seu mais novo corpo. Agora, estava mais forte que nunca. Ele olhou ao redor. Caos. A cidade estava apocalíptica, graças aos seus amigos demônios, que a destruíam nesse exato momento.

“Pobre garotinha...”, pensou Bill, sarcástico.

Mabel estava jogada no chão do reformatório, regenerando-se lentamente.

— Você está por conta agora, garota. — disse Bill com um sorriso sádico na boca.

Uma gargalhada surgiu do interior de seu ser. Como era bom ser malvado. Fazer as coisas sem nenhum remorso. Matar o próprio irmão — aquele traidor — fora facílimo para ele. Na verdade, a sensação fora ótima!

Como ele amava ser mal.

Então, feliz por ter conquistado seu penúltimo objetivo, ele anunciou em alto e bom som para que todos o ouvissem:

— Que comece o ESTRANHAGEDOM!

Com um estalar de dedos, ele liberou a barreira magica de Gravity Falls para o restante do mundo. Por isso, ele precisava de um humano, não um qualquer, mas um símbolo. Ele teria de possui-lo para ter poder o suficiente para quebrar a barreira e sair dos limites de Gravity Falls. Ele queria o mundo.

Com outro estalar de dedos, ele transformou sua aparência. Deixou de ser um menino franzino de cabelos e olhos castanhos, para se tornar um garoto galante de terno e camisa amarela, cabelos e um olho amarelo a mostra. Seu outro olho foi encoberto por um tapa-olho preto, afina, que tipo de Bill ele seria sem seu único olho?

Agora, estava certo: Dipper morrera, e uma nova era, acabara de nascer!

++++

“Que dor!”, era tudo o que Mabel pensava enquanto abria os olhos, cheia de sono. Era como se houvesse uma agulha de tricô estocada em seu estômago.

Mas não havia nada lá, exceto um buraco em seu uniforme, bem no local onde a dor estava.

Ela se deu conta de que não estava em casa, nem na cabana e nem no reformatório. Ela estava em um cômodo pequeno, escuro e com cheiro bolorento. Seus olhos se acostumaram à escuridão e ela percebeu alguns esfregões, baldes e produtos de limpeza.

Ela queria sair dali. Seus pensamentos estavam borrados. Mabel olhou em volta até achar a porta. Ela foi até lá e tentou abrir a porta, mas algo a segurava do lado de fora. Ela estava presa?!

“Oh, não!”, pensou Mabel ao se lembrar de que esse era o menor de seus problemas. Bill estava à solta!

Mabel esmurrou e chutou a porta, mas de nada adiantou. Ela voltou a tentar abrir a porta, com mais força que nunca. E a barriga, doendo. Finalmente a porta se abriu.

Puff, caiu algo dentro da salinha de limpeza. Era... Uma estátua? Ao olhar mais de perto, Mabel percebeu ser uma estátua do Toby Determinado. Ela quebrara um pouco ao cair no chão. Seu rosto inanimado expressava susto. Era aquilo que bloqueava a porta.

Mabel pulou a estatua e saiu do cômodozinho. O Toby era, realmente, muito esquisito! Ela olhou para cima. Com a claridade repentina, seus olhos arderam e ela os fechou. Depois de um tempo, ela os reabriu e saiu andando em direção à porta, piscando ainda. Seu irmão, onde estaria.

Ela atravessou a sala de espera. Notou um guarda encolhido embaixo de uma mesa e resolveu ignora-lo. Aqueles incompetentes. Que tipo de policial não sabe combater um demônio triangular amarelo gigante quase indestrutível de outra dimensão? Ela sorriu com a própria piada, enquanto tentava se lembrar da ultima coisa que vira antes de apagar. Nada lhe vinha à mente.

Ela saiu do reformatório.

Ela ficou embasbacada ao ver todo aquele Armagedom. Edifícios, residências e lojas  destruídas. Estatuas de pessoas espalhadas pela rua. Destroços, tanto de construções quanto de estatuas, pela rua.

Ela foi em direção à cabana, ponderando. “Provavelmente foi Dipper quem me colocou lá dentro, para me proteger. Ele não poderia nem me deixar desprotegida, nem me levar como um fardo a mais.” Ela assentiu, orgulhosa com sua própria dedução.

Mabel se aproximava das estatuas, a maioria de conhecidos seus. Aquilo a arrepiava. Ela parou e olhou para todas ela. Finalmente, ela entendeu o que acontecera. Os gravity fallienses foram sido transformados em estatuas. Bill fizera aquilo. Ela olhou no rosto de cada uma das estatuas enquanto andava.

Ela sentiu ter pisado em algo. Ao olhar para baixo, ela viu um braço, e este estava ligado a um corpo. O corpinho delicado de sua amiga Candy. Ela estava intacta, exceto pela perna esquerda, que fora quebrada.

Mabel não podia deixa-la lá, assim, à mercê de pés apavorados a pisoteando e quebrando-a.

Mabel demorou duas horas para chegar à cabana, coisa que faria em apenas vinte minutos em condições normais. Ela deixou sua amiga escorada numa arvore e foi à porta. Ela tentou abri-la, mas estava trancada. As janelas, fechadas e cobertas. Até as do andar de cima!

Ela rodeou a casa onze ou doze vezes até se lembrar do porão. Havia um buraco, que estava coberto com tabuas, que levava até lá pelo lado de fora.

Ela foi até o local e começou a escoicear as tabuas. O esforço lhe doeu o estômago mais que antes, mas valeu a pena. As tabuas deslancharam lá para baixo, naquele breu, e fizeram uma poeira subir até Mabel, fazendo-a espirrar.

O barulho havia sido estrondoso, qualquer um à uns duzentos metros dali deveria ter escutado.

Mabel voltou até onde estava Candy e a arrastou até a floresta. Lá, ela a encobriu numa grande moita, já que não poderia a levar para dentro. Se a jogasse no buraco, ela se espatifaria.

Depois de algumas horas, no crepúsculo, Mabel julgou ter sido tempo o suficiente para que, qualquer um que houvesse ouvido o estrondo, houvesse ido embora.

Ela rezou mentalmente por si, seu irmão e Candy.

Mabel voltou para onde estava o buraco que ela reabrira, mas, para sua surpresa, havia sido tapado novamente com as tabuas. Isso significava uma coisa: alguém estava escondido ali.

Mabel reuniu, novamente, sua inocência e esperança de quando chegara ali, e bateu à porta, suplicando que fosse um aliado.

— Tem alguém aí? É a Mabel, me ajude, por favor.

Ninguém... Ela já estava se virando para sair dali e procurar um outro abrigo quando ouviu um sussurro vindo lá de dentro. Mabel, rapidamente, colou o ouvido na porta.

— Você endoidou, Stan? — chiou alguém — Você nem sabe quem é.

— Claro que eu sei. Tenho que atende-la, antes que ela vá. — disse, em tom de voz normal, uma voz familiar. Era Tivô Stan.

Logo, ela ouviu um clique vindo da fechadura. A porta se abriu bruscamente e Mabel se viu na mira de uma espécie de arma futurista. Ela, sem querer, soltou um grito de susto. Quem empunhava a arma? Um homem igualzinho ao seu Tivô Stan. Se esquecendo da garota que se tornara nos últimos dois meses, ela correu para um abraço.

Pego despreparado, ele não se desviou a tempo.

— Prazer, Tivô, humm... Ford. Prazer, Tivô Ford; me chamo Mabel.

CONTINUA...


Notas Finais


Caso não viram o meu "capitulo" anterior, Aí em baixo está o link para a minha mais nova história, Alma de Golem:

https://www.wattpad.com/story/127482874-alma-de-golem

Espero que tenham gostado do capitulo e do livro.


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