História Grey's Anatomy parte 2 - Capítulo 8


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Categorias Grey's Anatomy
Personagens Alexander "Alex" Karev, Amelia Shepherd, Cristina Yang, Derek Shepherd, Meredith Grey, Personagens Originais
Tags Grey's Anatomy, Meredith Grey
Visualizações 22
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, esse capitulo é meio que baseado no episodio de Montana ok??? espero que gostem. (Só para constar, estava inverno em Seattle ta?)

Capítulo 8 - Voando é mais rápido bobinha


Fanfic / Fanfiction Grey's Anatomy parte 2 - Capítulo 8 - Voando é mais rápido bobinha

    Renesmée Brooks chegou ao Hospital às três da manhã usando um longo casaco bege e um salto alto vermelho. O lugar estava em uma paz e apenas uma médica conhecida estava lá, Miranda Bailey.
- Bailey- Ela gritou e caminhou até ela, fazendo barulhos pelo salto agulha- onde está o meu marido?
- Você é casada?- Disse Bailey fazendo uma cara de Bailey.
- Você entendeu- Disse ela colocando os cabelos ruivos atrás das orelhas.
- Eu não o vi em lugar nenhum.
- Onde ele se meteu?!
- No segundo andar, no quarto 1986, cuidando de uma paciente.
Ela olhou para cima e viu Derek na passarela e gritou.
- Você não trabalha aqui!
- Agora trabalho- Ele disse- estou me recontratando.
Ela olhou para Bailey e revirou os olhos.

 

...

 

  Eu nem dormi naquela madrugada, Cristina e eu pegamos o carro, e copos de café, e fomos para Michigan pegar as crianças, mas só chegaríamos no outro dia provavelmente no anoitecer. Eram trinta e quatro horas de viajem, mais de três mil quilômetros.
- Você vai dirigir ou vamos parar em Montana para dormir?- Eu perguntei para ela.
Cristina me encarou.
- Vamos passar por quatro estados diferentes e vamos ficar sem dormir?- Ela disse- vamos parar em Montana.

  A cidade estava tapada até em cima de neve, só percebemos que era Montana pelas placas e pelas janelas com luzes ligadas. Já eram três da manhã e estávamos à procura de um hotel, só achamos um aberto na frente de um parque. Tinha um homem andando pelo parque com tantos casacos que mal podíamos ver o rosto dele.
- Aquele não é o pai do Jackson?- Eu perguntei para Cristina.
- Eu não sei- Disse Cristina- eu sei que lá dentro esta a minha cama- Ela disse apontando e entrando no hotel.

  Entrei logo depois de Cristina, peguei o elevador e encontrei Cristina no quarto. Ela já estava apagada na cama, atirada igual gente morta. Coloquei outra roupa melhor e mais confortável para dormir do que uma calça jeans e um suéter. Logo que me deitei adormeci.

 

...

 

  Eu estava novamente à frente da figura fantasmagórica de Alex e do Hospital vazio.
- Surpresa em me ver?
Eu me aproximei do que parecia não ser verdade.
- Como... você ainda está morto, não é?
Ele soltou um risinho leve.
- Estou- Ele caminhou até mim e puxando o meu braço de leve me conduziu até as escadas onde nos sentamos- pense nisso como uma visita.
- Ser visitada por um morto no meio da noite não é legal.
- Assim você me magoa- Disse ele fazendo cara de triste/sério.
- Ta, mas porque agora- Eu disse prevendo que ia começar a chorar- já se passou tanto tempo... e... e... você me aparece aqui... agora... eu não sei o que fazer em uma situação dessas.
- Que tal você se acalma- Ele disse suspirando- olha Mer, eu sei que o nosso breve relacionamento, que resultou na minha morte, causou muitas coisas ruins na sua vida e no seu casamento com o Derek. Mas eu estou aqui para te ajudar.
- Fala serio...- Eu disse arrumando o cabelo- como você vai me ajudar? Você só pode falar comigo em sonhos. Eu já nem sei se isso é um sonho.
- Eu posso aparecer quando você estiver acordada se você quiser!
- NÃO!!!!
- Tudo bem- Ele ficou de pé na minha frente e se debruçou no corrimão- eu quero te ajudar. Eu estraguei tudo e agora quero te ajudar.
- Você não estragou tudo sozinho, eu também tenho culpa. E eu não quero a sua ajuda, na verdade, eu estava em um momento que eu estava te esquecendo- Eu disse agora com tantas lagrimas que mal podia enxergar direito.
- Eu voltei por você- Ele disse- você pode até não acreditar, mas observei você algumas vezes desde aquele episodio.
Eu me levantei e o abracei, seus braços fantasmagóricos me tocavam, mas a sensação de ter Alex de volta comigo era muito boa.
- Eu tenho que seguir a minha vida. Mas sem você!
- Meredith...
- Por favor, Alex- Disse enxugando as lagrimas- eu não posso seguir a minha vida com um fantasma. Eu te amo, mas você não pode ficar aqui, o seu lugar não é aqui.

 

...

 

  Acordei aliviada naquela manhã ensolarada em Montana. Cristina estava se vestindo e eu me levantei para não perder tempo. Chegamos à recepção, pagamos a noite e entramos no carro.

  Depois que entramos no carro, continuamos andando pelo centro de Montana e subimos algumas ruas tapadas em neve até Cristina argumentar:
- A estrada é para o outro lado!
- Eu sei, vamos conhecer o Robert Avery.
- O pai do Jackson?
Eu assenti.

  Depois de subir três ruas chegamos até um chalé de madeira de onde a vista do vilarejo de Montana era lindo. O chalé estava tapado em neve com exceção dos bancos e do interior. Quando entramos ficamos maravilhadas pelo Bar ou Pub estar vazio. O lugar era cheio de cabeças de veados e outros animais típicos da região. Um homem magro, de cabelos claros e camisa xadrez típica de homens que moravam em lugares assim, estava no balcão mexendo em seu celular até perceber que tínhamos entrado.
- Ah, bom dia gente- Disse ele simpaticamente.
- Bom dia.
- Tem café fresquinho, eu vou buscar- Disse ele saindo e voltando com uma jarra cheia de café. Ele colocou duas xícaras na nossa frente enquanto sentávamos e nos serviu- então, muito frio lá fora?
- É Montana, é sempre frio- Disse Cristina.
- Em Seattle não tem tanta neve assim- Eu disse- é somente frio.
- Meu filho mora em Seattle- Disse o velho.
- Nós o conhecemos, ele trabalha com a gente!- Eu disse- Jackson Avery!
- Isso mesmo!
- É por isso que estamos aqui. Na verdade foi só uma parada rápida- Eu coloquei os cabelos atrás das orelhas- nós soubemos que teve algumas desavenças quando Jackson esteve aqui a mais ou menos um ano, certo?
- É- Ele disse baixando o olhar e sua expressão mudou- Jackson e eu fomos afastados logo depois de ele nascer. Catherine achou que ia ser melhor para ele e para mim. Eu não sabia como lidar com um bebê. Mas eu acho que a versão da historia que Catherine contou é totalmente contra mim.
- Como podemos ajudar?
- Não tem como ajudar- Ele disse- vocês são muito gentis, mas ele não quer se relacionar comigo.
Eu olhei para Cristina que estava apoiada no balcão observando.
- Temos que ir para Michigan- Eu disse- análise a idéia e quando voltarmos passaremos aqui!
- Michigan?- Ele perguntou- vou preparar uma coisa para vocês!

  Ele voltou alguns minutos depois com mais xícaras de café e alguns sanduiches.
- Espero vocês aqui!- Ele disse.
- Tchau!
Saímos para o frio congelante e entramos no carro.
- Eu vou dormir mais um pouco- Disse Cristina colocando o cinto e se virando para a janela.

 

...

 

  Passamos por Dakota do Norte, Minnesota e Wisconsin e finalmente chegamos a Michigan.  AS DUAS DA MANHÃ. Cristina tinha pegado o volante em Minnesota enquanto eu dormia. Mas acordei antes de chegarmos a Michigan.

  A estilosa cidade estava movimentada demais para uma madrugada. Cristina dirigiu pelo centro até a parte oeste da cidade. Entramos no enorme residencial onde Nancy morava. O lugar era cheio de casas grandes demais para poucas pessoas, pegamos a rua L até chegar a uma casa de dois andares, branca e com uma porta de tamanho GGGG. As luzes estavam todas apagas. Eu caminhei até a porta e toquei a campainha. Por um momento nenhum barulho veio do interior. Até uma luz se acender e uma mulher com um roupão dourado descer as escadas e abrir a porta.
- A viajem foi longa!- Eu disse.
- Meredith- Ela parecia estar surpresa- é muito bom te ver. Ás três da manhã. Mas o que você esta fazendo aqui?
- Como assim?- Eu disse- eu vim buscar as crianças.
- Derek veio e pegou elas ontem à noite- Disse ela se apoiando na batente da porta e cruzando os braços.
- Ele fez o que?

 



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